A frente parlamentar Pelo Direito da Legítima Defesa entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral reclamando do apoio da UNE — União Nacional dos Estudantes à frente Por um Brasil Sem Armas no referendo de 23 de outubro. O relator da representação é o ministro Marcelo Ribeiro.
Os advogados da frente pelo direito de portar armas alegam que a UNE é uma entidade representativa do conjunto dos estudantes das instituições de ensino superior existentes no Brasil e, por isso, não pode tomar partido no referendo. As informações são do TSE.
Eles também sustentam na representação que a legislação eleitoral não permite que entidades de classe que recebem recursos do governo e contribuições de seus membros participem da campanha do referendo.
RP 787
A UNE, para justificar a sua história, jamais poderia apoiar qualquer dos lados antes de consultar suas bases e, principalmente, antes da análise cuidadosa do caso, pois ao que parece, não há relação entre e VIOLÊNCIA e ARMAS LEGAIS mas sim entre CRIME ORGANIZADO+TRÁFICO DE DROGAS+INOPERÂNCIA DO PODER PÚBLICO.
A UNE deve consultar especialistas, pois o estudante brasileiro não deve e não pode ser enganado.
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