Preso romeno processa Deus por não salvá-lo do Diabo

Um preso romeno está processando Deus por falhar em salvá-lo do Diabo. O prisioneiro, chamado Pavel M., acusa Deus de traição, abuso e tráfico de influência, segundo a imprensa local. As informações são do site Espaço Vital.

Segundo a notícia, o homem alega que “o batismo é um contrato entre ele e Deus”. E que Deus teria a obrigação de manter o Diabo longe, assim como os problemas trazidos por ele. A reclamação foi enviada para a Corte de Timisoara, na Romênia, e foi encaminhada para o procurador-geral.

Profissionais do Direito já disseram que o processo será arquivado porque “não é possível chamar Deus para depor”. O romeno cumpre 20 anos de prisão por assassinato. Segundo o preso, Deus mora no céu, mas pode ser representado na Terra pela Igreja Ortodoxa Romena.

Rodolfo Ferroni disse:
20 de outubro de 2005 às 23:24

Neste caso haveria uma carta precatória ou rogatória?
Simplesmente mais um caso para entrar para a famosa coleção de "Pérolas Jurídicas".

Roberto Oliveira disse:
25 de outubro de 2005 às 08:58

Quando se conta certas histórias as pessoas logo pensam que são estórias de pescador, sei também de um fato em que um indivíduo nos EUA, registrou a LUA em cartório, como propriedade sua. Sabemos que cada louco tem sua mania rsss....

Paulo Iff disse:
06 de dezembro de 2005 às 21:42

Interessante que no domingo estive falando na minha classe de Escola Dominical sobre a vontade de Deus. Existe a vontade DECRETIVA onde ele ordena ou decreta tudo que ele decide que tem de acontecer. Existe também a vontade PRECEPTIVA de Deus onde Deus aponta as regras para suas criaturas trilharem (ou não), indicando os deveres que elas tem de cumprir (ou não). Ou seja o que nós devemos fazer, mas nem tudo que Deus requer de nós como norma de vida é cumprido. Portanto se houve uma quebra de contrato sempre foi pelo lado humano, pois no pacto (ou aliança) com os homens, Deus sempre permaneceu fiel no que prometeu.
Desculpem-me se fugi do aspecto jurídico do site, mas quando vi esse tipo de situação vi-me forçado a comentar.
Um abraço para todos

Paulo Iff

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