A Igreja do Evangelho Quadrangular de Juiz de Fora, Minas Gerais, terá que devolver aos fiéis os valores indevidamente recolhidos para financiamento de casa própria.
A sentença é da Comarca de Juiz de Fora, em Ação Civil Pública proposta pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor contra o Fórum Brasil de Apoio a Cooperativas Evangélicas (Fobraice), Cooperativa Habitacional Evangélica e a Igreja do Evangelho Quadrangular. Os réus recorreram ao Tribunal de Alçada de Minas Gerais e ao Superior Tribunal de Justiça, que confirmaram a condenação de primeira instância.
De acordo com o MP de Minas Gerais, os fiéis inscreveram-se no “Plano Nacional de Habitação Econômica para evangélicos” e, depois de quitadas as parcelas do compromisso firmado, não tiveram notícia do financiamento, da casa própria e nem a devolução do dinheiro depositado.
Segundo o promotor de Justiça Plínio Lacerda Martins, a partir de um cadastramento, os inscritos iniciaram o pagamento de 10 parcelas mensais e, após quitação, segundo a igreja, teriam direito a uma importância que seria usada para a entrada do imóvel a ser escolhido pelo contribuinte. No entanto, depois de quitado o pagamento, a igreja não cumpriu o compromisso e nem devolveu o dinheiro depositado pelos fiéis.
A partir de representação entregue pelos fiéis, a Promotoria ingressou, na Justiça, com a ACP contra os responsáveis por essa “captação de poupança irregular”, considerando que a divulgação efetiva pela igreja e a confiança depositada pelos fiéis contribuíram para a adesão ao cadastramento.
A sentença condenou a Igreja do Evangelho Quadrangular e os demais participantes no projeto habitacional a restituir os valores depositados pelas vítimas, acrescidos de correção monetária e juros moratórios de 0,5% ao mês.
Apesar da demora a justiça acertou. é realmente inaceitavel a postura adotada pela entidade que beneficiada pela CF, se aproveita dos desavisados. no entanto discordo dos juros moratorios que são muito baixos. e que beneficiam os condenados, uma vez que o dinheiro captado por estes, aplicado de forma comun tem rendimento maior que a correção monetaria concedida pela justiça (1%) mesmo ainda sendo acrescido dos juros moratorios. É uma pena que o advogado dos prejudicados não tenha requerido o valor referente aos danos morais que no caso em questão me parace configurado
Ahhhhh...(risos e risos), desculpem-me...perá aí, deixe ver se entendi direito. Inicialmente, o fiéis se entregam de bolso e alma à igreja. Depois, recorrem aos infiéis para ver seu dinheirinho de volta. Polêmicas à parte, o prejuízo está implícito na fé, o dinheiro não deveria ser devolvido, assim, da próxima vez pensariam muito bem antes de se entregarem de alma e bolso a qualquer um...
A Pakavra diz que os fiéis terão morada no céu. Aqui na terra sofrerão tribulações.
Pela fé deveriam ter perdoado os vivos da associação para as moradas, porque estão agindo fora da doutrina e considerar o seu rico dinheirinho perdido ou bem empregado na obra da fé, que lhes voltará, não com juros de 0,5%, mas, centuplicado, como diz a Bíblia.
Aleluia Irmãos!
Em que pese a garantia constitucional de liberdade de crença, é certo que há um abuso desses pastores e bispos empresários, que fazem diabruras para possuirem o dinheiro alheio, dos chulos pecadores que buscam um caminho fácil de religação à Deus. e ADEUS dinheirinho de cada dia!
Será que ninguém fiscaliza a receita desses safados que ludibriam otários pecadores ?
E aí, quando falo que sou atéia, todo mundo arregala os olhos e falam: HÃÃÃÃÃÃ, mas atéia, como, não acredita em nada? E pq não acredita em Deus?
Hehehehehehe........
É, Andrea. Deus no céu, assistindo de camarote o que o Diabo faz na terra...
É, é a proliferação das igrejas "deus é lucro".´Um absurdo.
Qual é aquele salmo bíblico, famoso, "O Senhor é meu pastor, e nada me faltará"......
Hehehehehehehehehehe
O Salmo 23 diz: "O Senhor é o meu pastor e nada me faltará...", contudo o Senhor não estava na tal cooperativa e não nada a ver com aquilo que muitas pessoas fazem em seu nome.
Não somente com relação a atos praticados por líderes de muitas falsas igrejas que surgem dia após dia, mas inclusive em muitas negociatas e indulgências que já foram vendidas pela mais tradicional igreja cristã.
O caso não me parece que seja de esploração da fé alheia, mas um negócio muito mal conduzido por alguém que deveria estar cuidando do seu rebanho e não de cooperativa habitacional.
O Salmo 23 diz: "O Senhor é o meu pastor e nada me faltará...", contudo o Senhor não estava na tal cooperativa e não tem nada a ver com muito daquilo que inúmeras pessoas fazem em seu nome.
Deus não se faz presente em muitos atos praticados por falsos líderes de muitas falsas igrejas que surgem dia após dia, mas inclusive em muitas negociatas e indulgências que já foram vendidas pela mais tradicional igreja cristã.
O caso não me parece que seja de exploração da fé alheia, mas um negócio muito mal conduzido por alguém que deveria estar cuidando do seu rebanho e não de cooperativa habitacional.
Ms, Sr. Heane, até onde me conste, os pastores, e padres, e ministros, tem procuração de Deus para falarem em seu nome...
Hehehehehehehehehehehehe
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