Deputada tucana quer investigação no caso Duda Mendonça

A deputada Zulaiê Cobra (PSDB-SP) pediu que seja feita audiência pública na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado para ouvir os delegados da Polícia Federal Antonio Carlos Rayol e Lorenzo Pompílho da Hora. Rayol disse à revista Consultor Jurídico que vem sendo perseguido por comandar operação que resultou na prisão do publicitário Duda Mendonça numa rinha de galos, no Rio de Janeiro, em outubro passado. Duda Mendonça é responsável pela publicidade no governo Lula.

A deputada quer apurar a denúncia de favorecimento na apuração pela Superintendência da Polícia Federal da prisão Duda Mendonça. Antonio Rayol diz ter “provas documentais de que a direção do DPF deu tratamento diferenciado ao caso Duda Mendonça”. O dossiê do delegado da PF já está nas mãos do procurador da República, Rodrigo Ramos Poerson.

Desde que prendeu o publicitário, Rayol diz que não teve mais paz. Tampouco sua equipe. “Fomos dissolvidos e perseguidos”, contou o delegado. Depois de 28 anos de corporação com uma folha de serviços sem reparos, o delegado sofreu, em dois meses, cinco diferentes sindicâncias. Ele afirma estar sendo perseguido por ter entrado na rota de colisão com figuras do alto escalão do governo.

Alexandre Bueno de Paiva disse:
07 de abril de 2005 às 14:26

Isso realmente deve ser feito, todavia, sem nenhum cunho político, mas sim, com intúito de defender a Democracia.

Comentarista disse:
07 de abril de 2005 às 17:25

A investigação deve ser completa, inclusive se apurando o por que de tamanha força policial utilizada para tão "grave" flagrante, bem como o por que das várias equipes televisivas terem dado cobertura quase que "ao vivo" ao tão alardeado evento, promovido "coincidentemente" às vésperas das eleições municipais.

Depois de esclarecidas tais questões e conhecidos os responsáveis pela tão questionada operação - quem mais se assemelhou a uma peça teatral ou circense -, uma boa solução seria a exoneração dos responsáveis a bem do serviço público, o que, aliás, já teria ocorrido logo após os fatos em qualquer país do dito "primeiro mundo".

No entanto, em se tratando da republiqueta tupiniquim, a "novela" deve continuar por muito mais tempo...

Valdecir Trindade disse:
07 de abril de 2005 às 19:24

Só gostaria de observar ao "Comentarista ( - — , ) — 07/04/05 · 17:25" que o anonimato é inadequado e repugnante quando se pretende apresentar ponto de vista a respeito de fatos de relevante interesse público.
Portanto, roga-se ao "Comentarista ( - — , ) — 07/04/05 · 17:25" que saia de tras das cortinas e venha para o campo aberto das idéias. Não é possível debater com uma possoa em tocaia. Aliás a tocaia tem muito a ver com covardia.

Valdecir Trindade disse:
07 de abril de 2005 às 19:25

Retificando: onde se dê possoa, deve ser lido pessoa.

Valdecir Trindade disse:
07 de abril de 2005 às 19:27

É a pressa: onde se lê possoa, deve ser lido pessoa.

Comentarista disse:
08 de abril de 2005 às 12:12

Caro Dr. Valdecir Carlos Trindade,

O anonimato, segundo consta da política de privacidade do site, é garantido aos comentaristas do forum. Aconselho que o senhor simplesmente leia (ou releia) as regras que aceitou ao fazer seu cadastro no Conjur...

Por outro lado, vale lembrar que anonimato não é sinônimo de "tocaia" (vide dicionário da língua portuguesa).

Aliás, "tocaia" mais parece ser o procedimento policial utilizado para "estourar" a tão discutida rinha de galos justamente quando políticos e figuras de renome nacional lá se encontravam às vésperas d

Comentarista disse:
08 de abril de 2005 às 12:39

Caro Dr. Antonio Carlos Cardoso Rayol,

Quanto ao grande aparato policial utilizado na operação que "estourou" a rinha (com direito a cobertura televisiva, inclusive), não me cabe comentar, pois, embora a quase unanimidade das pessoas tenha achado tal aparato um verdadeiro absurdo e desperdício de tempo e do dinheiro público para o combate de tão "grave" crime, os procedimentos policiais utilizados na ocasião certamente são objetos das sindicâncias que o senhor vem sofrendo. Portanto, cabe a quem julgá-las decidir sobre sua legalidade.

Por outro lado, com relação ao tão combatido "anonimato", lembro novamente que o mesmo é garantido pelo site (vide política de privacidade). Logo, nem vale a pena discutir mais sobre isso.

No entanto, vale lembrar que anonimato não é sinônimo de falta de seriedade (vide dicionário da língua portuguesa). Fosse assim, o que dizer das pessoas que, anonimamente, auxiliam a polícia através do disque-denúncia?

Por fim, posso garantir que não sou o "DUDA" e tampouco alguém a seu soldo. Infelizmente...

É que, nas atuais circunstâncias e ao menos hipoteticamente, confesso que a amizade com o "DUDA" ou alguém do seu círculo de amigos seria muito mais interessante que a amizade com a deputada Zulaiê Cobra e seus companheiros e companheiras do PSDB.

Um grande abraço.

Elaine Paiva disse:
08 de abril de 2005 às 18:16

Boa tarde.

Sou uma pessoa simples, mas de qualquer forma gostaria de colocar algumas questões nessa história da “rinha” ou melhor, do rinheiro “Duda Mendonça”.

Vamos por parte de forma bem primária:

Da Prisão

O Delegado recebe denúncias da existência de uma rinha de galo num “Clube Prive” em Jacarepaguá. Obviamente investiga o assunto, encontra indícios da existência dessa prática ILEGAL contra os animais, vai lá e “estoura” a rinha prendendo entre os participantes o “rinheiro”, o vereador JB e outros participantes. Leva para a polícia Federal, o enquadra em vários artigos “que segundo ele – o Delegado Rayol”, o delegado Chefe responsável pela operação – Lorenzo Pompilio, os agentes e mais os promotores que acompanharam a “operação Rudis”, estariam de acordo com a lei( que até hoje eu não consegui saber se é federal ou estadual), inclusive, trazendo a novidade – dentro do sentimento do trabalho elaborado - de incluir a “formação de quadrilha” nesse caso para no futuro coibir essa prática ilegal em todo o Brasil, ou seja, endurecendo mais a lei.

Do abuso de Poder

Segundo algumas pessoas “entendidas no assunto da lei” o Dr. Antonio Rayol – Delegado da Polícia Federal, Titular da recém criada - Delegacia do Meio Ambiente da DPF não poderia fazer a prisão porque pela lei eleitoral o “rinheiro” não poderia ser preso? é isso?.

Ora, se o delegado estoura a rinha e não os prende o que ele iria dizer para a sociedade? E Se Duda Mendonça fosse de outro partido? Será que o delegado e seus colegas também não iriam responder a sindicâncias – por não prende-los? É é uma decisão muito difícil. E, diga-se de passagem, é preciso ter muita coragem de ir em frente sabendo que sua cabeça ficará a prêmio.

continua...

Elaine Paiva disse:
08 de abril de 2005 às 18:19

Da presença da Mídia

Eu não entendo o por quê das pessoas questionarem a presença da mídia na prisão do “rinheiro” se na operação “Anaconda” foi um festival de Mídia e de Grampos. E o presidente achou normal. Então me leva a crer que não sendo um dos seus, pode tudo? Eu não vi essa mesma “sociedade” que condenou a mídia na presença do “rinheiro” se manifestar na época da “operação Anaconda”

Quanto a Polícia Civil saber ou não da existência das “rinhas”

Claro que sabia, tanto é que tinha entre seus freqüentadores um policial que hoje é Vereador e que até pouco tempo, segundo informações da mídia recebia seu salário como Policial. Talvez, a Polícia Civil não tivesse feito nada por não saber como enquadra-los, assim como o Delegado Rayol pretendiam, ou até mesmo, por não se importarem.

Do Crime

Eu ando um pouco esquecida, por isso, se eu estiver errada nas minhas colocações ou no sentimento do que vou escrever abaixo, me corrijam, por gentileza.

Eu trabalhei em Administração de Shopping (Strep Center – Pequeno Shopping tendo como loja Ancora um Supermercado) E até onde me lembro para o Supermercado sortear um carro ele tinha que obter autorização da Susep (eu acho). No caso da “rinha de galos” se eu não estiver doida, o clube Privê tinha um carro para ser sorteado entre os participantes. Será que não estaria aí cometendo um delito também?

Se “rinha de galos” é crime, assim como, o jogo do bicho, o dinheiro arrecadado não entra na contabilidade financeira do clube. Nota-se claramente sonegação de impostos entre outras questões que eu não posso comentar porque sou leiga, mas creio que se os policiais tivessem dado continuidade ao inquérito junto ao ministério público, muito mais seria apurado.

Ora, tava tudo errado desde da casa até seus participantes que estavam sim, cometendo crimes contra maus tratos aos animais.

continua

Rodrigo Marcio Francisco disse:
08 de abril de 2005 às 18:23

Não tenho nenhuma ligação com ambas as partes nem com o Sr. Duda e nem com Delegado Rayol, porem venho expor minha opinião de forma educada e a que tenho direito como cidadão contribuinte.
Acho um absurdo e uma coincidência incrivel o Delegado Rayol ao longo dos 28 anos de carreira (se não estou enganado), ter a mudança de cargo e ser transferido sem motivo aparente ou motivo torpe como queiram.
Todos nós sabemos que a lei é para todos e a justiça para POUCOS, MUITO POUCOS com toda a certeza o Sr. Duda tem a proteção de alguem que não deixa essa investigação ir mais adiante pois vai saber se o governo não tem o dedo nesse meio.
De qualquer forma pelo que eu li até hoje acredito que foi cometido uma injustiça contra o Delegado Rayol e todos que fizeram parte da operação pois seria humanamente falando impossivel uma pessoa hoje ter um carater e amanhã outro.

Elaine Paiva disse:
08 de abril de 2005 às 18:23

Dos Policiais envolvidos na prisão do “rinheiro”

Não os conheço e não estou defendendo ninguém, até porque não estava lá, entretanto, como cidadã não posso admitir que pessoas que não conhecem os policiais, assim como eu não os conheço, tentem desmoraliza-los. Entre o mocinho e o bandido, eu fico do lado daqueles que a principio estavam cumprindo o seu dever, pelo menos até me provem o contrário.

Das “rinhas de galos, seus fundamentos e conseqüências”.

Quando eu vi pela primeira vez aquela arena da “rinha de galos” me deu um desconforto tão grande que eu comecei a refletir sobre algumas atitudes do ser humano. E vou deixar um comentário bem de “mulherzinha burra” como fui chamada outro dia, mas que se as pessoas refletirem, talvez concordem comigo.

Coloquei-me no lugar do “rinheiro” e tentei visualizar o seu sentimento naquele momento. E percebi que a frustração leva as pessoas a cometer atos perversos.
Se eu não estiver errada, o “rinheiro” há muito tempo utiliza esse “hobby” para descontar nos animais suas frustrações. Eu mudo o meu nome, se a cada perda ou (notória perda) de um contrato, eleição ou qualquer outro projeto, ele não se enfie em uma rinha para ver “o galo” em que apostar fazer aquilo que ele não conseguiu, ou seja, “obter vitória que ele não conseguiu”, só que com um agravante. Vocês entenderam? Ou preciso ser mais clara?
O galo (ou qualquer outro animal) faz aquilo que ele “ainda não tem coragem” ou não consegue fazer que é passar por cima daqueles que ele não conseguiu derrotar. Ou seja, ele transfere sua frustação para esse hobby. É como se alguém tivesse que pagar pelo seu fracasso. Leia-se “ainda” porque quem incentiva um animal - a lutar com outro até sangrar ou quem sabe morrer – um dia pode vir a fazer o mesmo. Agredir e até matar. E isso vale para todos que praticam maus tratos aos animais.

Incluindo no caso das “rinhas de galo” o caso do assassinato da baixada.

Pessoas da mídia e da sociedade estão questionando em sites de que jornalistas estão dando mais ênfase a história das “rinhas de galos” e perseguição do Delegado Rayol e seus colegas do que o crime da Baixada.

Eu tenho um comentário a fazer sobre isso e vou ser repetitiva.

continua

Elaine Paiva disse:
08 de abril de 2005 às 18:25

Há anos atrás os Jornais chamados “sangrentos” gritavam aos quatro ventos a situação dos crimes da baixada e nas favelas, fosse por bandidos, ou por grupos de extermínios e ninguém fez nada. Até que um dia o crime chegou a classe média e começaram a surgir as ong’s, org’s e um monte ‘s que eu estou de saco cheio. Até que chegamos na situação de hoje. E essas mesmas pessoas que fazem esse questionamento, no fundo só falam, pois no fundo não agem para melhorar a nossa cidade e suas dificuldades.

Comentário final:

É um comentário bem particular, mas acho que cabe colocar nesse texto sobre as rinhas.

Eu estou desempregada há três anos e nesse tempo tive a oportunidade de refletir sobre a minha vida e descobri coisas muito interessantes:

Meu pai tem o hábito de ler o jornal dos fundos de nossa casa e depois que eu fiquei desempregada passei a ler o jornal com ele nessa pequena lavanderia.

Um dia lendo um jornal, observei um pássaro marrom bem próximo de mim e achei interessante a presença dele em minha casa. Num outro dia eu vi beija-flores e outros pequenos passarinhos também no nosso quintal. Num outro dia eu observei a presença de um passarinho de peito branco. Resolvi então comentar com meu pai a presença desses pássaros em nosso quintal. E para minha surpresa o meu pai respondeu:- Eles sempre estiveram aqui. O pássaro do peito marrom todos os dias vem aqui (acreditamos que seja mais de um, claro). Os beija-flores e os passarinhos menores (que fazem um barulho danado – só andam em bando) ficam perto da goiabeira.

continua

Elaine Paiva disse:
08 de abril de 2005 às 18:46

Eu fiquei um pouco espantada com a resposta do meu pai porque eu nunca tinha visto esses passaros, ou não tinha olhos para eles.

Dali pra frente comecei a notar que todos os dias a natureza seja através dos pássaros ou de qualquer outra forma, sol, chuva e tudo que tem ligação com a terra nos chama atenção, mas nós, infelizmente, não temos olhos para enxergá-los.

A partir desse momento eu comecei a perceber tudo que se passava a minha volta e cheguei a aquela conclusão que vocês já sabem. Que quem passa o observar o que acontece a sua volta começa perceber – o outro – ou melhor, começa a perceber o próximo. E hoje, sou bem mais feliz do que antes.

Concluindo.

Nessa história da rinha eu cheguei a conclusão de que o ser humano está a cada dia regredindo mais e mais. Tudo está ficando banal e normal. E que é preciso que as pessoas tenham um olhar mais adiante, antes que cheguemos a uma calamidade total.

E o mais importante:

Enquanto a sociedade não parar de olhar para o seu próprio umbigo, o Brasil não vai pra frente.

Sds,

Elaine P@iva

Fiz questão de deixar o comentário nesse espaço também para dizer ao comentarista que concordo com os outros visitantes do site.

Por mais que o site permita a ononimato quando se fala ou se ataca uma pessoa é necessário se identificar. Isso é atitude típica de pessoas inseguras ou que tenha algo a esconder.

As pessoas que se colocam como anônimo muitas vezes são tímidas e não querem chamar a atenção, mas não é o seu caso. Você se coloca como anônimo, mas faz questão de se fazer notar.

Honre aquilo que você tem no meio das pernas(se é que tem, pois seus textos tem alguns traços de escritas femininas) se identifique e coloque suas opiniões, que é sim um direito seu, entretanto até lá eu e outros colegas que frequentam o conjur não iremos levar em consideração suas palavras, mesmo que em algumas colocações você esteja correto.

Sds e Bom final de semana a todos!

Elaine P@iva

Comentarista disse:
08 de abril de 2005 às 20:52

Finalmente algo cômico (ou tragicômico) para refletir durante o final de semana...

Os pássaros cantam, a chuva cai, a noite traz a beleza da lua e o Rio de Janeiro continua sendo a terra de "rosinhas" e "garotinhos", onde mais vale o cantar de um galo que a vida de dezenas de pessoas mortas semanalmente por grupos de extermínio.

Não demora muito e alguém vai querer transformar a rinha de galos em crime hediondo, preconizando a prisão perpétua - quiçá a pena de morte - contra os rinheiros.

Outros vão querer denunciar a Espanha - devido às touradas - perante o Tribunal de Haia, propondo o embargo econômico e o isolamento político do belo país europeu.

Alguns mais abusados vão sugerir que os yankees invadam o Brasil pela prática dos rodeios, eventos milionários que tratam os animais com "mais dignidade" que os pobres galos de briga.

Outros, ainda mais sapientes, vão propor a volta da capital da república para a cidade maravilhosa!

E eu, extremamente inocente, pensava que estávamos no fundo do poço.

Infelizmente, o fundo parece ser um pouco mais embaixo...

Mas como até da lama dos dejetos é possível tirar algum proveito, confesso que tenho algo a esconder sim, a saber: o meu próprio rosto, de vergonha do resto do mundo civilizado por me identificar como um morador de uma republiqueta das bananas, onde algumas pessoas ainda emitem suas opiniões e convicções tendo em vista a sexualidade alheia.

Francamente, não me deprimo por que já me habituei com tais atitudes, que considero pequenas demais para serem sequer comentadas.

Por fim, devo confessar que começo a crer que uma grande amiga, um dia, possa ter tido razão quando disse uma frase -à época - por mim censurada, a saber: "A bestialidade humana não tem limites"!

Com a palavra, as pobres viuvinhas dos galos mortos nas rinhas...

Elaine Paiva disse:
08 de abril de 2005 às 22:12

ah! Eu sabia que vc vinha!! E veio do jeito que eu queria.

Mas eu não vou responder o seu comentário hoje não porque tenho um compromisso.

Até mais....Comentarista.(rs)

Elaine Paiva disse:
13 de abril de 2005 às 22:33

Com a palavra uma mulher madura e que sabe muito bem o que quer, o que fala e acima de tudo se identifica.

Mas antes de continuar meu comentário quero dizer que resolvi lhe dirigir a palavra através de uma letra, e não pelo nome que escolheu para manter seu anonimato. Vou me dirigir a você com a letra T.

Primeiro lugar T, em nenhum momento eu disse que os galos têm mais valor que a vida humana, e sim, que esta situação – como a chacina da baixada - já existe há décadas e nunca se fez nada de efetivo para conter o avanço da criminalidade e muito menos dos grupos de extermínios.

Estou cansada da hipocrisia da sociedade que a cada nova chacina faz movimentos como passeatas e abraços da Paz. Quando se deveria cobrar dos legisladores penas mais duras e uma estrutura decente para os policiais trabalharem.
Enfim, chegamos a essa situação por puro comodismo e por não nos importamos mesmo. Esssa não será a última T, principalmente, se tiver outros motivos além perversidade de homens que se curvaram a ganância e até mesmo pelo simples prazer de matar.

Voltando as "rinhas"

Se você quer saber T por mim todos os galos que fossem apreendidos nas rinhas seriam doados para instituições sérias ou pessoas para matar um pouco da fome desse nosso povo tão miserável. Sabe T, tem muita gente morrendo de fome enquanto ficamos aqui discutindo o óbvio.

Lei é lei, e eu não aceito e não vou aceitar nunca que o poder se oponha a Lei. A lei tem que ser cumprida doa a quem doer.

E só para encerrar o caso das rinhas e aproveitando a frase de sua amiga: ver um bando de pessoas em volta de uma arena babando e gritando enquanto “galos” se atracam até a morte , além de um ato covarde é de uma "A bestialidade humana sem limites"!

Sobre você

Em nenhum momento questionei a sua sexualidade, e sim, comentei que não sabia se o “comentarista” era homem ou mulher (questionando se vc tinha algo no meio das pernas), pois seu jeito de escrever possui traços femininos e eu fiquei em dúvida se a pessoa que se mantém no anonimato era “homem ou mulher”.

Continua...

Elaine Paiva disse:
13 de abril de 2005 às 23:02

Membros como você são muito comuns em comunidades na internet.Identidade anônima, sempre atacando as pessoas que vão contra seus pensamentos e que fica escolhendo sempre o tópico ou notícias de maior notoriedade. Não traga suas frustações para o Conjur T.

O Conjur é uma comunidade onde opiniões claras e bem explicadas são de grande valor para os visitantes. Aprendemos muito aqui no conjur que oferece artigos, notícias e informações de seus membros de forma mais simples dando a oportunidade para que pessoas que não sejam da área possam ter acesso a informações jurídicas de relevância.

Finalizando

Não vou nem comentar a sua gracinha no início de seu “post” porque não perco meu tempo com pessoas que não podem entender determinados assuntos. É uma questão de evolução. È uma questão de entender o que está ao nosso redor, mas vc ainda não pode entender isso. Ainda não está pronto.
Antes de terminar eu gostaria de te dizer o seguinte: Ao contrário do que você pensa, eu votei no candidato Lula. Não que eu goste do PT ou tenha algum partido, mas considerei que ele poderia fazer a diferença. E me arrependo amargamente, pois nada mudou. E pior, nunca pensei que fosse ouvir de pessoas humildes que sonharam uma vida inteira em vê-lo no poder comentarem que não votariam mais nele. O presidente subiu no telhado e esqueceu daquele que o colocou no poder, o Povo.

É uma pena não T? Um presidente que teve uma posse tão bonita! Uma posse que todo presidente de um país democrático gostaria de ter, a cada dia despenca na aceitação do povo e corre o risco de não reeleger. Que pena né T! Eu sinto tanto! É lamentável!

Continua

Elaine Paiva disse:
13 de abril de 2005 às 23:13

Não sou a dona da verdade T, mas posso garantir que você também não é.

T aonde eu vou, mesmo com meus defeitos e qualidades e até com muitos mais defeitos do que qualidades eu sou respeitada, sabe por quê. Porque eu sempre sou Elaine P@iva, até mesmo quando falo ou escrevo coisas como essa abaixo.

Considerando que você não foi elegante comigo no final do seu comentário, eu não tenho obrigação nenhuma de ser elegante com a sua pessoa.

T você não se identifica não é por vergonha de ser morador de uma republiqueta das bananas não, e sim, porque você não tem c-u-l-h-ã-o mesmo.

Quer notoriedade T? Trabalhe. Trabalhe muito quem sabe um dia você consegue.

Adeus T. Boa sorte na sua caminhada.

Elaine P@iva

PS: Se eu fosse vc não responderia mais nessa notícia, pois ela já perdeu sua notoriedade. Espere até a notícia da aprovação do requerimento para que os policiais possam falar tudo o que aconteceu na época da prisão do Sr. Duda Mendonça e também da perseguição que estão sofrendo após esse, digamos, “evento”.

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