Exame de Ordem em São Paulo tem 3% de abstenção

A Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-SP divulgou, nesta segunda-feira (20/8), o número de abstenções do 133° exame realizado no domingo (19/8). De 18.470 candidatos inscritos na prova objetiva, 615 não compareceram, ou seja, (3,3%). Confira aqui os gabaritos da prova da primeira fase.

A segunda fase será feita no dia 16 de setembro. A prova prática consiste em cinco questões, com peso 5, e a redação de peça profissional, também com peso 5. Os bacharéis poderão consultar a legislação, livros de doutrina e repertórios de jurisprudência. Será aprovado o candidato que obtiver nota igual ou superior a seis. Serão proibidos o uso de telefone celular, agendas eletrônicas, aparelho de BIP, walkman ou qualquer outro receptor de mensagens.

Habib Tamer Badião disse:
21 de agosto de 2007 às 21:19

Que vergonha pertencer a uma OAB que agride o neófito advogado!!! No meu tempo de criança me lembro que só doido e bobo jogava pedra na gente!
O papel dos advogados que defendem o famigerado Exame de Ordem se equiparam a estes deficientes mentais.. Tenho vergonha...deste instrumento paramilitar de desmoralização dos nossos novos profissionais. Advogado que se submete ao Exame de Ordem é vaca de presépio!!! Perde a justiça com o seu ingresso e me preocupa quanto ao futuro da advocacia que passou a ser plataforma de concursos...

Habib Tamer Badião disse:
21 de agosto de 2007 às 21:22

A Lei 6896 é inconstitucional quando exige o Exame de Ordem para o exercício da advocacia...A sua regulamentação pela OAB tb é inconstitucional por ser prerrogativa do Presidente da República e vai por ahi!!!

Cissa disse:
22 de agosto de 2007 às 16:58

No "site" da Central de Concursos" há hipóteses de impugnação de algumas questões.

O número é absurdo. Nem a OAB sabe mais o que perguntar ou o que fazer para atrapalhar a vida dos bachareis.

Lamentável. Só querem mesmo é irritar as pessoas. Tem razão o rapaz que escreveu com a denominação de "palhaço da OAB" ou algo que o valha.

Estão ficando tão patéticos como o restante do poder judiciário, parece até competição.

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