Acusado de assaltar Banco Central consegue liberdade

Flávio Augusto Mattiolli, acusado de participação no assalto ao caixa-forte do Banco Central de Fortaleza (CE), conseguiu Habeas Corpus e deve aguardar o processo em liberdade. A decisão é do ministro Paulo Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça.

O crime aconteceu nos dias 6 e 7 de agosto de 2005 e foi o maior assalto a um banco brasileiro. Foram levados cerca de R$ 164 milhões.

O pedido dos advogados de Flávio Augusto se baseou na revogação provisória da prisão preventiva de Marcos Ribeiro Suppi no dia 28 de junho. Suppi também é acusado de participação no assalto, que envolveu ao todo 23 pessoas.

Eles ficarão em liberdade até a apreciação do mérito da questão pelos demais ministros do colegiado.

O relator, ministro Paulo Gallotti, destacou que o STJ concedeu HC a José Charles Machado de Morais e Deusimar Neves Queiroz, também acusados de participação no assalto.

HC 57474

Mauro Garcia disse:
24 de agosto de 2006 às 16:32

Diante da monta do assalto, não deve ser problema custear honorários advocatícios nem corromper autoridades, comprar sentenças, etc. Ou será que o meliante custeia seus patronos com o dinheiro proveniente da venda do imóvel de moradia da genitora viúva e pobre?

Armando do Prado disse:
24 de agosto de 2006 às 16:58

- Ladrão que muito furta é protegido -
É que o sábio, no Brasil, só quer lambança
Onde possa empantufar a larga pança !

Luiz Gama

Rambaldi disse:
25 de agosto de 2006 às 09:02

Verdadeiramente, vergonhoso. Te tanto ver triunfar as nulidades chego a ter vergonha de ser brasileiro. Como já dizia um grande jurista.....

Murassawa disse:
25 de agosto de 2006 às 10:23

A justiça nada mais esta fazendo do que cumprir a lei, pois, não se trata de prisão em flagrante e muito menos foi julgado, portanto, correta a justiça ao libertar, vez que nada mais fez senão cumprir a lei vigente.

CELO disse:
28 de agosto de 2006 às 17:54

Até que se prove o contrário, nada mais justo de solta-lo.O problema não está na justiça e sim na lei.

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