Servidores da Justiça paulista decidem manter a greve

Os servidores da Justiça paulista decidiram continuar em greve por tempo indeterminado. A definição foi tomada em assembléia que aconteceu nesta quarta-feira (28/7). A assembléia reuniu cerca de 4 mil funcionários do Judiciário de todas as regiões do estado de São Paulo.

O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D´Urso, criticou a decisão dos servidores. “Amanhã estaremos completando um mês de greve, com efeitos danosos para a Advocacia e a sociedade. A paralisação atual já nos deixa uma previsão de atraso na pauta de um ano em todas as comarcas do Estado”, afirmou.

A OAB paulista considera justo o pleito de reajuste salarial dos servidores que, na assembléia, alegaram que o Tribunal de Justiça gasta com salários 5,01%, podendo chegar a 6%, sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Os servidores voltam a se reunir em assembléia estadual somente no dia 11 de agosto, Dia do Advogado, às 14 horas, em frente ao Fórum João Mendes, em São Paulo.

Depois da assembléia, os grevistas seguiram em passeata até o Gabinete Unificado dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, na Avenida Paulista. Segundo o comando de greve, de 43 mil servidores, 85% estão parados.

Roberto Falchi Martins disse:
28 de julho de 2004 às 21:58

É JUSTA A PREOCUPAÇÃO DOS SRS. ADVOGADOS COM A GRAVE DO JUDICIÁRIO, MAS É FATO INCONTESTÁVEL QUE A MESMA SÓ FOI DEFLAGRADA PELO NÃO CUMPRIMENTO POR PARTE DO DESEMBARGADOR TÂMBARA DO QUE FOI ACORDADO COM OS FUNCIONÁRIOS DO JUDICIÁRIO, OU SEJA, A REPOSIÇÃO INFLACIONÁRIA DE 26,39%. ELE PROPÔS, NÓS ACEITAMOS. O QUE ACONTECEU DEPOIS É QUE O SR. ALCKMIN NÃO LIBEROU A VERBA. E DAÍ? QUANTO VALE A PALAVRA EMPENHADA PELO DR. TÂMBARA? SE O QUE FOI ACORDADO NÃO SE CONCRETIZAR O PODER JUDICIÁRIO ESTARÁ IRREMEDIAVELMENTE DESPRESTIGIADO, E, POR FIM, QUEM VAI ACREDITAR NUM PODER SEM PODER?

Julio Cesar Novaes disse:
28 de julho de 2004 às 22:28

É lamentável o que o Poder Público está fazendo com o funcionalismo público em geral. Enquanto estão enclausulados em seus castelos inexpugnáveis (Poderes Executivo e Judiciário), nós estamos aqui batalhando por um SIMPLES REAJUSTE SALARIAL.

Não é aumento, é REAJUSTE.

Será que não estão sentindo os aumentos de preço? Eu tive que vender um veículo que lutei para ter (ano 1994 - antigo, não?) por não mais suportar com o custo do combustível, pedágios e manutenções.

Até quando isso? E os aumentos na arrecadação que estão anunciando na imprensa escrita e televisionada? Onde estão guardando? Ou é só propaganda política para elevar o MORAL do BRASILEIRO?

Tomara que dê-nos uma solução rápida. Eu não estou em greve porque gosto. Eu adoro o que faço. Em 10 anos de serviço não tenho uma falta sequer. É só consultar o meu prontuário (matrícula 808.373-7 TJSP)!

Eu não passei no concurso para Escrevente para fazer greve. Eu estou aqui porque foi um meio de vida que escolhi, que me dá estabilidade e uma perspectiva de uma vida digna.

Parece que não é isso que pensam nossos governantes. Nossas condições nos Fóruns estão cada vez piores. Não temos condições de trabalho. Um grande número de funcionários está com tendinite pelo excesso de trabalho a que são submetidos. Alguns, para dar conta do serviço, trabalham até 10 horas por dia.

Não é justa a reivindicação?

É lamentável que os advogados, que lutam pelo direito, estejam contra nós. É bom darem uma relida no clássico do direito: A LUTA PELO DIREITO - Rudolf Von Ihering.

Talvez entendam melhor nossa luta por melhores condições de trabalho e remuneração.

Júlio César Novaes
Itapetininga-SP.

ramos disse:
29 de julho de 2004 às 02:27

O momento exige profunda e responsável reflexão por parte da classe dos advogados de São Paulo.
Greves são sintomas de problemas sistêmicos. Posturas maniqueístas não têm resultado em soluções. Somente adiam e agravam situações.

Isabel disse:
29 de julho de 2004 às 03:01

É absurdo a OAB ir contra a greve do judiciário, sabendo que todos os dias são estes funcionários (os malditos grevistas, os funcionariozinhos pé rapado) que os atendem e aturam!!!
Com perguntas absurdas e pedidos impossíveis de realizar, sendo muitas vezes, ou quase sempre grossos e arrogantes!!!
Se para eles a situação financeira está boa, para nós não está!Gostaria muito que eles parassem de reclamar dos funcionários que eles mesmos fazem questão de humilhar, e tivessem o bom senso de raciocinar que se fosse com eles, gostariam também de ser respeitados na luta pelos seus direitos!
Afinal, não são eles que devem defender o DIREITO das pessoas?
Se não puderem ajudar, por gentileza, não dêem, opinião onde não são chamados, não são bem vindos e nem são úteis.
TEMOS O DIREITO DE TENTAR TER NOSSO SALÁRIO REAJUSTADO PELO MENOS.
TEMOS FAMÍLIA E TRABALHAMOS MUITO PARA TER ESTA MIGALHA DE SALÁRIO!!!

Edith Roitburd disse:
29 de julho de 2004 às 08:21

Edith -Advogada
Que me desculpe a Sra. Isabel, mas nao li nada que a OAB fosse contra a greve, pelo contrario.
Agora dizer esses improperios, diga-se de passagem que a reciproca é mais que verdadeira. Pois o que temos aguentando, há 25 anos é o eterno mau humor nao de todos mas da maioria de funcionario, que já ao chegarem à repartiçao primeiro colocam assuntos particulares em dia, e o imbecil do advogado esperando. Depois, telefone para saber se o filho está bem. Depois, senta para comer o seu lanche, depois nao acha o processo e fica irritado com o advogado que foi lá pra perturbá-lo.
Nao estou dizendo que não haja arrogancia de certos advogados, porem na mesma e até mesmo maior proproção da arrogancia de tantos funcionários que estão eternamente insatisfeitos com o que ganham.
Tambem fui funcionaria e quando vi que nao era a minha praia tive a coragem de sair há 35 anos atrás. Basta ter coragem e encarar outras frentes e nao somente se acomodar naquela vida, achando que amanha vai melhorar.

Cristiano Cunha disse:
29 de julho de 2004 às 10:16

É lamentável e de difícil compreensão a manifestação apresentada pela Funcionária Pública - Sra. Isabel que imagina que os advogados estão nadando em rios de dinheiro. Ora colega, sua manifestação somente corrobora as assertivas da Dra. Edith. O que não pode ser permitido são os insultos à toda a classe dos advogados. Se os serventuários não estão contentes com o que ganham devem se arriscar e buscar outras fontes de renda, outros concursos, enfim qualquer coisa menos se rebelarem contra os advogados e a sociedade que são AS VÍTIMAS direta da greve.

Jairo - advogado disse:
29 de julho de 2004 às 10:27

É revoltante ler isso de um funcionário público como a Sra. Isabel que com todo respeito, não deve estar atenta à informações e declarações dadas pelo Presidente da OAB que apoia a greve e que está tentando de todas as formas ajudar o funcionalismo público em sua luta por melhores condições, mas acho que aquele que não está satisfeito também tem que procurar melhores oportunidades e batalhar por melhores condições de emprego e trabalho.
Cada vez que abre um concurso público existe milhões de pessoas prestando a prova com intuito de ter uma estabilidade, mas não pensando em trabalhar para a sociedade, pois é isso que o funcionário público tem que fazer.
A minha revolta também vem do fato que, até a presente data os servidores públicos não regularizaram a situação deixada em atraso com a greve anterior e desta vez faz nova greve, que por cálculos de especialistas vai demorar 1 (um) ano para a situação melhorar, sendo que o presidente da OAB sugeriu que permanecesse nos cargos pelos menos 30% dos funcionários (como se faz nas greves de motoristas e cobradores), tendo em vista que é um serviço essencial à sociedade.
Cansei de chegar ao cartório para ver processo e deparar com funcionários fazendo seus lanches festas de aniversário, comemorações e muitas vezes dão a resposta que o processo encontra-se conclusos, para não ter que procurar no momento em que está tendo suas “festinhas”.
Com relação a trabalhar muito eu acho que os funcionários do Judiciários deveriam ter metas para nós averiguarmos quem trabalha muito ou não, pois esperamos em média 10 anos para vermos processos serem decididos e muitas vezes meses para ser expedido uma carta de citação e etc...

Osvaldo disse:
29 de julho de 2004 às 11:04

Prezados Senhores advogados, como se percebe vocês sabem muito bem atacar os mais fracos, no caso os funcionários em greve por uma mísera reposição salarial que nem chega ao total da inflação do período, fazem isso por que é muito fácil atacar a parte mais fraca e ficar ao lado dos mais fortes. Não me parece que isto seja justiça, o que se não me engano deveria ser a meta do advogado, e não apenas se preocupar com dinheiro "seus lucros". Afinal de contas dinheiro parece não ser um problema para os advogados, pois os mesmos se mostram tão insensíveis e revoltados contra os servidores quando lutam justamente por migalhas "afinal de contas são migalhas mesmo não é ? Se os outros não podem lutar nem mesmo por reposição salarial (da inflação) por que os srs advogados brigam tanto quando deixam de ganhar temporáriamente seus honorários. ( onde está a justiça nisto ? não são dois pesos e duas medidas diferentes? ). Os "outros" podem perder só os advogados não ? Afinal pimenta nos olhos dos outros não arde mesmo não é ?
Pense: Se vc não fosse advogado e fosse um funcionário do TJ muito provavelmente estaria de greve hoje e não estaria atirando pedras. Um dia desses qualquer, um filho ou parente seu ou vc mesmo poderá ser funcionário do TJ e receberá um salário igual a "ZERO REAIS" se não brigarmos hoje !

Lucia disse:
29 de julho de 2004 às 11:37

Lamentável são os comentários dos Srs. Jairo e Cristiano, "doutores" em justiça e eficiência dos servidores, inclusive se ofendendo quanto ao descontentamento dos funcionários com nossos salários, mas esquecendo-se de que se a justiça ainda caminha é graças a esse mesmos "descontentes" que ainda gastam seu salário, em equipamentos (computadores, impressoras , móveis, etc...), para equipar os Fóruns. Alías, gostaria de saber se o Sr. Cristiano, fez algum concurso público e qual a sua colocação, já que sua indignação contra os serventuários da justiça é tão intensa, demonstrando talvez uma certa frustação. Quanto às festas, comemorações etc..., acredito que em todos os locais de trabalho elas devessem ocorrer (com a moderação necessária) , até pelo fato que se passa a maior parte do nosso tempo entre aqueles que devem ser nossos amigos, entretanto se o Sr. em algum momento se sentiu prejudicado, por eventualmente haver sido mal atendido por um colega (maus profissionais existem em todas as categorias, inclusive na sua), deveria ter tomado imediatamente a atitude cabível, e não usar uma reivindicação justa e real , como a de todo trabalhador ter seu salário atualizado anualmente (a nossa Carta Magna garante este direito), para falar de problemas pontuais. Desviem seus olhares dos próprios umbigos e talvez possam ver a amplitude do nosso direito.

Jairo - advogado disse:
29 de julho de 2004 às 12:54

Prezados Serventuários não estamos atacando os mais fracos ou sendo coniventes com os mais fortes, nós estamos aqui expondo um ponto de vista que muitas vezes causam irritações, não podemos agradar a todos e pelo visto os servidores sabem perfeitamente do que estamos falando "festinhas e maus profissionais". Nós advogados lutamos pela Justiça, em ponto algum dissemos que a greve é injusta, pelo contrário acharíamos ela justa se o Poder Judiciário não fechasse as suas portas para a população e para as pessoas necessitadas que precisam ir até a justiça para garantir o seu direito. Isso não significa dinheiro e sim uma garantia de direitos.
Para Funcionários do Judiciário o advogado só pensa no dinheiro nada mais o que é totalmente equivocado.

Paula Cristina Araujo disse:
29 de julho de 2004 às 13:13

Prezados Senhores advogados e estagiários, concordo com o Dr. Jairo de Paula Ferreira Junior, ainda sou sim uma estudante de direito, porém já inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil, e tudo que foi dito pelo Dr., acima mencionado, é a pura realidade, faço estágio desde o meu 2ª ano da faculdade, sempre tive milhões de dificuldades em como agir, tratar os funcionários dos cartórios, pois nunca sabemos se os mesmo estão de bom ou mau humor para te atender, inclusive sobre as festas já teve funcionário dizendo que os autos estava na conclusão quando na verdade estava na mesa ao lado onde justamente estava ocorrendo a "tal festa".
Para finalizar sou a favor de que se privatize os serviços administrativos dentro dos cartórios, talvez assim teriamos pessoas que realmente lhe desse a atenção necessária para um bom andamento processual.

Rodrigo dos Santos Chiqueto disse:
29 de julho de 2004 às 16:40

Respeito o interesse e indignação dos funcionários da justiça estadual sobre a greve deflagrada. No entanto, não podem os Nobres Serventuários da Justiça abusar do direito constitucional de greve, que é o que está ocorrendo atualmente.

A Justiça em se tratando de serviço público essencial, JAMAIS poderia ter suas atividades paralisadas de forma geral sem garantir as mínimas condições de funcionamento aos advogados e população.

Nas comarcas da região onde milito percebe-se nitidamente isso, pois não funcionam protocolos, audiências deixam de ser realizadas, não sendo possível retirar nos cartórios as Certidões de Honorários advocatícios em virtude do convênio firmado entre a PGE/OAB-SP, etc.

E não para por aí a minha indignação. Eu poderia ficar aqui por horas e horas exemplificando os prejuízos que a população e os advogados sofrem com a paralisação do Judiciário.

Entendo ainda que, os maiores prejudicados com essa greve que já dura 30 dias são os cidadãos que tem o direito constitucional de acesso à justiça.

Isso sem falar no prejuízo que sofrem os advogado autônomos que dependem exclusivamente da batalha do dia-a-dia no Forum para tocar suas lides e assim conseguir seu ganha-pão.

Quer queira quer não, mesmo que pouco e com más condições de trabalho, os serventuários da justiça todo início de mês têm seus vencimentos creditados nas suas contas bancárias.

Nesse revés, pergunto aos Senhores leitores o seguinte: Um advogado profissional autônomo, dependendo do Forum para trabalhar e tirar o sustento seu e de sua família, em virtude dessa paralisação que já dura 30 dias, têm vivido do que nesse tempo?

É complicada a situação e temos que parar pra pensar que essa greve da maneira que se encontra está prejudicando centena de milhares de cidadãos, advogados e suas respectivas famílias.

Portanto, sem querer polemizar o assunto digo que, apóio o movimento grevista, mas no entanto suplico dos Serventuários e Tribunal de Justiça uma reorganização, colocando UM MÍNIMO DE CONDIÇÕES DE TRABALHO E RESPEITO para conosco, Advogados, que tanto lutamos pelos ideiais da JUSTIÇA.

Rose disse:
29 de julho de 2004 às 22:14

Extremismos e generalizações à parte, acredito que o Poder Judiciário realmente precisa de uma séria reestruturação. Mas isso, infelizmente, não depende dos servidores.
Depende da administração, que pouco, ou nada, faz para modificar uma estrutura deficitária.
Sou escrevente-chefe e bacharel em Direito. Tenho vários amigos advogados. Sei quais são exatamente as dificuldades que os profissionais encontram nos balcões dos ofícios e nas salas de audiência. Sei que existem funcionários totalmente despreparados, alguns inertes mesmo.
Mas não nos cabe reestruturar a atividade. Esta é tarefa do Tribunal de Justiça.
O que nos resta, ainda, é lutar por nossas reividincações, justas, aliás, apesar do prejuízo evidentemente causado à população, prejuízo esse que também foi causado na greve do INSS que, pelo que eu saiba, não foi objeto de nenhum Mandado de Segurança ou Remédio Constitucional que o valha.
Parece-me que os interesses pessoais é que estão dominando a tônica da discussão.
A população vem sendo prejudicada de muitas formas, não só por nossa greve.
Somos a "bola da vez".
Aguentemos as conseqüências.
Com a certeza da justeza do nosso pleito.

Isabel disse:
06 de agosto de 2004 às 03:56

É muito interessante os leitores desta coluna dizerem que se nós funcionários públicos, se não estamos contentes com a nosso emprego e salário, devemos procurar algo melhor!
Eu, pessoalmente estou com as minhas duas pernas inutilizadas devido a minha funçao no Tribunal que me obriga a ficar 8 horas em pé subindo e descendo escadas...(isso pq funcionário público não trabalha, não é?????????????????????????)
Quando fui admitida neste emprego,(classificada entre as 10 primeiras colocações no concurso público que prestei para este Tribunal) eu era perfeita e saudável.
Após 13 anos de trabalho, além de meus joelhos terem adquirido uma doença incurável , dolorosa, progressiva e até o momento com a única solução de ter que se fazer uma arriscada cirurgia sem ter garantia nenhuma de cura e a enorme possibilidade de rejeição das próteses, o que resultaria em amputação das pernas (já que colocar de volta os ossos depois da certa rejeição, seria impossível)eu me pergunto se é injusto pelo menos tentarmos ter uma reposição em nossos ridículos salários, no meu caso para que eu possa fazer um tratamento degastos gigantescos que eu não tenho podido fazer, por NÃO TER CONDIÇÕES FINANCEIRAS.
AGORA, MESMO QUE EU TIVESSE VONTADE, NÃO PODERIA MAIS TRABALHAR EM NENHUM OUTRO LUGAR ...
A culpa é minha ??????????????
As pessoas que vêem a grave de fora só pensam nas consequências que elas terão e não na situação humilhante que passamos por nossos salários não serem suficientes.
A grande maioria dos funcionários tem nível superior como o meu caso.
A estabilidade de emprego não garante que não passemos necessidades.
Parem de reclamar da nossa greve, por favor.
E parem de reclamar dos funcionários públicos.São todos maiores de idade , vacinados e tem família, e para quem não sabe : SÃO SERES HUMANOS E NÃO ROBÔS QUE TEM QUE AGIR PROGRAMADAMENTE.
PEÇO APENAS RESPEITO PELO NOSSO MOMENTO DE LUTA.
Vocês não imaginam os problemas sérios de saúde que a maioria dos funcionários adquiriram e vão continuar adquirindo por tudo que passam trabalhando nisso...
Pessoal, tenham bom senso e nos deixem ao menos tentar.
Se não por respeito, por educação.

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