Acusado por estupro consegue liberdade após sete anos

Um homem que passou sete anos atrás das grades, acusado de estupro, foi libertado após exame de DNA e agora vai ganhar da Justiça de Louisville, no Kentucky (EUA), uma indenização de US$ 3,9 milhões. As informações são do site Findlaw.

William Gregory, 59 anos de idade, alegava em sua ação que foi “falsamente preso pela polícia de Louisville e por isso sofreu degradação física atrás das grades”. Ele foi condenado em 1993, sob acusação de ter estuprado uma mulher e ter tentado fazer o mesmo com outras. Gregory foi libertado em 2000, após exames de DNA terem revelado que os fios de cabelo encontrados na cena do crime não poderiam ser os seus.

Em novembro de 2006 o estado de Kentucky pagou US$ 700 mil, em acordo judicial para encerrar a polêmica que envolvia um perito daquele estado, que depôs em juízo contra o suspeito. Bill Patteson, porta-voz do condado de Louisville, disse que esta semana a cidade depositou mais US$ 3,9 milhões na conta do acusado.

Armando do Prado disse:
10 de fevereiro de 2007 às 15:35

Aqui em Pindorama não é diferente. Refiro-me à irresponsabilidade. Quando tivermos condenações exemplares nos bolsos dos caluniadores, certamente, terão mais cuidado antes de destruirem vidas e reputações.

glauco disse:
10 de fevereiro de 2007 às 22:20

Caro repórter,

N~]ao é preciso ir tão longe, aqui mesmo numa comarca da grande São Paulo, um rapaz ficou 1 ano preso acusado de estuprar a própria filha,todavia, após o exame de comparação genética, o resultado indicou a ausência de sêmen, espermatozóide ou qualquer outro material biológico masculino no material colhido na menor. Vejamos agora, quam pagará essa conta.

ERocha disse:
12 de fevereiro de 2007 às 09:00

Quase 4 milhões é um bom começo. No Brasil se receber algo tem que agradecer.

Jesiel Nascimento disse:
13 de fevereiro de 2007 às 06:30

Carrissimo Glauco. Casso vc tenha o nº do processo, me informe por favor.
Quanto ao tema, nossa dificuldade está em que a pericia forense brasileira raramente colhe material para possibilitar o exame. Ao contrário, em alguns casos que pude atuar, pude verificar a omissão do Estado desprezando material de prova, como toalhas, calcinhas, papel higiênico usados pela vítima e que poderiam ser usados em comparação genética.

Murassawa disse:
13 de fevereiro de 2007 às 09:57

Não é so no brasil que isso acontece, veja na terra do tio san também tem prisão de inocente.

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