Com uma língua ferina que dispara farpas incandescentes em todas as direções e provoca a ira dos desafetos com igual intensidade, o apresentador da TV Bandeirantes, Jorge Kajuru, tem 109 processos nas costas em quatro estados — Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em Goiás, ele tem até uma condenação definitiva por crime contra a honra.
Com base nas freqüentes notícias sobre ações judiciais contra Kajuru, a revista Consultor Jurídico resolveu pesquisar o número de processos existentes contra alguns dos mais populares jornalistas e radialistas esportivos. Foram pesquisadas as fichas de Jorge Kajuru, Milton Neves, Juca Kfouri, José Trajano e Galvão Bueno. A pesquisa abarcou processos relacionados à atividade profissional dos comunicadores, no Fórum de Pinheiros em São Paulo, no período de 25 anos.
No time de pesquisados, Juca Kfouri, apresentador de programas na TV Cultura e na Rádio CBN, já enfrentou mais de 80 ações por calúnia, injúria e difamação desde 1981. Ele é réu em processos movidos pelo técnico do Santos Vanderlei Luxemburgo, pelo ex-presidente da Federação Paulista de Futebol, Eduardo José Farah, pelo presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, pelo presidente da Fifa, Joseph Blater, entre outros autores. As entidades dirigidas por seus adversários também o processam.
Kajuru tem mais de 30 ações criminais em São Paulo. Em 2003, ele foi acionado mais de 20 vezes, de acordo com os dados do Fórum de Pinheiros. Em 2004, o apresentador da TV Bandeirantes mantém a liderança: já foi processado criminalmente cinco vezes, enquanto Kfouri somou apenas mais uma ação à sua coleção. Trajano, Galvão Bueno e Milton Neves não foram acionados no mesmo período.
Kajuru é processado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, pelo presidente do Palmeiras, Mustafá Contursi, pelo empresário de Goiás, Jaime Câmara Júnior, e pela apresentadora da Rede TV, Luciana Gimenez, entre outros.
O apresentador da TV Bandeirantes conta em seu currículo com uma condenação definitiva em ação movida pelo governador de Goiás. Condenado a cumprir pena de 1 ano e 6 meses em regime aberto por crime contra a honra, perdeu a primariedade.
Milton Neves, da TV Record, é quem mais leva os colegas aos tribunais, entre os cinco nomes pesquisados. Seu maior rival é justamente Jorge Kajuru. Neves tem mais de 10 queixas-crime contra o colega e ainda o processa na área cível.
Neves também já entrou com ações contra os jornalistas José Trajano, da ESPN Brasil, Silvio Luiz, da Band Esportes, José Luís Datena, da Bandeirantes, e Roberto Avallone, da Rede TV. Na sua mira ainda está o presidente do Vasco, Eurico Miranda.
José Trajano, da ESPN Brasil, responde somente a ações ajuizadas por Milton Neves. O locutor da Rede Globo, Galvão Bueno, é só simpatia: não é processado por ninguém.
Bate-bola
Questionado pela revista Consultor Jurídico sobre a avalanche de processos que responde na Justiça, Kajuru afirma que “virou mania” processá-lo. Ele já acostumou receber notícias de que está sendo acionado judicialmente e fica “aborrecido” de ter de gastar dinheiro com advogados. “Pago R$ 27 mil por mês para advogados”, conta. O valor é referente aos processos ajuizados na Justiça antes de ele entrar na TV Bandeirantes. Seu contrato agora prevê assistência jurídica.
Ele disse que é acionado constantemente por causa do seu jeito crítico. Kajuru nunca processou ninguém. “Eu critico e me defendo com argumentos no espaço que tenho na imprensa”.
Perguntado sobre o fato de Milton Neves ser o recordista de processos contra os colegas, Kajuru mais uma vez não economiza palavras. “O Milton Neves é desprezível e acha que é Deus. A Justiça tem assuntos mais importantes para julgar do que analisar brigas de jornalistas”, disse.
Neves devolve a bola. “Eu não sou desprezível. Ele não é desprezível. Ninguém é desprezível. Precisamos nos respeitar porque somos formadores de opinião. Eu somente entro na Justiça em último caso”.
Kajuru também criticou autores de ações indenizatórias por danos morais. “Se eu pagar o valor [fixado na Justiça] vai resolver o problema da honra?”, questiona.
Juca Kfouri lembrou que, no seu caso, grande parte das ações que responde na Justiça é referente a uma série de acusações feitas pela revista Placar, na década de 80, sobre a “Máfia da Loteria Esportiva”. Na época, ele dirigia a publicação da Editora Abril.
“Pessoas que não aceitam críticas recorrem à Justiça na tentativa de intimidar a imprensa”, diz o apresentador da CBN. As pessoas a que Kfouri se refere são, em sua maioria, dirigentes esportivos. Os cartolas são o alvo preferencial do inconformismo do jornalista. “Os processos são um resultado da linha combativa de jornalismo que o Juca adotou”, diz José Trajano, diretor e apresentador da ESPN Brasil.
Para Trajano muitos assuntos irrelevantes que são levados aos tribunais poderiam ser resolvidos com uma boa conversa. Milton Neves rebate o argumento. “Por que ele não conversou comigo antes de falar os absurdos que falou na TV a respeito de quem ele não conhece? Por que o ranço gratuito?”, questiona. Para Neves, “ele é um ótimo jornalista — um dos melhores do país. Então para que fazer o que fez? Ganhou o quê? Ganhou uma condenação criminal por injúria”.
Para o apresentador da ESPN, “Kajuru fala muito mas sem intenção de ofender”. Segundo ele, “os mal entendidos poderiam ser resolvidos com o diálogo”. Trajano diz que, em muitos casos, a vaidade é que leva os processos em frente. “Milton Neves criou a cultura do processo”, afirma.
Por oposição à atitude de Neves, Trajano elogia o fair-play de Galvão Bueno: “Se o Galvão fosse o Milton Neves, já teria processado mais de duas mil pessoas”, compara. Motivos não faltam. Por ocupar o microfone com maior audiência do jornalismo esportivo do país, Bueno está sempre na berlinda. Na Internet é alvo de inúmeros sites “eu odeio Galvão Bueno”.
Os conflitos de Milton Neves com seus colegas de profissão são resultado de visões diferentes sobre o ofício que exercem. Para boa parte dos colegas, Neves confunde a função de comunicador com a de vendedor e transforma seus programas em um bazar em que todo merchandising é permitido. Neves se defende: “Jornalista não pode fazer propaganda? Onde está escrito isso? Tem lei? Qual o número dela?”
E acrescenta: “Sou só um apresentador e não o manda-chuva da Record, Jovem Pan e do merchandising. Não existe ‘TV Milton Neves’ ou ‘Rádio Milton Neves’. Sou só funcionário da Record e Jovem Pan com direitos e obrigações como qualquer outro e, comercial e publicitariamente. E eu não tenho nenhum poder de veto ou de imposição de qualquer anunciante. Apenas divulgo – como outros apresentadores das emissoras – os produtos de anunciantes cujos espaços foram adquiridos ou comercializados no mercado pelos departamentos comerciais dos referidos veículos”.
Perguntado sobre o fato de ser o recordista em acionar os colegas, o apresentador da TV Record responde: “Problema deles, não meu. Mas isso não é motivo de orgulho. Não pode ser. E há quem sustente que eu gosto de processar por vaidade. Pode?”
Ele enumerou as dificuldades para acionar os colegas na Justiça por injúria, calúnia e difamação: manter empresa de gravação atenta, pagar por isso, pagar advogados caros e agüentar horas intermináveis de audiências em vários Fóruns. “Dentre meus defeitos não está o de ser masoquista. Processo é um saco. Para todo mundo. Mas um preço ínfimo perto do preço da honra”, afirmou. O apresentador da Record fez questão de ressaltar que ele próprio paga seus advogados e não “choraminga pelo departamento jurídico da empresa” onde trabalha.
Ele questiona: “Por que caluniam tanto?”. E responde: “Além de inveja, há má informação. Sofrem muito mais pelo imaginário do que pelo real”. Milton Neves faz ainda outros questionamentos: “Adianta dar um tiro na cara do xinguista — que é a mistura de xingador com jornalista –, e matá-lo? Isso não pioraria ainda mais a situação?”. Felizmente prefere a via dos tribunais, embora contribua para atravancar ainda mais a Justiça com picuinhas.
Espera ai, Trajano, se o Galvão Bueno fosse o Milton Neves já teria processado 2 mil pessoas? Ele não é vaidoso e o Milton Neves é? Então fale do Galvão o que você falou do Milton Neves na TV e você verá se você será ou não processado por ele!!! E por que você não informou ao Conjur que você já está condenado criminalmente por injúria, em 1ª instância, no Fórum da Barra Funda, pelo Milton Neves? E sabem o que Jorge Kajuru falou de Milton Neves na TV? "Que ele bate carteira" desde menininho!!! Isso é liberdade de imprensa ou irresponsabilidade? Conheça o Milton Neves, ele só processa quando não tem outro jeito. Informe-se melhor.
Muito bom o texto de Débora Pinho,a não ser na sua conclusão.
Quando ela diz que Milton atravanca a justiça com picuinhas,deveria pensar na possibilidade de um colega del a chamar de ladra, picareta, "pulha" em rede nacional.Talvez Débora não veja que exite leis para que crimes como esses não aconteçam e se acontecem, têm de ser punidos.
Kajuru saiu de Goiás exatamente para não ser preso. Na minha opinião ele é uma vergonha para o jornalismo, pois se utiliza de espaço informativo para proferir xingamentos e sentimentos pessoais em relação a "colegas" jornalistas.Não posso dizer que não concordo com várias opiniões a respeito do governador de Goiás,mas não posso achar correto caluniar o mesmo em nome da "liberdade de imprensa".Liberdade de imprensa existe para se denunciar com provas e subsidios reais,não por bocas raivosas e populistas como a do jornalista Jorge Kajuru.
Concluindo, não acho que seja vaidade de alguém processar outra pessoas,a não ser que a mesma ache engraçado gastar rios de dinheiro,tempo e paciencia apenas para satisfazer vaidades e muito menos é atravancar a justiça,já que as leis estão lá para serem cumpridas.No martelo do juiz e não no diálogo de José Trajano.
Eu venho acompanhando a um bom tempo as brigas desses jornalistas e até hoje não consigo tirar uma conclusão do tipo "certo e errado".
Explico.Acho que o Milton Neves exagera em processar toda vez a esses outros jornalistas, Kajuru, José Trajano, etc . mas não tiro a razão dele ,pois só agora percebo que nos programas de esporte do meio dia,sempre sobram indiretas para jornalistas pelo apresentador Jorge Kajuru, e só agora me dei conta que tudo é direcionado para o Milton Neves (não que eu seja devagar, mas sempre passam batido esses comentários), e o mesmo retruca de vez em quando para seu suposto colega da Tv Bandeirantes.
Quanto a Juca Kfouri que sempre foi um grande jornalista, ao contrário de Kajuru, faz denúncias com fundamento, embora seja difícil assistir aos programas dele.Muito monótono.
Enfim, concordo que esses processos atravanquem a justiça mas se estão lá têm de ser julgados corretamente.A solução mais cabível seria cada um cuidar do seu programa, do seu trabalho , e não ficar cornetando e metendo o nariz no que não diz respeito ao seu espaço.
Parabéns Déborah,muito bom seu texto.
INTERESSANTE ESSA MATÉRIA. POR INCRIVEL QUE POSSA PARECER GOSTO DE TODOS JORNALISTAS QUE FORAM CITADOS. EM ESPECIAL OS GRANDES, JUCA KFURI E RENATO MAURÍCIO PRADO, QUE ACHO QUE ESTÃO NUM NÍVEL ACIMA DE TODOS ESSES OUTROS JORNALISTAS. A REALIDADE É A SEGUINTE: CADA UM OCUPA SEU ESPAÇO COM AQUILO QUE ACHA QUE VAI PRENDER O OUVINTE OU TELESPECTADOR, MAS, TIRANDO ESSES DOIS JORNALISTAS ACIMA CITADOS TODOS OS OUTROS PRECISAM DE UMA AJUDINHA DAS "AGUAS DA BICA", E "BANCOS DA PRAÇA" DA VIDA...... NÃO TEM JEITO !!!!!. O KAJURU E PRINCIPALMENTE O JUCA, VIVEM ACABANDO COM A VIDA DO COITADO DO MILTON NEVES, SÓ QUE O PRÓPRIO JUCA NÃO PODE SE ESQUECER QUE QUANDO ELE AINDA ESTAVA NO "NÍVEL" DOS OUTROS, ELE TINHA QUE ATURAR AS "AGUAS DA BICA", OS "BANCOS DA PRAÇA" DA VIDA ......... É SÓ ABRIR AS REVISTAS PLACAR DA ÉPOCA E CONSTATAR ............ E O GRANDIOSO KAJURU NÃO PODE FALAR MUITO, TAMBÉM, POIS, VER SEU PROGRAMA NA BANDEIRANTES NA HORA DO ALMOÇO É PÍOR DO QUE TRANSITO EM SÃO PAULO ÁS 18:00 H.. PARA TODA HORA !!!!!!!! P/COMERCIAIS!!!!!! E O QUE VEM A SER ESSES COMERCIAIS ????. COM RELAÇÃO AO MILTON NEVES O ACHO ATÉ MUITO INTELIGENTE, POIS, QUANDO O MESMO APARECEU NA MÍDIA, O ÚNICO MODO PARA ELE SE DAR BEM FOI FAZER OS SEUS PROGRAMAS DANDO MAIS ENFASE AQUILO QUE TODO MUNDO ESTÁ ACOSTUMADO A VER. PROPAGANDA EM CIMA DE PROPAGANDA. QUEM VIU O FLÁVIO PRADO NAS MESAS REDONDAS ANOS ATRÁS NUNCA IMAGINAVA QUE O MESMO HOJE, ESTARIA FAZENDO PROPAGANDAS EM SEU PROGRAMA NA GAZETA. A GENTE VÊ QUE O CARA FICA ATÉ CONSTRANGIDO !!!!! A VERDADE É A SEGUINTE: SE FORMOS LEVAR EM CONSIDERAÇÃO APENAS O JORNALISMO ESPORTIVO EM SÍ, AINDA NÃO DÁ PARA COMPARAR UM JUCA KFURI E UM RENATO MAURÍCIO PRADO COM OS OUTROS. E ISSO QUE FAZ A DIFERENÇA, ELES TEM COMO OPTAR, ESTÃO NUM GRAU MAIS ACIMA. MAS, NÃO PODEMOS NUNCA DIZER QUE OS OUTROS NÃO TEM SUAS QUALIDADES, LONGE DISSO. AÍ ACABA DANDO NISSO TUDO QUE A BELA REPORTER MONICA PINHO NOS MOSTROU. UMA ENCHENTE DE PROCESSOS UNS CONTRA OS OUTROS PELO SIMPLES FATO DE UM SE ACHAR MELHOR QUE O OUTRO, QUANDO NA VERDADE O CIÚME É QUE SEMPRE FALA MAIS ALTO. ELES SÃO DE MAIORES, ELES QUE ARQUEM COM AS CONSEQUÊNCIAS ............
Gostei de saber dos fatos relatados pela repórter. Lamento que o jornalismo esportivo tenha chegado à tal ponto. A primeira lição de um jornalista é aquela que determina que o repórter não pode nunca sobrepor a notícia. O Milton Neves que aprendi a gostar desde criança na ótima Jovem Pan com o ótimo e inovador (quando foi criado) terceiro tempo se tornou uma verdadeira estrela. Seus programas diários na Record, bem como seu programa dominical são uma encenação com polêmicas e mais polêmicas criadas forçosamente como estratégia de prender o público. Estratégicamente ele tem comentristas "brifados" para criarem polemicas o tempo todo. Sem contar um ex-arbitro que tem dificuldades com o idioma português. O sucesso de audiência, não de conteúdo, o tornou um campeão de audiência e isto faz com que se julgue o dono dos fatos e o faz pensar que tudo lhe está "facultado". O Kajuru está no "mesmo" nível porém sem o sucesso de audiência do anterior. O Renato Maurício Prado e o gaúcho Ostermann são diferenciados. São jornalistas na sua expressão. O Renato é bem informado e profissional. O Juca é muito bom porém exagera em algumas críticas. O Flávio Prado segue uma linha que o torna antipático e polemico, também se julga das notícias. O Galvão Bueno é superficial em seus comentários. Fatura bajulando as grandes estrelas (ex. Senna, Ronaldo fenomeno, Pelé...) mas é simpático. O Roberto Avalone conhece e respeita as leis do jornalismo, mas também gera polemicas para prender o espectador e muitas vezes estas polemicas são sem conteúdo. O fato é que a briga pela audiência faz com que o jornalismo esportivo brasileiro seja muito fraco técnicamente pois os líderes são aqueles que mais polemicas geram e não aqueles que vão atraz das notícias, que pesquisem os fatos.
Se vê que hoje no Brasil, até no esporte se tem "politicagem" em excesso, e o mais dificil é se obter um coiceito certo e claro de "liberdade de impresa", pois até que ponto uma matéria é jornalistica (mesmo que esportiva ou de outra área) e a que ponto passa a ser pura falacia e chegar a ser difamação, antes existia o velho provérbio "Quem fala o que quer ouve o que não quer" mas hoje a coisa mudou um pouco, "Quem fala o que quer é processado por todos que assim o poder", não digo que seja errado se processar ou procurar as vias Judiciais para resolver e para aparar as astas de um comentário as vezes maldoso e outras vezes até verdadeiro que fale da imagem de alguém, mas muitas vezes não tem muita necessidade, podendo ser resolvido extra judicialmente ao invés de por apenas mais processos nas mãos da já "cheia" justiça. Ai fica a grande divergencia entre Até que ponto estamos pondo "mordaças" nas pessoas com uma "Sensura" indireta e até que ponto estamos permitindo agreção verbal sem direito de defesa ao ofendido (pelo menos de forma direta). Se na parte esportiva está assim imagine o como deve estar com os denominados "comentáristas" de "fofocas" que expõe a vida das "personalidades" a torto e a direita. Obrigado pela atenção e pensem positivo, a vida é vivida detre a dúvida e a contradição mas sem nunca se esquecer a razão.
Como diz um leitor aqui esse Milton Neves nao passa de um bobo. Ha mto deixei de assistir seus programas de domingo pq É PURA ENCENAÇÃO COM POLÊMICAS mal arrumadas e o dito apresentador FORÇANDO provocações sem precisão. PQ ele nao cuida de melhorar seu programa ao invés de processar colegas?
NOTA ZERO p/ esse sujeito q nao passa de um BOBO
O Milton Neves é cheio de " flu flu"...cadê o respeito à liberdade de imprensa.
Quando o "Lula" pegou pesado com o jornalista do NYT toda a imprensa ficou contra ele alegando direitos constitucionais. Agora, um dos mais conhecidos jornalistas esportivos do Brasil (M.Neves) não admite que outras pessoas expressem o que pensam a seu respeito.
Pimenta é sempre refresco no dos outros, não é M. Neves?
Olha,tem que processar mesmo.Quem critica o Milton por tomar estes atos não sabe o que é ser caluniado, xingado,ter a honra ofendida.Liberdade de imprensa é isso senhores????Acho que a resposta é não.Então, só é processado quem merece e quem cometeu crime.E se a queixa é aceita,então não há discussão mesmo.
Agora,quanto a qualidade do programa,do apresentador,acho que não é o assunto discutido no texto.esquisito.
abraço
Última notícia > Jorge Kajuru é suspenso pela Band.Porque será hein???????
É certo que qualquer lesão a um direito não se furta à apreciação do Judiciário, todavia, há que se discernir o que é razoável para buscar tal caminho vez que o Judiciário não é a seara para disputas de vaidades. Nesta medida, Trajano parece ter razão pois se Galvão Bueno realmente experimentasse danos pessoais seria campeão de processos. Por outro lado, a Imprensa também não é veículo de difusão de discordâncias pessoais de um agente que está à serviço de uma emissora de tv e que tem compromisso apenas com a notícia. O futebol realmente desperta as maiores paixões e os jornalistas parecem não estar imunes a elas.
O futebol, o esporte nacional, desperta paixões seja dos torcedores como dos próprios jornalistas. Não faltam exemplos na imprensa, porém é imprescindível fazer um equilíbrio entre o jornalismo profissional e as paixões pessoais. O jornalista não pode jamais abandonar suas crenças, sua ideologia, seus pontos-de-vista sob pena de tornar-se um ser autômato, todavia, deve ter bom-senso suficiente para tecer sua crítica dentro do que é razoável e aceitável em um Estado Democrático de Direito. Assim, a proporção de liberdade que tem para se expressar deve ter para responder pelo seu trabalho.
Quem assistiu o filme “O Mentiroso” estrelado por Jim Carrey conhece a história em que o seu personagem acorda num belo dia sem conseguir deixar de dizer a verdade. Tal não seria um problema se não trouxesse para o pernsonagem situações inusitadas e desabonadoras. O jornalista Jorge Kajuru parece sofrer de um “mal” parecido, todavia não é a verdade que o atrapalha, mas sim a virtude de não conseguir ser hipócrita. Kajuru, fala aquilo que sente doa a quem doer e talvez por isso consiga tantos simpatizantes na mesma proporção em que ganha inimigos, como o seu colega Milton Neves.
Não se pode olvidar que no âmbito televisivo há compromissos com patrocinadores e na busca pela audiência muitos jornalistas promovem um circo deprimente, recheados de notícias plantadas, polêmicas fabricadas e teatros mal-encenados. Milton Neves parece fazer parte deste time de jornalistas e por tal razão seus programas perdem credibilidade angariando uma fatia de público sem muito senso-crítico, no melhor estilo “me engana que eu gosto”. Já Jorge Kajuru, embora peça licença todos os dias ao telespectador para adentrar em seus recintos ao apresentar seu programa, não se segura ao destilar suas ironias e escárnios contra quem discorde sobre determinado fato ou assunto e muitas vezes o faz frente-a-frente. Milton Neves desperta atenção e inveja de outros apresentadores porque tem audiência maior sem ter necessariamente melhor conteúdo jornalístico. Já Jorge Kajuru, embora tenha mais qualidade jornalística, não se segura ao criticar seu concorrente. Tanto um quanto o outro padecem do mesmo mal: a vaidade. A diferença entre eles é que um se vale dos meios judiciais para a reparação de algo que considera um “dano”e o outro usa a Imprensa para falar o que deseja, inclusive para se defender.
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Sou advogado, observador do cotidiano, já ouvi de colegas de Fóruns muitos comentários sobre essa briga de egos envolvendo os apaixonados jornalistas esportivos que tanto se estapeiam, e me lembrei de Antonio Salieri para tentar exemplificar o que senti lendo esse artigo do CONJUR.
Vocês não notam que é um grupo contra um só? Por que Milton Neves os incomoda tanto? Seu programa é um bazar? Que mudem de canal. O Milton Neves processa o grupo todo? Por que não é processado também por nenhum deles? Será que não tem ofensa grave na história? Alguém vai a justiça à toa? Ora, juízes e promotores, grandes usuários desse site, aceitariam queixas-crime contra jornalistas se esses realmente não estivessem extrapolando em suas funções? Justiça é coisa séria, nós sabemos, ninguém a procura por qualquer outro motivo que não seja a reparação de algum dano moral ou material. E sabem por que citei Salieri? Vocês sabem da história de Mozart? Viram o filme Amadeus? Guardadas as proporções, e coloque proporção nisso, esse time de perseguidores de Milton Neves poderia ser chamado de “Salieri F.C.” Um time que parece mirar só num adversário: o jornalista da Record. E sabem no que deu o fim do filme? Salieri foi destroçado pelo talento de Wolfgang Amadeus Mozart. Moral da história: inveja não ganha de ninguém. Só corrói as entranhas do invejoso.
Carlos Previatello - Advogado em São Paulo
Olha, jornalista esportivo não vive dizendo que o futebol tem que ter limite de faltas sob pena do jogador ser excluído? No jornalismo esportivo deveria ser assim também. Aquele que hipócrita e covardemente se utiliza da legítima liberdade de imprensa para, como franco-atirador maldoso, tornar-se um facínora da palavra ou delinqüente verbal contumaz, esse irresponsável deveria estar sujeito à uma “tabela de reincidência”. Ou seja, reincidindo X vezes no mesmo crime será convidado a mudar de profissão por X tempo. A OAB não é dura assim com os seus advogados faltosos? O grande jurista Thales Castelo Branco defende qualquer bandido, seja qual for seu crime. Mas, uma vez só. Reincidindo no mesmo artigo, seu cliente é convidado a procurar outro advogado. Ora, nós jornalistas não criticamos tão violentamente a nociva imunidade parlamentar? Eu quebrei a de Eurico Miranda. “Liberdade de imprensa” utilizada “1000” vezes para ofender gratuitamente a honra de invejados não configura uma espécie também nociva de “imunidade parlamentar”? Gente, língua podre tem mais poder de destruição do que o revólver. Vamos trabalhar, pessoal, esquecer a vida alheia, melhorar nossa produção profissional e abrir novas vagas no apertado mercado de trabalho. Profissionais importantes como Orlando Duarte, Juarez Soares, Edemar Annuseck, Ennio Rodrigues, Barbosa Filho, Roberto Petri, Luiz Noriega, Sérgio Orindi, Luis Carlos Machado, só para citar alguns, estão desempregados ou sub-empregados. É justo? E olha que só falei de gente de mídia eletrônica.
entrevistado famoso para com ele realizar uma transação comercial?
E na mesma época da entrevista? Com o jornalista recebendo e o entrevistado pagando? E com o sujeito fornecendo nota fiscal de sua empresa sem atribuição social compatível para o suposto serviço prestado? Pensem, jornalistas “independentes”, e respondam. Sobre os recordistas de processos? Problema deles, não meu, mas isso não é motivo de orgulho, não pode ser. Onde estamos? Dependendo do número de folhas corridas judiciais pode virar até “capivara”. E há quem sustente que eu “gosto de processar” por vaidade. Pode? Manter empresa de gravação atenta, pagar por isso, pagar advogados caros (advogado meu pago eu. Não preciso choramingar pelo departamento jurídico da empregadora) e agüentar horas intermináveis de audiências em vários fóruns por aí? Dentre meus defeitos não está o de ser masoquista. Processo é um saco. Para todo mundo. Mas um preço ínfimo perto do preço da honra. Então por que caluniam tanto? Além de inveja, há má informação (sofrem muito mais pelo imaginário do que pelo real) e revolta-revanche. Gente que sempre foi “xinguista”, autoritário e que não admite ser enfrentado. Em qualquer tribuna, nível ou instância. Quando é desmascarado então, virá demônio, mas de infernos periféricos. O que faço com o dinheiro que ganho das ações? Nunca recebi um tostão. Não estou atrás. Dinheiro ganho por remuneração profissional suando muito e dormindo pouco, enquanto estou agüentando. Já “ganhei” é muito dinheiro fora do bolso nesses processos, além de aborrecimentos. Até hoje só um processado pagou R$ 1.000,00 para o Asilo São Vicente de Paulo de Muzambinho-MG. O Trajano acha que o negócio é conversar antes de um processo ser aberto? Ué, por que ele não “conversou” comigo antes de falar os absurdos que falou na TV a respeito de quem ele não conhece? Por que o ranço gratuito? Por quê? Trata-se de ótimo jornalista, acho que ele é um dos melhores do país, para que fazer o que fez? Ganhou o quê? Ganhou uma condenação criminal por injúria. Pode ter condenação definitiva também por difamação e pagar indenização! Valeu a pena ser maldoso? Justo ele um não delinqüente verbal contumaz? Errou uma vez só, não reincidiu, não se vangloria de ser um multiprocessado, mas ele ganhou o quê com aquela derrapada tão feia já confirmada parcialmente pela Justiça? Arrumou sarna para se coçar e agora...sei lá.
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Posso falar?
O ótimo site “Consultor Jurídico” do UOL, fez reflexiva matéria sobre os jornalistas mais processados da mídia esportiva. E o que mais processa. Deu, pela ordem, Jorge Kajuru e eu. E não publicou que Juca Kfouri processa Orlando Duarte e o site “Futebol Interior”, de quem reivindica R$ 100 mil, segundo Edgard Soares, também processado por Kfouri. Eles me ouviram. Respondi grandão. Publicaram pouquinho. Resumidamente, disse: “Por que eu me defendo na Justiça? Ora, adianta dar um tiro na cara do “xinguista”, que é a mistura de xingador com jornalista, e matá-lo? Isso não pioraria ainda mais a situação? Tem cantão por aí que ainda é assim. Comigo, não. Como ensinou o ex-Juiz de Direito, Fábio André Koff, em feliz direito de resposta contra Juca Kfouri no Lance! quando escreveu sobre quem não aprova o caminho do Judiciário: “Incompreensivelmente (Kfouri), parece reprovar que cidadãos ou instituições recorram ao Poder Judiciário quando se sentem prejudicados. Na condição de ex-Juiz de Direito, rebelo-me e lamento que um profissional de Comunicação não demonstre qualquer desconforto e, pelo contrário, invista contra quem busca reparação de danos na Justiça, o mais democrático e civilizado dos caminhos”. Agora, eu é quem pergunto? Por que me enchem tanto o saco? Eu trabalho, trabalho e trabalho. E por que não me processam? Porque cuido só de minha vida. Sou jornalista diplomado, publicitário, patrão, pai, marido, avô e empresário. Tudo público. O que ganho e tenho tá lá no imposto de renda. Desde quando morava em porão reformado de pensão, em 1972, em São Paulo, no Paraíso. O que foi pago e o que sobrou. Quando sobra. Ah, mas jornalista não pode fazer propaganda? Onde tá escrito isso? Tem lei? Qual o número dela? Olha, em tese, jornalista esportivo não pode, dentre tanta coisa, é morar na casa de jogador ou ter relação comercial seja qual for ela com um entrevistado. Ou pode? Pode um jornalista receber remuneração, por exemplo, da empresa de seu entrevistado por eventual frila e omitir o fato do leitor dessa entrevista? Será que existe um jornalista no mundo que aprova essa relação promíscua? Um jornalista que vai entrevistar alguém, digamos, famoso, pode receber pagamento da empresa desse entrevistado famoso? Não tivesse usado da proximidade que a função de jornalista naturalmente dá, esse entrevistador teria tido acesso a esse hipotético
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Prezada editora Débora Pinho,
Por favor, gostaria que fosse publicado esse comentário, o qual já foi enviado sexta-feira, 04/06/04 e estranhamente não foi publicado.
Sou advogado, observador do cotidiano, já ouvi de colegas de Fóruns muitos comentários sobre essa briga de egos envolvendo os apaixonados jornalistas esportivos que se estapeiam tanto e me lembrei de Antonio Salieri para tentar exemplificar o que senti lendo esse artigo do CONJUR.
Vocês não notam que é um grupo contra um só? Por que Milton Neves os incomoda tanto? Seu programa é um bazar? Que mudem de canal. O Milton Neves processa o grupo todo? Por que não é processado também por nenhum deles? Será que não tem ofensa grave na história? Alguém vai a justiça à toa? Ora, juízes e promotores, grandes leitores desse site, aceitariam queixas-crime contra jornalistas se esses realmente não estivessem extrapolando em suas funções? Justiça é coisa séria, nós sabemos, ninguém a procura por qualquer outro motivo que não seja a reparação de algum dano moral ou pecuniário. E sabem por que citei Salieri? Vocês sabem da história de Mozart? Viram o filme Amadeus? Guardadas as proporções, e coloque proporção nisso, esse time de perseguidores de Milton Neves poderia ser chamado de “Salieri F.C.” Um time que parece mirar só num adversário: o jornalista da Record. E sabem no que deu o fim do filme? Salieri foi destroçado pelo talento de Wolfgang Amadeus Mozart. Moral da história: inveja não ganha de ninguém. Só corrói as entranhas do invejoso.
Advogado empresarial em São Paulo
Sou advogado, observador do cotidiano, já ouvi de colegas de Fóruns muitos comentários sobre essa briga de egos envolvendo os apaixonados jornalistas esportivos que se estapeiam tanto e me lembrei de Antonio Salieri para tentar exemplificar o que senti lendo esse artigo do CONJUR.
Vocês não notam que é um grupo contra um só? Por que Milton Neves os incomoda tanto? Seu programa é um bazar? Que mudem de canal. O Milton Neves processa o grupo todo? Por que não é processado também por nenhum deles? Será que não tem ofensa grave na história? Alguém vai a justiça à toa?
Carlos Previatello - advogado empresarial em São Paulo
Ora, juízes e promotores, grandes leitores desse site, aceitariam queixas-crime contra jornalistas se esses realmente não estivessem extrapolando em suas funções? Justiça é coisa séria, nós sabemos, ninguém a procura por qualquer outro motivo que não seja a reparação de algum dano moral ou pecuniário. E sabem por que citei Salieri? Vocês sabem da história de Mozart? Viram o filme Amadeus? Guardadas as proporções, e coloque proporção nisso, esse time de perseguidores de Milton Neves poderia ser chamado de “Salieri F.C.” Um time que parece mirar só num adversário: o jornalista da Record. E sabem no que deu o fim do filme? Salieri foi destroçado pelo talento de Wolfgang Amadeus Mozart. Moral da história: inveja não ganha de ninguém. Só corrói as entranhas do invejoso.
O Milton Neves inventou a cultura do processo? E quem inventou a cultura da ofensa? Jornalista tem por missão informar, analisar, criticar com base e investigação e mostrar serviço ou a missão principal é destilar ódio contra outro jornalista, talvez melhor sucedido?
Tenham modos, meninos.
Sou advogado, observador do cotidiano e já ouvide colegas muitos comentários sobre essa briga de egos envolvendo os apaixonados jornalistas esportivos que tanto se estapeiam e me lembrei de Antonio Salieri, para procurar passar aos demais leitores o que senti lendo esse artigo publicado no site Consultor Jurídico.
Vocês não notam que é um grupo contra um só? Por que Milton Neves os incomoda tanto? Seu programa é um bazar? Que mudem de canal. O Milton processa o grupo todo? Por que será que não é processado por nenhum deles? Será que não tem ofensa grave na história? Alguém vai à justiça à toa?
Ora, juízes e promotores, assíduos leitores desse site, aceitariam queixas-crime em face de jornalistas se esses realmente não estivessem extrapolando em suas funções? Todos nós sabemos que Justiça é coisa séria e ninguém a procura por qualquer motivo que não seja a reparação de algum dano moral ou pecuniário.
E sabem por que citei Salieri? Quem conhece a história de Mozart e viu o filme Amadeus deve imaginar. Guardadas as proporções (e coloque proporção nisso), esse time de perseguidores do Milton Neves poderia ser chamado de "Salieri F.C.". Aliás, um time que parece mirar num único adversário: o jornalista da Record.
E sabem o que aconteceu no fim do filme? Salieri foi destroçado pelo talento de Wolfgang Amadeus Mozart.
Moral da história: inveja não ganha de ninguém. Só corrói as entranhas do invejoso.
Carlos Previatello - Advogado empresarial em São Paulo
Sou advogado, observador do cotidiano, já ouvi de colegas muitos comentários sobre essa briga de egos envolvendo os apaixonados jornalistas esportivos que se estapeiam tanto e me lembrei de Antonio Salieri para tentar exemplificar o que senti lendo esse artigo do CONJUR.
Vocês não notam que é um grupo contra um só? Por que Milton Neves os incomoda tanto? Seu programa é um bazar? Que mudem de canal. O Milton Neves processa o grupo todo? Por que não é processado também por nenhum deles? Será que não tem ofensa grave na história? Alguém vai a justiça à toa?
Ora, juízes e promotores, grandes leitores desse site, aceitariam queixas-crime em face de jornalistas se esses realmente não estivessem extrapolando em suas funções? Justiça é coisa séria, nós sabemos, ninguém a procura por qualquer outro motivo que não seja a reparação de algum dano moral ou pecuniário.
E sabem por que citei Salieri? Vocês sabem da história de Mozart? Viram o filme Amadeus? Guardadas as proporções, e coloque proporção nisso, esse time de perseguidores de Milton Neves poderia ser chamado de “Salieri F.C.” Um time que parece mirar só num adversário: o jornalista da Record.
E sabem no que deu o fim do filme? Salieri foi destroçado pelo talento de Wolfgang Amadeus Mozart. Moral da história: inveja não ganha de ninguém. Só corrói as entranhas do invejoso.
Carlos Previatello – Advogado empresarial em São Paulo
Sou advogado, observador do cotidiano, já ouvi de colegas muitos comentários sobre essa briga de egos envolvendo os apaixonados jornalistas esportivos que se estapeiam tanto e me lembrei de Antonio Salieri para tentar exemplificar o que senti lendo esse artigo do CONJUR.
Vocês não notam que é um grupo contra um só? Por que Milton Neves os incomoda tanto? Seu programa é um bazar? Que mudem de canal. O Milton Neves processa o grupo todo? Por que não é processado também por nenhum deles? Será que não tem ofensa grave na história? Alguém vai a justiça à toa?
Ora, juízes e promotores, grandes leitores desse site, aceitariam queixas-crime em face de jornalistas se esses realmente não estivessem extrapolando em suas funções?
Justiça é coisa séria, nós sabemos, ninguém a procura por qualquer outro motivo que não seja a reparação de algum dano moral ou pecuniário.
E por que citei Salieri? Vocês conhecem a história de Mozart? Viram o filme Amadeus? Guardadas as proporções, e coloque proporção nisso, esse time de perseguidores de Milton Neves poderia ser chamado de “Salieri F.C.” Um time que parece mirar só num adversário: o jornalista da Record.
E sabem no que aconteceu no final do filme? Salieri foi destroçado pelo talento de Wolfgang Amadeus Mozart. Moral da história: inveja não ganha de ninguém. Só corrói as entranhas do invejoso.
Carlos Previatello – Advogado empresarial em São Paulo
porque o sr. milton neves nao processa o sr. miltom leite.que sr milton ,foi entrevistado .falou que o cidadao miltom,ele naoiria fazer nenhum comentario ao seu respito.queria saber o que o sr. miltom fez para u cidadao,agir de tal maneira.
O pior é que quem sofre somos nós, telespectadores, com essa saraivada de indiretas dos dois lados...
e o milton neves, q era excelente no rádio (com terceiro tempo e, principalmente, plantão de domingo) se torna um mala...
o problema do kajuru é preferir a polêmica pela polêmica e abusar do seu carisma (notório)... aí enche o saco também...
MAS Q O MILTON BAJULA CARTOLA, NÃO TENHO DÚVIDA!!!
quem tem mais publico não processa, mas quase, quase todos os jornalista esportivos são incompetentes, especialmente alguns que são mais, como o Kajuru (o pior- 1o. lugar) depois aquele corinthiano no programa da Gazeta, depois o Silvio Luiz, gente quanta mala, agora ainda colocaram aquele ex-goleiro que indicava para a torcida quem errou no lance ou falhou como jogador, hoje pseudo-comentarista Ronaldo, ó gente, ó mundo cruel, ficar ouvinda tanta besteira, discutindo quem deve sair, quem deve entrar, sempre eles estão certos e os técnicos errados, e gozado hoje tem comentarista juiz, incompetente també, discutindo absurdos, foi falta, não foi, não sei, fica vendo o vide tape 10 vezes e chega a uma conclusão errada, igual quando derrubaram o Tinga na área (InterX Corinthians), anularam os jogos, quanto motivo para jornalista esportivo falar mais besteira, incluindo o Milton Neves, ora, ainda bem que o Brasil não ganhou a Copa, senão virgem............
Entendo que cada comentarista esportivo tem o seu valor, tem o seu publico em menor ou maior quantidade por simpatia ou antipatia e entendo também que o comentarista esportivo não deve e não tem o direito de fazer qualquer comentário sobre seus concorrrentes do ramo, mesmo porque, os meuis de comunicação não foi feito e muito menos serve para fuxicos e mexiricos entre eles e sim espaço para cada qual externar as suas opiniões, e tenho dito.
Com relação aos merchans "propaganda", é sabido que os espaços de radio e tv são pagos pela propaganda e aquele que é mais competente e ou melhor comunicador tem a preferencia dos anunciantes, portanto, bem feito a aqueles que não tem competencia para esse fim.
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