O coronel Gustavo David Gonçalves, corregedor da Polícia Militar em Mato Grosso do Sul, foi afastado nesta quinta-feira (31/8) da função. Ele será alvo de um inquérito policial militar. Motivo: reportagem do MS-TV, da TV Morena, mostrou que ele mantém um site de propaganda de prostitutas.
O militar é dono de uma página na Internet com fotos e contatos de profissionais do sexo. Na página de abertura, consta que não é um espaço pornográfico nem uma agência e sim um site erótico para comunicação entre pessoas. De acordo com a reportagem, para hospedar um anúncio, o interessado paga R$ 50.
O Ministério Público pediu a quebra de sigilo telefônico e apreensão de computadores do oficial dono do site. A informação é do Portal Terra.
Que bonitinho, não?
Rufião, cafetão, cafiolo... Tem um monte de nomes para isso.
Vagabundo.
imagine se nao fosse corregedor...
Será que nenhum superior ou subordinado na corporação sabia? Foi necessário ser divulgado na mídia para que providências fossem tomadas? Já não é o momento do Poder Legislativo modificar a legislação minitar para que a corregedoria da Polícia seja integrada tambem por profissionais de fora da corporação a fim de dar mais transparências? Tambem não é o caso da legislação ser modificada a fim proteger o subordinado que ao tomar conhecimento de fatos dessa gravidade envolvendo superior hierarquico possa denunciar sem o medo de sofrer represárias?
Gostaria de lançar ao debate a questão da facilitação a prostituição. A conduta indicada na matéria se aplica em tese a tipificação existente no código penal. Minha pergunta seria se os jornais que mantém em seus classificados setores específicos para o mesmo fim não se enquandram na mesma conduta? Por que ninguém tenta coibir tais publicações? O referido Coronel poderá utilizar em sua defesa que utiliza a mesma conduta dos referidos jornais? Frize-se que não se trata de jornalecos, mais poderosos conglomerados esplalhados por todo país.
O fato de um servidor público militar, ocupante da patente de Coronel, e no cargo de Corregedor, e que, na esfera particular é proprietário de um site de divulgação de prostituição, fere mortalmente a moralidade principalmente da instituição maior e da Corregedoria na qual ocupava um cargo e poderia ferir a da pessoa, mas como ele é o próprio envolvido não caberia essa colocação, muito porque não conheço nenhuma lei que proiba uma pessoa manter um site de divulgação, mesmo que o seja voltado para divulgar fotos de mulheres para a prática de sexo, desde que não seja de crianças e adolescentes, mas o fato de levar vantagem com a cobrança de anúncios para divulgação de programas de sexos, nesse aspecto, o site passa caracterizar uma empresa, entrando junto as obrigações fiscais e outras inerentes as movimentações financeiras recebidas, não o fazendo, outras irregularidades podem ser implicadas a pessoa do Coronel. A grande verdade é que, se é ocupante de cargo na Corregedoria da Polícia Militar, pelo fato imputado, necessitando ser apurado dentro de um processo Administrativo Disciplinar Militar, onde a ampla defesa, o contraditório e o devido processo legal sejam garantidos ao superior militar, restando provadas as notícias, acredito que todos os atos praticados pelo militar da corregedoria devem ser considerados núlos, porque foram praticados por servidor público com suspeição de ilegalidade, assim os atos dele que passam a ser considerados eivados de nulidades.
Meu amigo Antonio:
Em princípio, sim e não. As condutas absurdas e bizarras que vemos acontecendo hoje, certamente tem raízes muito profundas, lá atrás.
Acho um absurdo os anúncios em jornais, de "acompanhantes", "massagistas", etc. e os seus sórdidos complementos: "oral até o final...", "bem-dotados", etc.
Mas a rigor, são prostitutas anunciando o seu "produto". E prostituição não é crime.
O caso do coronel, no entanto, não é tão simples, pois segundo o que consta de outros artigos de jornal, havia verdadeiro agenciamento de prostitutas por parte do militar e não, tão somente, a cessão de espaço para anúncios.
O que por sí só guarda uma certa lógica: quanto é que poderia render o "aluguel" só do espaço, em relação aos vencimentos do safado? E já as comissões sobre os programas?
Apenas acho ilógico ele se sujar por tão "pouco".
Em sendo o segundo caso, é rufianismo, proxenetismo, mesmo.
Desculpem-me. O comentário abaixo é dirigido ao amigo Fernando Teixeira.
Sou militar da polícia militar de minas gerais.
Se fosse um pequeno,de nossa polícia;já estaria excluído da PM.
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