Alckmin quer direito de resposta contra Lula

O candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, e a sua coligação querem direito de resposta contra Lula por ele ter afirmado no sábado (21/10), na rádio CBN, que a eleição de seu adversário representaria “a volta de uma minoria” que, segundo ele, “mamou no país por 500 anos”.

A coligação Por Um Brasil Decente (PSDB-PFL) e Alckmin ajuízaram Representação no Tribunal Superior Eleitoral, na tarde da segunda-feira (23). O ministro Marcelo Ribeiro é o relator. Os representantes pedem direito de resposta pelo tempo de um minuto na programação normal da emissora, no mesmo horário de veiculação da ofensa (às 16h20).

A coligação e o candidato destacam o significado da expressão “mamar”. Aduzem que, de acordo com o Dicionário Michaelis da Língua Portuguesa, “mamar”, na acepção utilizada, significa “ter lucros ilícitos”. Acrescentam que a expressão é “altamente injuriosa”.

Segundo os advogados da coligação de Geraldo Alckmin, “na forma como o verbo foi utilizado pelo candidato representado, como notícia, o sentido não pode ser outro que não o da obtenção de vantagens ilícitas da administração pública, de sugar verbas públicas em proveito pessoal, o que tipifica conduta criminosa”.

A ação é fundamentada no artigo 58 e seguintes da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições). Pela legislação, a partir da escolha de candidatos em convenção, “é assegurado o direito de resposta a candidato, partido ou coligação atingidos, ainda que de forma indireta, por conceito, imagem ou afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica, difundidos por qualquer veículo de comunicação social”.

RP 1.309

Roselane disse:
25 de outubro de 2006 às 09:19

Eu não sabia que o PSDB era tão antigo.

Armando do Prado disse:
25 de outubro de 2006 às 09:33

1- Dra. Rose, o psdb não, mas os a maioria dos seus dirigentes são do mesmo DNA dos bandeirantes (os assassinos de índios e negros), dos que assassinaram Tiradentes e de todos os que lotearam a terra brasilis desde 1530.

2- Informação aos tucanos:

Lula 61% Alck 39% (votos válidos)

3- Alck representa um filme que já vimos, apenas que agora seria apenas um governo tecnocrata como na época da ditadura, não teria nem o verniz de cultura do "princípe" FFHH.

Roselane disse:
25 de outubro de 2006 às 09:54

Nesse país não tem direita ou esquerda.
O que tem é um bando de corruptos que se intitulam "políticos" com a finalidade única e exclusiva em se manterem com o dinheiro do povo.
Ora, é duro, olharmos os impostos que nós pagamos,ABSURDAMENTE, e os políticos deitando e rolando com o dinheiro alheio.
VERGONHA NACIONAL.

Embira disse:
25 de outubro de 2006 às 11:03

Diz o dicionário Aurélio: "Mamata: Empresa ou administração pública em que mamam os políticos e funcionários desonestos." A expressão não é injuriosa, já que faz parte do nosso folclore político. Antigo gingle de campanha, não sei se de Jânio ou Ademar, dizia: "E essa turma da mamata, eu mandava plantar batata." A turma da mamata, no Brasil, formou-se desde que Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei pedindo emprego para um parente seu.

Armando do Prado disse:
25 de outubro de 2006 às 11:55

Foram 250 anos de "educação" para que os brancos entendessem que a escravidão era uma coisa boa e abençoada pela religião católica (os pretos não tinham alma). Isso ficou no inconsciente da elite branca (Cláudio Lembo). Daí acharem que o povo tem que ralar, enquanto os "doutores" aproveitam o que tem de "bom na vida", incluindo a Casa Grande, claro. O povão por sua vez entende que os "doutores" e privilegiados "mamam" e que deve ser obra da vontade divina, tal mamação. Daí a necessidade de investirmos fortemente em educação, para desconstruirmos essas perversidades.

Armando do Prado disse:
25 de outubro de 2006 às 12:24

Goro Hama (réu em mais de 80 ações) e o PSDB de Alckmin
25/10

Faltando quatro dias para o segundo turno, a gestão do candidato Geraldo Alckmin (PSDB) no governo de São Paulo sofreu raros e fragmentados ataques no terreno ético. Na matéria "Os escândalos de cada um", o Congresso em Foco mostrou as vulnerabilidades do ex-governador tucano.

No berço moral do PSDB e dos ideais de seu maior líder, a Fundação Mário Covas, que mantém em seus quadros tucanos de alta plumagem, encontra abrigo Goro Hama, tesoureiro de várias campanhas do PSDB, ex-secretário do partido em São Paulo e ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). No site da fundação, Goro Hama é apresentado como o presidente do Conselho Consultivo da entidade, criada em abril de 2001 com doações de R$ 3,5 milhões e réu em mais de 80 ações.

hammer eduardo disse:
25 de outubro de 2006 às 13:48

Realmente a campanha do "cumpanheiru" tem sido um primor de direcionamento às ditas camadas menos favorecidas da População , agora levamos a turma dos Tucanos para uma época proxima ao descobrimento , isto é fantastico!
Infelizmente a imagem de "quinem nois" que o 9 dedos passa , ajuda e muito. Lula foi um fenomeno quando apareceu , hoje ja tem cara de café requentado e aquele papo de comunistoide dos anos 70 ja esta dificil de engolir. A grande verdade é que com amigos no padrão fidel, morales, aquele debiloide da Venezuela e mais FARC , MST e outras imundicies do genero , fica dificil de engolir o "cumpanheiru", isto para não falarmos naquela quadrilha de vagabundos e ladrões que "ele" alçou ao primeiro escalão de seu des-governo para que pudessem saquear a Nação mais confortavelmente. Bandalheiras sempre existiram e sempre vão existir, infelizmente , o problema é o impressionante patamar NUNCA alcançado anteriormente ( Collor de Mello e sua "republica das alagoas" hoje seriam considerados freiras de um convento isolado)e o que é pior, a imunda campanha de "convencimento" em cima da População tentando mostrar que são "praticas corriqueiras e que é assim mesmo". Recontando aquela piada velha mas hoje muito atual , graças ao 9 dedos, consta que no folclore Brasileiro a lamentavel figura do "corno" foi reposicionada pois antigamente ele era sempre o ultimo a saber. Hoje graças ao lula , o corno passou a ser o "penultimo" a saber pois o ultimo passou a ser um privilegio a ser utilizado apenas pelo atual presidente da republica. Pobre Brasil recheado de homunculos e de ceguinhos descolados da realidade.

Armando do Prado disse:
25 de outubro de 2006 às 15:58

25/10/2006 15:45

Domingo, dia 29: o fim da ditadura militar.

O filósofo Marcos Nobre, da Unicamp, em comentário publicado hoje, na Folha, chama a atenção para um acontecimento histórico que emergirá das urnas neste domingo, dia 29: a derrota definitiva da ditadura militar instalada no Brasil em 1964.

Nobre diz, com propriedade: "ditaduras demoram a morrer, mesmo depois que acabam".

Ele aponta o encolhimento (eleitoral e ideológico) do PFL neste pleito, como a pá de cal na esteira rolante responsável por trazer os interesses do regime militar para dentro do ciclo de redemocratização do país.

O PFL foi o núcleo duro da coalisão conservadora que se aclimatou ao ambiente da liberdade para submeter o Brasil a uma ração desconcertante de democracia política com autoritarismo de mercado. O auge do seu êxito - e fracasso para a sociedade - foram os oito anos de FHC.

O resultado desse desencontro entre democracia política e democracia econômica foi a crise de legitimidade do nosso sistema político - cuja reforma deve ser uma prioridade séria do segundo Lula.

A reeleição do presidente permitirá, ademais, consolidar uma ampla aliança de centro-esquerda com o PMDB, que rebaixará a influência do bunker conservador na cena política nacional, representado pela aliança entre PFL/PSDB e, o PPS, de Roberto Freire, recém-convertido ao neoconservadorismo.

Não surpreende, assim, os rumores de que setores PSDB, com o governador eleito José Serra à frente, já ensaiem a busca de novo recorte partidário, que lhes assegure um aggiornamento (atualização) da identidade política, após a implosão do tripé conservador.

Serra sabe que a subordinação a um PSDB desprovido de verniz "moderno", liderado pelo matrimônio entre Alckmin/Tasso e FHC, comprometeria de saída suas pretensões para 2010.

A reeleição de Lula, portanto, poderá não apenas esfarelar a coalisão conservadora hegemônica até há pouco, como tem tudo para inaugurar um novo degrau histórico no ciclo da redemocratização brasileira. Com um arco de alianças mais coerente e progressista no comando do país, a sociedade brasileira poderá finalmente decretar o fim da ditadura também no modelo econômico de desenvolvimento.

Nas próximas horas, os democratas e progressistas de todo o país devem cerrar fileiras para concluir uma tarefa histórica: domingo, dia 29 de outubro, o fim da ditadura militar.

enviada por Zé Dirceu

Richard Smith disse:
25 de outubro de 2006 às 17:02

Quá, quá, quá, quá!

Antes era uma "minoria". Agora são pelo "menas" 40 mil "cumpanhêros" "mamano".

Que serão em breve desratizados!

FORA DELINQÜENTE(S),

ALCKMIN PRESIDENTE!

Richard Smith disse:
25 de outubro de 2006 às 17:05

Ô PeTralha desonesto e mistificador:

Você ainda está "repercutindo" "bulas" papais do homúnculo josé dirceu?

Quá, quá, quá, quá! Não vá se afogar com tanta "sabedoria", hein?!

PeTralhas canalhas (rima ou pleonasmo?)

FORA DELINQÜENTE(S),

ALCKMIN PRESIDENTE!

Richard Smith disse:
25 de outubro de 2006 às 17:10

E mais ainda PeTralha ignorante, se você é paulista, deveria lavar a boca com cândida antes de mencionar, ianda mais para rotular, como soi acontecer com PeTralhas os bandeirantes.

Tenho muita pena dos seus alunos (se de fato os tem).

Você conseguiria imaginar como seria o Brasil hoje (se é que existiria um Brasil) sem os bandeirantes, ignorante?!

FORA DELINQÜENTE(S),

ALCKMIN PREDISENTE!

Richard Smith disse:
25 de outubro de 2006 às 17:18

Ôps, acabei de ler mais uma ignorância lascada do professor PeTralha:

Quer dizer que a Igreja pregava ou admitia que os negros "não tinham" alma?

PROVE ISSO, Mané!

PROVE JÁ! Seu ignorante!

A Igreja SEMPRE se colocou contra a escravidão e a favor da pessoa HUMANA do
escravo, em que pese o modo de produção da época que se baseava na mão-de-obra cativa.

Quanto à educação, quem mais fez por ela do que Anchieta ou o Pe. Manoel da Nóbrega e outros Jesuítas, IGNORANTE!

Sandices desse coturno somente poderiam sair da boca de pessoas que cultuam, com paixão erotica, a pessoa e a candidatura do Canalha Abortista Excomungado, mesmo, e que acham que o País (com letra maiúscula) surgiu e se formou em 2.003)

PROVE!!!

p.s. entre tantos "pronunciamientos" colados do blog do revolucionário de boteco, josé dirceu, não sobrou tempo nenhum para comentar o meu "post" sobre o apoio do Lulla (por isso Excomungado) e do PT ao ABORTO?

Richard Smith disse:
25 de outubro de 2006 às 17:20

Mas PROVE mesmo, não adianta ficar reclamando da minha falta de educação ou do modo com o que eu afronto Petralhas como você!

Armando do Prado disse:
25 de outubro de 2006 às 17:48

DERROTA

Apesar de oficialmente não admitir a derrota de Alckmin, o senador Álvaro Dias sinalizou que está pessimista sobre a "virada" do candidato tucano até o próximo domingo. "Faltou estratégia e comunicação competente", disse.

Para o senador, os marqueteiros deveriam ter deixado Alckmin ter mais autonomia sobre a sua própria campanha. "Quem comandou a campanha foram os marqueteiros", criticou.

Agora o culpado são os marqueteiros!

Armando do Prado disse:
25 de outubro de 2006 às 17:51

Richard, o botucudo:

A hora que v. se der o respeito e deixar de ser desbocado, tentarei manter algum diálogo civilizado com você. Como disse o dr. Felix, aqui mesmo, v. não sabe patavinas, e só impressiona incautos iguais a você.

Robespierre disse:
25 de outubro de 2006 às 18:28

...para o richard, citando o poeta: "quem acha vive se perdendo".

Richard Smith disse:
25 de outubro de 2006 às 20:37

Mau exemplo PeTralha:

O Dr. Soibelman já levou o que a ele cabia.

Quanto a você, é somente a sua falta de argumentos que o fazem responder aos meus questionamentos desta maneira.

Não se esqueça de que já tive bem maior consideração pela sua pessoa, malgrado as suas idiossincrasias. Lembre-se que no começo eu o considerava apenas um PeTelho, inocente útil.

Porém, a sua adesão incondicional à malícia, à desonestidade, á falta de moral e de ética deste governo "que aí está" inclusive com a sua patética campanha "ideológica" de repetição de patacoadas, de slogans vazios, de insultos, de meias-verddes (= inteiras mentiras) e de "noticiosos" altamente isentos e cheios de fundamento e lógica, como o Blog do Tão, o patético Mino Carta e o homúnculo revolucionário de boteco josé dirceu, forçaram-me a apreciar o seu caráter de uma forma diferente, pelas suas demonstrações de desonestidade intelectual e de "babação no ôvo" do Canalha excomungado e de sua quadrilha (no mais amplo e lato sentido).

Para mim você não passa então de um PeTralha como os outros.

Se você considera as suas opiniões dignas de credibilidade, deve estar pronto a defendê-las e sustentá-las como eu faço aqui mesmo neste espaço.

A menos que sejam infantis e vazias, quando bazófias, quando não simplesmente maliciosas mentiras, colocadas "ideológicamente" a serviço da candidatura do Indigno Abortista, como muitos mais o vem fazendo.

Richard Smith disse:
25 de outubro de 2006 às 20:41

E você, PeTralha desonesto e caloteiro, saiba:

Eu não "acho". Eu não tenho "opiniões", eu tenho CONVICÇÕES, fortes, honestas e o mais bem fundamentadas o possível.

Razões pelas quais estou sempre disposto a defendê-las, com a maior paciência e virilidade possíveis e que nunca me vejo "perdido"!

FORA DELINQÜENTE(S)

ALCKMIN PRESIDENTE!

Armando do Prado disse:
26 de outubro de 2006 às 09:31

Richard, o botucudo:

A hora que v. se der o respeito e deixar de ser desbocado, tentarei manter algum diálogo civilizado com você. Como disse o dr. Felix, aqui mesmo, v. não sabe patavinas, e só impressiona incautos iguais a você.

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 10:30

Mau exemplo, PeTralha:

O Dr. Soibelman já levou o que a ele cabia.

Quanto a você, repito: É SOMENTE A SUA FALTA DE ARGUMENTOS QUE O FAZEM RESPONDER AOS MEUS QUESTIONAMENTOS DESTA MANEIRA.

Não se esqueça de que já tive bem maior consideração pela sua pessoa, malgrado as suas idiossincrasias. Lembre-se que no começo eu o considerava apenas um PeTelho, inocente útil.

Porém, a sua ADESÃO INCONDICIONAL À MALÍCIA, À DESONESTIDADE, À FALTA DE MORAL E DE ÉTICA DESTE GOVERNO "QUE AÍ ESTÁ", inclusive com a sua patética campanha "ideológica" de repetição de patacoadas, de slogans vazios, de insultos, de meias-verdades (=inteiras mentiras) e de "noticiosos" altamente isentos e cheios de fundamento e lógica, como o Blog do Tão, o patético Mino Carta e o homúnculo revolucionário de boteco josé dirceu, forçaram-me a apreciar o seu caráter de uma forma diferente, pelas suas demonstrações de desonestidade intelectual e de "babação no ôvo" do Canalha excomungado e de sua quadrilha (no mais amplo e lato sentido).

Para mim você não passa então de um PeTralha como os outros.

SE VOCÊ CONSIDERA AS SUAS OPINIÕES DIGNAS DE CREDIBILIDADE, DEVE ESTAR PRONTO A DEFEDÊ-LAS E SEUSTENTÁ-LAS, COMO EU FAÇO, AQUI MESMO NESTE ESPAÇO.

A MENOS QUE ELAS SEJAM INFANTIS E VAZIAS BAZÓFIAS, QUANDO NÃO, SIMPLESMENTE MALICIOSAS MENTIRAS COLOCADAS "IDEOLOGICAMENTE", A SERVIÇO DA CANDIDATURA DO INDIGNO ABORTISTA, COMO MUITOS MAIS O VEM FAZENDO.

Ou seja, provado ficou que você não tem argumentos, é um falastrão mendaz e malicioso e quando DESAFIADO, corre do pau, sob o argumento de que o outro está sendo "mauzinho", "deseducado", "desbocado", etc.

Desculpa de covarde, falastrão e mau-perdedor!

Com que belo escudeiro "borra-cuecas" conta o Abortista Excomungado, não?

PeTralhas não tem vergonha na cara!

FORA DELINQÜENTE(S)
ALCKMIN PRSIDENTE!

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 10:32

E quanto ao ABORTO, covarde PeTralha, ainda não conseguiu elaborar nenhuma defesa do Canalha Abortista Excomungado?

Vai continuar fazendo "cara de paisagem" e postando cópias do blog do revolucionário de boteco?!

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 12:16

Caros amigos e leitores:

Como o "aparelhamento" deste espaço virou norma entre os PeTralhas, tomo a liberdade de reproduzir abaixo, comentários do Blog "pitacos políticos", para conhecimento e apreciação:

O alto comando da campanha tucana trabalha com dois trackings diários, um do Instituto IPSON, outro do IBOPE. Um deles está dando 7% de vantagem pró-Lula e outro, 12%. Os tucanos, para efeitos externos, trabalham com a média de 9 pontos percentuais de diferença.

Um “general tucano de 3 estrelas” segredou para Pitacos que hoje de tarde, um novo tracking estava dando empate técnico, ou seja, diferença já na margem de erro. Tibério pediu para passarmos o recado tal como ele recebeu. "O sujeito tem credibilidade, não iria me dar este dado à toa", respondeu Tibério quando perguntei mais de uma vez se ele tinha ouvido corretamente.

Este mesmo dirigente passou uma informação bombástica. O tracking petista fecha todo dia às 22h00. Lá pelas 19h00, estava dando uma vantagem pró-Lula abaixo de 10 pontos.

Estes dados confirmam o que nosso marqueteiro nos vem informando. Existe a diferença, é grande, mas não é impossível revertê-la. Até ontem não se estavam detectando mudanças de vento. As informações de hoje começam a apresentar novidades, no sentido de tendências, que apontam discretamente para o crescimento de Geraldo Alckmin. Não há surpresas, pois a definição de votos de parcela decisiva do eleitorado costuma acontecer nos dois ou três dias que antecedem o pleito. César Maia hoje, em seu ex-blog, discute esta questão, indo até mais longe, falando das definições de sábado para domingo. O Prefeito do Rio roga para as classes médias do sul e sudeste não se ausentarem no domingo, pensando que seu voto não significa mais nada.

'Transmita aí um recado para os nossos leitores', gritou Tibério no celular, já rouco. 'A opinião geral dos generais de 3 e 4 estrelas com quem acabei de conversar é a de que nada está decidido'. A opinião unânime, mesmo entre os mais pessimistas, é que a virada ainda é possível."

Pronto, passei o recado tal qual recebi.

FORA DELINQÜENTE(S),

ALCKMIN PRESIDENTE!

Robespierre disse:
26 de outubro de 2006 às 14:09

...smith, já que v. insiste tanto em saber sobre ABORTO, lá vai: o único ABORTO que conheci aqui no conjur é você. richard v. é um ABORTO da natureza.

...todos os tucanos, exceto o aborto richard, são respeitáveis e passíveis de diálogo. o único incauto - lembra-se? - é o aborto richard: mau educado, desbocado, ignorante e que não entende patavinas - lembra-se? - de nada. cada verborragia dele é um voto a menos do geraldinho.

...minhas escusas aos demais tucanos, todos discordantes mas, suficientemente civilizados, para uma discussão sobre assuntos políticos.

...depois do que o aborto richard escreveu e escreve aqui que "parte" o cotrataria para uma perícia e/ou cosultoria? só se quiser perder "de plano"...

richard, o aborto, vou fazer com v. o que as crianças fazem com os chatos de galocha: v. está invisível. gente, o richard, o aborto, está invisível.

...lá vem latidos, grasnidos, ranger de dentes, palavrões de corar seguidores da opus dei, mas ele está invisível...

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 15:44

Ok. PeTralha caloteiro, sua opinião sobre mim eu já sei, mas e sobre o Canalha Abortista Excomungado e Lesa-Pátria, o seu partido e a seu projeto de lei instalando o ABORTO INTEIRAMENTE LIVRE NO PAÍS, hein?

PeTralha canalha e caloteiro (e boquirroto também)

FORA DELINQÜENTE(S),

ALCKMIN PRESIDENTE

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 15:45

p.s. Ficou "nervosa" com a notícia do tracking, hein?!

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 15:49

p.s. Quá, quá, quá, quá!

Como você é infantil PeTralha Caloteiro!

Estou "invisível", é? Bem que você e outros por aqui e no Blog "Eleições 2006" gostariam, né?

Da próxima vez que tal você me chamar de "cara-de-mamão", hein?

E quanto ao ABORTO, PeTralha?

Neca? Nadinha? Nufas?

Quá, quá, quá, quá!

PeTralha canalha (rima ou pleonasmo?)

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 16:42

Ah, e antes que eu me esqueça: é MAL-educado e não MAU-educado.

Você tomou aulas com o professor, PeTralha caloteiro?

No mais, obrigado por você fazer propaganda dos meus serviços profissionais, viu?

E sobre a ligação entre o PT/Canalha Excomungado e Aborto, hein?

Armando do Prado disse:
26 de outubro de 2006 às 17:11

Leia a íntegra da entrevista de Mino Carta:

Paulo Henrique Amorim: Mino, qual é o teu título na revista, é editor-chefe?

Mino Carta: Ah, não. Editor-chefe é uma coisa de americano. Aliás, me revolta. Ainda vou escrever um post sobre isso, sou diretor de Redação. Existem redatores-chefes, secretários de Redação, redatores, repórteres.

Paulo Henrique Amorim: Esse não é o nosso tema!

Mino Carta: Editor-chefe nos Estados Unidos é o mandão supremo. E vamos parar de falar editor-chefe quando queremos dizer redator-chefe. Porque senão confunde e me enche o saco.

Paulo Henrique Amorim: E você é diretor de redação.

Mino Carta: Isso. Em inglês chamam de management editor. Se quisermos chamar de management editor, já que o Brasil copia os Estados Unidos em tudo e por tudo como uma caricatura, então digamos management editor para o redator-chefe. Não é o meu caso. I am the editor. Ponto. Editor in chief é o manda-chuva supremo. Basta, com esse jornalismo de merda.

Paulo Henrique Amorim: Vamos gravar, Mino?

Mino Carta: Vamos.

Paulo Henrique Amorim: Eu vou conversar agora com o Mino Carta, que é diretor de redação da revista Carta Capital. Como vai Mino, tudo bem?

Mino Carta: Vai muito bem, muito bem.

Paulo Henrique Amorim: Mino, você lança amanhã, a partir das bancas de São Paulo, uma edição extra da revista Carta Capital. Não é isso?

Mino Carta: Sim, sim, exatamente.

Paulo Henrique Amorim: Uma edição, portanto, antes da eleição.

Mino Carta: Isso.

Paulo Henrique Amorim: E quais são as atrações dessa edição extra, se podemos antecipar desde hoje, agora.

Mino Carta: Primeiro, a última pesquisa, antes do pleito, da Vox Populi. Inclusive municiada por um brilhante artigo do Marcos Coimbra.

Paulo Henrique Amorim: Muito bem, e você pode nos dizer o que diz essa pesquisa em seus números gerais?

Mino Carta: Olha, em seus números gerais, acho, porque ainda não tive em meu poder os números definitivos, mas ao que tudo indica, 22 pontos acima para o Lula.

Paulo Henrique Amorim: Lula com 22 pontos de diferença.

Mino Carta: É, de diferença.

Paulo Henrique Amorim: E esse artigo do Marcos Coimbra é sobre que tema?

Mino Carta: É sobre toda, a análise dessa pesquisa evidentemente, desse avanço espantoso.

Paulo Henrique Amorim: Você já pode dizer como se explica esse avanço no segundo turno, do Lula?

Mino Carta: Eu posso dizer que... temos aí vários elementos. Eu não sou o Marcos Coimbra, eu quero deixar bem claro.

Paulo Henrique Amorim: Eu sei! Eu quero saber a sua opinião.

Mino Carta: A minha opinião é a seguinte: eu acho que, primeiro, os debates foram enfadonhos. O primeiro não, porque era o primeiro. Mas os demais se repetiram. Além de usar gravata amarela, o candidato Alckmin é muito mauricinho, né, muito lustroso. Não convence. O Lula, naturalmente, tem o apoio de quem se identifica nele. Acho que muita gente que no primeiro turno votou em Heloísa Helena, em Cristovam Buarque etc e tal optou por Lula praticamente porque achou que, afinal, era o melhor candidato entre os dois que se apresentam. Existem outras inúmeras razões. A tramóia da mídia, a tentativa desesperada da mídia de criar problemas...

Paulo Henrique Amorim: No primeiro turno.

Mino Carta: No primeiro turno, acaba sendo desmascarada, né. Então, isso contribuiu, eu acho que contribuiu bastante. Eu acho que convinha uma reflexão mais séria à mídia nativa.

Paulo Henrique Amorim: Você acha que a oposição menosprezou a capacidade do Lula de se safar do debate na televisão.

Mino Carta: Não... Eu acho que talvez sim. Eles sempre acham que o Lula vai tropeçar na sintaxe, essas coisas. Mas eu acho que, no fundo, eles começaram a ficar apavorados depois do primeiro debate. Tentaram vender a idéia de que o Alckmin tinha ganhado o primeiro debate, e olha, fui um dos poucos que disse: “não, o Lula ganhou já o primeiro debate”. O Lula sabe rir. Ele ri, ele sorri. O outro não, é uma pedra. Me lembra muito Buster Keaton nas suas melhores interpretações. E ele fala, fala, repete as mesmas coisas, fala de uma forma empolada, né. Agora, nessa próxima edição tem também um debate do Raimundo, o que posso dizer sobre isso sobre o famoso procurador Avelar.

Paulo Henrique Amorim: Ah, é? O Raimundo Rodrigues Pereira fala numa reportagem sobre o Avelar?

Mino Carta: É, uma reportagem-debate.

Paulo Henrique Amorim: Como assim?

Mino Carta: Um debate, ele contra o Avelar. É muito interessante. Lembramos que o Avelar é o homem do caso Lunus, né?

Paulo Henrique Amorim: Sim. Caso Lunus e agora do caso Íbis.

Mino Carta: Sim, claro.

Paulo Henrique Amorim: E o que você poderia nos dizer para nos preparar sobre esta reportagem-debate do Raimundo?

Mino Carta: Vai ser “desopinante”, “desopinante” do fígado, como se dizia em outros tempos. Quando um dos caras agarrava um lóbulo do ouvido e dizia “é da pontinha”...

Paulo Henrique Amorim: Mino, e qual é o tema da sua carta do editor?

Mino Carta: Eu evoco as vezes em que estive com o Raimundo, a começar pela reportagem sobre a tortura, de 1969, na revista Veja, que se seguia à escolha feita nos altos escalões militares, seguida pela aprovação do Congresso. Aquela pantomima que chamavam eleição. Já estávamos nessa. Conto a história daquela memorável reportagem. Depois falo de um debate no teatro Ruth Escobar que foi proibido inicialmente e acabou indo ao ar, muito interessante, sobre mídia, em 76. Havia inclusive na platéia um jovem Luis Nassif, que interpelou asperamente Ruy Mesquita. E depois ele chegou aos dias de hoje.

Paulo Henrique Amorim: E de certa maneira ele enfrenta e ganha do assim chamado Ali Kamel, o chamado Ratzinger da Globo?

Mino Carta: Certamente.

Paulo Henrique Amorim: Ou ex-Ratzinger, não se sabe...

Mino Carta: Não se sabe como vai acabar, se vão lhe comer o crânio, como fez o conde Gulino na prisão de Pisa.

Paulo Henrique Amorim: Você se refere certamente à Divina Comédia.

Mino Carta: Eu soube que você escreve sobre a Ilíada.

Paulo Henrique Amorim: Não, mas este não é o assunto (risos). Então quer dizer que a edição chega amanhã às bancas?

Mino Carta: Isso.

Paulo Henrique Amorim: E você fará uma edição após a eleição?

Mino Carta: Faremos uma espécie de resumo das reportagens anteriores e estamos apresentando as reações da imprensa, inclusive dos que nos ofendem. Não sei por que nos ofendem, não precisa ofender. Diga que você tem outra opinião, tudo bem. Nós não queremos somente dar uma opinião, queremos informar corretamente, só isso. Nós partimos de um princípio: eu, você, Raimundo. Não estamos tomando partido de ninguém, de quem quer que seja. Jornalismo se pratica assim. E eles não sabem. O jornalismo nesse país é ridículo.

Paulo Henrique Amorim: Você fará outra edição da Carta Capital logo após a eleição ou não?

Mino Carta: Não, esse é um extra. O próximo sai na segunda-feira, porque não podemos sair na sexta, dizendo o quê?

Paulo Henrique Amorim: E você não tem ainda o título da capa?

Mino Carta: Ah, sim.

Paulo Henrique Amorim: Sim?

Mino Carta: Sim, não tenho.

Paulo Henrique Amorim: Porque você sabe que agora o Fernando Henrique introduziu essa questão, né? Quando ele fala “não” ele diz “sim”, porque depois do “não” vem a virgula.

Mino Carta: Sim, é como a Sibilla de Cuma, né? Quando ele dizia “ibis, redibis, non morieris (o peribis) in bello”. E aí o cara morria e ele dizia não, não, peraí, eu não disse “ibis, redibis, non morieris (o peribis) in bello”. Eu disse “ibis, redibis non, morieris (o peribis) in bello”.

Paulo Henrique Amorim: É isso, agora entendi o Fernando Henrique (risos).

Mino Carta: Viu, você não lê os meus “posts”. Aliás, você não sabe como me alegra escrever um “post”... essa palavra me deixa com arrepios na coluna...

Paulo Henrique Amorim: Tá bom, Mino.... (risos)

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 21:28

mino carta e Paulo Henrique Amorim!

Uau! Que dupla!

Estou arrepiado até agora de tanta e isenta sabedoria da qual fruí.

Vá se coçar PeTralha e pare de ficar postando "recortes" de sites alheios!

Você não tem nenhum tipo de opinião própria, PeTralha mistificador?

FORA DELINQÜENTE(S),

ALCKMIN PRESIDENTE!

Richard Smith disse:
26 de outubro de 2006 às 21:30

E quanto ao incentivo do Canalha Abortista Excomungado e do seu partido ao ABORTO, PeTralha "borra-cuecas", não conseguiu encontrar nenhuma justificativa até agora?

Não conseguiram te indicar nehum site de onde você pudesse recortar alguma desculpa bem furada?

Bira disse:
27 de outubro de 2006 às 08:23

Alguém reconhece o lula atual?
Rememorem as declarações de 1989, 1993, 1997 e 2002.
Leia e raciocine antes de votar por favor.
Quem falta com a verdade?.

Sérgio Paganotto disse:
27 de outubro de 2006 às 10:08

"MAMAR" ? NÃO NUNCA... ATÉ PARECE... "ELES" NUNCA MAMARAM... COMERAM MESMO OS BENS PÚBLICOS... ENRIQUECER ILICITAMENTE ? TAMBPEM NÃO... PSDB - Partido dos SANTOS Democratas Brasileiros

Richard Smith disse:
27 de outubro de 2006 às 10:14

Sérgio Paganotto:

Santo, mas santo mesmo, é o Abortista Excomungado.

Ele é tão santo, mas tão santo, que Deus deveria levá-lo o mais rápido possível, a fim de que elle, "lá do alto" pudesse velar melhor pelos destinos da Nação.

Todos de joelhos, oremos...

Richard Smith disse:
28 de outubro de 2006 às 17:15

Professor, PeTralha fujão e "borra-cuecas", você já conseguiu responder ao meu DESAFIO e provar as sandices que você escreveu outro dia contra a Igreja Católica? Ou vai continuar fugindo?

E sobre o apoio do Canalha Abortista Excomungado e o seu partido ao ABORTO, já achou algum "textozinho" do dirceu, do tão, do mino carta para tentar arrumar alguma desculpa esfarrapada?

PeTralha canalha (rima ou pleonasmo?)

FORA DELINQÜENTE(S),

ALCKMIN PRESIDENTE!

À VITÓRIA!!!

Pirim disse:
29 de outubro de 2006 às 10:51

PIOR QUE O LULA ESTÁ CERTISSIMO! SÃO AS CHAMADAS OLIGARQUIAS, FORÇAS ATRASOS E QUE ENTREGOU O PAIS QUASE TODO PARA OS BANQUEIROS E MULTINACIAS A PREÇO DE BANANA E SUMIRAM COM A GRANA!!!!

Richard Smith disse:
30 de outubro de 2006 às 16:56

Para leitura e meditação:

"A MAIORIA SE TORNOU CÚMPLICE DE LULA

Está aí o resultado das urnas, confirmando as pesquisas de opinião. Há vários textos da mídia tratando da divisão do Brasil. Olhando secamente a porcentagem dos dois candidatos, pode-se indagar: mas que divisão? Trata-se de quase dois terços de Lula contra pouco mais de um terço de Alckmin. A maioria é muito convincente. É verdade. Mas, hoje, são grupos que se mostram inconciliáveis. A tarefa de Lula não será fácil. Especialmente porque a força que dividiu o Brasil tem uma feição inequívoca: VALORES ÉTICOS E VALORES MORAIS.

Sim, é verdade que a campanha do PT fez o Brasil regredir uma década no debate sobre as privatizações, por exemplo. Faça-se agora uma pesquisa, e se vai constatar que a maioria dos brasileiros não só é contrária à privatização da Petrobras — sem ter a menor noção do que isso significaria — como certamente se opõe à privatização já havida da Telebrás: e, pior nesse caso, porque tendo não a noção, mas a experiência do que ela significou: praticamente a universalização do telefone, celular ou fixo. Mesmo assim, a onda terrorista criada pelo PT pegou. Mas ela apenas serviu para referendar uma escolha que já estava clara no primeiro turno — e que, na verdade, marcou as pesquisas desde que Alckmin foi escolhido candidato: a maioria preferia Lula.

E sempre preferiu a despeito das evidências de corrupção em seu governo. Existe, sim, uma divisão no país, mas ela é menos de intenção e de propósitos do que propriamente de apreço por alguns valores. Quando brinquei no blog que queria uma 'democracia sem povo', alguns bobalhões me tomaram a sério. Queria chamar a atenção para o fato de que está dando 'Lula de novo com a culpa do povo'. O que isso significa?

Certamente compõem uma percentagem desprezível do eleitorado os que IGNORAM as evidências de corrupção contra o governo Lula. Não são acusações corriqueiras. Pergunta-se por aí muitas vezes: 'Qual a diferença entre o que acontece agora e o que acontecia antes, nos outros governos'? É enorme. Trata-se da distância entre a parteira e o obstetra, entre o batedor de carteira e o mafioso. Estamos falando de PROFISSIONALIZAÇÃO E MÉTODO no assalto ao Estado.

Mas não é só isso: essa expertise que foi sendo adquirida está a serviço, também, da construção de um projeto de poder — e, disso, com efeito, o tal 'povo' não tem a menor noção. Tal conhecimento é privativo das elites políticas. E, ainda assim, são poucos os que reconhecem que um partido está tentando mudar a natureza da democracia brasileira. Acate-se, para a grande votação que Lula teve, a justificativa que se quiser — e vou abordar em outro texto a questão econômica, o Bolsa Família, os erros da oposição —, uma coisa, no entanto, é certa: pobre, rico ou remediado, quem votou em Lula disse 'sim' ao padrão ético do seu governo.

Quando falo em 'culpa do povo', faço-o porque tenho o mau hábito (para os demagogos de plantão) de não tomar a maioria dos brasileiros por inimputáveis. Todos sabiam muito bem o que estavam fazendo. A MAIORIA DO ELEITORA SE TORNOU CUMPLICE DO GOVERNO, ESCOLHENDO O SEU DESTINO. Se eu considerasse esse povo inocente, movido pelo estômago, defenderia que fosse proibido de votar. Não! O povo é maior de idade."

do Blog de REINALDO AZEVEDO

(todos os grifos são meus)

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