Servidores da Justiça paulista continuam em greve

Os servidores do Judiciário de São Paulo vão continuar a greve, que já dura 79 dias. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15/9), em assembléia feita em frente ao Fórum João Mendes, região central da capital paulista.

O presidente da seccional paulista da Ordem do Advogados do Brasil, Luiz Flávio Borges D´Urso, esteve, também nesta quarta, com o governador Geraldo Alckmin e, depois, com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Luiz Elias Tâmbara, para tratar da paralisação.

“As audiências buscaram avaliar a evolução da greve e os caminhos para encerrar definitivamente a paralisação, que tende a ser a maior e mais grave do Judiciário paulista”, afirmou D´Urso.

O presidente da OAB-SP considerou “importantíssimo” o comunicado 643/04, da Corregedoria-Geral de Justiça paulista, que determinou que todas as unidades judiciárias sejam imediatamente abertas ao público, mesmo com atendimento precário. “Essa decisão é fundamental no esforço coletivo para acabar com greve”, disse.

Fabiano disse:
15 de setembro de 2004 às 22:07

Pelo que podemos observar, agora mais gente vai querer se meter na bagunça. Um suspende o prazo, outro manda abrir as portas. A coisa está ficando interessante.....

A PIADA DO DIA - Realmente está muito engraçada a estatística que apresentam. É uma estatística do faz-de-conta! Comarcas "sem importância" como a Capital, Campinas, Bauru, Ribeirão Preto, Araraquara, Sorocaba, Santos, São José do Rio Preto etc simplesmente não aparecem na "rigorosa" estatística! Mas, a bem da verdade, não se esqueceram de colocar os percentuais de fura-greves nas metrópoles e que metrópoles interioranas como Conchal, Duartina e Itaberá que estão com 100% de funcionamento!

Se o TJ Paulista pudesse ele mandava publicar no diário oficial resolução mandando CORTAR A LINGUA de todo funcionário que pedisse pelo cumprimento da constituição e pelo pagamento dos seus direitos trabalhistas atrasados. O TJ Paulista DEFENDE DIREITOS E PRIVILEGIOS E GORDOS SALARIOS PARA A CUPULA e indiferença para os BOBOS, que para eles, são POVÃO, IGNORANTES e ADVOGADOS

Robson Luís Hiath de Lima disse:
16 de setembro de 2004 às 01:12

Esta reportagem era mesmo para falar sobre a decisão dos servidores? Pois não me pareceu...

Emerson Watanabe disse:
16 de setembro de 2004 às 09:56

É necessário firmeza aos desembargadores do tribunal de justiça para que os dias parados sejam descontados,caso contrário, veremos novas greves.Pelo que eu sei que diz o direito no Brasil são os juízes e não os funcionários.
Se os funcionários tem direito a revisão anual,se possuem direito a um acordo não cumprido que entrem na justiça como qualquer cidadão.
O que vemos são criticas de pessoas que acham donos da verdade jurídica,tal resolução é inconstitucional,tal ato é ilegal etc.Ora, o concurso da magistradura também é aberto aos servidores,quem quiser julgar deve estar investido no poder jurisdicional.
Lutar por melhorias salariais é direito de todos,mas o direito de uma casta não está acima do direito de toda sociedade de ver suas lides julgadas.O direito dos funcionários não pode ser usado para impor aos advogados falência financeira,porque vocês protestam quando cortam seus salários,é ruim ficar sem receber.
Quem ganha salrio de 2500,00 mais vantagens é um priviligiado no Brasil,serviço público não é para enriquecer ninguém,quem quiser mais é só ir para o mercado em busca de altos salários,mas lá não encontrarão espaço para ineficiência,para feriadões prolongados ou falta de produtividades.Chega de abusos!

Andre Filippini Paleta disse:
16 de setembro de 2004 às 11:42

Dr. Tâmbara, manda esse pessoal embora (não seria abandono de emprego?).

Não precisa de greve ou discursos apaixonados para demonstrar que a Justiça Paulista está atrasada. Salta aos olhos este fato. Porém, não é com movimentos ilegais que a situação se resolverá. Se os servidores pararem para pensar (o que é muito improvável), verão que esta atitude apenas está piorando a situação.

Está cheio de gente no Estado louco para ocupar uma vaga nos quadros do TJ/SP.

Doutora disse:
16 de setembro de 2004 às 11:52

Srs. Funcionários Públicos,

POR FAVOR, CONTINUEM A SUA PARALISAÇÃO!!!
NÃO VOLTEM AO TRABALHO!!!
(se é que vocês sabem o quê é trabalho...)

Mas como eu dizia, façam o favor de continuarem a faltarem ao serviço, pois o Judiciário está muito melhor sem vocês.
E ficará muito melhor ainda depois que todos vocês forem demitidos a bem do serviço público e substituídos por trabalhadores de verdade que estejam com vontade de laborar e motivados à produzir!

Portanto, eu dou total APOIO à paralisação de vocês!
Lugar de gente que não gosta de trabalhar é fora do trabalho!

Reajuste de 26%?
É pouco!!! Exijam 226%!!!
Aí poderão ganhar o mesmo que os Juizes ganham!
Como já se presumem "Magistrados sem Toga", vocês têm mais é que exigir a equiparação salarial!!!

Aliás, trabalhar 35 horas por semana, como vocês "trabalham" é muito!!!
Exijam trabalhar apenas 4 horas por dia, ou 20 horas por semana, como os Juizes!!!
Direitos iguais!!!

É isso aí: exijam mesmo!!!

Batam o pé!!!

Esperneiem!!!

E não se esqueçam de aproveitar os últimos dias como funcionários públicos, pois está chegando o DIA DA DEMISSÃO!

A Justiça está vindo à passos cavalares!

Julio Honório Giancursi dos Anjos disse:
16 de setembro de 2004 às 12:00

Em que pese todo o prejuízo causado aos que pagam regularmente seus impostos, e encontram-se-se privados da prestação jurisdicional devido à greve dos servidores do Poder Judiciário, creio que devemos "olhar" a situação como penso que de fato ela é (se não é, que provem o contrário).
Segundo se informou amplamente, o TJSP firmou compromisso com os funcionários, mas não cumpriu. Não pagou o que prometeu e agora ameaça com descontos no salário. Obviamente está se comportando como qualquer devedorzinho que não paga, e quando é cobrado, ainda ameaça processar o credor.
Há muito tempo funcionários públicos foram eleitos como o "desastre" da nação, foram até chamados de Marajá e caçados como se bandidos fossem.
Estes, de seu lado, não têm outra alternativa senão a greve. E não se iludam aqueles que pensam que existem outra maneira de se conseguir qualquer tipo de reajuste salarial, porque quando se trata de serviço público, já restou claro há muito tempo que "o patrão" só lembra que existem servidores públicos quando é deflagrada a greve. Os governantes não negociam salário com servidores, e quando vêm-se "encostados na parede" jogam a culpa na "intransigência" dos funcionários.
O TJSP prometeu e não pagou.
Os funcionários (a parte mais fraca da relação) cobram o que lhes foi prometido e não pago.
O Governo do Estado já deixou claro que não interferirá nos gastos do TJSP.
Será que, de fato, aqueles que têm poderem para tanto, estão mesmo a fim de solucionar a questão ???
Será que não há nas entrelinhas uma ação sistemática de desprestigiar cada vez mais o Poder Judiciário, o que aliás não seria novidade alguma ???
Será que a resistência em negociar, por parte de quem detem poderes decisórios, não permitirá que se iniciem as discussões tendentes à privatização dos serviços cartorários, se é que esta questão já não esteja sendo discutida há muito ???
Que toda a verdade seja dita.
Já passou da hora.

Ivo Martins da Cunha disse:
16 de setembro de 2004 às 12:56

Com certeza a "Doutora?", fala com muita SABEDORIA, inclusive se pautando em sua competência, aliás deve estar se preparando para prestar concurso e ser também servidora do judiciário. Agora "DOUTORA?", prepare se bolso para comprar seu material de trabalho, pois com certeza irá precisar e também mantenha bons contatos com seus atuais colegas de profissão pois assim poderá pedir-lhes alguns desses materiais os quais quanto da substituíção em seus escritórios poderão lhe doar. E lembre-se, haverá muito tempo para que a 'DOUTORA?" faça outro tipo de serviço, já que trabalhamos apenas 35 horas por semana, quem sabe possa fazer faxinas nas horas vagas, pois pelo que me parece a "DOUTORA?" não está muito satisfeita.
Agora, se a "DOUTORA?" conhecesse a Constituição, saberia que no art. 37 VI está garantido nosso direito de greve, e no mesmo artigo no inciso X, diz que o servidor público deve ter seus vencimentos recompostos anualmente em sua data-base, sem distição de indices, coisa que o poder público e parece também a própria OAB parece não saber. Só nos resta, infelizmente a Greve para nos fazer garantir nossos direitos, talvez a própria ordem poderia nos ajudar antes do começo desta greve mas como todo mundo ela se omitiu, agora aguente.

Carolina Tecchio Lara disse:
16 de setembro de 2004 às 13:24

Não sei como pode existir tanta raiva/mágoa entre profissionais que necessitam uns dos outros para sobreviverem.
Ainda que a greve prejudique a nós advogados, não vejo como caracterizar as reinvidicações dos servidores do Judiciário como falta de vontade de trabalhar e produzir.
Senhores, vamos tentar acalmar os ânimos porque, como dito acima, necessitamos uns dos outros para sobreviver.
Ademais, há que se destacar que efetivamente os funcionários públicos foram enganados, uma vez que o que restou ajustado para o término da outra greve não foi cumprido.
Ora, esse tipo de informação a imprensa não divulga, só aquelas que buscam demonstrar a pretensa "intolerância" dos servidores públicos paulistas.
Há que se ver os dois lados, pois a partir daí, tenho certeza que as possibilidades de solucão do conflito em questão fica mais próxima.

Flávio Viana barbosa disse:
16 de setembro de 2004 às 14:12

cara Dra. Carolina

Concordo com a dependencia de ambas as categorias, advogado e servidor da Justiça. Entretanto, não podemos pactuar com a verdadeira guerra de vaidades intentada pelos servidores contra a advocacia e a população, a quem eles tem obrigação de prestarem seus serviços.
Basta ver os danos causados pelo movimento paredista e sua extensão, para notarmos que a radicalização serve aos que estes julgam estar prejudicando. O próprio Governador e o Estado de São Paulo se beneficiam da paralisação do Judiciário Paulista, notadamente em plena campanha eleitoral, onde inumeros crimes estão passando ao léu, por falta de Justiça!
Se os Servidores querem atingir o Estado, o Tribunal e aqueles que os lograram, que passem a laborar com operação padrão, dando preferencia ao pagamento dos precatórios e o andamento de Ações contra Estado, Município e União. A Greve pode até ser um direito, mas todos os direitos terminam onde começa o direito do outro!
Não há justificativa para uma paralisação tão longa, nefasta e torpe! A volta imediata ao trabalho e a busca de uma solução negociada se impõe, em nome da Democracia e do Estado de Direito!
Não se trata de privilégio ou traição, como pregam alguns, a busca do final de um mal que nos atinge. Srs., fazer greve, recebendo salário em dia e sem qualquer punição ou manutenção de serviço emergencial não é exercício de Direito, é crime!!! Nós, advogados, somos a parte mais fraca da corda pois, de um lado não podemos receber honorários e viver, pois não podemos trabalhar e do outro, somos os que sofrem, diariamente, a cobrança de nossos clientes, conhecidos e amigos, acerca do funcionamento da Justiça!
Se os Srs. Funcionários Públicos ainda querem fazer parte de um Poder Judiciário respeitado e útil a Sociedade, que procurem solucionar o impasse de forma negociada, sem prejudicar os inocentes cidadãos que pagam impostos e precisam do Judiciário para resolver suas Lides.
Não pode haver Democracia, num País em que a Justiça entra em greve e abandona seus cidadãos, ao invés de garantirem os seus direitos e imporem o cumprimento da lei. A Justiça neste País, cada vez mais é vista como superfulo, inoperante, incipiente e inodora. Enfim, um verdadeiro Elefante Branco!
Se os Srs. Servidores querem respeito, mudem esta Realidade!

Jose Antonio Dias disse:
16 de setembro de 2004 às 14:30

O presidente da OAB/SP continua em sua escalada ditatorial procurando acabar com a greve apoiando medidas como esta, da Corregedoria. O esfôrço coletivo, de que fala o amigo Urso, não deve partir somente dos abnegados Sevidores da justiça. Este esfôrço deveria partir da OAB/SP, apoiando a greve, JUSTA, JUSTISSIMA, pressionando o Poder Executivo e o Presidente do Tribunal de Justiça a cumprirem o que prometeram. Alias, o governador não tem o menor interesse em ajudar a resolver o problema do judiciário e o presidente do tribunal de justiça(minusculas propositalmente) é uma figura decorativa. Recebe seu ordenado no fim do mês e seja o que Deus quizer...
Infelizmente, esta nova diretoria da OAB/SP só toma medidas erradas e antipáticas e, pior, em nosso nome, advogados, sem nos consultar, como por exemplo, ingressando no judiciário com medidas contra os Servidores.
Aqui cabe uma pergunta: o que a OAB tem feito para tirar o judiciário da falência?

Jose Antonio Dias disse:
16 de setembro de 2004 às 14:30

O presidente da OAB/SP continua em sua escalada ditatorial procurando acabar com a greve apoiando medidas como esta, da Corregedoria. O esfôrço coletivo, de que fala o amigo Urso, não deve partir somente dos abnegados Sevidores da justiça. Este esfôrço deveria partir da OAB/SP, apoiando a greve, JUSTA, JUSTISSIMA, pressionando o Poder Executivo e o Presidente do Tribunal de Justiça a cumprirem o que prometeram. Alias, o governador não tem o menor interesse em ajudar a resolver o problema do judiciário e o presidente do tribunal de justiça(minusculas propositalmente) é uma figura decorativa. Recebe seu ordenado no fim do mês e seja o que Deus quizer...
Infelizmente, esta nova diretoria da OAB/SP só toma medidas erradas e antipáticas e, pior, em nosso nome, advogados, sem nos consultar, como por exemplo, ingressando no judiciário com medidas contra os Servidores.
Aqui cabe uma pergunta: o que a OAB tem feito para tirar o judiciário da falência?

Doutora disse:
16 de setembro de 2004 às 15:48

Sr. Ivo Martins da Cunha,

Em resposta à sua mensagem, gostria de efetuar as seguintes colocações:

1- O Senhor e seus Coleguinhas não são grevistas, mas sim FALTOSOS AO TRABALHO. E isto porque, no que se refere aos Funcionários Públicos, diz a Constituição Federal vigente, em seu artigo 37, inciso VII: "o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica" (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 04/06/98).

Ocorre, meu Prezado Funcionário Público em vias de se tornar "ex", que NÃO HÁ LEI ESPECÍFICA QUE DEFINA O DIREITO DE GREVE DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO.

Ou seja, o seu alegado "Direito de Greve" está escrito em uma lei em branco, a qual depende de outra para se tornar válida. Portanto, o Senhor e seus Coleguinhas não podem ser considerados Grevistas, justamente porque não há qualquer amparo legal: VOCÊS NÃO PODEM FAZER GREVE!

Concluindo, a sua paralisação é ILEGAL, NÃO É CONSIDERADA GREVE, razão pela qual os seus salários estão sendo cortados, seus nominhos estão sendo levantados pelos Juizes de seus Cartórios, para a aplicação das devidas penalidades que serão JUSTAMENTE aplicadas.

E como sei que o Senhor não tem dinheiro, porque não vai receber seu salário no mês que vem, eu não vou cobrar por esta consulta, até em homenagem ao dever social que nós, Advogados, precisamos ter com os futuros desempregados, como o Senhor e seus Colegas.

2 - Quanto a pretender prestar concurso para ser Funcionária Pública, eu estudei 5 anos para ser Bacharel de Direito, cursei Mestrado e estou cursando o Doutorado, para melhor exercer a NOBRE profissão de ADVOGADA, e não para me REBAIXAR ao ponto de ir trabalhar como carimbadora em cartórios a sugar os seios dos cofres públicos.

Meu nível está muito acima disso!
Portando, permaneça em sua posição de pseudo-grevista e futuro ex-funcionário público.
O dia que o Senhor ganhar honestamente metade do que eu ganho por mês em meu trabalho honesto, e tiver o título acadêmico que eu detenho, aí a gente pode começar a conversar.

Para o momento: boa paralisação e boa sorte na sua busca por um novo emprego.

Servidor disse:
16 de setembro de 2004 às 15:59

Sra. Carolina, bonitas palavras.
Porém, uma coisa tenho que corrigir:
Creio que a sra disse que as duas categorias precisam uma da outra. Nesse ponto eu discordo. Os advogados diariamente precisam dos servidores, porém não sei de que forma os servidores necessitam dos advogados.
Só se for para nos ficarem enchendo o saco diariamente nos cartórios, nos pedindo explicações, perguntando o que quer dizer isso ou aquilo, entre outras.
Mas tudo bem nós temos que suportar esse fardo e aínda sermos apunhalados pelas costas por eles. Mas tudo bem.
Quem sabe um dia eles se mancam.

Servidor disse:
16 de setembro de 2004 às 16:06

Doutora
A senhora se acha múito superior a nós, e analisando suas palavras, creio que também se acha superior a todo o resto da população.
Por favor excelsa e sublime doutora, pare de perturbar nós que somos humildes mortais, vá para seu meio que é tão elevado, defenda seu ponto de vista lá, pare de nos encher o saco.
Suas palavras são totalmente dispensáveis aqui. Procure ser útil para alguém, vá fazer uma boa ação. Faça com que sua passagem por este mundo deixe algo de bom, não torne sua existência aqui nula.
Tenha paciência né.....

Carolina Tecchio Lara disse:
16 de setembro de 2004 às 16:28

Sr. Servidor :

Devo lhe dizer que sempre tive uma visão inversa do que V. Sa. colocou, no sentido de que os advogados enchem o saco dos servidores do Judiciário.
Não foram poucas as vezes em que fui muito bem atendida e esclarecida por colegas do senhor, sem qualquer indício de que eu estava enchendo o saco.
E mais, sempre admirei tais funcionários por conseguirem trabalhar tão bem em condições tão precárias, orientando a nós advogados quando necessário.
Minha admiração vai mais além, quando constato a larga experiência que tais servidores têm com relação ao trâmite de um processo.
Assim, sinto muito que o senhor tenha tal visão de nós advogados, a uma porque se não existissem advogados não haveria Justiça, demonstrando que precisamos uns dos outros, e a duas porque admiro imensamente sua categoria e me posiciono de forma favorável ao final da greve, mas com dignidade e não agressões vindas de todos os lados.

Servidor disse:
16 de setembro de 2004 às 16:37

Dra. Carolina Tecchio Lara
Observe nos comentários anteriores o que a sua colega que se intitula Doutora tem escrito e depois me diga quem está sofrendo ataque de todos os lados?
A senhora deve se manifestar antes contra a atitude desleal de sua colega.
Pois é ela e outros da mesma estirpe quem provoca respostas defensivas e não ataques como a sra. diz.
Estamos nos defendendo e não atacando. Caso os advogados covardes que nos ataquem parem com as agressões injustas, tenho certeza que a nossa guarda será baixada.
um abraço.

Doutora disse:
16 de setembro de 2004 às 16:43

Sr. Servidor,

Agradeço pelo "Excelsa e Sublime Doutora".
Realmente mereço tal tratamento, haja vista que, primeiramente, sou ADVOGADA, e, em segundo, meu grau acadêmico, meu nível cultural e social, me dão o direito de ser tratada com esse grau de respeito.
Se bem que, na verdade, o Senhor não faz mais nada do que a sua OBRIGAÇÃO em me tratar com os adjetivos "Excelsa" e "Sublime Doutora".
Adestre os seus Colegas a tratarem os demais Advogados como "Excelsos" e "Sublimes Advogados", que já será um bom início para que vocês possam vir a cair em nossas graças.

Não sei bem se sou superior ao restante da população.
Mas, certamente, não estou no holl dos carimbadores de cartório que disperdiçam o dinheiro dos cofres públicos com salários absurdamente altos para o serviço jurássico (diria até paleozóico), ineficiente, efetuado de péssima vontade, que a maioria de vocês fazem (muitas vezes ao custo de uma "taxa de urgência").
Portanto, acima de pessoas como o Senhor, que, evidentemente, TÊM AVERSÃO AO TRABALHO, eu acredito piamente que estou.

Agora, se o Senhor está se sentindo perturbado pelas minhas palavras, o remédio para isso é simples: não leia o quê eu escrevo.
Sei que as verdades que escrevo devem lhe doer, portanto, faça com relação aos meus textos o que o Senhor antes fazia quando estava em seu local de serviço: fique alheio à tudo.
Sei que isso não lhe será um grande esforço.

Quanto ao que o Senhor e seus "companheiros" pensam das minhas palavras, para mim, não faz a menor diferença.
Estou apoiada em meu direito de livre expressão, que é garantido pela nossa Carta Magna; direito este que, ao contrário do inexistente "direito de greve" dos funcionários públicos, não está apoiado em uma lei em branco.

E fique tranquilo que estou fazendo algo de bom na minha vida. Sou advogada voluntária de entidades filantrópicas que estão tendo diversos de seus direitos postergados em razão dessa paralisação ilícita. Sou advogada de jurisdicionados da PGE que estão passando por privações porque seus processos judiciais não tramitam normalmente em razão de sua pseudo-greve.

E o Senhor e seus "companheiros"?
O que vocês vêm fazendo pelo bem da Sociedade?

O Senhor deseja invocar moral para cima de mim?
Qual a moral que o Senhor e seus "companheiros" têm para isso?

Ora, então, lembrando as suas últimas palavras "tenhamos paciência todos nós".

Doutora disse:
16 de setembro de 2004 às 16:56

Dra. Carolina Tecchio Lara,

Prezada Colega,

Não adianta tentar explicar o que o tal Servidor não deseja entender.
Na mente reduzida dessa pessoa, seus argumentos têm o som da verdade. Ele realmente acredita no que diz!
Contra tal fanatismo não há remédio.
Não serão as suas palavras nem as de ninguém que o farão ver a luz da verdade.
Apenas a Vida o ensinará, com seus fortes impactos no côco endurecido que ele denomina de "cabeça".
Portanto, não perca o seu precioso tempo tentando explicar o óbvio a seres dessa espécie.
Esse sujeito (o tal Servidor) há muito que destila a sua inveja e o seu ódio contra os Advogados neste forum.
Deixe-o, porque o dia dele e de seus "companheiros" prestarem contas está chegando.

Carolina Tecchio Lara disse:
16 de setembro de 2004 às 16:59

Sr. Servidor :

Não falei que os servidores estão atacando os advogados e nem vice-versa.
O que quis dizer é que de nada adianta essa absurda fogueira de vaidades estabelecida para pretensamente acabar com a greve.
Continuo acreditando no diálogo e lhe digo mais, não obstante estar sofrendo os efeitos da greve, apoio a luta de vocês especialmente pelo fato de que a parte "podre" da questão não foi objeto de noticiário em nenhum lugar.
Sabe como fiquei sabendo que vocês não receberam o que obtiveram para encerrar a greve passada ?
No metrô !
Tive a grata surpresa de encontrar um excelente servidor da 24ª Vara Cível desta Capital na fila da bilheteria, tomamos metrô juntos e ele me contou o "calote" que vocês tomaram.
Daí lhe pergunto : é justo ou não é o que vocês estão querendo ?
Por óbvio que é, ainda que isso prejudique a nós todos.
Será que ninguém está pensando que bem ou mal seremos beneficiados se vocês conseguirem o que almejam, uma vez que o trabalho será prestado de forma mais célere ?
Meu caro colega, acredite que nem todos os advogados estão contra vocês e mais, que acredito que uma cabeça longe de preocupações financeiras trabalha melhor.
A vida está muito difícil mesmo, tudo aumenta e a gente nem sempre consegue acompanhar. É inevitável que as preocupações tornem o ser humano menos produtivo.
Sem maiores delongas, lhe digo que acredito na luta de vocês e que tudo há de melhorar, pois pior, meu caro amigo, não dá !

Servidor disse:
16 de setembro de 2004 às 18:23

Dra. Carolina Tecchio Lara
Agradeço suas palavras. A sra me parece ser uma pessoa de bom senso e sábia. A senhora certamente deve ser uma boa advogada e também excelente como ser humano.
um abraço.

Francano disse:
16 de setembro de 2004 às 23:01

1.Ler as mensagens da advogada que se autodenomina "doutora" é um prazer.
2.E me enche de alegria.
3.Já pensaram? Eu poderia ser assim como ela é, e não sou.
4.Um abraço.

5.Como prova de meu apreça à sr.a, um poema recolhido na internet:

CAUSÍDICO

Transito na areia movediça am ambição alheia
colho esperanças
distribuo invectivas, ameaças, cobranças.
Se preciso, desminto verdades.
Se necessário, afirmo mentiras.
Autentico falsidades, documento inverdades,
luto pela JUSTIÇA.

Passeio entre as brumas encipoadas das leis
percebo falhas
direciono confusões, falácias - contradigo.
Se rpeciso, cito o código.
Se necessário, rasgo o texto.
Afago indignidades, adulo monstros,
luto pela ÉTICA.

Acolho a amargura da raiva entre familiares
mato o futuro
espelho ambições, desconfianças, desamores.
Se preciso, divido misérias.
Se necessário, planto o ódio.
Aponto adultérios, mostro o cinismo,
luto pela VERDADE.

Entre a justiça, a ética e a verdade,
sigo com o corpo envolto em ternos
e a alma em farrapos,
impávido,
insensível,
advogado.

beto PS (maio de 2003)

Que profissão triste!

um abraço fraterno, cara doutora.

Rose disse:
17 de setembro de 2004 às 00:12

Essa Doutora é um exemplo de como as instituições de ensino do país estão um caos...
Ela é "mestre" e, apesar de já se utilizar do título, quer ser "doutora", de verdade, agora.
Pois o "côco" dela tem acento, o "forum" e os "juizes" não têm; seu "holl" é com "o" e dois "ll"; ela "disperdiça" a língua portuguesa; não leiam o "quê" ela escreve.
"Sou advogada de jurisdicionados da PGE que estão passando por privações porque seus processos judiciais não tramitam normalmente em razão de sua pseudo-greve." Isso dá slogan de campanha, minha cara senhora. Por que não se candidata a vereadora? Aliás, com o seu quilate, poderia ser diretamente candidata a presidência do Brasil!
A Senhora não é advogada e dona de imobiliária? Ajude os jurisdicionados que estão passando privações!! A caridade é uma virtude cristã...
E eu sei muito bem o "quê" é trabalho.
E aprendi a ler e a escrever também, apesar de não ser "mestre" nem "doutora".
E vou continuar em greve, sim.
Porque, como a senhora não sabe, só serei demitida depois de um processo administrativo transitado em julgado.
E processo administrativo só é instaurado por falta grave.
E eu não estou cometendo nenhuma falta grave.
Meu salário será descontado e talvez eu perca minha chefia.
É, doutora, sou escrevente-chefe. De sala de audiência.
Ajudo diariamente a advogados como a senhora, que não sabem nem sequer ditar suas razões.
Grave mesmo é ter que conviver com um profissional do Direito que nem sabe escrever...
Aliás, a senhora deve ter vários estagiários, que recebem um salário aviltante para redigir suas petições. E aposto que o fazem melhor que a senhora.
É um prazer conhecê-la.
Seria bom que a senhora se identificasse, como as demais pessoas que se manifestam nessa página, para ser melhor atendida quando frequentar os fóruns da cidade.
Eu não preciso me identificar. Sou apenas mais um dos "carimbadores de cartório".

Doutora disse:
17 de setembro de 2004 às 02:16

Srs. Funcionários Públicos,

É com IMENSO PRAZER que vejo o tom de indignações em suas mensagens!
O aborrecimento de vocês é a minha felicidade!

Por mim, pouco importa se gostam ou não gostam do que escrevo.
Até porque, não escrevo para lhes agradar.

Morro de rir de vocês, carimbadores de cartório.
Me dá PENA a mediocridade de suas palavras.

Eu só lamento que o dinheiro dos meus impostos, pagos com o esforço do meu trabalho honesto, seja desviado mensalmente para as vossas respectivas contas bancárias, a titulo de "salário".

Vocês, que parasitam os cofres públicos, estão com seus dias contadinhos!

VÃO SER COLOCADOS NO OLHO DA RUA!
VÃO VIRAR DESEMPREGADOS!

E quem restar, vai ter que se adaptar a nova realidade que se anuncia: A PRIVATIZAÇÃO DOS CARTÓRIOS!

É, Senhores Funcionários Públicos: vão colocando suas barbichas de molho, porque as coisas estão começando a mudar para vocês!

Mas não serei de todo má: quando, em breve, estiverem pedindo esmola na esquina do Forum João Mendes, prometo contribuir com uns trocados para vocês não morrerem de fome.

Até porque, do jeito que a população ODEIA vocês, por causa dos prejuizos que a sua paralisação ilegal causou ao pôvo paulista, até para mendigar uns centavos vocês encontrarão dificuldades.

Cleiton Silva Germano disse:
17 de setembro de 2004 às 02:16

Doutora,

Seja humilde, honesta e minimamente educada e retire-se desse fórum. A Sra. ENOJA a categoria dos bons advogados que pretendem conviver respeitosamente com os colegas servidores públicos.

Leve em consideração, sua falta de caráter e respeito para com a categoria grevista (que diga-se de passagem LEGITIMA). Seus títulos de nada valem aqui onde discutimos no plano das idéias o conteúdo da matéria.

Aos amigos servidores perdoen essa víbora, haja vista, que ela é acéfala para se pronunciar dessa forma com a nobre categoria dos funcionários públicos.

Hoje sou advogado, porém há alguns anos atrás eu fui servidor público no TAC e sei o que é trabalhar sem estrutura, ser desrespeitado por advogados cretinos como a Sra, etc..

Também fiz mestrado e doutorado e nem por isso me acho superior mesmo porque, após essa passagem por esse mundo, vamos todos para o mesmo lugar..... com exceção da Sra. que irá direto para a latrina...

Amigos servidores continuem a GREVE, ninguém eé obrigado a trabalhar sem condições dignas para tal...

ADVOGADOS pressionemos a OAB para que ataque ao TJ/SP e principalmente ao Governo de São Paulo para que esses sim cumpram suas obrigações, se fosse outra categoria que não nos dissesse respeito não estaríamos "indignados" com a situação.

Saudações a todos,

Servidor disse:
17 de setembro de 2004 às 10:24

Essa pessoa que se autodenomina "Doutora" certamente é uma farsante, pois, pela personalidade que ela externou possuir conclui-se que ela não pode ser advogada.
Por pior que seja uma faculdade não acredito que possa produzir uma aberração dessas.
Convenhamos que existem bom e maus exemplos em qualquer categoria profissional, já conheci muitos advogados(as) em minha vida e nunca vi um tão péssimo exemplo de ser humano assim.
Autodenominada "Doutora", faça-nos um favor, suma daqui, vc nos dá nojo, lendo seus comentários escrotos sentimos vontade vomitar.
Aqui é um lugar de debates de alto nível, nem precisa ser tão alto assim, mas as suas colocações não servem nem para estar no fundo da privada.
Se vc for advogada mesmo, o que eu duvido, tenha o bom senso de observar que até seus colegas de profissão estão enojados de vc, vá aprender a ser humana, e aprenda a respeitar o próximo e depois tente se relacionar com seus semelhantes.
Você está envergonhando a categoria dos advogados, que são pessoas honradas.
Suas mensagens não serão mais lidas por mim, pois, meus olhos não são pinico ou vaso sanitário.

Carolina Tecchio Lara disse:
17 de setembro de 2004 às 11:54

Caros Colegas e Sr. Servidor :

Realmente, não consigo acreditar nas palavras aqui colocadas.
Como já disse, todos sentimos os efeitos da greve em questão, eis que precisamos sobreviver.
Tal fato não dá o direito a NINGUÉM de utilizar esse espaço para demonstrações de rancor e raiva contra os Srs. Servidores que estão em greve.
Disso surge uma questão : qual a razão de advogados que se sentem mais prejudicados que os outros pela greve, não formalizarem um pedido na OAB competente para efetivamente fazer algo para terminar a greve ?
Para que serve ficar destilando veneno neste espaço se nada de útil é feito para possibilitar o término da greve ?
Como disse o nobre colega Dr. Cleiton : "Amigos servidores continuem a GREVE, ninguém eé obrigado a trabalhar sem condições dignas para tal...".
Realmente, a questão da greve não é pacífica entre os advogados, eis que uns são a favor e outros contra, porém, não consigo entender a razão dessa raiva toda.
Sr. Servidor, não sou nada mais que um ser-humano na busca da evolução espiritual, procurando corrigir-me a cada dia de defeitos que insistem em me assolar, mas agradeço as suas palavras e espero que um dia possamos nos encontrar pessoalmente para que você, assim como ótimos colegas de sua categoria, possa me esclarecer sobre alguma questão que eu não tenha conhecimento suficiente para resolver.
Um abraço a todos que têm o mínimo de bom senso na busca da solução ao conflito gerado pelo descaso de nossos governantes.

Doutora disse:
17 de setembro de 2004 às 17:51

Srs. Funcionários Públicos,

Meus caros,
Não me ofendo com as vossas falácias.
Sei que o medo da verdade é algo que lhes faz escrever tais besteiras contra a minha sagrada e iluminada pessoa.
Sou uma mulher esclarecida, intelectualmente evoluída e não serão as suas palavras vazias de revolta e inconformismo que vão me ofender.
Estou muito acima disso!
Lembrem-se: sou ADVOGADA (graças a Deus) e não dependo de mamar nos cofres públicos ou de exigir as tais "taxas de expediente" ou "taxas de urgência" para ganhar a minha subsistência.
Quanto a vocês........

Irão terminar as propinas!
Acabarão as mordomias de horário de trabalho!
Não haverão mais os salários de MARAJÁ que ABSURDAMENTE recebem para ficarem tomando cafezinho, fofocando e maltratando àqueles que vão aos balcões dos cartórios!
Terminará a estabilidade funcional, pois quem não trabalhar direitinho vai ser colocado no OLHO DA RUA!

Srs. Funcionários, se aproxima o DIA DA DEMISSÃO!
E o dia da PRIVATIZAÇÃO DOS CARTÓRIOS não tardará a chegar!

O Tribunal de Justiça, em sua habitual sabedoria, está no caminho certo!
A OAB, eterna fortaleza dos direitos do cidadão, sempre combatendo pela justiça (para a inveja daquelas categorias que não tem a mesma força, união e respeito dessa Entidade), está atenta!

Já observo, nos Foruns, o gradual retorno de seus colegas servidores, menos insensatos, retornando aos cartórios com o rabinho entre as pernas e a cabecinha baixa.
É só uma questão de tempo para a vossa paralização (que não é GREVE) terminar.

Não dá para levar vocês a sério!
A sua paralização não passa de uma piada!

Quanto aos Advogados (ou que se fazem passar por Advogados) que se colocam do lado de vocês, certamente com a inútil intenção de serem melhor tratados pelos Funcionários Públicos (como se isso fosse possível), certamente porque têm MEDO de cara feia (eu não tenho: cara feia pra mim é dor de barriga), se acham que os Funcionários Públicos estão certo, o problema é de vocês.
Mas se acham que a paralização deles é "greve", e ainda mais, que é "legítima", então o problema é dos examinadores da OAB que, no exame da ordem, aprovaram vocês por equivoco.
Voltem para a Faculdade!
Estudem!
E estudem muito!!!
Os seus clientes vão agradecer.

Francano disse:
17 de setembro de 2004 às 20:12

1.Tenho a maior satisfação em ler as mensagens da "doutora", e isso apesar de ser funcionário público do Poder Judiciário.
2.Tenho a maior admiração por essa mulher, advogada, dona de imobiliária, doutora, mestra, excelsa, sublime (esqueci de que mais ela autodenominou-se).
3.O prazer está em que conheço muitos advogados em minha profissão, vários de meus melhores amigos são advogados, e SEI que a maioria dos causídicos que conheço NÃO SÃO como essa mulher. Isso me dá prazer.
4.A admiração está no fato de há que haver muita coragem em um ser humano para vir a público e desvendar para todos uma personalidade como a dessa mulher. Tem que ter coragem. Vir até um fórum público como esse e dizer explicitamente: SOU SOBERBA, SOU IGNORANTE, SOU CÍNICA, SOU MEGALÔMANA, SOU MESQUINHA, SOU RANCOROSA e me orgulho disso tudo, é uma barbaridade. Admiro uma coragem assim, com a mesma admiração que me causam os monstros e os loucos violentos. É uma admiração mesclada com medo e alívio.
5.O medo é o do que talvez um dia cruze o caminho dessa harpia.
6.O alívio é trazido pelo fato de que nunca conheci pessoa assim tão ofídica (lendo o que ela escreve não parece estarmos fitando a cara transida de ódio e morte latente de uma cascavel?), e portanto talvez nunca a conheça (queira Deus).
7.Mas que é uma personalidade única, isso é.
8.Um abraço.

Francano disse:
17 de setembro de 2004 às 20:26

1.Lendo o que se escreveu até aqui sobre a notícia veiculada por essa prestigiosa revista eletrônica, fico a matutar sobre os efeitos que isso possa vir a trazer para o relacionamento entre advogados e servidores no final do movimento paredista. Um dia essa greve vai acabar, mas as sequelas terão que ser sanadas. Exemplos singelos: a)audiências terão redesignação para datas distantes, o que ocasionará a lentidão ainda maior nos processos que terão suas iniciais protocoladas após o fim da greve. b) mandados que foram devolvidos sem cumprimento terão que receber nova carga aos sr.s oficiais de justiça, além da batelada de mandados que cada oficial receberá e quee stão acumulados nos cartórios. c) todos os prazos começarão a fluir simultaneamente, o que ocasionará um acúmulo de serviço para os advogados; isso por sua vez causará um acúmulo de juntadas a serem obrigatoriamente feitas pelos servidores e os juízes ver-er-ão assoberbados para despachar tudo. d) o atraso nos processos já se calcula que será de um ano, no mínimo.
2.Será que a atitude correta é a de alimentar o ódio entre duas categorias que vão ter que se relacionar intimamente após o movimento grevista? Uns dependerão dos outros, e mesmo assim ficam brigando neste fórum.
3.Será mesmo tão inteligente essa advogada autodenominada "doutora" ao escrever da forma que escreve, vilipendiando uma classe inteira de trabalhadores, aparentemente sem motivo, pois já afirmou aqui que pouco usa os servidos dos servidores, pois resolveria seus processos no interior de seu escritório.
4.Sei não. Penso que essa dvogada não tem raiva dos servidores. Ela tem raiva mesmo é de seus pares.

5.Vamos ver. Quem viver, verá.

6.um abraço.

Rose disse:
17 de setembro de 2004 às 21:59

Quem está "paralizada" sou eu, "Doutora".
E, senhores advogados sérios, nós grevistas sabemos que vocês estão do nosso lado.
Não porque dependam de nós para alguma coisa, mas porque sabem que o que pleiteamos é justo.
Agradecemos o apoio do Instituto dos Advogados de São Paulo e do Sindicato dos Advogados de São Paulo.

Servidor disse:
18 de setembro de 2004 às 00:17

Obrigado pelas suas preciosas informações, sr observador atento, foram muito úteis, tanto quanto as da Doutora.
Agora vc já pode ir dormir, e nós também, pois se vc não viesse falar aqui, ficariamos a noite toda esperando tão preciosos comentários.
kakaka kaka kakaka kakaka kakaka kakaka kakaka kakaka

Servidor disse:
18 de setembro de 2004 às 15:20

"míope e desatento"
As coisas já estão mudando idiota, é só esperar mais uns dias pra ver.
Nossa situação, ao contrário do que vc na sua limitadíssima inteligência pensa, é absolutamente tranquila e cheia de paz meu caro, pois estamos amparados pela lei (Constituição Federal do Brasil).
Tristes e melancólicos são seus ridículos comentários sem nenhum eco (os quais voce esperava que a população lhe daria).
Vamos aguardar pacientemente para ver quem vai dar risada por último.
Só espero que você não fuja daqui, nós estaremos aqui depois do fim da greve para comentar, não suma ok ?

Marianna2010 disse:
18 de setembro de 2004 às 15:37

UMA FRASE:

Homem nenhum está acima da lei, e nenhum abaixo dela; e nem pedimos a permissão de homem algum, quando dele exigimos que a ela obedeça.

Theodore Roosevelt

(campanhasalarial.zip.net)

Doutora disse:
18 de setembro de 2004 às 16:54

Querido Observador Atento,

Que bom que neste jardim virtual, entre as ervas daninhas do funcionalismo público, se ergue uma bela flor que exala o perfume da verdade, para o desespero das trepadeiras e de outras plantas que parasitam os troncos, sugando a seiva da tão querida árvore chamada "Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo".
Seus comentários são sempre um vento suave de sanidade!

No entanto, a RALÉ não aprecia a beleza da verdade e deseja destui-la, da mesma forma que já vêm tentando destuir o Tribunal de Justiça.

Srs. Funcionários Públicos, vocês deveriam ter vergonha!

Por quê não pedem a exoneração, antes de passar pela humilhação de serem demitidos a bem do serviço público?

O Tribunal de Justiça não precisa de voces!
Os Advogados não tem a necessidade de seus "préstimos", visto que serão muito bem substituídos, em breve, pelos estagiários e por uma nova leva de escreventes, aprovados no último concurso público.
Isso, claro, sem falar dos novos computadores, trabalhando em rede, com ofícios uniformizados, que substituirão os seus carimbos!
Srs. Funcionários, vejam só: como vocês conseguirão trabalhar sem poder usar os seus carimbos ?!?!?
Nessa nova ordem, vocês serão completamente OBSOLETOS (se já não o são).

Já observo muitos de seus colegas preocupadíssimos, pois nem sabem para que serve um computador (além de jogar paciência).
É, Srs. Funcionários, a verdade é uma só e os Senhores estão prestes a encara-la!

Mas, por favor, NÃO VOLTEM AO SERVIÇO!!!!
Continuem paralisados, sonhando que estão fazendo greve!
Ouçam mesmo esses "Distintos Senhores" dos Comandos de Greve, que estão lhes dando a ilusão de que vão conseguir o tal aumento de salário.
Porque esse é mesmo o caminho!!!!
O caminho para serem colocados no OLHO DA RUA!
Esses "Distintos Senhores", a maioria deles já ganha sem trabalhar nos Cartórios, "dirigindo" as suas Associações, sustentados pelas contribuições dos Servidores. Portando, a verdade é que o deles já está garantido.
Quanto a vocês, Srs. Funcionários Públicos, também estão garantindo o de vocês: A DEMISSÃO!

E o dia do pagamento (ou do não-pagamento) se aproxima.
Como vão pagar aluguel, condomínio, água, luz, telefone e o supermercado?
Vão pedir empréstimo na Nossa Caixa?
Bom, só para lembrar: a Nossa Caixa está de GREVE (e é greve de verdade).
Mas aí, vocês bem que podem ser criativos: aproveitem que a moda do momento é a greve e façam uma "GREVE DE FOME".
Aí sim, dou o maior apoio!!!

Marianna2010 disse:
18 de setembro de 2004 às 20:29

Prezada Doutora (Civil - Advogada — São Paulo, SP) — 18/09/04 · 16:54

Por favor, não generalize suas manifestações,- Srs. Funcionários Públicos, vocês deveriam ter vergonha!-
É de uma deselegância ímpar, atacar pessoas que vc não conhece!
Nesse caso, queira ter a delicadeza de indicar seu e-mail, pois vc. fala tb de chefes de familia que não têm a conduta a qual vc se refere, e, dentro de toda a escolaridade que vc diz ter , certamente lhe ensinaram EDUCAÇÃO,herança do berço.

Boa noite.

Robson Luís Hiath de Lima disse:
18 de setembro de 2004 às 22:01

Há muito este espaço deixou de ser reservado para comentarem-se as notícias.

O que está em jogo agora é a glória de proferir a última palavra (como se isto fosse possível).

Que o tempo seja o nosso árbitro e julgue quem de fato está com a razão.

Paz.

Servidor disse:
19 de setembro de 2004 às 23:03

E os semoventes, burros, mulas, idiótas, desprovidos de massa encefálica ficam aqui criticando os servidores do judiciário que estão lutando para que se cumpra a constituição.

Manoel Peres Esteves disse:
20 de setembro de 2004 às 10:58

SOU ADVOGADO , E ESTOU SOFRENDO AGRURAS COMA GRVE DOS SERVIDORES DO JUDICIÁRIO , MAS DEVEMOS TER A CORAGEM DE APOIAR , VISTO QUE S OS VENCIMENTOS DOS FUNCIONÁRIOS DO JUDICIÁRIO PAULISTA ESTÃO DEFASADOS , ENQUANTO QUE OS MAGISTRADOS TIVERAM AUMENTO RECENTE DE 39% SOBRE SEUS VENCIMENTOS , E TIVERAM SALDADOS OS PASSIVOS JUDICIAIS QUE ERAM PENDENTES , COLEGAS ILUSTRES ADVOGADOS , SIGAM O EXEMPLO DA COMBATIVA E ALTIVA OAB DA PARAÍBA , E LUTEM E RECLAMEM O CUMPRIMENTO DO INCISO X DO ARTIGO 37 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL . É HORA DE DISCUTIRMOS A DEPENDÊNCIA DE ALGUMAS SECCIONAIS DA OAB COM OS GOVERNOS ESTADUAIS RESPECTIVOS .

MANOEL PERES ESTEVES

advmpe@aasp.org.br

CANANÉIA - LITORAL SUL PAULISTA - VALE DO RIBEIRA

Manoel Peres Esteves disse:
20 de setembro de 2004 às 11:31

CUMPRA - SE O INCISO X DO ARTIGO 37 DA CARTA MAGNA . DEVEMPS DIZER ISTO A TODOS OS GOVERNOS , DE QUALQUER LUGAR E ESFERA .

ERRATA NO COMENTÁRIO ANTERIOR :

" COMA GRVE " PARA " COM A GREVE "

MANOEL PERES ESTEVES

ADVOGADO TRABALHISTA

advmpe@aasp.org.br

CANANÉIA - LITORAL SUL PAULISTA - VALE DO RIBEIRA

Flavio disse:
20 de setembro de 2004 às 12:00

"Doutora", parabéns pelas palavras bem colocadas.

Seus comentários estão perturbando os grevistas.

Abraços,

Robson Luís Hiath de Lima disse:
20 de setembro de 2004 às 13:25

Depende... A mim não perturba.

Priscila disse:
20 de setembro de 2004 às 15:13

Sr. Servidor, me responda uma coisa honestamente (se você for capaz, sem seus palavrões nem adjetivos baixos):
pq é que continua a trabalhar aí, onde não tem material, as condições são péssimas e o salário não é reajustado?

Sabe pq quero tanto ouvir sua resposta honesta? Pq o País tem tanto desempregado querendo seu lugar, gente capaz, gente a fim de ter o salário que vcs classificam como baixo, enfim, gente que não estaria fazendo uma greve tão longa e absurda, que prejudica tanto a população!

A única coisa que não me conseguiram responder, até agora, é pq não vão embora procurar outro emprego então.....

"Doutora", estava adorando suas manifestações completamente eloqüentes, mas acredito que o exagero nas razões tenham se dado em razão do exagero também demonstrado pelo Sr. "Servidor" (e outros).... pois tenho certeza, pelo que pude perceber, que a doutora não precisaria ter agredido tanto os pobres coitados, que estão sendo tão injustiçados....sabe, pq eu tenho peninha deles, tadinhos, estão ganhando tão mal e não podem pedir as contas (isso tb não entendo, pq nós, qdo estamos insatisfeitos, pedimos as contas e vamos atrás de outro trabalho)....será que eles esqueceram como é o mundo real???

Sds,
Priscila

Flavio disse:
20 de setembro de 2004 às 15:36

É isso aí Priscila.

Abraços,

Robson Luís Hiath de Lima disse:
20 de setembro de 2004 às 15:45

Prosseguindo adiante neste raciocínio:

Imaginem se todas as pessoas que, em algum dia em suas vidas, falassem mal do Brasil, fossem sugeridas e acatassem a idéia de saírem do país...

Não ia sobrar ninguém, não é mesmo?

Nenhum servidor odeia seu serviço. Só não está satisfeito com a maneira com que ele vem sendo administrado.

Robson Luís Hiath de Lima disse:
20 de setembro de 2004 às 16:17

Nossos salários são polpudos? Estão acima da média?
Não sei.
Qual é a média salarial no Brasil?
Existem pessoas que vivem com menos de um salário mínimo, enquanto outras não sabem o que fazer com tanto dinheiro.

Tudo que sei sobre meu salário é que ele se encontra defasado e também que estudei e passei em um concurso público para merecê-lo.

Por que meus vencimentos têm de ser nivelados por baixo? Não seria melhor para todos reajustar os demais?

Antonio Fernandes Neto disse:
24 de setembro de 2004 às 17:53

Todo "funcionário público" deveria ser contratado pelo regime da CLT, pois não são melhores do que qualquer outro trabalhador.

Ser "funcionário estatutário" é pertencer a uma casta de privilegiados, que descumprem a lei e desacatam o restante da população que "está em suas mãos".

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