Traficantes são transferidos do Rio para o Paraná

Os traficantes considerados mais perigosos no Rio de Janeiro foram transferidos, nesta sexta-feira (5/1), do presídio de segurança máxima Bangu 1 para a penitenciária federal de Catanduvas, no Paraná. A maioria dos presos transferidos pertence a facções criminosas que teriam liderado ataques a policiais militares, delegacias e civis. As informações são da Folha Online.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio, foram transferidos os traficantes conhecidos pelos apelidos de Marcinho VP, Isaías do Borel, Elias Maluco, Porca Russa, Robinho Pinga, Lambari, My Tor, Tchaca, Sapinho e Claudinho da Mineira. Outros dois presos não foram identificados pela Secretaria.

O comboio com os presos saiu do complexo de Bangu e passou por várias vias expressas da cidade, como avenida Brasil e Linha Vermelha, antes de chegar à base aérea do Galeão. Um helicóptero da Polícia acompanhou toda a operação. “Por enquanto, ainda não se sabe quanto tempo eles vão permanecer no presídio de Catanduvas”, disse uma assessora da Secretaria.

tyba disse:
06 de janeiro de 2007 às 09:59

O crime se tornou tão violento no Brasil que é preciso construir prisões iguais à Base americana de Guantánamo, onde terroristas do Iraque e Afeganistão estão presos.

Lá eles não têm direito a visitas, advogados e julgamentos. Nem a ONU entra na prisão para apurar as denúncias de torturas e assassinatos.

Lula disse bem. Matadores de inocentes agem como terroristas e é assim que devem ser tratados.

Cantaduvas para esses vermes é um luxo.

Nada de regalias, casamentos no presídio ou presunção de inocência para essa corja. Sejam eles quem for — até políticos.

Com bandidos dessa laia, tem que ser na base de leis e regimes especiais. De exceção, mesmo.

Como acontece em outros países, incluindo democráticos.

hammer eduardo disse:
06 de janeiro de 2007 às 11:09

Caro Sr.Tyba:
Apesar de considerar irretocaveis os seus comentarios e ainda por cima assinar embaixo , cumpro o doloroso dever de avisa-lo sobre o fato de que os abutres que exploram esses animais , com certeza vao "cair de pau" em cima de suas super-logicas reflexoes em nome de uma pseudo igualdade de tratamento para esses animais que eles convenientemente chamam de "crientes".
Apesar de nao suportar nem olhar para essa figura bizarra do Lula , sou obrigado por uma questao de coerencia a concordar com Ele quando "acidentalmente" tachou o acontecido no Rio de Janeiro como terrorismo. Via de regra as ditas "otoridades" de plantao morrem de medo dessa obvia expressao que bem mostra a quantas anda a situacao na outrora "Cidade Maravilhosa".
Com certeza numa proxima etapa , os "adevogadios" dessa corja de animais comecarao a entrar com recursos para que os seus "crientes" sejam reconduzidos ao Rio de Janeiro para que possam mais confortavelmente continuar a administrar o seu discutivel "business".
Enquanto nao aparecerem realmente homens de calca neste Pais que encarcerem esres animis e atirem as chaves no lixo,pouco vai mudar o status atual. Para os repugnantes demagogos de plantao , sugiro que antes de comecarem a vagir o de sempre, peguem o telefone e expliquem suas teses Finlandesas para os Familares daqueles Cidadaos inocentes que foram incinerados vivos dentro de um onibus , algo tao "sofisticado" que nem as tropas do "Titio" Adolf Hitler chegaram ao requinte. Nojento como sempre , agora basta esperar os desdobramentos. Vamos ver se o novo Governador Sergio Cabral vai manter a pressao ou terminara mais a frente cedendo as eternas "pressoes inconfessaveis" de sempre, por enquanto , ponto para Ele e para Nos, vitimas dessa guerra civil agora tardiamente reconhecida. Peco desculpas pelos problemas na digitacao.

tyba disse:
06 de janeiro de 2007 às 22:05

Sr. Eduardo Hammer,

Antes o advogado criminalista se limitava a acompanhar o processo para que o réu fosse julgado com justiça e obtivesse possíveis favores da lei. Hoje vale tudo para que o cliente se transforme de criminoso em inocente.

É que, então, o cliente se abria para seu defensor. Com o tempo, os criminosos foram ficando espertos. Mentem para o advogado. E este, acreditando na inocência deles, se apaixona pela causa. Vão às últimas conseqüências para livrá-los de uma condenação a seu ver injusta.

Com a CF/88, um belo culto à cidadania, as leis ficaram brandas. A presunção de inocência para o réu confesso, por exemplo, é algo difícil de ser compreendido pela sociedade. Mas, de acordo com a Carta, o sentenciado tem o direito de aguardar em liberdade até que se esgotem todos os recursos, numerosos. São poucos os casos em que o benefício é negado.

Há o problema dos inquéritos policiais malfeitos. Seja por falta de meios materiais e humanos nas delegacias, seja por falta de testemunhas — terrivelmente amedrontadas pelos riscos reais de represálias.

Há também dificuldades com o Ministério Público. Os processos são muitos e a rotatividade dos promotores de Justiça em conseqüência de promoções faz com que desconheçam aspectos importantes dos autos. Alguns folheados pela primeira vez às vésperas do julgamento. Por falta de provas ou desconhecimento delas, ou de traquejo de promotores novatos, criminosos perigosos são absolvidos.

Juízes de Execução Penal e servidores de penitenciárias, devido aos sentimentos de compaixão ou fraternidade, costumam “adotar” determinados presos. Um reto desembargador carioca confidenciou-me: “Quando eu era juiz, numa audiência com o Escadinha me emocionei.” Ao juiz de início de carreira, o famoso (“e bom”) bandido da época sem nada pedir lhe garantira segurança. Existem bandidos cruéis, carismáticos. Dissimulados.

Esperemos que o Congresso Nacional crie leis especiais capazes de disciplinarem com rigor e agilidade o combate a atos criminosos considerados práticas terroristas. Como por exemplo chacinas, seqüestros seguidos de morte, ataques a delegacias e a hospitais, atentados contra autoridades e Força Pública, e incêndios de ônibus e automóveis em que os ocupantes sejam imolados.

Em resumo, é o que penso.

Admire os advogados criminalistas. Eles são parte importante na tarefa de pacificação social.

Abraços,

Mauro Tyba

A.G. Moreira disse:
07 de janeiro de 2007 às 12:15

O que eu sei é, que se é necessário descolar presidiários de "alta periculosidade" , para presídios de "segurança máxima", como é possível estas transferências serem anunciadas a toda a população e acompanhadas pela imprensa ?

Assim, parece que, tanto, as autoridades quanto a imprensa, estão colaborando com os bandidos ! ! !

A.G. Moreira disse:
07 de janeiro de 2007 às 12:16

O que eu sei é, que se é necessário deslocar presidiários de "alta periculosidade" , para presídios de "segurança máxima", como é possível estas transferências serem anunciadas a toda a população e acompanhadas pela imprensa ?

Assim, parece que, tanto, as autoridades quanto a imprensa, estão colaborando com os bandidos ! ! !

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal disse:
08 de janeiro de 2007 às 17:20

Ufa! agora o problemas está resolvido...

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal disse:
08 de janeiro de 2007 às 17:21

digo, problema.

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