A prefeita Marta Suplicy não conseguiu direito de resposta no jornal Folha de S. Paulo. O pedido foi negado pelo Tribunal Regional Eleitoral paulista. A candidata à reeleição já recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral.
A notícia da Folha, publicada na edição de 18 de julho, é assinada pelo jornalista Gilberto Dimenstein. Ele fez uma série de críticas à administração de Marta Suplicy. Ela foi chamada de “adolescente mimada, irritadiça, prepotente e sem capacidade de lidar com a frustração”.
Gostaria de dizer ao anônimo que fez o comentário abaixo que fez muito bem em deixar de assinar a Folha. Afinal de contas, parece que não entendia nada do que lia. É melhor assinar Capricho ou Chiques e Famosos.
Felizmente temos pessoas como o jornalista Gilberto Dimenstein que não se acovarda diante de caras e bocas de nossa prefeitinha.
A propósito da declaração do anônimo que declarou ter cessado de assinar a Folha, avalizo integralmente a declaração do leitor subsequente, no sentido de que ele não entendeu o que e leu, devendo portanto assinar revistas de entretenimento.
Eu, contudo, farei uma assinatura da Folha de São Paulo amanhã mesmo. Parabens Gilberto Dimenstein.
A solucao nao e o conselho, sim quem vai compor esse Conselho, negar direito de resposta nao existe, queria so ler o q a prefeita tinha a dizer...
A sra. Marta Suplicy, ao ter sido derrotada no seu pedido de direito de resposta, sofre pelo fato da injúria ter saído num grande jornal como a Folha de S. Paulo, que embora mal escrito e cheio de matérias mal apuradas, tem uma imagem de "credibilidade" em razão da sua estratégia de "meter o pau em todo mundo".
No entanto, acaba sendo um alento para ela que a injúria tenha sido escrita pelo Sr. Gilberto Dimenstein, pois ser atacada por um jornalista de pouca qualidade acaba sendo por vezes um elogio. Lembro-me de uma das primeiras matérias que tornaram o sr. Dimenstein uma "estrela" da Folha: ilustrada por uma foto marcante, ele denunciava a existência de um comércio sexual de crianças à luz do dia em Belém, minha cidade natal (e do jornalista também). A foto mostrava uma menina de rua com uma placa "vende-se" pendurada. Mais tarde, a foto mostrou-se falsa: havia sido uma brincadeira com a menina que dormia, feita por conhecidos, habitantes e trabalhadores da rua.
Quem tem dificuldades de apurar corretamente uma notícia, tem que se valer mesmo de adjetivos vazios beirando a injúria. Longe de ser um caso isolado, é apenas um traço característico do sr. Dimenstein, que se estende a seus colaboradores. Quem acessar o site do jornalista pode ver isso facilmente.
Sr. Ailton Carlos Bonassa, vou retribuir a sua gentileza e também lhe dar um conselho gratuito: leia direito o que as pessoas escrevem, especialmente aquelas que o sr. pretende contestar.
Eu não preciso abrir os olhos para o mercado de sexo em Belém ou em qualquer lugar. Eu sei perfeitamente que ele existe, e tive a oportunidade de participar de atividades voluntárias de conscientização deste público, especialmente em relação a doenças sexualmente transmissíveis. Eu sei que existe prostituição de menores, mas eu sei também que não existe venda de crinças à luz do dia em Belém, do modo como o sr. Dimenstein afirmou em reportagem tristemente célebre. A matéria é mal apurada, frágil, e realmente falsa. Esse é o padrão do jornalismo dele.
Quanto a "beirar a injúria", a frase foi dita num contexto geral do método do sr. Gilberto Dimentein. No contexto específico, ele não beirou a injúria, e sim praticou injúria clara contra a sra. Marta Suplicy.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login