Maluf lidera votação para deputado federal em São Paulo

A Justiça paulista pode ter um ligeiro alívio no volume de processos que a assoberba. É que com a eleição de Paulo Maluf para deputado federal — o candidato mais votado no estado de São paulo até agora — parte de seus processos serão transferidos para Brasília.

Dos processos criminais que enfrenta, o mais sério é o que corre na 4ª Vara da Fazenda Pública, envolvendo as obras da avenida das Águas Espraiadas e as contas do ex-prefeito no exterior. Os processos cíveis, cerca de quarenta, devem ficar em São Paulo. Só há discussão em relação às ações por improbidade administrativa — matéria que o STF ainda discute se cabe foro privilegiado.

Apurados 59% dos votos para deputado federal em São Paulo, o ex-prefeito Paulo Maluf lidera a votação com mais de 400 mil votos. Alvo de uma bateria de processos que questionam a lisura de sua administração como prefeito da capital paulista, Maluf só teve sua candidatura confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral na semana passada

Seguem Maluf na relação dos mais votados em São Paulo, Celso Russomano e o costureiro Clodovil. O campeão de votos das últimas eleições, Enéas Carneiro, aparece em quinto lugar.

Senado colorido

Quem também ressurge politicamente é o ex-presidente Fernando Collor de Mello, que está se elegendo senador por Alagoas. Depois do impeachment e da tentativa frustrada de retomar a carreira política em São Paulo, Collor voltou à sua Alagoas e com 86% dos votos apurados leva uma vantagem de 50 mil votos sobre o segundo colocado, o ex-governador Ronaldo Lessa.

Lu2007 disse:
01 de outubro de 2006 às 21:46

Sem comentários!!!!

Band disse:
01 de outubro de 2006 às 22:09

Infelizmente o eleitorado foi a grande decepção destas eleições. A sua parte indelegável a nenhum poder, de depurar a vida pública, retirando dela pessoas sabidamente envolvidas em escândalos e práticas de corrupção, voltaram pelas mãos do povo! O que é lamentável. O povo dá o recado claro de que não quer mudanças para melhor.

A.G. Moreira disse:
02 de outubro de 2006 às 00:40

Parabéns Dr. Paulo Maluf pela, expressiva VITÓRIA ! ! !

Ningém foi tão açoitado, política e moralmente, como o Sr. tem sido, ao longo de toda a sua vida pública .

O povo paulista, que não é ignorante nem débil mental, elegeu o seu nome, em primeiro lugar, deixando para trás, os "IMPOLUTOS" que sempre lhe acusaram, sem provas .

Aceite as minhas congratulações ! ! !

Band disse:
02 de outubro de 2006 às 08:18

Recado das urnas "Por que e para que cortar na carne se a sociedade absolve a prática malsã?" Paulo Brossard Zero Hora

Grande recado do eleitor que não quer a moralização da coisa Pública. Quem deveria mudar não faz!

João Tavares disse:
02 de outubro de 2006 às 11:04

Parabéns Dr. PAULO MALUF, com 739.827 mil votos, a maior votação para deputado federal no País, o povo de São Paulo se fez presente confirmando "FAÇA JUSTIÇA VOTE MALUF DEP.FEDERAL." Todos sabem que o Sr. tem 39 anos de vocação e experiência na vida pública, sua administração em obras viárias e sociais quer na Capital e no Interior jamais serão esquecida e confirmaram a sua expressiva votação. A mídia e jornalistas partidários, para "falar o menos" subiram no alto do seu pedestal para decretar, sem possibilidade de misericórdia, a morte política(réquiem) do ex-governador e ex-prefeito Paulo Maluf, querendo transformá-lo em político "nanico". Não foi a primeira vez, e certamente não será a última, que a mídia e jornalistas políticos sucumbem à equivocada tentação de reduzir o político mais execrado e "PERSEGUIDO" deste país, ao qual dedicam antipatia pessoal, à condição de cadáver político. Há nessa seara, incontáveis casos de ressureição, que, infelizmente, não foram suficientes para repórters políticos aprenderem que vestir candidatos de seu afeto ou desafeto com as próprias fantasias costuma concretizar fiascos que acompanharão para sempre a biografia dos mesmos. Vou repetir, não existe morte política. Che Ghevara teve sobrevida política depois do seu réquiem. Isto posto, réquiem não significa somente ofício devido aos mortos, mas música triunfal com trombetas e loas à ressureição ou reencarnação política. A historia não muda o que muda são os historiadores. Eleições ganha-se ou perde-se. O povo de São Paulo com expressiva votação de 739.827 votos, fez JUSTIÇA por quê sabe o que PAULO MALUF fez quer na Capital e no Interior. Finalizando, "QUANDO MALUF PERDEU, O POVO TAMBÉM PERDEU" Tenham absoluta certeza que MALUF jamais desapontará todos aqueles que sufragaram o seu nome nas urnas. Paulo Maluf sempre disse "A VERDADEIRA PESQUISA SE FAZ NA URNA!!!"

Richard Smith disse:
02 de outubro de 2006 às 11:24

Calma, "Dr." Paulo:

O que é seu está guardado: uma canequinha de lata, um cobertor, um uniforme laranjinha, duas camnisetas e um tênis prêto.

Virá logo, logo, amigo do dinheiro público.

Band disse:
02 de outubro de 2006 às 11:26

É, pelo jeito se deveriam substituir os tribunais e a polícia pelas urnas. É mais barato e é infalível. Será que Marcola não seria absolvido também? Afinal, a mídia e o MP ficam apenas perseguindo pessoas inocentes!

hammer eduardo disse:
02 de outubro de 2006 às 11:27

Gostaria apenas de saber quantos votos o elemento-turquinho obteve nas urnas do TRE nas Ilhas Jersey no Canal da Mancha a meio caminho da França para a Inglaterra. Segundo o insuspeito pessoal do Ministerio Publico, existiriam naquelas paradisiacas ilhas a pequena montanha de uns 200 milhões de dolares transferidos de bancos suiços e interceptados na passagem por la. Quando o escandalo apareceu foi aquele bafafá mas como sempre, a coisa foi sendo lentamente empurrada para o acostamento em vista da enxurrada de novos escandalos patrocinados pelo PT que pelo visto aprendeu rapidamente com as raposas velhas da politicagem brasileira.
Lamentavelmente parece que uma boa parcela dos paulistas em geral ainda se encosta naquela velha maneira ademarista de pensar no "-rouba mas faz...." , uma pena considerando-se que é o Estado mais rico da Federação. Com essa votação expressiva , seria o caso de tambem deixarmos concorrer no proximo pleito os Senhores Fernandinho Beira Mar e Marcola que por não terem "ainda" bons Advogados, se acham "temporariamente" recolhidos em estabelecimentos de liberdade discutivel. Por essas e outras é que se constata que o Brasileiro medio começa indiscutivelmente a perder o referencial e a votar maciçamente em figurinhas sinistras que deveriam estar hospedadas sim no famoso "Presidente bernardes Hilton" , sem direito a visita intima é claro............Pobre Brasil , o bom e velho Gen.De Gaulle cantou a pedra com mais de 4o anos de adianto no tempo.

Ottoni disse:
02 de outubro de 2006 às 12:08

A Justiça Eleitoral lavrou um tento que nos orgulha internacionalmente.
Resta, agora, ver se a Justiça Comum irá seguir esse exemplo, condenando, com a rapidez aconselhável, os facínoras que conseguiram aproveitar-se da ignorância do povo, reelegendo-se para uma vaga ao abrigo do rigor das leis penais.
A eleição do cômico estilista representa um salutar exemplo eficiente de voto de protesto, que reduziu à sua verdadeira expressão o show de imoralidades que tem nos sido exibido ultimamente.

dss disse:
02 de outubro de 2006 às 13:36

Realmente o povo brasileiro não sabe votar. A eleição destes Srs. Maluf e Collor além dos mensaleiros e sanguessugas é um absurdo. Mostra que o brasileiro realmente não liga para a ética e nem para a honestidade. Na visão destes brasileiros, o que vale é levar vantagem em cima dos outros.

Expectador disse:
02 de outubro de 2006 às 15:01

Lulla, Collor, Maluf, Genoíno, Mentor, Vadão, João Paulo Cunha, Palocci, Berzoini, Waldemar Costa Neto, etc... E não foi só com voto do povo ignorante, não. O Sen. Jefferson Peres tem razão de pegar o boné e ver tudo só de longe. E mais: ainda criticam o Pelé por ter dito que o brasileiro não sabe votar ...

A.G. Moreira disse:
03 de outubro de 2006 às 13:57

VOCÊ SABE O QUE É VOTO DE CABRESTO ? ? ?

VOCÊ ACHA QUE EM SÃO PAULO EXISTE ISSO ? ? ?

VOCÊ COMPARA O SR. PAULO MALUF AOS RESQUÍCIOS DO "CORONELISMO" QUE AINDA EXISTEM NO PAÍS -
(não vou citar nomes nem origens ) ? ? ?

" FALA SÉRIO " ! ! ! ! ! !

Richard Smith disse:
03 de outubro de 2006 às 16:44

Cara Srta. Silvia Bellandi:

Lastimo iformar-lhe que efetivamente não existe cabresto em São Paulo, senão todos os eleitores do Excomungado e os pertencentes ao Partido dos Canalhas já estariam devidamente atrelados às viaturas muar-móveis.

Um abraço.

SALEHTY disse:
03 de outubro de 2006 às 22:44

Inacreditável! E o pior é que, SP, por ser o maior colégio eleitoral, vai acabar elegendo um presidente...

Richard Smith disse:
04 de outubro de 2006 às 11:30

É verdade Salehty:

Um PRESIDENTE!

De verdade.

Após quatro anos desse (des)governo "que aí está".

E depois dizem que Deus não é brasileiro...

Diaz disse:
05 de outubro de 2006 às 12:19

Prezado Richard Smith,
Voce está se excedendo e desrespeitando os leitores do Boletim Conjur. Aliás com este nome, voce quer mais que o nosso país se exploda. Mas não sejamos radicais e preconceituosos, quando vejo que os paulistas elegeram Maluf, Frank Aguiar, Clodovil, eu cada vez mais, concordo com o slogam do TSE - "O Brasil é tão bom quanto o seu voto". Mas não fique desesperado, voce vai acabar enfartado, cuidado.

Richard Smith disse:
05 de outubro de 2006 às 12:43

Caro Sr. Diaz:

Em que pese o presente espaço se destinar ao noticiário jurídico-social e ao seu comentamento, eu não creio estar, face aos graves tempos que estamos atravessando, abusando, nem do prórpio espaço e nem dos nobres comentadores outros.

O que o aborrece, certamente, é o tom que eu emprego nos meus comentários, tom este que eu acho proporcional, repito, à EXTREMA GRAVIDADE da situação política atual. "Para graves doenças, amargos remédios", já diz o vulgo.

Um outra coisa que deve perturbá-lo é o fato de eu chamar "pão" de "pão", "pedra" de "pedra" e "excomungado" de "excomungado". Simples assim.

Será que se eu atacasse com a mesma ferocidade os adversários do Excomungado/Apedeuta o senhro estaria tão aborrecido assim.

No mais é ainda é garantida a livre expressão do pensamento, (por enquanto...), não?!

Por derradeiro: ainda a questão do nome?

Então, meu caro amigo PeTelho, vou repetir aqui, pela terceira vez: sou descendente de irlandeses, coisa que muito me orgulha, apenas menos do que ser Brasileiro, brasileirissimo, paulista e paulistano, wright? Vá com o seu complexo imperialista-capitalista-neoliberal "que-aí-está" para outra freguesia.

Quanto a enfartar, se isso não aconteceu na eleição do Canalha Excomungado em 2.002, não será agora que um excelente candidato será eleito, que isso irá acontecer, certo?

"Menas", amigo, "menas", como diz o seu "Amado Líder"

Um abraço.

Richard Smith disse:
05 de outubro de 2006 às 12:44

p.s. Se você, Diaz, ou algum outro comentador quiser saber o porquê dos epitetos "canalha" e "excomungado" eu gentilmente explicarei.

Bye.

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