A disputa pela posse de terras e pela reforma agrária, que já gerou conflitos sangrentos em todo o país, chegou até os ouvidos da Organização das Nações Unidas. Nessa quarta-feira (24/11), a entidade recebeu relatório sobre uma chacina de sem-terras ocorrida no estado de Minas Gerais.
O relatório foi elaborado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) e pelas organizações não governamentais (ONGs) Terra de Direitos e Centro de Justiça Global. O documento foi entregue à relatora especial da ONU sobre Execuções Arbitrárias, Sumárias ou Extrajudiciais, Asma Jahangir.
O caso relatado pelo MST aconteceu no último dia 20 de novembro, quando cinco trabalhadores sem-terra foram assassinados no acampamento que montaram na Fazenda Nova Alegria, em Felizburgo (MG). Na ocasião, um grupo formado por 10 pistoleiros, matou os cinco sem-terras, feriu outros 14 e ainda ateou fogo nas barracas.
De acordo com o MST, os trabalhadores estavam acampados no local há mais de dois anos.
Na denúncia apresentada à relatora da ONU, o movimento aponta o proprietário da fazenda, o juiz aposentado Adriano Chafik Luedy, como principal suspeito de ser o mandante do crime.
A Justiça já decretou a prisão preventiva do fazendeiro, que está foragido.
Quando a ONU começará a receber relatórios sobre os crimes cometidos pelo MST, sob as ordens da "santa e madre" Igreja e com o patrocínio do Governo Federal, com farta distribuição de recursos públicos?
Engraçado essa postura da mídia, concernente a esses marginais, denominados "Sem Terra".
Sua política de invasões, agressões, destruição é invertida.
Temos um novo direito? O direito de invasão?
Quando são reprimidos é um deus-me-acuda!
Kafka deve estar humilhado com o caso do "Eldorado dos Carajás", quando esses marginais acuaram os bravos policiais da PM paraense.
Hoje, o Cel.Pantoja, em cumprimento do seu dever e cumprindo ordens do governador foi condenado a 200 anos.
Quanta bestialidade.
Até quando, oh Catilina...
Estamos indo à pique! Salvem-se quem puder.
Não há como exterminar ou reprimir, por mais que se queira, mais de 12 milhões de sem-terra. O problema mais contundente, vergonhoso, inaceitável, é a impunidade que blinda os atos criminosos.Reforma, ao meu ver, é prima da revolução. Existe algumas que sçao irmãs siamesas. Morreu muito nazista, muitos judeus, muitos americanos, etc., mas estão todos aí, multiplicados geometricamente. E o que diremos dos sem-teto, sem voz e sem vez? Também somam milhões. Não sabemos onde essas catástrofes vão esbarrar. Só há um jeito: a oração permanente a Deus, ou a antevisão indesejável de um Estado panóptico e paranóico, verdadeiros hemocentros.
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