O promotor Thales Ferri Schoedl, que na quarta-feira (29/8) conseguiu garantir o seu vitaliciamento no Conselho Superior do Ministério Público, trabalhará em Jales (interior de São Paulo), cidade onde sua vítima viveu com a família na década de 1990. Schoedl é acusado de matar um rapaz e ferir outro.
O crime aconteceu em Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista. O promotor disparou 12 tiros com uma pistola semi-automática calibre 380 contra os dois rapazes que teriam mexido com sua namorada. Diego Mondanez foi atingido por dois disparos e morreu na hora. Felipe Siqueira foi baleado quatro vezes, mas sobreviveu. Segundo a defesa do promotor, os jovens ameaçaram agredi-lo após terem feito insinuações sobre sua namorada.
O promotor assumirá suas funções assim que a decisão do Órgão Especial for publicada no Diário Oficial. Ele conseguiu o vitaliciamento por diferença de apenas um voto.
Confira os nomes dos 16 procuradores que deram cargo vitalício a Thales Schoedl
Adelina Bitelli Dias Campos
Álvaro Augusto Fonseca Arruda
Ana Margarida Machado Junqueira Beneduce
Carlos Eduardo Fonseca da Matta
David Cury Jr.
Gabriel Eduardo Scotti
Gilberto Martins Lopes
Irineu Roberto da Costa Lopes
José Eduardo Diniz Rosa
José Luiz Abrantes
José Reynaldo de Almeida
Luiz César Gama Pellegrini
Paulo do Amaral Souza
Pedro Franco de Campos
René Pereira de Carvalho
Sonia Etuko Oda
Votaram contra o vitaliciamento do promotor
Airton Florentino de Barros
Antonio Visconti
Arnaldo Gonçalves
Claus Paione
José Ricardo Peirão Rodrigues
José Roberto Dealis Tucunduva
José Roberto Garcia Durand
Márcio Cunha Berra
Mário Antonio de Campos Tebet
Newton Silveira Simões
Paulo Álvaro Chaves Martins Fontes
Paulo Marcos Eduardo Reali Fernandes Nunes
Regina Helena da Silva Simões
Roberto João Elias
Sérgio Neves Coelho
Estavam impedidos de participar da votação
Antonio de Padua Bertone Pereira
Fernando José Marques
José de Arruda Silveira Filho
José Luis Alicke
Paulo Mario Spina
Rodrigo César Rebello Pinho
Tiago Cintra Zarif
Não compareceram à sessão de julgamento:
Agenor Nakazone
Aparecida Maria Valadares da Costa Gonçalves
Herberto Magalhães da Silveira Jr.
Mário Pedro Paes
Parabéns aos Procuradores que mantiveram o cargo do Promotor Thales, vocês souberam manter independência e um apurado senso de Justiça. Os senhores tenham certeza de que apesar do linchamento que a imprensa faz do promotor, há muitos que crêem que não foi o promotor o culpado pelo que aconteceu. Se ele tivesse sido respeitado, antes de mais nada como pessoa, nada disso teria ocorrido.
As vítimas quiseram aproveitar de seus portes físicos avantajados para humilhar na frente da namorada um homem que eles não conheciam. Será que esses rapazes teriam agido da mesma maneira se ao invés de franzino o promotor tivesse dois metros de altura e uns 110 Kgs? Certamente que não.
Mas, embora pequeno, o promotor foi macho o suficiente para exigir respeito nem que fosse à bala.
Ainda existe entre nós a lei maior da natureza conhecida por 'Lei da Causa e Efeito'.
Senhores Procuradores, os senhores foram dignos do cargo que ocupam, quem ganha é a Justiça, embora a platéia de tolos que grita contra.
Além de fazer minhas as palavras do Paulo.
Não se pode rasgar o ordenamento jurídico toda vez que imprensa resolver armar o seu circo.
Se ele se sentiu acuado e se não viu outra maneira de evitar a agressão iminente, então, em tese, estava coberto pelo manto da legitima defesa, aliás, como estaria qualquer um de nós.
Ademais, já disse o STF, para aqueles que argumentam que ele poderia ter fugido do local para evitar ser surrado e o fim trágico, que a o ordenamento jurídico da legitima defesa não obriga aquele que se defende legitimante a se acovardar e fugir, pois se assim fosse não haveria nnecessidade da previsão do instituto.
Trata-se de mais um absurdo e mais uma demonstração clara do corporativismo que impera em nossas instituições.
Se todos que se sentissem ofendidos por alguém proferir gracejos à sua namorada resolvesse agir à bala, estaríamos de volta ao velho oeste, bem retratado nos filmes de Clint Eastwood.
Permitir que um assassino da pior espécie - digo da pior espécie porque esse elemento não vem das favelas e nem foi um brasileiro sem perspectiva, como os milhares que vemos todos os dias por ai. Pelo contrário, esse matador frio sabe muito bem a conseqüencia de seus atos, estudou e passou num concurso muito concorrido e difícil, por isso deveria agir como uma pessoa equilibrada - exerça uma função da importância de um membro do MP é, no mínimo, mostrar ao povo que a sociedade em que vivemos está totalmente imoral. Triste a decisão do Conselho Superior do MP. Mais triste é saber que ainda existem os neandertais que apoiam atitudes como desse assassino inescrupuloso.
É né, foi mais de 4 (quatro)votos, fazer o que, 4x4=4(?).
LEGITIMA DEFESA ! (DIREITOS HUMANOS)
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O cidadão, pobre e analfabeto, mata o Executivo de sua cidade, é preso em flagrante sem esboça reação. Inquirido pelo delegado de policia alega “Legitima Defesa, Putativa, da Honra, face o Estado Assassino e Contumaz”. (CP Art. 17, 19, III, e 21).
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E fundamenta nesses termos ao Delegado de Policia:
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Bem Doutor, eu estou desempregado, na verdade sempre fui pobre e vivi de bicos, meus pais não tinha como me dar ensino básico, alimentação quando tinha era totalmente insuficiente, moravam na beira do valão envolto de papelão, meus pais também fazia bicos e quase sempre chegava a casa alcoolizado, fazia sexo com minha mãe no papelão ao lado eu e meus irmãos assistíamos tudo, sexo oral, anal, sadomazoquista, e quando ela se recusava ele puxava a faca pra ela ou ameaçava com uma barra de ferro. Era muito engraçada, minha mãe também bêbada revidava, mas nos não podíamos rir e tínhamos que fingir que estávamos dormindo, se não quem apanhava éramos nós.
Apesar de tudo, eu como filho mais velho sempre fui muito preocupado com a integridade dos meus pais, quando fiz 18 anos consegui arrumar algum dinheiro e invadi um terreninho lá na favela,meus pais já estavam de cabelos brancos, trêmulos e constantemente doentes. Minha vida o que melhorou na verdade foi à ascensão ao dito barraquinho. Logo ficou apertado, eu arrumei uma mulher e veio alguns filhos, e logo tudo começou ficar com no tempo de meu pai, miséria, indignidade, fome, doença, etc.
Um dia chegou um moço no barraquinho e passou a tarde toda falando com minha mulher, meus filhos, até meus pais ouviram tudo. Ele falou dos nossos direitos, ele disse que o Estado tinha deveres com a população principalmente a mais carente, que o Executivo estava na verdade tentando contra nossa vida, e que nós tínhamos o legitimo direito de defesa. Eu fui ao advogado, com muita dificuldade pra falar com o Doutor, e ele me falou que eu tinha mesmo esse direito, só que ninguém conseguia resgatar esses direitos a muitos anos e que na verdade o povo estava sendo assassinado moralmente, intelectualmente, socialmente e fisicamente.
Na verdade Doutor... Eu fiquei convencido de que o Executivo estava tentando assassinar a mim e a minha família, e que já havia assassinado meus visinhos e empurrado tantos outros da comunidade para o crime, eu não queria Doutor... Pode acreditar! Mas quando fiquei pensando nos meus filhos que já estavam na boca trabalhando, quase fiz uma besteira. Mas fui levando, e o pensamento remoendo meu juízo, afinal e a minha legitima defesa putativa (?).
Nessa noite passada eu tava no botequim quando meu filho mais velho chegou ofegante, pai... Depressa pai... Vovó ta passando mal.
Sai correndo, meu filho que trabalha lá na boca mandou o táxi e levei minha mãezinha pro hospital. Acabou morrendo Doutor Delegado e o medico disse que quem matou foi o Executivo e que iria matar o resto da minha família e de meus amigos...
No dia do enterro o Executivo apareceu lá, veio em minha direção, levantou os braços... E é por isso que to aqui Doutor, eu juro Doutor... Foi legitima defesa!
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Esse tema que proponho, é da maior gravidade e realidade. Por favor, não se aproximem deste debate sem a devida seriedade e analise profunda e sobre o tema, ainda que esse, a prima vista, lhe pareça sem sentido ou embasamento jurídico. O tema é de ordem Político-social. Atual em face da incapacidade quase absoluta do Estado na produção de Justiça, na recuperação e execução das sentenças. Aqui, prevaleceu a Lei de Talião, vence o mais forte, o mais rico e o mais poderoso e às vezes o mais oprimido analfabeto, quando faz com as próprias mãos o que deveria fazer o Poder Judiciário em nome do Estado Democrático de Direito.
Não sei se é o que consta dos autos, mas li que o promotor teria ido tirar satisfações com os rapazes que mexeram com sua namorada.
Seria uma conduta muito próxima da "legítima defesa preordenada", descaracterizando a excludente de ilicitude.
Mas não sei se é o que consta dos autos.
Parabéns ao Ministério Público que demonstrou independência, que é o que se espera de uma instituição de seu quilate. A imprensa está sendo muito tendenciosa nesse caso, só porque o investigado é promotor de Justiça. Se fosse um qualquer, não dariam essa atenção e analisariam a prova dos autos antes de divulgar uma notícia tendenciosa. Que os observadores da OEA venham e vejam isso. Será bom para o Brasil saberem que o MP de São Paulo é independente e não cede a pressões da imprensa.
Se fosse qualquer um... estaria esquecido em alguma masmorra mofando ha vários anos, para dar exemplo a sociedade.
Eu só abomino é foro privilegiado isso é um escândalo , até por que confiamos ou não nos juízes de primeira instância ? Particularmente acho que estão aptos a julgar do pé rapado ao o imperador, caso cometam algum delito.
A conduta do meu coleg não tem justificativa, se vieram agredí-lo, ele deveria fazer o que faço, trago comigo no chaveiro um spray de pimenta, que não é letal e inibe a ação dos criminosos. Isso se realmente a história foi de tentativa de uma agressão injusta, atual e iminente.
Pois sim senhores, muito embora possa usar arma de fogo, prefiro não portá-las, mas sim meu bom spray de pimenta.
Logo...
Ah tá! Então se mexerem com o meu namorado eu posso dar 12 tiros para salvaguardar minha honra?? Ops, esqueci, não sou Promotora, esta garantia é reservada tão-somente a estes.
Pimenta das Neves, encontra-se solto, e é réu confesso, (JUSTIÇA SOLTOU). E tantos outros, com o voto do corporativismo.
Se fosse outro menos apadrinhado estaria mofando na prisão.
Magistrato (Juiz Estadual de 1ª. Instância) 31/08/2007 - 19:14
Parabéns ao Ministério Público que demonstrou independência, que é o que se espera de uma instituição de seu quilate. A imprensa está sendo muito tendenciosa nesse caso, só porque o investigado é promotor de Justiça. Se fosse um qualquer, não dariam essa atenção e analisariam a prova dos autos antes de divulgar uma notícia tendenciosa. Que os observadores da OEA venham e vejam isso. Será bom para o Brasil saberem que o MP de São Paulo é independente e não cede a pressões da imprensa.
Belo exemplo para um Magistrado manifestasse desta maneira. O que mais poderemos esperar dos APLICADORES DAS LEIS.
S. M. J. (DEUS).
Agora, tudo é culpa da Mídia.
A Mídia, mata, rouba, faz corrupção, sonega imposto, trafica drogas, e tantos outros delitos.
Aonde vamos parar com essa impunidade e tanto CORPORATIVISMO.
Chega.
Salvo engano, o valente e corajoso integrante do MP ainda não tinha completado o período de tempo necessário a sua confirmação no cargo, ou seja, o estágio probatório, quando, cometeu o ato insano de disparar doze vezes contra um grupo de rapazes. Mesmo assim, o colegiado o confirma no cargo. É de se lamentar, pois a decisão será registrada como um divisor de águas dentro da instituição que tínhamos como o fiel da balança na sociedade. Não resta dúvidas que a falta de experiência, a sensação de poder, a falta de triênios, ou quinquênios, levou o imberbe promotor a cometer o homicídio. Não há lei ou regulamento que justifique a decisão que acarretará uma cicatriz eterna. Lamentamos por todos, sociedade, as vítimas, seus parentes, as instituições, e até mesmo pelo Doutor Thales, o qual vai carregar para sempre o estigma de assassino com privigélios, concretizando e pontencializando o pensamento arcaico que o MP tentou reverter: A justiça só pune os mais fracos. Que pena.
Como é frustante ler tais comentários.
Antes de qualquer coisa leiam os autos do processo.
Falar a esmo não leva a lugar nenhum.
O Ministério Público provou que é de respeito e de não se deixar levar pela imprensa.
Agiram com bom senso e responsabilidade. Parabéns!!
fico imaginando as sequelas que ficará nos familiares das vitimas...o repudio e as propostas contra a violencia como essa...deve ser maior, principalmente contra a impunidade ...viva a liberdade de impressa.
O jovem promotor homicida nao encontrara lugar adequado para exercer plenamente seu oficio, pois a cidade de Jales para onde o mandaram recolhe assinaturas para não aceitá-lo na comunidade, será que ele ainda vai achar que o os cidadãos não sabem separar o joio do trigo? Qual o interesse dos que o recolocaram no cargo sabendo que a reacão do povo poderia ser esta? Corporativismo onde jamais poderia existir, trista democracia esta que se nos apresenta...
Acredito na inocência do promotor por 02 razões:Pelo que foi falado nos autos além dos demais rapazes mexerem com uma pessoa que está acompanhada o promotor deu tiros de advertência para o alto para que não o atacassem tentaram avançar sobre o mesmo apesar dos disparos de advertência,e,sabe-se lá o que teriam feito? talvez matassem o promotor e estuprassem a moça aí seria tarde demais.O único culpado a meu ver são os pais pois não deram educação a seus filhos para que não andassem com más companhias e que acham que por estarem em maior número poderão acuar qualquer um.O promotor agiu consoante o maior direito que é o direito natural,o da sobrevivência.Quando se foge as normas de conduta e de civilidade em sociedade,esse é apenas um preço que se paga.Posso dizer que me avaliando na posição do promotor teria agido
exatamente da mesma forma.Quanto a imprensa ela vive de escândalos "Lembram-se da Escola Base?"Pedido de desculpas da imprensa não devolverá a vida daqueles que morreram por causa da acusação leviana da imprensa.Querem mostrar o promotor como um aproveitador,como se o mesmo devesse pedir desculpas por viver e querem malhá-lo.Se eu fosse o promotor entraria com diversos processos indenizatórios por perdas e danos contra essa imprensa marrom (comprada)É comprada mesmo,todo dia falando do risco país das agências
de classificação e agora com bomba hipotecária eles não vieram a público para dizer que as tais agências eram compradas em suma uma mentirada só .Não acreditem no que a imprensa diz antes de ver todos os fatos pois alguem é dono do jornal,da revista etc.e tem seus próprios interesses.O Congresso Nacional é uma nojeira entrem no site do TSE e vejam que os BANCOS e as grandes empresas é quem financiam as campanhas políticas !!!
Ô matéria tendenciosa !!!
Tá se vendo que o Conjur não sabe noticiar uma notícia com isenção.
Quer dizer que se for Promotor ou Juiz deve esperar ser agredido, espancado, desmoralizado e morto?
Percebo nesse site que 99% dos que aqui postam têm ódio, despeito ou sei lá o quê em relação a "todos" os juízes e promotores.
Passar num concurso desses é difícil e não quer dizer que a pessoa já vire o diabo não.
Em toda profissão existem os bons e os maus.
Mas, parece que aqui, atacar juízes e promotores em geral é o que dar prazer, gratuitamente.
Esses Procuradores deveriam ser expulsos do Ministério Público.
Essa decisão é vergonhosa.
Entre outros, o que me leva a fazer coro com o comentarista abaixo, é pela simples razão que sumariar um crime dessa natureza e da forma como os acontecimentos se passaram não justifica, nem os meios e nem em tempo.
"Aurilio (Funcionário público 01/09/2007 - 07:32
PARABÉNS AOS SEUS COMENTÁRIOS!
As colocações, às vezes, parecem bem tendenciosas mesmo. Essa notícia é daquelas que, se a publicação não for feita de maneira isenta, a tendência é demonizar o seu protagonista. Senhores, existem princípios de direito que precisam ser conhecidos e respeitados, senão os comentários se tornam mesquinhos, preconceituosos e tacanhos, senão vejamos.
1º - Todos são iguais perante a lei;
2º - Dignidade da pessoa humana;
3º - Due process of law;
4º - Presunção de inocência;
5º - Contraditório;
6º - Ônus da prova (acusação).
Essa descrição de que "...O promotor disparou 12 tiros com uma pistola semi-automática calibre 380 contra os dois rapazes que teriam mexido com sua namorada..", não se coaduna com o que foi apurado até agora no processo criminal. O promotor Thales Ferri Schoedl, pelo que lemos no próprio CONJUR, não fez os disparos tão somente porque os rapazes mexeram com a sua namorada. Isso foi o começo da história. De tudo que lemos a respeito da prova testemunhal levada para o processo, o promotor esperou bastante para se defender dos seu agressores, rapazes fortes, malhadores, etc.
"...cidade onde sua vítima viveu com a família na década de 1990...". Isso é tendencioso, me perdoem. Vamos mostrar mais isenção na hora de publicar as notícias, sob pena do jornalismo sério do CONJUR se transformar em jornalismo de tablóide sensacionalista.
Os membros do Conselho Superior do Ministério Público estão de parabéns em não permitir que o "clamor público" criado pela imprensa, tire de seu membros a necessária honestidade, isenção e lhaneza no tratamento institucional dispensado aos seus pares.
Eduardo Freire.
Que maravilha!!!
Juizes, advogados e outros achando o "digníssimo promotor" um coitadinho.
Qualquer um pode defender sua honra andando armado e atirando?
Os comentários dos defensores seriam os mesmos se caso fosse um familiar seu?
Colocariam o real direito de defesa para o criminoso?
E o salário que paga mesmo?
É,
Quase todos são iguais perante a Lei!
Onde anda aquele promotor que matou sua mulher com seu filho no ventre?
Onde anda aquele jornalista que covardemente atirou pelas costa de uma mulher sem a menor defesa?
Dignidade da pessoa humana!
A arma sempre guardada por seguranças de boites, e quase sempre havia discussão.E este individuo portando uma pistola!
Due process of Law!
Já respondido!
Presunção de inocência!
Quem anda armado já tem disponibilidade para efetuar qualquer ação seja ela qual for!Brincadeira!
Contraditório!
Sempre utilizado como forma de justificar o que~as vezes não tem justificativa!
Ônus da prova!
Uma pistola com inumeras cápsulas deflagrada, em via pública, um cadaver com várias perfurações, uma outra vitíma carregando um dreno etc...!
Como será a situação deste FISCAL DA LEI tendo que acusar/defender pessoas que fizeram a mesma coisa que ele?
Situação incômoda ficará o Magistrado que dividir a sala de julgamento com
ele!
Quando não é no meio de nossas famílias, as palavras são a mais bonitas,CHEIAS DE LEGALIDADE ATÉ A RAÍZ DOS CABELOS, MAS, NINGUÉM QUER OCUPAR O LUGAR DO PAI E DA MÃE DA VITÍMA, palavras tiradas destes códigos ultrapassados que fazem as Lei para um único intuíto:SEREM QUEBRADAS E NÃO CUMPRIDAS!
CORAGEM E FORÇA povo de JALES, embora pareça que na há justiça, ela virá, seja pela caneta do homem, seja pela mão de DEUS!
CORPORATIVISMO PURO! PAGO POR TODOS OS CONTRIBUINTES em resposta ao MFG!
Os Procuradores que votaram a favor do Promotor Thales Ferri estão coberto de razão e mostraram que a mídia não os intimida.
Digo que os Procuradores têm razão, porque o Dr. Thales agiu na mais cristalina legítima defesa. Faço essa afirmação porque li suas alegações finais, onde está cabalmente demonstrado, até por testemunhas arroladas na denúncia, essa excludente do crime.
Eu gostaria de deixar aqui meu repúdio em relação a esses procuradores que votaram favoravelmente ao "Promotor Thales"...Isso que vocês fizeram é um exemplo lastimável para futuros promotores afetados como ele que possam vir a serem aprovados em concuso público. Isso não é fiscalizar a lei, é subestimar a inteligência do povo!!!
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