OAB paulista discute Direito Intelectual no jornalismo

Advogados e jornalista se reúnem em agosto para discutir a Propriedade Intelectual e o Jornalista. O debate que será promovido no dia 8, às 19h30, pela Comissão de Propriedade Imaterial da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil.

O evento conta com a participação do advogado Walter Ceneviva, articulista da Folha de S. Paulo; Luis Nassif, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S. Paulo e diretor superintendente da Agência Dinheiro Vivo; Márcio Chaer, diretor da revista Consultor Jurídico; Hélio Gurovitz, diretor de redação da revista Época; e Ana Paula Sousa, da CartaCapital.

Segundo Eliane Abrão, presidente da comissão, o debate busca definir o alcance da propriedade intelectual no exercício do jornalismo e como o profissional da mídia trata o tema. O debate será no Salão nobre da OAB-SP, que fica na Praça da Sé, 685 – São Paulo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.oabsp.org.br.

Lucas disse:
21 de julho de 2006 às 12:43

Prezados,

Não consegui encontrar o link para participar deste evento.

Alguém poderia me enviar no e-mail lucas@trip.com.br

Agradeço.

Att.

Lucas Hernandez do Vale Martins
Advogado
Trip Editora e Propaganda S/A

legalista disse:
22 de julho de 2006 às 21:31

A questão envolvendo o exercício da função de jornalista, merece merece um exame retrospectivo para se entender o objetivo da criação do Diploma.

Sou jornalista desde 1959 quando o jornalismo era exercido sem fins lucrativos. Os proprietários de Jornais tinham lucros sem remunerar os jornalistas que os sustentavam, pois para lidar com as Letras não existe Diploma que capacite, pois essa capacitação nos acompanha desde o útero.

No governo de Juscelino foi criado o diploma de Jornalista como forma de profissionalizar a função, segundo pensaram os intelectuais da época, mas sem o objetivo de policiar a Imprensa, mas mesmo assim, não existia Faculdade de Jornalismo. Foi requerido que os já exerciam a função, apresentassem três publicações como prova do exercio jornalístico.

No governo Militar houve alteração na Lei para redefinir os objetivos. A nossa conclusão é que para ser jornalista não há diploma que possa capacitar, pois isso é nato, exceto no que tange a funções técnicas, mas nem para isso é necessário Diploma Universitário, mas uma capacitação técnica em vista do desenvolvimento tecnológico.
Athaydes

Você precisa estar logado para enviar um comentário.

Leia também