“Se houve qualquer abuso, os jornalistas devem encaminhar uma representação ao Ministério da Justiça e eu mesmo acompanharei a apuração do caso. A liberdade de imprensa é uma das prioridades do governo Lula.” A declaração é do ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, a respeito da tentativa de intimidação da Polícia Federal contra jornalistas da revista Veja.
“A liberdade de imprensa é uma conquista que não está mais em discussão, afirmou o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, José Renato Nalini, sobre o episódio. Para o desembargador, “fatos como esse criam uma sensação de desconforto que acreditávamos que já faziam parte do nosso passado. É um retrocesso que não podemos admitir”.
Três jornalistas da Veja prestaram depoimento na sede da Polícia Federal, em São Paulo, nesta terça-feira (31/10). Júlia Duailibi, Camila Pereira e Marcelo Carneiro foram intimados a depor numa suposta investigação sobre o vazamento de informações a respeito do encontro de dois personagens do dossiê-gate, Freud Godoy e Gedimar Passos, nas dependências da PF.
Os jornalistas são autores de reportagem que demonstra a tentativa da Polícia Federal de excluir o ex-assessor da presidência Freud Godoy das investigações em torno da tentativa de compra por militantes petistas do dossiê para comprometer candidatos do PSDB no escândalo dos sanguessugas.
Em nota publicada no site da revista na internet afirma-se que “para surpresa dos repórteres sua inquirição se deu não na qualidade de testemunhas, mas de suspeitos. O relato dos repórteres e da advogada que os acompanhou deixa claro, no entanto, que foram cometidos abusos, constrangimentos e ameaças em um claro e inaceitável ataque à liberdade de expressão garantida na Constituição”.
O delegado Moysés Eduardo Ferreira, que tomou o depoimento dos jornalistas, teria garantido que a reportagem é uma falácia. O delegado perguntou quem era o editor da revista, porque ela publicou a reportagem e quem pagou pela publicação. Perguntou também se o editor era ligado a algum partido político. Também teria conduzido o interrogatório para temas não relacionados ao motivo da intimação.
Os jornalistas esperaram por mais de duas horas e seus advogados foram proibidos de se manifestar. Para eles, o clima era de intimidação.
Em nota encaminhada ao chefe da Polícia Federal em São Paulo, Severino Alexandre de Andrade Melo, o delegado Moyses Eduardo Ferreira relata o que aconteceu no depoimento mas nega abusos. Segundo ele, “os três jornalistas ouvidos nesta manhã foram tratados com toda a cortesia e urbanidade possíveis, sendo indagados somente sobre suas participações na reportagem”.
Para o advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira, especialista em Direito de Imprensa, “o jornalista não pode ser constrangido a falar, por causa do sigilo da fonte, garantido pela Constituição Federal e pela Lei de Imprensa. Seu silêncio não pode sofrer nenhuma penalidade”. Com ele concorda Luiz Camargo de Aranha Neto: “O jornalista pode optar por colaborar com as apurações ou preservar o direito do sigilo da fonte”.
Armando Rodrigues Coelho Neto, presidente da Federação Nacional dos Delegados de Polícia, diz que “não há ilegalidade em chamar jornalistas para depor. Ele pode até alegar o sigilo de fonte, mas é ato legal intimá-lo. Além de tudo, é uma pessoa detentora de informação”.
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Roberto Busato, condenou a tentativa de intimidaçãpo. “O comportamento do delegado, pelo relato dos jornalistas, foi inaceitável dentro de um Estado democrático e quando estamos saindo de uma eleição. Nós, da OAB, temos denunciado constantemente estes meios truculentos utilizados às vezes a Polícia Federal contra jornalistas e também contra advogados, enfim, contra os cidadãos brasileiros”, criticou. Busato fez as declarações após abertura do 50º Congresso Nacional da União Internacional dos Advogados, em Salvador.
Desde os primeiros momentos desta investigação, este site tem noticiado que um setor da Polícia Federal tentou ocultar fatos que comprometam os patrôes da Polícia Federal. Por outro lado, enquanto a população demonstrou absorver as condutas eleitorais petistas, em detrimento da lei, mesmo com a discordância da grande imprensa, a ministra Dilma Rousseff já marcou encontros conciliatórios com a direção da Rede Globo e da revista Veja.
Liberdade de imprensa é básico no Estado Democrático de Direito.Ainda que não concorde com a linha editorial da VEJA, devemos garantir a liberdade de imprensa. É óbvio que o delegado tem o direito de intimar um jornalista mas este pode alegar sigilo da fonte.Aconselho aos leitores do CONJUR a leitura da VEJA, na íntegra.Espero que o MJ Márcio Thomaz Bastos seja mais REPUBLICANO do que nunca.
correção....a leitura da reportagem do caso na VEJA, no site....
O que é isso minha gente! Por que tanto espanto? Isso é normal, só que pegou os importantões, os intelectuaizões acostumados a mandar em tudo, criticar, julgar e crucificar os "resto". É isso aí, fica fazendo assessoria de imprensa para polícia, fica pagando furo, fazendo fuxico e acobertando arbitrariedades. Até que deram sorte!.
Cadê o Sindicato dois Jornalistas, a Fenaj, a API, a ABI ? Onde estão as nossas associações de classe, cujas anuidades pagamos? Quem defende os jornalistas deste país? Os nossos colegas jornalistas precisam ser desagravados. Liberdade de imprensa é tão ou mais importante do que as prerrogativas dos Advogados! Jornalistas do Brasil: uní-vos! Se houve abuso de direito, vamos à Justiça!
Passados alguns dias da eleição, os grandes democratas petralhas já começam a mostrar suas garras. Tentaram emplacar o Conselho Nacional de Jornalismo, mas houve reação e o projeto foi abortado. Depois, por intermédio da Federação Nacional dos Jornalistas - que não representa os jornalistas, mas os interesses dos petralhas -, propuseram a "regulamentação" de atividades jornalísticas. Agora, já falam em "democratização dos meios de comunicação" e em "refundação das relações com a mídia".
Essa petralhada não se emenda mesmo. Quer calar todos que contrariam seus interesses.
A conduta da Polícia Federal no caso do falso dossiê é, no mínimo, patética. O delegado, em cumprimento a uma norma administrativa, mostra as fotos do dinheiro e passa a ser objeto de inquérito. Quem devia estar sendo investigado é o ministro Thomás Bastos.
Mas a Justiça é cega e sua balança é justa e sua espada é longa.
Aliás, para quem ainda não sabe, o colaborador de Cartilha Capital, EMIR SADER, acabou de ser condenado por injúria, por atentar contra a honra do Senador Bornhausen. EMIR, agora, passa a ser ex-professor de faculdade pública (perda da função), além, é claro de ter de prestar serviços à comunidade. Parabéns ao corajoso magistrado.
E o Ministro da Justiça é um Advogado, inagine se não fosse!!! Lamentável, e vem mais por aí, é só esperar.
A liberdade de imprensa há de ser respeitada, porém, não podem os jornalistas, sem apresentarem provas, saírem atirando a torto e a direito contra pessoas, sem que nenhuma responsabilidade lhes sejam cobradas. Tenho lido a Veja e constato que a mesma é absolutamente contrária ao governo Lula,inclusive tratando o Presidente da República como se fosse um reles marginal. Fez denúncias até agora não provadas sobre o ingresso de recursos de Cuba na campanha do partido do presidente e por aí segue em trilha de denuncismo barato, isto porque em muitos artigos afirma uma coisa e no mesmo texto desmente o afirmado, para evitar punição pela Lei de Imprensa. A Veja se tornou hoje o maior exemplo de imprensa marron em atuação no país. Quanto à oitiva dos jornalistas, segundo consta, estariam presentes sua advogada e um procuradora da república. Sendo assim, ao invés de meras reclamações, esclarecessem o que efetivamente ocorreu, para que a sociedade possa realmente fazer um juízo com isenção da atuação do Delegado Federal. Pelo que tenho tomado conhecimento ultimamente, somente tenho podido elogiar a atuação da Polícia Federal.
A Veja continua seu destino de autodestruicao. Nenhum leitor consciente politicamente deixa de ver a manipulacao odiosa praticada pela revista nesta ultima eleição. O ato final foi a capa com o candidato Alckmin, colocada em posters em todo o Brasil, e prontamente condenada pelo TSE, que a obrigou a retirar tal afronta. O poder do dinheiro tentando influenciar uma eleiçao das mais democraticas que tivemos. Saudade do Collor? saudade da escola de Brasilia, quando acabaram com a reputacao de pessoas? Depois ficam brigando na justiça anos e anos, sem que os que foram destruidos pela infamia, consigam se reerguer ou receber os justos prejuizos.
Esta manipulação devera ser apurada, com todo o rigor, para o bem da democracia e do amadurecimento politico do país.
é só o começo...
Eu avisei, amigo Professor Manuel, eu avisei...
Eu bem que disse que era melhor gastar suor e saliva antes, do que lágrimas e sangue depois!
Agora é hora da alternatva restante!
Um abraço.
Alías, por pertinente, observem a notícia abaixo:
"Jovens são presos em BH por distribuirem folhetos ligando Lula ao aborto
Ontem, dia 26 de outubro, foram presos dois jovens, José Geraldo, estudante de medicina, e Antônio Dias, em Belo Horizonte, por distribuírem folhetos contra a descriminalização do aborto incluída no programa do governo Lula.
A campanha ocorria pacificamente na praça da Boa Viagem quando, a mando de petistas, policiais levaram presos dois dos jovens que manifestavam.
O folheto distribuído dizia "Não vote em Lula, vote pela Vida!", trazendo a moção pela descriminalização do aborto, feita no site do PT, juntamente com fragmentos dos sites da Canção Nova e da CNBB mostrando que Lula quer aprovar o aborto.
Mais uma vez o PT e seus seguidores mostraram suas garras autoritárias. Parece que o direito a expressão só existe quando do PT é oposição.
Se quiserem prestar solidariedade a um dos manifestantes perseguido pelos petistas, Sérgio, economista pela UFRJ, o perfil dele no orkut é: www.orkut.com/Profile.aspx?uid=15176399109520618247.
Sérgio que não chegou a ser preso ajudou a providenciar a libertação dos amigos, o que ocorreu no final da tarde do mesmo dia.
O que a Revista Veja escreve não pode ser levado em conta. Um órgão de comunicação razoavelmente série, independente e ético jamais teria o comportamento desse períodico.
As urnas falaram alto. O povo votou em um projeto político. De nada valeu os meios de comunicação criarem situações em favor de um candidato. Na PB o candidato do PSDB jogou mais de 300mil pela janela de um prédio para livrar o flagrante. Nenhuma linha do fato ,a Folha de SP, no Globo, Estadão etc. Agora falam que Lula venceu por carisma. Nada disso. A vitória foi de um projeto político que repudiou as privatizações, a exclusão social, a mentira e a ALCA. Democracia é isso. Quem vence governa, quem perde reclama. Essa Revista vai quebrar por má administração.
Fidel, aqui vamos nós!
Será que o Márcio tomaz Bastos pretende ressuscitar o DOPS e o DOI-CODI?
Pela questão legal, os repórteres não estavam ali para serem indagados da linha editorial (que é comum a qualquer órgão de imprensa - v.g. os 'jornais' e revistas de determinados partidos).
Constitui sim, uma arbitrariedade a 'linha' argumentativa da PF, vez esse órgão não pode ter ideologia, questionando a postura política de quem quer que seja, pois a mesma não é polícia política (pelo menos é o que imagino).
Que venham os DOPTS, DOI-RED e AI-13. Lembrem-se que qualquer escandalo envolvendo o governo não pode ser divulgado, outrossim é midia marrom, tabloides e a origem do dinheiro ninguémesabe e isso deve ser considerado normal "nestepaiz".
A tal de liberdade de imprensa, quando mal utilizada, como o caso da Veja, não pode ser desculpa pros jornalistas caluniarem, difamarem e injuriarem como fizeram durante todo esse tempo. Fere também a presunção de inocência dos supostos envolvidos. Quem é que prova que a fonte preservada é verdadeira? Que democracia é essa? Só vale pra imprensa?
Infelizmente, alguns setores da polícia, estadual ou federal, adoram usar da truculência e da intimidação contra a "clientela", pois parece que isso alimenta o ego corporativo... e isso acontece diariamente.
No caso, independentemente de ser a VEJA ou não, o fato veio à tona e ganhou repercussão, reiterando que isso acontece diariamente!
Ao que parece, existem "autoridades" que têm enormes saudades da época que era possível colocar o investigado no pau-de-arara, aplicar-lhe choques elétricos, surra-lo... e fazer todas essas coisas "gostosas" que o poder lhes permitia impunemente.
Ora, se não há respeito aos direitos e garantias ditos fundamentais, despiciendo dizer que o EOAB para tais pessoas não serve nem para limpar... as vidraças.
Correta a posição da OAB que tem feito um esforço enorme para coibir abusos e garantir a nós, Advogados, as prerrogatiovas e aos "acusados" o direito de defender-se dos arroubos do estado.
O Conjur permite que os leitores possam fazer seu comentários, isso é muito bom. Com relação ao tema, na atualidade chamar a veja de órgão informador é o mesmo que dizer que o Lula não é o Presidente do Brasil. Senhores eu fui por muito tempo assinante daquela revista, porém, quando notei que ela deixou de ser uma revista séria, independente e imparcial, usei meu direito de cancelar a assinatura. Sendo isso o que rogo a todos os leitores daquela malsinada revista. Ela passou a ser uma acabadora de vidas, pois, já levou gente demais para a sergeta, com reportagens mentirosas e quando deveria fazer a retração do mesmo jeito que acusou, fazia umas poucas linhas sem qualquer destaque. Na atualidade se existe um órgão que deve ser respeitado, chama-se POLÍCIA FEDERAL, como também um que não merece mais, refiro-me a revista "veja". Por isso ela está condenada a falência por falta de leitores, já que ninguem de sâ conciência acredita mais nela.
O Conjur permite que os leitores possam fazer seus comentários, isso é muito bom. Com relação ao tema, na atualidade chamar a veja de órgão informador é o mesmo que dizer que o Lula não é o Presidente do Brasil. Senhores eu fui por muito tempo assinante daquela revista, porém, quando notei que ela deixou de ser uma revista séria, independente e imparcial, usei meu direito de cancelar a assinatura. Sendo isso o que rogo a todos os leitores daquela malsinada revista. Ela passou a ser uma acabadora de vidas, pois, já levou gente demais para a sergeta, com reportagens mentirosas e quando deveria fazer a retratação do mesmo jeito que acusou, fazia umas poucas linhas sem qualquer destaque. Na atualidade se existe um órgão que deve ser respeitado, chama-se POLÍCIA FEDERAL, como também um que não merece mais, refiro-me a revista "veja". Por isso ela está condenada a falência por falta de leitores, já que ninguem de sâ conciência acredita mais nela.
Pessoal, funciona assim; esta revistinha quer dinheiro, como não tem, tenta de tudo para atacar o governo, não precisamos nem falar da parcialidade jornalistica antes da eleição... né !!!?.
Aqui no Paraná, a imprensa tambem foi imparcial e fizeram de tudo contra a canditatura do Governador Requião, bom, depois de perderem as eleições, queriam que o governador fosse cordial com eles, mas o que aconteceu foi bem diferente, o Requião que é "fodão", fez o que a maioria da população gostaria de ter feito, mandou eles literalmente a merda, e salientou que o compromisso dele é com o povo, não com a imprensa ditatorial de um grupo que manda na politica paranaense a séculos.
A T E N Ç Ã O :
Observe-se muito bem o viés de diversos comentários feitos aqui nestes espaço e a respeito do episódio dos repórteres da Veja!
São impressionantes!
Advogam a adoção de quaisquer medidas, por mais autoritárias e anti-democráticas que sejam contra "esta revista que aí está" e que ousou "difamar" o nosso (seu) amado presidente!
É o totalitarismo puro!
Ainda que a Veja praticasse o jornalismo marrom mais execrável, à la Samuel Wainer ("Ultima Hora") e outros, não se poderia jamais utilizar o aparato policial para intimidar repórteres.
Para quem não acompanhou o caso, o delegado mauro chegou a dizer à repórter: "se você ficou aqui duas horas, o seu chefe vai ficar quatro".
A advogada que os acompanhava não pode intervir no "depoimento" de seus constituintes (ALÔÔÔ OAB?!) e os repórteres só foram "liberados", depois de Fernando Henrique e Tasso Geraissati terem ligado para marcio thomaz bastos ameaçando irem até o local acompnahar os "depoimentos" com a imprensa estrangeira (bunda-moles, eu teria ido e não avisado)!
E isso só com dois dias de eleito, hein?
Duas pequenas correções:
a) O nome do delegado é moysés e não marcos;
b) a OAB já se pronunciou à respeito do fato GRAVÍSSIMO.
O presidente nacional da OAB Dr. Busato disse que o fato era gravissimo e que
"o comportamento do delegado da Polícia, pelo relato dos jornalistas, foi inaceitável dentro de um Estado democrático e quando estamos saindo de uma eleição. Nós, da OAB, temos denunciado constantemente esses meios truculentos utilizados às vezes pela Polícia Federal contra jornalistas e também contra advogados, enfim, contra os cidadãos brasileiros" dizendo também mais adiante, enquanto cobrava providências urgentes de marcio thomaz bastos para apurar o incidente: "A liberdade de imprensa deve ser preservada, pois esse é um ícone do estado democrático de direito e não pode de forma nenhuma ser arranhado".
Muito pior no entanto, fez o presidente da Federação Nacional de Jornalistas - FENAJ (aquela que apoiou o Lulla no caso do patrulhador "Conselho Nacional de Jornalismo") sérgio murillo de andrade, que disse candidamente: O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, que disse que o "depoimento" inquisitorial foi "um procedimento de rotina em investigação sobre a ‘operação-abafa'" e que "não houve nenhum abuso de autoridade, os jornalistas foram acompanhados por advogados da revista e pela OAB". (!!!)
Querem mais ou já foi o suficiente?
interessante a Revista Veja e seus defensores. Querem os benefícios do Estado Democratico de Direito (ampla defesa, contraditório, acesso a informação dentre outros) mas não se comportam assim quando atacam a honra e a moral das pessoas e insttuições. A Alemanha, quando vigia a Constituição do Weimar, assistiu impassível a comportamentos tais e reduntou na ascenção do poder dos nazi e o mundo viu a desgraça, a intolerância e o massacre de milhões de pessoas. Portanto, se a VEJA acusa, tem que provar. Ela não pode pensar que tem a preseunção da verdade porque seu comportamento diz o inverso. Em direito, quem goza desse privilégio são as instituições públicas. Portanto, a VEJA que se adapte ao Estado Democratico de Direito e não o inverso. A mídia brasileira, dominada por apenas 9 famílias merece ser amplamente discutida nacionalmente porque o povo não aceita tanta mentira e desrespeito a honra e moral das pessoas e instituições.
Caros Idiólatras,
No interesse do apedeuta, vale até torturar. Contra ele, deve ser exterminado da face da terra.
Deixem de vergonha e associem-se logo à juventude lulista, digo, hitlerista!
Se querem continuar ignorantes, vão ler a Carta Capital ou procurar uma das cartilhas superfaturadas do Governo!!!
Durante anos, Lula, o destruidor de reputações, acusou Deus e o mundo pelos mais diversos crimes. Demonizou FHC, Eduardo Jorge, chamou os deputados de picaretas... Todos os idiólatras abaixo acreditaram - sem uma prova sequer.
Os atuais escândalos estão comprovados por extratos bancários, confissões, filmagens, fotos e tudo o que qualquer promotor jamais sonhou. Mas, para os idiólatras, Lula é um anjo de candura.
É que, para o apedeuta, aplica-se o princípio da presunção de inocência (exceto para as mentiras que elke fala, que equivalem a trânsito em julgado) e a liberdade de imprensa não se aplica!!!!
Vão ser burros assim na Bolívia!!!!
A "veja" não está acima da lei, pelo contrário, pelas calúnias, injúrias e difamações durante a campanha, deveria estar no banco dos réus. Está desmoralizada, tendo sido uma das grandes derrotadas no último dia 29. Ela, os jornalões e a direita predadora.
Abaixo parate de poemma de Patativa de Assaré, que mostra o Brasil de baixo e o de cima e ajuda a explicar a revolta do povo contra os de "cima".
"Brasi de cima e Brasi de baxo"
"(...)
Tudo o que procuro acho.
Eu pude vê neste crima.
Que tem o Brasi de Baxo
E tem o Brasi de Cima.
Brasi de Baxo, coitado!
É um pobre abandonado;
O de Cima tem cartaz, °°°°Um do ôtro é bem deferente:
Brasi de Cima é pra frente.
Brasi de Baxo é pra trás.
(...)
Inquanto o Brasi de Cima
Fala de transformação,
Indústra, matéra prima,
Descobertas e invenção,
No Brasi de Baxo isiste
O drama penoso e triste
Da negra necissidade;
É uma coisa sem jeito
E o povo não tem dereito
nem de dizê a verdade.
(...)
Meu Brasi de Baxo, amigo,
Prá onde é que você vai?
Nesta vida de mendigo
Que não tem mãe nem tem pai?
Não se afrija nem se afobe,
O que com o tempo sobe,
O tempo mesmo derruba;
Tarvez ainda aconteça
Que o Brasil de Cima desça.
E o Brasi de Baxo suba.
(...)
Mas, tudo na vida passa,
Antes que a grande desgraça
Deste povo que padece,
Se istenda, cresça e redobre,
O Brasi de Baxo sobe
E o Brasi de Cima desce.
(...)
Vai ser legá e comum.
Em vez deste grande apuro,
Todos vão ter no futuro,
Um Brasi de cada um."
Penso que a Polícia Federal DEVA se pautar pela COMPETÊNCIA e JAMAIS PELA TRUCULÊNCIA.
Se naquele órgão ainda existe resquício velado do emprego de técnicas investigativas oriundas de regime outro que não o do Estado Democrático de Direito, cabe às autoridades competentes , com o DEVIDO RESPALDO do Ministério da Justiça e DA LEI , coibir os excessos eventualmente praticados dentro do caso que veio a tona, e neste mister é preciso que fique muito claro, que pouco importa se o desvario fora cometido contra repórteres de revista de renome ou outro veículo de menor expressão; mesmo porque, os holofotes vieram trazer à lume o GRAVÍSSIMO ATENTADO que foi cometido contra a LIBERDADE DE EXPRESSÃO VIGENTE NO PAÍS. Por ser um instituto,estamos certos de que não é cabível que a gravidade seja maior ou menor em razão de grifes editoriais de quaisquer naturezas.
A população brasileira não pretende assistir à filmes requentados de tal qualidade,porque o final, além de conhecido, nos remete à recordações, que francamente precisam cair no esquecimento para que possamos prosseguir lúcidos mas não menos tranquilos.
É extremamente interessante ver como, rapidamente, todos têm uma opinião correta e incontestável a cada fato divulgado pela imprensa.
Trata-se do relato de jornalistas que se sentiram intimidados por um Delegado de Polícia Federal durante a tomada de seus depoimentos. Entretanto, não dizem no que consistiu tal intimidação. Vejo com estranheza a alegação dos jornalistas. Quem já esteve diante de um Delegado de Polícia Federal, seja como testemunha, como suspeito ou como advogado, pode esclarecer àqueles que não vivenciaram tal experiência sobre a forma de proceder da Polícia Federal. Cada Policial Federal tem incontáveis razões para ter orgulho de fazer parte de uma das instituições mais respeitadas deste País. Particularmente, o que mais me orgulha na Polícia Federal é justamente o respeito ao cidadão, pautado pela defesa incondicional dos direitos humanos. Muitas das pessoas que inquiri, fossem elas testemunhas ou presos, agradeceram pelo tratamento respeitoso e se disseram surpresas com a forma de proceder da Instituição. Isso mesmo! Nas primeiras vezes em que isso ocorreu fiquei até espantado. Prendi, algemei e interroguei o sujeito e ele me agradeceu. Da mesma forma, acontece nas inúmeras buscas e apreensões realizadas pela Polícia Federal, onde os Policiais Federais têm de vasculhar minuciosamente uma residência e, inevitavelmente, acabam se deparando com a intimidade das pessoas que lá vivem. Atuei em uma busca, onde uma equipe de oito Policiais Federais permaneceu por cinco horas na residência do suspeito. Dentre as orientações passadas à equipe estava a de não acordar as duas filhas do casal, com três e seis anos de idade. Entramos, apreendemos uma infinidade de documentos, alguns computadores, uma arma, prendemos o dono da residência e fizemos tudo sem que as crianças fossem acordadas. Ao fim da operação, o preso e sua esposa nos agradeceram pela forma como atuamos.
Por certo, a truculência não faz parte da Polícia Federal. Não conheço detalhes do caso envolvendo os repórteres da revista Veja, mas é difícil crer que eles realmente tenham sofrido algum tipo de abuso, mormente considerando que estariam presentes uma Procuradora da República e uma Advogada.
O melhor a fazer é aguardar que os fatos sejam esclarecidos.
Depois da tentativa de expulsão de um jornalista de prestígio internacional uns tapas nos nossos pode parecer até normal. O povo brasileiro está num estado de letargia.
a linguagem rasteira é típica dos nazi. O odeio e a intolerância é marca de todos que desejam impor um pensamento. À época de FHC, para quem não lembra, foi a do pensamento unico. Não se podia sequer pensar diferente, divergir. Agora, não assumem o que fizeram de errado e não desejam as instituições funcionando. Vamos ver, vamos ouvir a versão da Polícia Federal. Por quê não? Qual o receio? Agora o que não pode é o sujeito ficar escrevendo grosserias, porque sim isto não demostra a intolerância - essa sim marca dos NAZI - comprova a ausência total de educação.
Democracia é bom por isso. As pessoas demonstram quem são.
É muito engraçado. A mídia estimulou as agressões a José Dirceu no dia em que ele foi votar. Agressões físicas - vale salientar. Agora, quando são vaiados sentem-se injustiçados. "Os cães ladram enquanto que a caravana passa".
Vamos e convenhamos, é mentira que teve Caixa 2 na campanha do Lula em 2002, é mentira que teve o VALERIODUTO, é mentira que teve o mensalão, é mentira que teve dinheiro em cueca, é mentira que o Paloci quebrou o sigilo do caseiro Fransenildo, é mentira que foi pego pessoas do PT com R$ 1.750.000,00, além de outros, portanto, se não fosse os jornalões, revista VEJA e outras, o povo ficaria sem saber, razão porque, defendo a liberdade de imprensa responsável, pois, para que esse país ingresse no primeiro mundo, devemos derrubar todas essas maselas, através de punição exemplas dos culpados, porém, isso está longe de acontecer enquanto estivermos elegendo corruptos e de má reputação.
De acordo com informações de jornalistas de respeito e que participaram do programa "QUESTÃO DE OPINIÃO" na TV educativa de ontem, a truculencia de membros do "PT" não é novidade, tanto em Brasilia como no COMITE CENTRAL em São Paulo, vez que as agrassões a jornalistas é constante, conduta essa que foi transferida para a PF que é comandada pelo PT.
O que originou essa investigação seria um encontro viabilizado por dirigentes da SR/SP com elementos presos e fora do horario de expediente, sendo que um deles, ex-APF, veio posteriormente a retratar as suas declarações preliminares. Isso de fato é grave e por muito muito menos pessoas foram punidas no DPF. Nada mais correto que o fato ser apurado com rigor, começando por aqueles que o noticiaram em detalhes e inclusive deram nome aos bois. Se for tudo mentira, a sociedade ira querer saber quem plantou essa noticia e com que interesse. Se for verdade, alguem sera responsabilizado. O fato dos reporteres terem se sentido desconfortáveis é ate algo normal, mas a liberdade de imprensa não autoriza a leviandade e a calúnia, mas deve ser exercida com seriedade. Se a noticia possui uma fonte idonea, tanto que foi publicada, nada de abusivo em os mesmos serem inquiridos a respeito, mesmo que a contragosto. Também normal que, num momento como esse, a revista queira aproveitar essa polêmica para fazer uma nova materia, nova capa, vender mais exemplares etc. Pessoalmente, eu aprecio a linha editorial da revista, que veio a equilibrar a disputa presidencial no âmbito jornalistico e, inclusive, suscitar questões de interesse publico, envolvendo as nossas autoridades. Por outro lado, essa tentativa de desmoralizar a investigação é indigna e não condiz com o papel que a Veja vinha desempenhando ultimamente.
"É difícil libertar os tolos das amarras que eles veneram".
Voltaire
A sabedoria popular é rica em ditados e pensamentos que cabem como uma luva à Veja. Quem planta ventos, colhe tempestades. Mentira tem perna curta. Macaco em loja de louças, acaba mal. Etc, etc. O caso Veja é o próprio macaco na loja de louças: destrói e depois ainda quer a compreensão.
Veja se desmoralizou. Acabou. Terá o fim da "Cruzeiro" que serviu alegremente ao regime militar.
A vitória de Lula, apesar da direita troglodita e predadora somada à mídia irresponsável, foi incontestável. Mesmo os setores "duros" da oposição reconhecem a legitimidade da vitória. Entretanto, alguns querem prolongar a eleição, numa espécie de 3º turno intempestivo. E aí continua o vale-tudo. Estamos diante do jogo da grande mídia que, naturalmente, defende os seus interesses (DOS DONOS: MESQUITAS, FRIAS, MARINHOS E CIVITAS, esse é o mundo da mídia em Pindorama).
Veja que achincalhou a honra das pessoas tem que responder pela calúnia, difamação e injúria. Ou estão acima das leis? Liberdade de imprensa, sim, mas com responsabilidade. Na Alemanha nazista existiam as "vejas" e nem por isso a liberdade de expressão estava garantida.
A solução é democratizar os meios de comunicação, principalmente, com programas de incentivos legais para desenvolvimento de jornais e revistas independentes (o projeto está pronto). E que a sociedade civil controle os meios de comunicação existentes, a maioria dádivas da ditadura militar.
Quanto aos que insistem em querer o "tapetão", questionando a vitória de Lula, sugiro que pensem na derrota acachapante sofrida, mais de 20 milhões de votos de diferença, e pensem mais em Pindorama do que nas suas gordas barrigas. Outra sugestão, tão ao gosto dos fascistóides que sempre nos mandam para a Bolívia e Cuba, sugiro, para esses reacionários, países recentemente "democratizados" pelos EUA, como o Iraque e Afeganistão, ou então a Flórida do "Jeb" Bush. Deixem o povo traçar o seu destino, sem ser pautado por entreguistas e fascistas extemporâneos.
Já que citaram Voltaire, aí vai outra dele muito precisa para a burrice da plutocracia:
" Só teremos liberdade quando o último burguês for enforcado nas tripas do último padre!
Opinião quase que divergente do colega Murassawa pois que entendo a liberdade de imprensa absolutamente imprescindível à vida democrática em nosso país. No entanto, primeiro, a imprensa e os jornalistas e reporteres n~~ao podem nem devem se arvorar em formadores de opinião. Ora, questão de ética jornalista é tendenciar um fato ocorrido tendo em vista beneficiar uma das partes. Notória é a atitude da grande maioria da imprensa e facilmente entendível. Apoiaram o neoliberalismo porque a esse interessa somente o lucro privado e o estado mínimo com poucas limitações constitucionais. Dentre essa grande imprensa está alocada essa publicação demoninada Veja, que é o que ocorre realmente com ela. Deve ser vista e não ser lida, porque são tantas as idiotices de seus colunistas que só nos resta lamentar que grandes nomes da imprensa nacional tenham que dividir a sua profissão com elementos da mais baixa extirpe.
Retornando ao ponto principal: a truculência retratada pelo colega e tão ou até em menor grau que a truculência de defensolres de outros partidos e ideologias. O encanto financeiro da eleição neoliberal seria o retorno às atitudes mais perniciosas de um dos piores presidentes que o País já teve. FHC chegou ao cúmulo de renegar o que escreveu como sociológo e como democrata. Evidente que Camargos Correias tiveram uma força impressionante nessa mudança radical de atitude. Como teriam agora a grande mídia por benesse presidencial de alguém muito menos afinado com os direitos populares. Ganhou Lula, ganhou o povo pobre do país. Esperamos que consiga, em seu segundo mandato, cumprir o que prometeu para o primeiro e não cumpriu.
À respeito da PF há de se lembrar direitos constitucionais que o nobre colega conhece e a seqüência do prazo investigatório. Lembre-se que o dinheiro da MSI, há mais de dois anos no país, ainda não foi explicado !!!
Mais, a Polícia Federal nunca trabalhou tanto e obteve tantos resultados positivos como nos últimos anos por conta da não inteferência política no cumprimento de suas finalidades.
Caros amigos, paixões políticas à parte, todos sabem como é o procedimento "padrão" das Polícias em nosso País. Não me espanta, e nem deveria espantar ao cidadão comum uma denúncia desse tipo, haja vista as barbaridades contumazes cometidas pelos responsáveis em aplicar a Lei e investigar a sua burla.
Confesso que acredito ser a Polícia Federal, e isso sem qualquer sombra de dúvida, a mais preparada dentre as existentes no Brasil. Contudo, nossa jovem democracia ainda não aprendeu perfeitamente o sentido deste regime pólítico, pelo que pagamos ainda o preço de anos e anos de calabouças e torturas até hoje, com o deflagrado desrespeito com que somos tratados por alguns agentes públicos.
Também acredito que deva ser separado o joio do trigo, porque em toda Instituição existem aqueles membros que não honram por seus princípios e valores, que priorizam a satisfação pessoal ou de grupos. A PF não é exceção a essa composição. Se eles dizem que apuram, então provem a verdade apurando a si próprios, com rigor e a firmeza que dizem tratar o interesse público e as investigações criminais.
Se existem policiais agindo em nome de partidos dentro da instituição que isso seja investigado e rebatido, não porque o Presidente "Que não sabe de nada" de forma retórica e mecânica repetiu isso durante toda a campanha (como que tentando eximir-se de suas responsabilidades nos escândalos), mas sim por uma obrigação constitucional e legal de investigar toda e qualquer prática criminosa que envolva bens, serviços e interesses da União.
Primeiro, o povo brasileiro está orgulhoso de sua Polícia Federal que, sem subterfúgios, tem conseguido chegar ao "andar de cima".
Em segundo lugar, a sabedoria popular é rica em ditados e pensamentos que cabem como uma luva à Veja. Quem planta ventos, colhe tempestades. Mentira tem perna curta. Macaco em loja de louças, acaba mal. Etc, etc. O caso Veja é o próprio macaco na loja de louças: destrói e depois ainda quer a compreensão.
Veja se desmoralizou. Acabou. Terá o fim da "Cruzeiro" que serviu alegremente ao regime militar.
A vitória de Lula, apesar da direita troglodita e predadora somada à mídia irresponsável, foi incontestável. Mesmo os setores "duros" da oposição reconhecem a legitimidade da vitória. Entretanto, alguns querem prolongar a eleição, numa espécie de 3º turno intempestivo. E aí continua o vale-tudo. Estamos diante do jogo da grande mídia que, naturalmente, defende os seus interesses (DOS DONOS: MESQUITAS, FRIAS, MARINHOS E CIVITAS, esse é o mundo da mídia em Pindorama).
Veja que achincalhou a honra das pessoas tem que responder pela calúnia, difamação e injúria. Ou estão acima das leis? Liberdade de imprensa, sim, mas com responsabilidade. Na Alemanha nazista existiam as "vejas" e nem por isso a liberdade de expressão estava garantida.
A solução é democratizar os meios de comunicação, principalmente, com programas de incentivos legais para desenvolvimento de jornais e revistas independentes (o projeto está pronto). E que a sociedade civil controle os meios de comunicação existentes, a maioria dádivas da ditadura militar.
Quanto aos que insistem em querer o "tapetão", questionando a vitória de Lula, sugiro que pensem na derrota acachapante sofrida, mais de 20 milhões de votos de diferença, e pensem mais em Pindorama do que nas suas gordas barrigas. Outra sugestão, tão ao gosto dos fascistóides que sempre nos mandam para a Bolívia e Cuba, sugiro, para esses reacionários, países recentemente "democratizados" pelos EUA, como o Iraque e Afeganistão, ou então a Flórida do "Jeb" Bush. Deixem o povo traçar o seu destino, sem ser pautado por entreguistas e fascistas extemporâneos.
Já que citaram Voltaire, aí vai outra dele muito precisa para a burrice da plutocracia:
" Só teremos liberdade quando o último burguês for enforcado nas tripas do último padre!
Prof. Dinamarco, em que pese minha admiração, o senhor parece que não está conseguindo destinguir mais "ódio" de "indignação". Sou eterno possuidor da última, e por ela paguei, por vezes, alto preço, como na época da ditadura: prisão, tortura, etc. Portanto, não será arreganhos de elites entediadas que me farão trilhar outros caminhos. Minha indignação é política, nada mais. Não tenho inimigos. Aliás, um dos meus carcereiros é hoje um interlocutor de grandes discussões, pois percebeu que o debate é o caminho.
O governo, com seu advogado-ministro, conseguiu transformar a polícia federal na sua polícia política. Aguardem as cenas dos próximos quatro de anos, onde, a seguir esse caminho, com intimidação de jornalistas, propostas de nova constituinte, terrorismo em torno de possível golpe "das elite desse país" contra o povo, uma nova ditadura se instalará na qual "inimigos do povo" serão severamente punidos e não haverá ninguém a nos proteger.
Engraçado, a polícia brasileira tem suas peculiaridades e seus meios e métodos, e agora só porque pegaram uns jornalistas como boi de piranha ou deram uma prensa neles, que por terem em suas mãos o poder e o acesso à mídia estão fazendo tamanho sensacionalismo.
Srs. O pobre morador das favelas das capitais brasileiras, das grandes periferias, sofre diuturnamente com coisas desse tipo e até piores, e suas indignações ficam entranhadas em seus íntimos sem ter com quem dividir, sem ter quem lhes ouça.
Carandiru – S/P, Parada de Lucas R/J, e outras tantas desventuras da população pobre, humilde e sofrida que, é obrigada a conviver com coisas muito piores que acontecem todos os dias.
Não sei qual a solução!
Sei que coisas desse tipo não devem acontecer. Os jornalistas, talvez, por terem que ficar esperando algumas horas, por terem sido inquiridos, talvez, de forma incisiva e dura se sentiram ultrajados, mas esse é o dia a dia de uma delegacia de polícia.
Quem vai ser inquirido, via de regra, não gosta dessa situação e ainda mais se o inquisidor agir de forma áspera como, em alguns casos acontece.
Essa é vida do pobre morador da periferia é essa a vida do brasileiro. Lamentavelmente.
O já conhecido idiólatra Armando, que apoia a roubalheira do dinheiro público e a truculência policial, está indignado com a "pessoa" errada.
A Veja só desmascarou seu chefe. Quem roubou o dinheiro de seus impostos foi ele.
Voltaire parece que conhecia Armando, mas tem outra muito boa com a cara ele:
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."
Martin Niemöller, 1933
Mas não se preocupem, está só começando.
os facistas do poder vão atacar primeiro a liberdade de imprensa. Depois, os alvos são o MP (vai ter as pernas amputadas) e o Legislativo (esperem a reforma política). Por fim, o Judiciário.
No fim, caro Armando, você vai poder bater no peito e dizer: "consegui trazer a ditadura de novo".
Parabéns.
Será que os mauricinhos da Revista Veja tiveram as roupas amarrotadas nos bancos da PF. Tadinhos!!!!! Quanto abuso, não!!! Interrogar jornalista, nossa!!! Cai o mundo. Haja hipocrisia!
O autoritarismo dos abduzidos-trambiqueiros tenta novamente mostrar as unhas esmaltadas. Nesse novo mandato - ratificado pelo povo sedento de esmolas e conivente com a roubalheira e com a falta de ética e de moral, os trambiqueiros contunarão a fazer muita lambança. O cheiro de merda já está no ar...
Se houve arbitrariedade o MPF e a Advogada das testemunhas foram coniventes!
Po obvio, em casos que tais deve-se alegar e provar o alegado. Se houve abuso de autoridade, de qualquer ordem, que se promovam as devidas medidas legais contra os que infrigiram a lei.
Assim, o membro do MPF e a Advogada das "vitimas" devem responder pela conivencia do abuso.
Facil e articular verbos, dificil e sustenta-los com evidencias.
Ninguem esta acima da lei, todos e qualquer um deve responder pelos seus atos e omissoes. Assim, cabe aos que se alegam vitimas deixar o campo das especulacoes e acionar as instancias judiciais e administrativas devidas para que os culpados sejam punidos.
P.S. A falta de acentos graficos no presente texto se deve ao uso de teclado nao configurado para expressao da lingua portuguesa.
professor Manuel, como todo fascistóide, se perde pelas palavras. Sua última citação é de um comunista, dirigida aos nazistas e acomodados, portanto, muito mais adequado aos fascistas da Veja e aqueles que defendem aquela "mídia" putrefata.
E mais: se v. sabe de algo em relação a ladrões, seu dever é denunciar. Vá à P.F. ou ao M.P. e fale o que sabe. Caso contrário recolha-se e se cale, pois poderá responder por calúnia, difamação ou injúria. Vocês, ainda bem que é uma minoria sem expressão, não se emendam, não aceitam o resultado do jogo democrático. Só vale quando ganham. Perderam e perderam feio. É bom ir se acostumando, pois o povo está deixando a "Senzala".
A Veja acabou. Pesquisas recentes a colocam atrás de Época e Istoé, principalmente, depois dos denuncismos irresponsáveis.
Caro Adriano, pelo que foi divulgado, não foi permitido à advogada acompanhar o depoimento.
Com relação à procuradora do MPF, o relato dos repórteres dão conta de que ela interviu algumas vezes para coibir o delegado de registrar em ata o que não foi dito pelos depoentes.
Tavez a procuradora tenha sido omissa - vai depender inclusive se a conduta do delegado configurou crime de abuso de poder ou apenas uma tática facista de intimidação -, mas, com relação à advogada, pelo que entendi, não dá para culpá-la.
No entanto, mesmo que a procuradora e advogada tenham sido incompetentes e omissas, nada disto justifica a atitude truculenta do delegado.
Cada qual com seu boné!!
Pois é, prof. Dinamarco, existem aqueles que não se conformam com a força e pagam alto preço e, existem aqueles outros, que se conformam até demais com os poderosos e até conseguem sinecuras em repartições públicas e/ou Universidades, como foi o caso de vários tucanos de oportunidade. Simples questão de escolha e moral; não o falso moralismo propagandeado por meios como "Veja" e chocadores de "ovos de serpente".
Não sei não. Será que esses mocinhos não estão só “fazendo farol”. A PF costuma tratar com cordialidade os jornalistas. Ouvi a gravação da entrega à imprensa, pelo delegado Bruno, das fotos do dinheiro apreendido com petistas. Aquilo parecia um bufê infantil em dia de festa de aniversário. Era só alarido, gritinhos e alegria. Onde os maus tratos? Onde o constrangimento?
...mas esse professor mané é um mané mesmo, hem? que truculência que houve lá? se v. presenciou algo ou sabe de algo corra a quem de direito e faça a devida denuncia. não fique destilando de ouvir dizer.
...só na cabeça de um irresponsável ocorreria que haveria truculência na presença dos advogados e do procurador.
... a vocês maus perdedores está faltando argumentos, sugiro não ler o estadão, mas se ater aos fatos, sem levantar falsas interpretações.
...finalmente, veja está acima da lei? jornalista está acima dos humanos? é essa a democracia que v. pregam? no governo do guru de v. ffhh a imprensa ficou 8 anos bebendo das benesses de bons contratos com empresas estatais (aquelas que sobraram), por isso não reclamavam. agora, devem em dólar e o dinheiro público não existe para cobrir dívidas de incompetes.
...entendeu mané?
...mais um recado para v. professor mané:
ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah...
...chore na cama, que é lugar quente...
Talvez não tenha havido intimidação, nem constrangimento. O ambiente só não estava tão festivo e descontraído quanto o da entrega à imprensa, pelo delegado Bruno, das fotos do dinheiro apreendido com petistas. Ouvi a gravação desse evento através do site Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim. Era um alarido só. Parecia um banzé de festa infantil. Nessas horas, dá até vontade da gente ser jornalista para se sentir como um pinto no lixo.
Caro Pateta idiólatra,
Seu cérebro derreteu?
Que (des)governinho inePTo. Não suporta os fatos "concretos e objetivos", como diria ELLE. Nada de novo, afinal, já conhecemos os métodos petralhas.
Perfeita a nota divulgada por Francisco Carlos Garisto, Presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais.
Mas, um trecho merece destaque:
"Quem Não Quer Que Noticie não Deixe Acontecer".
"Encerro dizendo que prefiro uma imprensa que publique a notícia sabendo que se errar pagará pelos seus erros na forma legal, do que não ter uma imprensa livre para noticiar, como tínhamos há poucos tempos atrás receita de bolo como manchete de capa".
"Algumas pessoas precisam entender que a DEMOCRACIA é um regime que trás BONUS E ÔNUS, mas mesmo assim é e sempre será o melhor regime".
Brasília , 01 de Novembro de 2006
Ilustríssimo Senhor Editor Chefe da Revista Veja,
Na qualidade de presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais - FENAPEF -, não poderia me furtar de deixar registrado o posicionamento desta entidade frente aos fatos ocorridos durante o depoimento dos repórteres da Veja.
Em primeiro lugar, é preciso registrar que a Polícia federal é a Polícia Judiciária da União, possuindo, portanto, a base legal para ouvir como testemunha qualquer brasileiro para a elucidação de ocorrências tipificadas em leis. Porém, temos o dever cívico de consignar que a forma encontrada para fazer o que lhe é devido legalmente não foi o mais satisfatório e usual. Diante de um fato noticiado como transgressão ou crime, é dever da PF investigar os fatos, mas sempre buscando as mais variadas formas de investigação científica e não tentar “arrancar” de profissionais da imprensa a verdade ou mentiras dos fatos criminosos ocorridos e noticiados.
A Constituição Federal que garante a prerrogativa da Polícia Federal para ouvir pessoas é a mesma Constituição que garante o sigilo da fonte para o jornalista poder noticiar o que lhe é narrado por fontes diversas. Se assim não fosse, os grandes escândalos nacionais, que são infinitos e os mais variados possíveis, talvez nunca seriam descobertos, e seus autores estariam usufruindo de uma impunidade infinitamente maior da que já usufruem hoje.
Os fatos publicados pela revista que resultaram na convocação dos jornalistas são graves, sim, e precisam ser apurados sem espíritos vingativos ou irascíveis e nunca pressionando os autores da notícia. Portanto, deixo registrado aqui que a maioria esmagadora dos policiais federais do Brasil sabe e entende essas premissas legais, já que a Polícia federal hoje é considerada uma das instituições públicas mais sérias e confiáveis do Brasil.
Para que continue a usufruir desse conceito, não podemos aceitar a forma como se deu a oitiva dos repórteres da Veja. Quem Não Quer Que Noticie não Deixe Acontecer. Encerro dizendo que prefiro uma imprensa que publique a notícia sabendo que, se errar, pagará pelos seus erros na forma legal a não ter uma imprensa livre para noticiar . Algumas pessoas precisam entender que a DEMOCRACIA é um regime que traz BÔNUS E ÔNUS, mas, mesmo assim, é e sempre será o melhor regime.
Francisco Carlos Garisto
Presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais
Engraçado..
A imprensa tem que ser livre, assim como todos nós. Mas ser parcial ao queridinhos do PSDB, é o que?
A Polícia Federal tem que fazer o seu trabalho de forma ética e transparente não somente com os jornalistas, advogados, mas com toda a população. O alguém acha que jornalista e advogado estão acima de nós, pobres mortais?
Existem tantos interesses desses jornalistas, advogados e desembargadores ....(que trio!)
O PT, que só convive bem com a imprensa quando essa lhe adula, também não tem qualquer apreço pela Justiça. só a "respeita" quando as decisões se adequam a seus interesses.
Tão logo Emir Sader foi condenado por injúria em vista de ter chamado o Senador Jorge Bornhausen, dentre outras coisas, de pessoa repulsiva, racista, ladrão, explorador e assassino de trabalhadores, os petralhas já movimentam sua horda de "movimentos sociais" contra a decisão do magisdtrado paulista.
As ofensas são bastante incisivas. Quem quiser ler o artigo do "professor", publicado na Cartilha Capital, clique no seguinte link: http://www.agenciacartamaior.uol.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=2171&alterarHomeAtual=1
Esse é democrático partido que nos (des)governa. Já acionou seus "intelequituais" e a CUT para agitar o coreto. Entre os argumentos expostos na defesa do "professor", estão os seguintes:
1."A sentença – que, acreditamos, não passará em nova análise – é um atentado às liberdades individuais e absolutamente injusta. Condenar um professor a perder o cargo devido a suas OPINIÕES está em absoluto descompasso com a democracia, conquista árdua do povo brasileiro".
2."Ao impor a pena de prisão e a perda do emprego conquistado por concurso público, é um recado a todos os que não se silenciam diante das injustiças".
Como são caras-de-pau esses petralhas...
...sim "perfeita" a nota do senhor Garito. Leiam o que ele escrevia em julho, poucos meses atrás. Que forças não tão ocultas o fizeram se bandear de lado? Leia com atençaõ prof. mané!
Sexta, 15 de Julho de 2005 às 19:53
Prezado Dr.Prof.Túlio Vianna, quero agradecer o artigo escrito por V.sa. tendo em vista que nós policiais federais estamos praticamente sendo massacrados pela grande mídia elitista desse país.Até entendo que a elite perniciosa brasileira(não são todos) não está acostumada a ver ricos e famos sendo presos em operações contra a corrupção e sonegação fiscal.No Estados Unidos e na Europa isso é comum e rentemente um grande magnata das WordCom foi condenado há 25 anos de prisão.Copiam tudo dos Estados Unidos e europa, até os modelitos vendidos por mais de us$10.000,00 dólares e com impostos pagos sobre o valor de us$ 10,00, mas isso não não querem copiar.
Obrigado pela sua escrita e saiba que a mesma serve de incentivo para nós policiais federais, já que para nós, uma pessoa vestindo cueca de algodão ou calcinha de seda, se estiver errada vai presa e algemada SIM.
Dei uma entrevista na Rádio CBN falando exatamente o que escreveu.Parabéns!
...digo garisto, com "s" ou sem "s" é o mesmo que critica há pouco a "mídia elitista"...
Que pena para a bigrafia do ex-governador Alckmin se prestar a uma aberração dessas. Aceitar a manipulação da rede Globo e revista Veja, da maneira mais descarada. Me fez recordar a eleição do Collor. Os outdoors do Alckmin espalhados por todo o Brasil, como propaganda da Veja, e que foi proibido imediatamente pelo TSE, mostrou a cara dessa imprensa sem carater, sem nenhum compromisso com etica e verdade. Quase inventam outra Mirian Cordeiro, que elegeu Collor, com a historia do dossie. Montagem criminosa, que a policia federal devera esclarecer a fundo.
Se isso é liberdade de imprensa, aonde o jornalista pode mentir, difamar, arrasar, armar arapucas,e ficar tudo por isso mesmo, realmente da vontade de chorar.
Nos paises desenvolvidos, ha controle para impedir aberracoes como estas. Eles aprenderam com a historia do Cidadão Kane/ Hearst, magnata da imprensa que colocou os USA em uma guerra suja, por manipulação. Ou se muda isso, ou sempre o grande capital vai achar jeito de manipular eleições neste pais.
Sr Pateta Idiólatra,
Não há nenhuma incompatibilidade entre os dois comentários. Em um o delegado defende a liberdade de imprensa. Em outro, ele critica o elitismo da imprensa.
Qual o problema?
Vc, por exemplo, poderia coerentemente odiar a Veja e apreciar a liberdade de imprensa. Eu, por exemplo, detesto a carta capital (mesmo antes de se tornar a cartilha capital). Mas acho que eles tem o direito de existir. Afinal, o que os idiólatras vão ler, né?
E, mesmo que houvesse alguma contradição, será que para eu concordar com um texto escrito por alguém, tenho que concordar com tudo que ele já escreveu na vida?
Que maluquice.
Êh amigo Professor Manuel, arrasou, hein?
Como sempre os idiotas da subjetividade sujeitos à clareza da objetividade.
Um abração.
Quanto aos amantes da figura do reeleito, comparar a INTIMIDAÇÃO (mesmo) com a condenação sofrida pelo sapientíssimo (e tanto por isso modestíssimo e humílimo) emir sader, é o fim da picada!
Racismo é CRIME, logo, quem imputa fato delituoso a outrem, sabidamente FALSO incorre no CRIME de calúnia, devendo ser apenado por isso, sim!
A visão exposta pelos PeTralhas que pululam neste democrático espaço, é apenas mais uma aplicação dos velhos "dois pesos e duas medidas", utilizados pelos cultuadores da MENTIRA, da FALÁCIA e da MISTIFICAÇÃO. Como visto, nada de novo, apenas mais do mesmo!
Quanto à palavra da D. Sra. Procuradora que acompanhava os repórteres: uma, no mínimo, contradição, posto que ela teve de intervir pelo menos três vezes para que as palavras do depoimento de uma das repórteres fosse registrada como estavam sendo declaradas, e não como "entendia" o dr. moacyr.
Então eu pergunto, no mesmo estilo do veneno petista: que PRESSÕES teriam levado a procuradora a declarar que não teriam havido arbitrariedades no depoimento na PF, hein?
PeTralhas canalhas (rima ou pleonasmo?)
Ah, apenas para lembrar aos amigos "habituées" do Conjur que o tal do PeTralha professor, sob o argumento de que sou mal-educado e ofensivo, mesmo DESAFIADO a tanto por mim, deixou de comprovar as diversas e FALSAS invectivas que lançou contra a Igreja Católica e justificar a opção feita pelo seu Excomungado candidato, de introduzir o ABORTO livremente no País, contra a opinião majoritária da população (92% segundo o Datafolha).
Acho que ele não consegui achar nos Blogs do tão, do emir sader, do mino carta, do paulo henrique amorim, ou no programa do PT, nenhuma desculpa esfarrapada que convencesse.
"Maus", né?!
Caro Edson, o sehor, à exemplo do senhor patuléia, prefere desqualificar o interlocutor para invalidar suas idéias.
Sua idéia de "pensamento filosófico", pois, não passa de falta de argumentos.
O comunicado da FENAPEF diz três coisas: a)a liberdade de imprensa deve ser respeitada, doa a quem doer; b) se houve excessos do delegado, o fato deve ser apurado; e c) a Polícia Federal deve servir à sociedade, independente de quem governa o país.
Concordo com as três assertivas. É legítimo querer se insurgir contra elas (embora beire o facismo), mas pequeno difamar o delegado que as escreveu ou a mim, por concordar com elas.
Filosofar é ser amigo da conhecimento. Defender o fim da liberdade de imprensa é o seu oposto.
É, está começando! E cedo...!
Os PeTralhas mistificadores e os inocentes úteis de sempre, estão firmando um verdadeiro manifesto CONTRA a justiça, furibundo e vulgar.
Se o professor sader (quantos professores de poucas letras pululam por aí, não?) não gostou da sentença, que use as formas legais de recurso. O que não pode é a contrariedade à sentença judicial, ainda mais declarando que os inocentes foram condenados, ao invés dos culpados!
Não existe subjetividade na coisa, o réu foi condenado pelas absurdidades que proferiu contra um senador da república.
Aliás, aos signatários de "manifiestos" quebra-juízo, conviria tomarem conhecimento do que o dito professor escreveu na Cartilha Capital, como segue abaixo:
"A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos."
(Jorge Bornhausen, senador racista e banqueiro do PFL)
"O senador Jorge Bornhausen é das pessoas mais repulsivas da burguesia brasileira. Banqueiro, direitista, adepto das ditaduras militares, do governo Collor, do governo FHC, do governo Bush, revela agora todo o seu racismo e seu ódio ao povo brasileiro com essa frase, que saiu do fundo da sua alma - recheada de lucros bancários e ressentimentos.
Repulsivo, não por ser loiro, proveniente de uma região do Brasil em que setores das classes dominantes se consideram de uma raça superior, mas por ser racista e odiar o povo brasileiro. Ele toma o embate atual como um embate contra o povo - que ele significativamente trata de "raça".
Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio - de fascistas e banqueiros - sabe-se que é usual referir-se ao povo dessa maneira - são "negros", "pobres", "sujos", "brutos", - em suma, desprezíveis para essa casa grande da política brasileira que é a direita - pefelista e tucana -, que se lambuza com a crise atual, quer derrotar a esquerda por 30 anos, sob o apodo de "essa raça".
É com eles que anda a "elite paulista", ultra-sensível com o processo de sonegação contra a Daslu, mas que certamente não dirigirá uma palavra de condenação a seu aliado estratégico (da mesma forma que a grande mídia privada). São os amigos de FHC e de seus convivas dos Jardins, aliados do que de mais atrasado existe no Brasil, ferrenhamente unidos contra a esquerda e contra o povo.
Mas não se engane, senhor Bornhausen, banqueiro e racista, muito antes do que sua mente suja imagina, a esquerda, o movimento popular, o povo estarão nas ruas, lutarão de novo por uma hegemonia democrática, anti-racista, popular, no Brasil. Muito antes de sua desaparição definitiva da vida pública brasileira, banido pelo opróbio (sic), pela conivência com a miséria do país mais injusto do mundo, enquanto seus bancos conseguem os maiores lucros especulativos do mundo, sua gente será definitivamente derrotada e colocada no lugar que merece - a famosa "lata de lixo da história".
Não, senhor Bornhausen, nosso ódio a pessoas abjetas como a sua, não os deixará livre de novo para governar o Brasil como sempre fizeram - roubando, explorando, assassinando trabalhadores. O seu sistema , o sistema capitalista, se encarrega de reproduzir cotidianamente os que se opõem a ele, pelo que representa de opressão, de expoliação (sic), de desemprego, de miséria, de discriminação - em suma, de "Jorges Bornhausens".
Saiba que o mesmo ódio que devota ao povo brasileiro e à esquerda, a esquerda e o povo brasileiro devotam à sua pessoa - mesquinha, desprezível, racista. Ele nos fortalece na luta contra sua classe e seus lucros escorchantes (sic) e especulativos, na luta por um mundo em que o que conte seja a dignidade e a humanidade das pessoas e não a "raça" e a contra (sic)bancária.
Obrigado por realimentar no povo e na esquerda o ódio à burguesia.
a) Emir Sader
Em resumo:
a) É mentiroso, como soi aos PeTralhas ocorre ser, pois uma hora imputa a declaração de Bornhausen contra o "povo" (o velho "povo", do qual somente "profetas" como ele e os da sua grei sabem interpretar os anseios e necessidades, pois recebem "downloads" direto de Deus!) e outra hora reconhece que são contra a esquerda (mais na realidade, contra o PT!). Bornhausen NÃO é banqueiro! Pura PeTralhagem enganadora e na tentativa de desqualificar o adversário, com mentiras (alguém já tinha visto isso antes?)
b)Palavras vis (mesquinho, desprezível, racista), abjetas (cheio de ódio) e injuriosas (repulsivo, fascista). mais ainda, caluniosas (racista).
c) Todo o cidadão branco de Santa Catarina, poderia processar o professor de poucas letras;
d) Não existe a palavra ESCORCHANTE, o correto é ESCORCHADOR; "espoliar" é com "s" e não com "x"; "opróbRio" é com "r" e não "opróBio"; é "conta" bancária e não "contra"
Não é o fim da picada?!
Ah, e vejam mais essa do Blog "Pitacos políticos":
"Está em curso um verdadeiro processo kafkaniano para cassar a aposentadoria do jornalista Carlos Chagas, que ele recebe desde 1996. Detalhe: Chagas exerceu a profissão por 37 anos e tem farta documentação do próprio jornal O Globo, comprovando suas atividades jornalísticas. Surpreendentemente, um tal de “Grupo de Trabalho de Combate à Fraude”, intimou Carlos Chagas a apresentar provas sobre seu direito à aposentadoria em um prazo de dez dias, se não ela será cassada. O jornalista encaminhou segunda via da Carteira de Trabalho, já que a primeira tinha sido extraviada, com todas as anotações da empresa Globo.
O INSS não aceitou!
O Brasil todo sabe que Carlos Chagas é jornalista desde tempos imemoriais e o exercício de sua profissão está nas páginas dos jornais por quase meio século. Só o INSS não sabe disto. E todo mundo sabe também que ele é um crítico atroz do governo Lula, a quem combateu, com seus comentários, nestes últimos quatro anos.
Pasmem, a funcionária do Instituto Nacional da Segurança Previdenciária não quer aceitar o tempo trabalhado na TV Manchete porque a empresa não deu baixa em sua carteira. Claro, ela faliu e até hoje o jornalista move um processo trabalhista contra a Manchete para receber seus direitos. O caso de Carlos Chagas lembra muito bem o “Processo” de Franz Kafka. Mas pode ser algo mais: a mobilização do aparato estatal para esmagar um crítico do Governo.
Qualquer semelhança com regimes totalitários não é mera coincidência. Afinal, há ou não há um processo em curso para se esmagar a liberdade de imprensa?".
As pessoas que integram nossa sociedade não tem culpa de terem sido abandonadas à própria sorte quanto à educação. Sem basas sólidas redundamos de forma cíclica em nossa própria estupidez! As cartas estão postas à mesas e não é presiso muito esforço para visualizar a realidade que salta aos olhos. Lula é corrúpto, ignorante e cínico! Os figurões do seu governo mediocre estão fazendo sua parte na sujeira toda e o povo está adorando o espetáculo, porque ele não tem basa educacional e isso aliado ao estado de nescessidade não contribue na formação do carater.( o que vcs acham que é o jeitinho brasileiro? bom carater?)
Assusta-me ver a "elite intelectual" assistir a tudo isso calada, impotênte, acovardada e por que não COMPRADA? Afinal, quem está disposto a abrir mão de privilégios para lutar pelo que é certo?
Acalmem os animos e uni-vos contra os verdadeiros inimigos da liberdade e do desnvolvimento humano.
Quem manda a Veja ficar fazendo JORNALISMO PANFLETÓRIO E POLÍTICO???
Se ela cria as denúncias, está mais do que correta a POLÍCIA FEDERAL em chamar os CACIQUES DA VEJA para prestarem esclarecimentos.
Se há crime ou denúncia de crime, qualquer cidadão, inclusive os jornalistas da Veja, devem ir à Polícia Federal para dar explicações.
Bem típico dos petistas.
Emir Sader não pode ser condenado pela justiça por utilizar a liberdade de imprensa para caluniar e injuriar.
É que condenar petista, mesmo com ampla defesa e contraditório, é facismo.
No entanto, ao invés de usar a lei para combater a Veja pelo que eles acham ser abuso da liberdade de imprensa, é preferível usar de intimidação contra jornalistas ou mesmo tentar expulsá-los do Brasil.
Isto, para os petistas, é democrático...
Mundo maluco, meu Deus...
ATENÇÃO! PARA LEITURA E, SOBRETUDO, REFLEXÃO, DOS QUERIDOS LEITORES E COMENTADORES DESTE ESPAÇO:
O MARQUETEIRO DE LULA 1 - quando ele é apenas óbvio
Reportagem de Fernando Rodrigues, na Folha deste domingo, traz a interpretação de João Santana, o marqueteiro de Lula, para o sucesso eleitoral de Lula. Nunca o lugar-comum ambicionou antes, com tanta ligeireza, o lugar de uma teoria política. Santana diz um monte de obviedades, que estamos cansados de saber. A maior de todas: Lula é visto, a um só tempo, como o corajoso do povão que chegou lá e como uma vítima das elites. O problema dessas construções mentais está no fato de que a sua validade parece universal e infinita. Leiam:
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sua reeleição ao fato de ter virado, no imaginário do eleitorado mais pobre, uma figura dupla: um "fortão" igualmente humilde que virou poderoso e ao mesmo tempo uma vítima, um ‘fraquinho’ sob ataque das elites. Essa é uma das explicações usadas pelo publicitário João Cerqueira de Santana Filho para o sucesso da empreitada que acompanhou de perto nos últimos meses. O marqueteiro de Lula desenvolveu uma análise própria sobre o caso de amor do eleitorado com o presidente: a teoria do ‘fortão’ e do ‘fraquinho’ -ele usa termos mais eloqüentes, mas criou esses enquanto falava à Folha ‘para ficar mais publicável’. Lula alternaria esses dois papéis no imaginário do brasileiro das classes mais pobres. Depois que se elegeu presidente em 2002, o petista passou a ser uma projeção de sucesso para as camadas C e D da população. ‘É um deles. Chegou lá’, diz Santana. Nesse momento, a personagem é o ‘fortão’, que ‘rompeu todas as barreiras sociais e conseguiu o impossível, tornando-se um poderoso’. Já quando Lula é atacado, ‘o povão pensa que é um ato das elites para derrubar o homem do povo que está lá’.”
O MARQUETEIRO DE LULA 2 - quando ele é também PERIGOSO!
Se Santana é chato quando é óbvio, consegue ser bastante esclarecedor quando expõe detalhes do seu trabalho. Na entrevista a Fernando Rodrigues, ele deixa claro, sem usar tais palavras, que uma campanha política pode AÇULAR O PRECONCEITO e EXPLORAR A IGNORÂNCIA de causa. Ele dá a tudo isso um outro nome: “emoção”. Vejam o que ele diz:
FOLHA - Como foi definida a abordagem a respeito do tema das privatizações? JOÃO
SANTANA - Esse é um tema riquíssimo, que foi muito bem pensado. Nós tínhamos alinhado alguns dos temas de intensa fragilidade e de imensa comoção política. Estava em primeiro lugar a privatização. Não usamos no primeiro turno porque não houve necessidade.
FOLHA - A forma como o assunto foi usado não se prestou a deseducar o eleitor? Propagou-se a noção de que a privatização em si é algo ruim...
SANTANA - Foi deseducativo de acordo com determinado ideário. Para o "consenso de Washington", sim. No Brasil, para alguns setores, revigorou-se um sentimento cívico. Não faço juízo de valor, mas o fato é que a privatização se apresenta no imaginário brasileiro com uma série de emoções políticas.
FOLHA - Quais eram essas emoções?
SANTANA - Primeiro, há um eixo cívico-épico-estatizante que vem de Getúlio Vargas, com a campanha "o petróleo é nosso". O outro eixo são as "tramas obscuras". Não quero questionar como foram feitas as privatizações no governo FHC, mas o fato é que ficou, na cabeça das pessoas, como se algo obscuro tivesse ocorrido. Foi erro de comunicação do governo FHC, que poderia ter vendido o benefício das privatizações de maneira mais clara. No caso da telefonia, teve um sucesso fabuloso. As pessoas estão aí usando os telefones.
FOLHA - Não é desonesto se beneficiar de uma idéia geral que vigora na sociedade? Algo que possivelmente o próprio presidente da República sabe que não é a verdade completa?
SANTANA - Não. Eu trabalho com o imaginário da população. Em uma campanha, nós trabalhamos com produções simbólicas. Não considero que exista aí desonestidade, pois o tema foi, pelo menos, discutido. É bom que a população fale e reflita sobre esses temas. No primeiro turno, analisando as pesquisas, eu vi que essa discussão poderia ser retomada. Enxerguei ali um "monstro vivo" que poderia ser jogado.
FOLHA - Mas, se foi apenas uma tática para encurralar o adversário, fica então reforçada a tese de que houve uma certa desonestidade intelectual. Ou, para usar a expressão do candidato do PSDB, uma "mentirobrás"?
SANTANA - Não é bem assim. O presidente não foi reeleito por causa da polêmica sobre privatização. O fato é que o adversário teve a chance de responder, mas não o fez. Tivesse ele uma resposta pronta, objetiva, o impacto teria sido reduzido. Alckmin poderia mostrar objetivamente o uso de telefones, de computadores, de internet.
Pois é, leitor, pois é... Há alguns anos tenho abordado o que costumo chamar de “GUERRA DE VALORES”. Vê-se que Santana topa flertar com a mentira. Porque, para ele, basta que essa mentira seja uma, sei lá, verdade sentimental. É evidente que não dá para concordar com isso. Mas uma coisa ele diz com absoluta correção – a correção de quem é um profissional da área: “Tivesse ele uma resposta pronta, objetiva, o impacto teria sido reduzido. Alckmin poderia mostrar objetivamente o uso de telefones, de computadores, de internet.” Foi rigorosamente o que escrevi aqui. Em vez disso, o tucano saiu assinando documentos e usando boné do Banco do Brasil, numa postura tolamente defensiva.
O que me interessa nessa entrevista é justamente isto: os petistas vivem em permanente GUERRA DE VALORES. Ao contrário dos partidos de oposição. Para enfrentar o PT, é preciso, antes de tudo, SABER ENFRENTAR O PETISMO.
Do blog de REINALDO AZEVEDO
(TODOSO OS GRIFOS SÃO MEUS)
Ô "raça", hein?!
Caro Edson,
Em primeiro lugar, as palavras que o senhor me atribui são de Voltaire. Depois, a frase não se refere a pensamento filosófico, mas a idolatria. Em terceiro lugar, trouxe o pensamento para tentar iluminar os petistas idólatras que impoestam este site, não os policiais federais. Em contrapartida, o senhor tentou me desqualificar específicamente.
Aliás, tudo o que fiz foi concordar com o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, senhor Garito. Quem tentou desqualificar seu colega foram os idiólatras.
O senhor também acha a opinião do senhor Garito infundada, impertinente e facista??
PS.: acho engraçado o "pensamento filosófico" que defende a não apuração de uma denúncia de intimidação por algum detentor de poder (seja ele policial, promotor, juiz, ministro, etc). Estou com Garito, se existe uma denúncia, deve ser investigada. Não acho que isto seja "facismo", mas o contrário, sim.
Ah, apenas um recado ao beócio e anticlerical "professor", fujão e "borra cuecas" (porque DESAFIADO a comprovar a suas assertivas contra a Igreja Católica e quanto ao apóio do PT e do seu candidato Excomungado ao ABORTO, preferiu ficar na indigna e desonrosa "muda"), acerca do seu "post" do dia 1º. de outubro à 14:11:
Não foi voltaire, mas sim diderot o autor do seu "ditado";
Em segundo lugar, a citação correta é: "A humanidade só encontrará a liberdade quando o último REI for enforcado nas tripas do último padre", sendo assim REI e não BURGUÊS, viu, mané?!
Tenho pena dos seus alunos, "professor" de "menas" letras.
Caro amigo Professor Manuel:
A impostura e mistificação dos PeTralhas, com voltaire ou com diderot, é o fim da picada mesmo, não?
É porisso que eu digo: só desratizando mesmo!
Um abração.
Retribuo o abraço, caro Richard.
Mas, faça-me o favor, quando falar em "professor", especifique quye fala deste tal de armando, o idólatra, e não de mim.
Fico com urticária de algum desavisado confundir-nos...
Sobre as citações, acho cômico estes petistas. Vc faz uma citação e, ao invés de refletir sobre o pensamento ofertado, os caras ficam em busca de desqualificar o filósofo, chama-lo de facista...
É ridícula a falta de argumentos.
Queria ver se, ao invés de um repóirter da veja, fosse um da cartilha capital...
Estariam todos indignados...
Haja "honestidade intelectual", como diria HH...
Ah, meu caro amigo Professor:
Eu creio que não haja a mínima chance, mesmo a um desavisado de confundir o endereço de meus comentários!
O poucas-letras, fujão e "borra-cuecas" ousou fazer - além das habituais colagens do novo objeto de seu erótico afeto, o minúsculo josé dirceu - fazer uma série de invectivas caluniososas e escrotas, como só a um PeTralha de marca soi acontecer, contra a Santa Igreja Católica.
Aí eu o DESAFIEI, publicamente, a comprovar as suas afirmações ou retratar-se. Caberia então, a um homem de HONRA sustentar as suas palavras ou, honrosa e humildemente, desculpar-se.
Mas...falar de honra a um PeTralha malicioso, mistificador e safado, é "atirar pérolas aos porcos".
Volto a dizer: tenho muita pena dos alunos daquele dito "professor", se é que os tem!
Um outro abraço, muito grande.
richardsmith@ig.com.br
Que bela dupla, são o Richard e o Manuel!
Quando e onde será a próxima reunião?
Anauê.
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