A advogada e funcionária da OAB paulista, Silvana Barbosa de Carvalho, 32 anos, saiu de casa pela última vez na manhã desta sexta-feira (7/5) e não conseguiu chegar na sede da Seccional, na Praça da Sé, como fazia há 14 anos. Ela foi assaltada na porta de sua casa por um motociclista, baleada depois de entregar a bolsa e morreu.
Poderia ser mais uma história contada no Jornal do Advogado, onde Silvana trabalhava na área de publicidade. Mas não foi. Foi mais uma cena de violência presenciada na cidade de São Paulo. E não foi a primeira vez que ela passou por isso. Segundo Dario Rafael de Andrade, colega de trabalho de Silvana, ela já fora assaltada antes.
Outro funcionário da OAB-SP, também do Jornal do Advogado, teve o mesmo destino. Edvaldo Mendes Loyola foi morto em dezembro de 1997.
Silvana entrou na Ordem como secretária e, depois, formou-se em Direito. Ela carregava os traços característicos dos servidores da OAB-SP. Era dedicada e leal. A política na OAB, apesar de intensa, verdade seja dita, sempre preservou o quadro funcional. Essa diretriz, ao longo dos anos, possibilitou a profissionalização da Casa, que tem nos seus recursos humanos o principal capital da Seccional. A perda de Silvana foi profundamente sentida.
O velório será neste sábado (8/5), das 9h30 às 10h30, no cemitério Vale da Paz — Av. dos Pereiras, 600 — em Diadema. O enterro será no mesmo cemitério.
Aí eu me pergunto: onde está o Estatuto do Desarmamento?
Agora, os políticos começarão a perceber o grave erro que cometeram: desarmamaram as vítimas, não os bandidos.
Chega de leis hipócritas e demagogas.
O fim da violência exige pessoas e atitudes sérias.
Precisamos investir em educação, geração de empregos, distribuição de renda, combate ao narcotráfico etc.
Símbolos da paz e passeatas com artistas não resolvem esse grave problema.
A pobre colega foi apenas mais uma vítima do descaso do Governo para com a segurança pública, em nosso País.
Lamentável...
Tristeza é o que estou sentido, ao saber da morte dessa advogada, mulher, que morreu indefesa, sem proteção e sem o mínimo auxílio do Estado.
Se ela estivesse armada e soubesse utilizar de forma correta sua arma, ela poderia ter dado combate ao demônio que a vitimou. Mesmo que morresse pelo menos não morreria como um animal no abate, sem a chance ou os meios de defesa.
Onde estão os Deputados, Senadores e o digníssimo Presidente da República que aprovaram o Estatuto do Desarmamento? Onde está a Ong VIVA RIO? Nessa hora todos somem, e depois se lamentam já que não era parente deles. Pelos filhos do Presidente, militares do EB morrem! E por nós, quem está morrendo? NÓS MESMO!!!!
REAJAM, NÃO MORRAM SEM DAR COMBATE. SEJAMOS HUMANOS ACIMA DE TUDO.
Meus sinceros pêsames à família enlutada dessa jovem mulher, que deixou esse mundo sem lei. Rogo a Deus que a console e acolha com muito amor.
Meus sinceros sentimentos para a família da colega.
O problema não é viver em um país sem leis. O Brasil tem suas leis, e não é culpa destas o clima que vivenciamos.
Me parece que alguns interessados estão incentivando o caos cotidiano, praticando a omissão, estimulando o desespero, intensificando a violência, majorando a miséria, matando a educação, destruindo os valores... A solução para o que estamos vivendo é simples. Destruir os interessados no caos, antes que eles destruam o Estado que muitos lutaram e morreram para constuir.
Clamem pela Ordem, que o Progresso deixará de existir. E desta vez, definitivamente.
Não posso ficar indiferente a um fato desta natureza, num país onde o crime organizado desafia a desorganizaçaõ de um governo, reconhecidamente incapaz de enfrentar aqueles que colocam em risco a comunidade. A esta altura, afirmar, simplesmente, que estamos sofrendo apenas as consequencias do desemprego e do salário irrisório é uma justificativa balofa, demagógica, inconsequente, que deixará tudo como está, para que no futuro, quando muito possamos ver como é que fica... Outras vítimas virão e a desculpa será sempre a mesma: o social.
Chega de desculpas vãs a um povo que acreditava em ações concretas. que, a esta altura, está tão envergonhado como decepcionado com o quadro atual, à falta de perspectivas animadoras de soluções. Aristoteles Atheniense
Este é o resultado de se viver em uma cidade em que as leis existem mas nãosão aplicadas.Participei comomembro efetivo da Sub Comissão de Vitimas da Violencia, da OABSP por dois anos na gestão passada, vivenciando o dia a dia desta terraem que as vitimas não são socorridas ou quando o são não tem meios proprios de atendimento pela rede publica, como no meu caso pessoal vitima de "sequestro relampago" no qual fui baleado e sequestrado em companhia de minha esposa. Somente apos a liberação pelos sequestrdores e peregrinar por tres hospitais, em uma viatura da PM, fui atendido, pois não havia Raio X nos demais. apos no distrito relatando o fato como sequestro e tentativa de latrocinio, a Delegada de plantão do 11.D.Policial da Capital,apenas registrou como Roubo a mão armada,consumado (157) , sem nenhuma outra alternativa, dizendo que assim era determinado pela Secretaria da Segurança Publica.
Este é o atendimento aos cidadãos que temos nesta cidade, onde nãosó omeu caso , mas como o caso do Dr. Frontino , membro das prerrogativas, assassinado em 1998, colegas vitimas de atentados aforum e outros funcionarios da OAB.
Estaé a Brasbarie que nos assola e aumenta dia a dia ,enquanto que se preocupam as autoridades com fechamento e interição de bingos, ao invez de coibir o trafico de dorgas e armas quefacilitão a violencia.
Dr. DÚrso, nosso Presidente não deve ficar insensivelao fato e certamente convocara a CDH OABSP para o que de direito.
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