Ancelmo Gois participa de evento promovido pela Anamatra

A relação entre o Judiciário e a mídia será discutida pelo colunista de O Globo, Ancelmo Gois, em evento organizado pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). O evento será na cidade de Campos do Jordão (SP), nesta terça e quarta-feira (4 e 5/5).

As palestras sobre o “I Encontro de Comunicação da Anamatra” anteciparão o 12º Congresso Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho.

Conheça a programação:

PROGRAMAÇÃO

4/5 – Abertura

18h – A comunicação do Poder Judiciário e sua relação com a mídia

Márcio Chaer – Diretor de Redação do Consultor Jurídico

Lélio Fabiano – Diretor Presidente da Lélio Fabiano & Associados Comunicação e Marketing

Ancelmo Gois – jornalista do O Globo

Jantar de Confraternização

5/5 – Workshops

9h às 12h – Como montar uma eficiente assessoria de comunicação

Boanerges Lopes – professor da Universidade Federal de Alagoas e autor de livros e artigos sobre assessoria de comunicação

9h às 12h – Media Training – Como lidar com a imprensa

Nelson Lemos – da NVL Comunicação

Láurence Raulino disse:
04 de maio de 2004 às 10:08

Se a Constituição diz em seu art.1º, parágrafo único, que "Todo o poder emana do povo, QUE O EXERCE POR MEIO DE REPRESENTANTES ELEITOS OU DIRETAMENTE,..", sem excluir da norma o judiciário, que, como os outros dois é um dos poderes da UNIÃO (não da República, com entendem muitos apeudeutas, por aí), QUERO VOTAR PARA JUIZ.
Isto é um direito de todo o cidadão brasileiro, ou não?
Afinal, a República Federativa do Brasil é ou não é uma REPÚBLICA?
Se é uma República, como penso que é, como certamente todos os demais cidadãos brasileiros acreditam que seja, como pode haver uma garantia como a vitaliciedade da magistratura, uma extravagante relíquia da monarquia que subsiste na ordem republicana vigente, tornado o estado brasileiro apenas uma meia-república, pois uma república por inteiro não pode admitir UM PODER VITALÍCIO!
Desde a entrada em vigor fa atual Carta Política, o judiciário passou, sem eleições, a ser um poder ilegítimo, dada a nova redação do princípio republicano da emação do poder, que passou do "todo o poder emana do povo e em seu nome é exercido" para o da redação acima.
A expansão do direito nos últimos cinquenta anos levou o judiciário a intervir, cada vez mais nos outros dois poderes, mas o poder republicano deve ser exercido com base no voto, não apenas na sabedoria, no conhecimento.
O exercício do poder no judiciário hoje é uma usurpação do poder do povo, do poder republicano.
Hoje o judiciário não tem legitimidade para processar nem julgar as questões de estado, intervindo no Congresso, nas Assembléias, desmoralizando o voto popular, que é desconsiderado a cada dia, como se nada valesse.
A verdade é que o judiciário para fazer hoje tudo o que faz não obteve um único voto.
Refundemos a REPÚBLICA!

Você precisa estar logado para enviar um comentário.

Leia também