PF faz operação contra venda ilegal de remédio

A Polícia Federal deflagrou, neste sábado (21/7), uma operação de combate à venda ilegal de medicamentos e produtos sem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os produtos eram oferecidos pela internet. Quatro pessoas foram presas. Mandados de buscas e apreensão foram cumpridos em seis Estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A informação é da Agência Estado.

Os agentes federais desarticularam o comércio e publicidade ilegal de medicamentos anabolizantes, abortivos, falsificados em laboratórios clandestinos e até remédios que não causam qualquer efeito: os chamados placebos. Por isso, a operação foi batizada de “Placebo”.

A Unidade de Combate a Crimes Cibernéticos da PF contou com o apoio de fiscais da Anvisa. Durante as investigações, técnicos se passaram por clientes e compraram os produtos pela internet. Segundo a PF, duas pessoas foram presas em flagrante Rio Grande do Sul, com 89 comprimidos abortivos. No Espírito Santo, um comerciante foi preso em Nova Venécia.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em três cidades capixabas e todo material — medicamentos, cosméticos, produtos fitoterápicos e produtos naturais vendidos sem autorização da Anvisa — encheu dois caminhões-baú.

Em Florianópolis (SC), o dono de uma academia de musculação foi preso em flagrante. Os agentes federais recolheram no local 750 itens de medicamentos anabolizantes, além de R$ 2,3 mil e 10 certificados de postagens dos Correios. Conforme a PF, a investigação teve início a partir de denúncia de venda de esteróides anabolizantes de origem estrangeira por intermédio do site http://www.bombadoss.com. Os nomes dos presos não foram divulgados.

Armando do Prado disse:
21 de julho de 2007 às 16:18

AVANTE PF!

AVANTE MPF!

Ramiro. disse:
21 de julho de 2007 às 23:09

Professor, nessa tenho que concordar com seu avante PF e MPF, que até hoje não sei como descobrem as nossas caixas postais e despejam propaganda de venda de tal lixo.

Só espero que a segurança de informática das duas instituições esteja atualizada, que podem tais meliantes de práticas digitais contra atacar com um vírus criado em Taiwan e enviado a partir do Congo, direto nos computadores da PF e MPF, que aí vão se tocar que crimes de informática são coisas muito mais sérias do que imaginam. Muito mais complicado que rastrear IPs no Brasil.

Quanto a prisão dos otários, avante autoridades.

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