O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil abriu nesta terça-feira (9/3) procedimento disciplinar para apurar denúncia contra o conselheiro federal por Goiás, Thales José Jayme, a pedido da seccional daquele Estado.
Thales foi atingido por um tiro na perna na última sexta-feira (5/3), disparado pelo advogado Gentil Goularte, contra o qual representara no Tribunal de Ética e Disciplina da OAB goiana. Segundo a representação enviada ao Conselho Federal, Thales foi quem iniciou o tumulto, agredindo verbal e fisicamente Goularte, que revidou com o tiro depois de escapar às agressões, durante depoimento na sala do Tribunal.
O presidente nacional da entidade, Roberto Busato, ao anunciar a abertura do procedimento disciplinar para investigar o caso, disse que ao longo do dia vai anunciar um relator para o processo.
Lamentando profundamente o episódio envolvendo os dois advogados, ele afirmou que a OAB, ao acolher a representação da seccional da entidade em Goiás, “quer dar uma resposta imediata ao problema, tendo em vista inclusive as posições que historicamente defendeu pela ética e contra a impunidade”.
Busato informou também que o autor do disparo, Gentil Goularte – que mirou Thales José Jayme no peito, com uma pistola 357, e só o acertou a perna porque o advogado Murilo Macedo Lobo bateu em seu braço – está preso em Goiânia. (OAB)
Desgraçadamente esse é o retrato nu e cru de uma terra e de um povo abandonado, sem governo, sem punição...sem vergonha. Somos e seremos - durante muito tempo - um povo sudesenvolvido. Este embate aqui narrado demonstra que chegamos, agora, ao velho oeste: Aniquilação dos povos indígenas e duelos ao pôr do sol. Triste...muito triste.
Pobres paturebas... Inimaginável tal ocorrência entre pessoas que deveriam se impor pela força dos argumentos e não pelo vigor físico. A ocorrência ganha contornos preocupantes quando se verifica que um dos envolvidos é conselheiro federal da OAB.
O Presidente Busato atuará (e é certo que tem credenciais para tanto) de forma contundente.
Com a devida vênia se alguém pactua entendimento contrário, cabe ao magistrado zelar pelo equilíbrio das partes em audiência, onde deve imperar o respeito entre as partes e ao próprio juízo.
E não é bem isso que se observa em salas de audiência e tribunais, em que, advogados e promotores esbravejam, gritam, como se isso fosse fundamental para vencer a demanda.
É como uma partida de futebol, se o juiz não adverte, não pune os jogadores, acaba em pancadaria.
Ademais, os tribunais foram feito para isso, para eliminar os bate boca, brigas corporais de rua, e dizer de forma civilizada a quem cabe a razão.
Atribuo portanto esse tipo de ocorrência ao juiz que preside a audiência, que ao primeiro sinal de distúrbio deve intervir com severidade.
Os tribunais foram feitos para pessoas inteligentes, equilibradas, onde impera o uso da força...
da sabedoria...
Cabe a OAB dar a devida punição aos envolvidos no sentido disciplinar apenas e deixem que policia e depois a justiça criminal dê a devida punição, com o devido direito de defesa aos valentões.
O que acho...É que antes de ser advogado somos seres humanos e a perfeição é uma coisa que buscamos sempre mas nunca a encontramos plenamente.
Advogados brigam...
Advogados ficam doentes...
Advogados cometem crimes...
Se apaixonam...casam...separam.
Até dor de barriga nós advogados sofremos de quando em vez...
Se antes de pleitear a dignidade da "classe" no PASSADO..o respeito...o sucesso do passado. Se cada advogado do PRESENTE buscar a SUA propria dignidade..o SEU proprio respeito e o SEU proprio sucesso (Lembrando que "sucesso" não significa a quantidade de dinheiro na conta bancária)..ai sim quem sade os advogados do FUTURO desfrutarão novamente do status perdido.
Essa é a minha opinião...não sei se é boa ou ruim..mas é a minha opinião.
É claro que nós enquanto uma classe devemos defender interesses comuns...mas como na macro-politica...não podemos exigir melhorias no pais se a nossa rua está uma bagunça...quando não a propria casa.
Oh, Senhor, dê sabedoria aos simples. Dê a sabedoria de Salomão a quem vai decidir.
É lamentável o ocorrido!
Pela graça de Deus o estrago não foi ainda maior!
Já estou fazendo um crediário para a compra de um caixão. A coisa está ficando preta.Creio que a próxima matéria a ser inserida nos cursos jurídicos, será certamente a de tiro ao alvo, com pistola revólver.
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