Dono da boate Bahamas vai continuar preso, decide STJ

O empresário Oscar Maroni Filho, dono da boate Bahamas, localizada na zona Sul de São Paulo, vai continuar na prisão. A decisão é do Superior Tribunal de Justiça. O ministro Hamilton Carvalhido, da 6ª Turma, negou na manhã desta quarta-feira (15/8) o Habeas Corpus apresentado pela defesa do empresário.

De acordo com o ministro, o pedido não pode ser admitido por se tratar de HC contra decisão que indeferiu liminar em outro HC, o que só seria aceito em caso excepcionalíssimo de ilegalidade manifesta.

Maroni teve a prisão preventiva decretada pela 5ª Vara Criminal de São Paulo. Com a liminar negada em outro HC pelo Tribunal de Justiça paulista, a defesa apresentou novo pedido. Dessa vez, no STJ.

O empresário afirmou, no pedido, que seu prédio do Oscar’s Hotel foi lacrado pela Prefeitura de São Paulo sob o argumento de que prejudica a navegação aérea na região, que fica nas proximidades do aeroporto de Congonhas. Em seguida, a boate de propriedade de Maroni também foi fechada pela Prefeitura sob a denúncia de que se destinava à exploração de prostituição.

Na tentativa de revogar a prisão, a defesa argumentou não haver motivo para a decretação, já que Maroni não desrespeitou nenhuma determinação judicial e foi absolvido em todos os processos contra ele envolvendo o mesmo crime.

Segundo a defesa, a boate Bahamas não é casa de prostituição. Essa caracterização exige que seja provada a habitualidade e as absolvições anteriores indicam o contrário. Além disso, não foi descumprida qualquer determinação legal ou judicial. A defesa afirma, ainda, que o empresário é réu primário e que a “mera presunção, não pode servir de amparo a prisão preventiva de quem quer que seja”. Para a defesa, o empresário é réu primário e está sendo vítima de “verdadeiro massacre da prefeitura de São Paulo”.

O relator do recurso, ministro Hamilton Carvalhido, rejeitou os argumentos da defesa. Segundo ele, o pedido não pode ser admitido porque não cabe HC contra decisão que indeferiu outro HC. Nesse caso, destaca o ministro, “a inicial descreve fatos, em tese, objetiva e subjetivamente típicos”. Para ele, as certidões de antecedentes penais que instruem a inicial não se referem ao tempo dos ilícitos penais imputados ao acusado. Segundo o ministro, não ficou comprovado o alegado constrangimento ilegal.

HC 89.192

Manente disse:
15 de agosto de 2007 às 18:26

Ah, se não fosse o acidente da TAM !!!

O Oscar estaria LIVRE, LEVE E SOLTO.

E OS DEMAIS DONOS DE CASAS DE PROSTITUIÇÃO DAS REGIÕES NOBRES DO BRASIL?????????????????????????

Manente disse:
15 de agosto de 2007 às 18:26

DIGO: SÃO PAULO (CAPITAL).

Roberval Taylor disse:
15 de agosto de 2007 às 21:29

Solta o Oscar, pessoal! Ele é um trabalhador. Quem fica perseguindo ele ou tá querendo que a mãe volta prá casa , ou tá com inveja do sucesso dele ou então é bichona. O cara falou a verdade. Só não quiz pagar o pedágio que os fiscais sempre cobra prfá livberar construção. E o Bahamas é uma beleza. Ninguém faz nada errado lá que a gente não faz em outro lugar. Piranha temm até nos ministgerio de Brasilia. Lembram aquela menina que andava faturando num gabinete? Ela denunciou o chefe e sumiu...Fui uma vez só no Bahamas, acompanhando um alemão que eu estava assessorando. A bebida era boa, o ambiente era muito bacana. Parece que nem era caro, pois o alemão ficou muito feliz e foi ele que pagou tudo. Ele quase casou com uma mineira que tinha lá, verdadeiro avião. Porisso que tem ser perto do aeroporto...

Gory_sp disse:
15 de agosto de 2007 às 23:53

Do jeito, que anda nosso País; ZONA por ZONA; OSCAR MARONI, para PRESIDENTE; pelo menos este conhece e sabe o que faz e é muito bem assessorado...

fsl disse:
16 de agosto de 2007 às 13:41

Curioso nosso país!!! Um Marcos Valério da vida é flagrado destruindo provas e não tem sua preventiva decretada... curioso!!!

sininho disse:
17 de agosto de 2007 às 01:24

acho que o baroni devia gritar,eu preso porque so eu? e os outros que agora estao ausente?aha aha,

melk disse:
19 de agosto de 2007 às 19:54

Engraçado, em São Paulo existe tantas casa como a do Oscar maroni e ninguém faz nada, ou será que a Rua Augusta foi toda interditada?

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