Justiça trabalhista do RJ terá que recompor processos

Na primeira visita ao prédio do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que teve quatro dos seus 14 andares incendiados na última sexta-feira, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Almir Pazzianoto, pediu à presidente da casa, Ana Cossermelli, um relatório detalhado sobre o incidente.

Ele disse que não há razão para desespero em relação aos mais de 30 mil processos destruídos pelo fogo, embora reconheça que há um longo caminho pela frente até o tribunal voltar ao normal.

“Na maioria dos casos, os advogados têm a cópia dos processos, mas alguns são muito grandes, com 10 volumes, vai ser um trabalho difícil”, comentou o presidente do TST.

Ana Cossermelli informou que vai se reunir com os juízes de primeira e segunda instâncias e disse que espera , em breve, colocar a casa em ordem “A situação é péssima, mas na próxima semana já estaremos trabalhando normalmente em outro lugar que ainda será definido”, garante.

Drault Ernanny Filho

é editor da revista Consultor Jurídico no Rio de Janeiro

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