Judiciário não é melhor opção para quem quer ficar rico

As pessoas leigas não fazem idéia do regime rigoroso a que se submetem os membros do Judiciário. Tudo começa com os concursos rigorosos, que avaliam os candidatos sob os aspectos intelectual, moral e psicológico.

Depois da aprovação em concurso, vem o estágio probatório, que, para alguns, termina em exoneração. Não vigora a idéia de corporativismo.

Afinal, vitaliciado no cargo, continua o magistrado tendo de demonstrar sua adequação intelectual, moral e psicológica frente à Corregedoria à qual é subordinado, sem contar, a partir de pouco tempo para cá, a fiscalização rigorosa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Quanto aos atos processuais, vive o tempo todo fiscalizado pelas partes, que podem (e devem) recorrer sempre que os juízes se equivocam. Nesse aspecto, os órgãos jurisdicionais superiores funcionam como revisores atentos do trabalho dos juízes.

Com essas formas todas de fiscalização e revisão, em pouco tempo, perdemos qualquer tendência para a desonestidade que possamos ter trazido de atividades profissionais anteriores.

Para falar a verdade, alguém que conseguisse passar ileso por todos esses crivos seria verdadeiro prestidigitador com capacidade de enganar centenas ou milhares de fiscais atentos, quais sejam, seus superiores hierárquicos e as partes.

Em tempos passados, quando paupérrimos eram os meios de comunicação, pode-se dizer que algum juiz conseguisse viver de trapaças sem sofrer punições. Mas, hoje em dia, acreditar que alguém queira enveredar por essa via tortuosa é duvidar da sua inteligência.

Isso tudo quanto àqueles que ingressam no Judiciário via concursos públicos. Esses formam a maioria absoluta do quadro.

Uma minoria mínima ingressa na estrutura judiciária através do Quinto Constitucional. São egressos da advocacia e do Ministério Público: metade de cada um vertente.

Todavia, os que vieram do Ministério Público se habituaram, desde o começo, a um sistema de triagem e fiscalização similar ao do Judiciário. E, quanto àqueles que vieram da advocacia, não se tem notícias de quem se proponham a atuar de forma desonesta como juízes. Ingressam no Judiciário normalmente com expressivo decréscimo de renda. Querem ser juízes por opção, mesmo com prejuízos financeiros.

Assim, fica explicado por quais razões não se deve ficar desconfiando demais dos juízes quanto à sua honestidade. Errar nas nossas decisões, erramos mesmo, pois não somos superiores à humanidade; divergir, divergimos, uma vez que há muitas formas de entender o que é o Justo. Mas isso é diferente de corrupção.

Quanto a alguns outros operadores do Direito é que se deve preocupar quanto a possíveis e nem sempre incomuns atos de corrupção.

O Judiciário não é opção para quem quer ficar rico. É o caminho para idealistas, verdadeiros Quixotes, geralmente vencidos pela força avassaladora dos grandes capitais estrangeiros, da política interveniente e da violência do crime organizado.

Luiz Guilherme Marques

é juiz da 2ª Vara Cível de Juiz de Fora (MG).

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) disse:
23 de julho de 2007 às 07:57

“Sem sangue, suor e lagrima não ha mais tempo para o exercício da DEMOCRACIA. Não é ceticismo, não é pessimismo, é a realidade. Os Poderes Públicos constituídos se engalfinharam de tal ordenamento na corrupção, que se tornaram poderosíssimo e neutralizadores dos antídotos democráticos. Ninguém vence com a Justiça pelas próprias razões constitucionais ou legais. Não ha Juiz que resista aos interesses ofertados e se resistir são sumariamente aniquilados pelos corruptos.”

O BAGULHO É DOIDO... O PROCESSO É LENTO... E A PARADA É SÉRIA CUMPADI !!!
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Que os traficantes e as novas milícias são criminosos bárbaros, que cometem crimes hediondos, que nos assustam e nos trazem um clima de terror, que precisam ser contidos e trancafiados na forma da lei, não temos a menor dúvida.

No entanto o que mais me aterroriza não são esses bandidos notórios, alias, também não são esses bandidos notórios que mais cometem crimes hediondos, tão pouco os que mais matam inocentes diariamente no Brasil.

Na verdade... o que mais me aterroriza nesse País são os JUIZES, DESEMBARGADORES, PROMOTORES E PROCURADORES, que aterrorizam os cidadãos muito mais do que qualquer MARCOLA, FERNANDINHO BEIRA MAR, ELIAS MALUCO, CACIÓLA, MARCOS VALERIO, MENSALÕES, DOSSIÊS, ETC., até mesmo mais que os próprios PREFEITOS, GOVERNADORES, PRESIDENTE, SENADORES, DEPUTADOS E VEREADORES.

Afinal uma Nação sem JUSTIÇA, ou com uma justiça conivente, omissa, cafetina da impunidade, que chafurda na hipocrisia constitucional, que chega ao extremo de relatar, definir, dirimir e por fim julgar ATOS INCONSTITUCIONAIS E CRIMINOSOS deliberando como se fosse LEGAL E CONSTITUCIONAL, ou seja, INSTITUCIONALISANDO OS CRIMES praticados pelo ESTADO. Estado esse que há muito esta literalmente dilacerado como ESTRUTURA SOCIAL DEMOCRATICA. Não tem credibilidade moral, intelectual, para propor reformas no Judiciário, medidas de segurança nacional, para decretar tolerância zero, ou apontarem supostos Terroristas.

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QUEM MATA MAIS INOCENTE, QUEM ATERRORIZA MAIS A POPULAÇÃO?!

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Essa é a resposta que procuramos a cinqüenta e sete anos, desde que no morro do juramento foi feito à primeira promessa do crime organizado aos moradores, onde Tião Medonho ao discursar para a plebe, prometeu; Todo dinheiro dos assaltos e do crime reverterão em parte para suprir as necessidades da comunidade.

Porem, muito antes deles os políticos já faziam tal prometimento, e ai esta a estrutura do Estado mais que corrompida, e matando inocentes diariamente aos montes de todas as formas cruéis e Hediondas. Os poderes judiciários, em cima do muro fazendo pose de sisudo e rogado, assistiam passivamente e reagiam tímida e modestamente aos acontecimentos. Melhor, bem melhor do que hoje que já desceram do muro e estão atuantes na sua grande maioria aliados ao *ESTADO PARALELO.

E não adianta esse papo de reforma do judiciário, que o caminho não é esse, essa historia de facção criminosa comandos organizados isso só existe de fato e de DIREITO junto aos poderes públicos constituídos, EXECUTIVO, LEGISLATIVO e JUDICIARIO que se organizam para furtar e se locupletar à custa do povo, o resto é conversa fiada pra iludir a cidadania, que por sua vez finge que acredita e aposta no terror e no caos urbano como solução.

Não tem essa de morador da favela ter medo de Bandido nem de Milícia. O entendimento é que existe uma guerra entre pobres e ricos, poderosos e humilhados, achacadores e achacados e eles sabem perfeitamente que na guerra morrem inocentes. Um milhão de moradores numa determinada comunidade de pobres ou ricos, onde todos amam e preservam suas famílias, se entenderem que o traficante ou qualquer um estiver excedendo o pacto é literalmente esmagado pelo povo.

Esse papo de dizer que o bandido é um monstro, não é mentira, mas que os moleques tem algum ideal naquela mente torpe que caminha e trilha por linhas tortas objetivando algo maior. Isso é fato notório e de difícil analise. O que esta acontecendo na pobre sociedade Brasileira, é um grupo de revoltados analfabetos, conseqüentemente primatas e despreparados, desempregados, famintos, desassistido pelo poder publico, marginalizados, que não tem acesso as suas reivindicações que usam do expediente cabível em sua mente, de traficar para expor com crueldade suas revoltas, arrumar grana para combater e se fortalecer diante do irresponsável desprezo das classes mais abastadas, em tempo que destrói através do vicio os seus inimigos na esmagadora maioria desta classe média e alta, que é sem duvida o seu alvo. Tudo indica que os motivos não são meramente torpes como aparenta ser do tipo querer enriquecer ou ficar famoso, ter muitas mulheres e ser o dono do poder, etc. Caso esse fosse o interesse se contradita com o curtíssimo tempo de vida que os mesmos têm, sabem e estão vendo que seus colegas morrem assassinados, mal caem por terra, de imediato aparece um novo líder para desafiar. Quem quer grana, poder, mulher e fama querem tempo para curtir tudo isso; coisa que bandido jamais terá no front com a nossa gloriosa PMRJ.

Portanto cidadãos Brasileiros, muita calma e muita atenção nessa hora. Estamos colhendo o que plantamos. O momento é irreversível e nem sempre o que se parece ou se enxerga representa o caminho da verdade.

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COCLUSÃO DESTE ARTIGO: Toda e qualquer desgraça Nacional emana do Poder Judiciário; se o prefeito não cuida dos hospitais, escolas, idosos, salubridade, moradia, impostos e tributos, só um juiz tem poderes para obrigá-lo a cuidar na forma da lei e ou com lisura e legalidade, se um policial é corrupto, se um político é ladrão, se uma autoridade prevarica, enfim, tudo numa democracia depende deste poder judiciário. Ninguém tem bola de cristal para adivinhar que o candidato mente em suas promessas, mas o judiciário tem poderes para proibi-lo de se candidatar. Depois de eleito, só o judiciário pode intervir e fazer com que se cumpra à Constituição. Reformas constitucionais, alteração de legislação, atos e contratos, licitações, etc., só o judiciário tem poderes para intervir. Nesse caso a miséria nacional se deve aos JUIZES, DESEMBARGADORES, PROMOTORES E PROCURADORES, coniventes com o esquema.

Luiz Pereira Carlos.
RJ, sábado, 13 de janeiro de 2007.

Michael Crichton disse:
23 de julho de 2007 às 10:26

De fato, as pessoas leigas não fazem idéia do regime rigoroso a que estamos submetidos. Um advogado pode escrever o que quiser, sobre o que quiser. Eu não posso. O que eu escrever será guardado ad aeternum nos bancos de dados digitais e, daqui a 50 anos, pode ser usado contra mim.
Não posso votar para presidente do meu tribunal, mas o advogado vota para eleger o presidente da OAB. Não podemos votar, mas, como juízes eleitorais, presidimos o processo eleitoral de mais de cem milhões de brasileiros.
Em audiências, mal podemos tentar acordo. Logo alguém brada que é prejulgamento.
Não podemos lançar suspeitas no ar, como feito aqui sobre a magistratura mineira. Se lançamos suspeitas dessa forma somos obrigados a apresentar provas. Mesmo assim, não há dúvidas que surgirão processos administrativos, cíveis e criminais.
O leigo não tem a menor idéia disso. E quem poderia ajudar a esclarecer nada faz, pouco faz ou, pior, agrava as percepções incorretas.

Luismar disse:
23 de julho de 2007 às 10:41

Escreve o autor: "O Judiciário não é opção para quem quer ficar rico".

Parece que acrescentaram indevidamente um "melhor" no subtítulo.

Marcelo Augusto Pedromônico disse:
23 de julho de 2007 às 12:01

O artigo é péssimo, especialmente no que diz respeito à exposição das idéias.

A profissão de magistrado não se diferencia de quaisquer das outras profissões existentes, e muito menos é diferente o juiz de qualquer outro ser humano.

Tal diferenciação é uma pretensão do autor do artigo, bastante equivocada e subjetiva, que não deve refletir, sequer, o pensamentos de seus próprios colegas.

Enfim, um artigo escrito de maneira juvenil, que não contribui de qualquer forma para o enriquecimento do conhecimento humano e das relações entre advogados e magistrados.

Juarez Araujo Pavão disse:
23 de julho de 2007 às 12:51

O autor desse artigo me fez lembrar de alunos do preimeiro ano dos cursos de direito. Neste caso, há uma excessiva dose de infantilidade, que deixa dúvidas. quanto à possibilidade do autor ainda atingir uma maturidade razoável n a vida. Sugiro maiores reflexões para evitar o ridículo.

Juarez Araujo Pavão disse:
23 de julho de 2007 às 12:52

O autor desse artigo me fez lembrar de alunos do preimeiro ano dos cursos de direito. Neste caso, há uma excessiva dose de infantilidade, que deixa dúvidas. quanto à possibilidade do autor ainda atingir uma maturidade razoável n a vida. Sugiro maiores reflexões para evitar o ridículo.

Juarez Araujo Pavão disse:
23 de julho de 2007 às 12:53

O autor desse artigo me fez lembrar de alunos do preimeiro ano dos cursos de direito. Neste caso, há uma excessiva dose de infantilidade, que deixa dúvidas. quanto à possibilidade do autor ainda atingir uma maturidade razoável n a vida. Sugiro maiores reflexões para evitar o ridículo.

Ruberval, de Apiacás, MT disse:
23 de julho de 2007 às 14:07

Sobre o Quinto Constitucional, trata-se de uma aberração. É entrar pela porta do fundo. Quem quer ser juiz que vá concorrer com os milhares que lutam e se sacrificam - dia e noite - para um dia ser também.

Lucas disse:
23 de julho de 2007 às 15:08

Concordo com Dr. Juarez abaixo.

Existem sim muitos juízes honestos e trabalhadores, mas existem também muitos que não se dão sequer ao trabalho de ler as peças processuais, deixam decisões prontas para casos que entendem ser similares ao primeiro parárafo de leitura, se arvoram no extremo formalismo prejudicando sobremaneira as partes, a lista é interminável.

Além da corrupção propriamente dita, alguns (eu disse ALGUNS) juízes tem corrompidos seus princípios morais e éticos.

Por outro lado, conheço muitos juízes dignos de reverência e admiração.

O que não posso concordar é com este artigo, que diz serem os magistrados quase que imunes à corrupção!

E para completar, ainda diz que não há corporativismo na classe...(!!!)

Como disse o Dr. Juarez, entendo que há certa infantilidade e ingenuidade no artigo.

Roselane disse:
23 de julho de 2007 às 15:12

Que artigo horrível!
1) Quem é que fica rico nesse país, trabalhando honestamente?

2)Ora, a maioria que presta concurso público, procura a estabilidade financeira e não uma ideologia. E estão corretos, conforme foi até matéria de uma revista renomada.

Lisiane Valéria Linhares Schmidel disse:
23 de julho de 2007 às 15:34

Até concordo com a defesa feita pelo ilustre jurista. Contudo, dizer que atualmente optar pela carreira pública, mais especificamente, a magistratura, seja ideologia, tenho de discordar veemente. Conheço muitos, muitos colegas interessados em igressar na carreira, mas conto nos dedos aqueles que a querem por ideologia, pois a maioria busca apenas um bom salário ao fim do mes, destaque na sociedade, e privilégios da categoria...o que aliás, faz com que tenhamos uma nova leva de magistrados sem a menor noção de realidade, e muito menos ainda, compromisso social...

Lisiane Valéria Linhares Schmidel disse:
23 de julho de 2007 às 15:39

No tocante ao comentário feito pelo colega "Junior" de Maringá, tenho que dizer que o nobre colega não sabe o esforço que é militar na advocacia, e quanto estudo exige para se atuar dignamente na profissão, sendo que o Quinto Constitucional, existe justamente para reconhecer profissionais sérios e grande conhecimento no exercício da advocacia, e acho que como advogado, que o nobre colega não se sente futuramente digno do Quinto Constitucional é uma pena...quanto aos membros do MP, estes já se submeteram a concurso público...

ANTONINO disse:
23 de julho de 2007 às 15:40

Os meios jornalísticos tem quer aprender que a parte mais importante da introdução de um texto é o seu título. Portanto, o melhor título para o texto em tela seria: "JUÍZES CARAS-DE-PAU INFORMAM: JUDICIÁRIO NÃO É A MELHOR OPÇÃO PARA QUEM QUER FICAR RICO OU SE VALER DO CORPORATIVISMO OU DA CORRUPÇÃO".

mcmartins disse:
23 de julho de 2007 às 16:18

Concordo com o juiz ao dizer que apesar de ser otimo o salario, ninguem fica rico sendo funcionario publico.

Porem, nao entendi uma parte de seu texto:

"Quanto a alguns outros operadores do Direito é que se deve preocupar quanto a possíveis e nem sempre incomuns atos de corrupção."

Gostaria de uma resposta mais clara do autor. A quem se refere? Quais outros operadores do direito?

Espero que nao esteja se referindo aos Advogados.

joao eugenio fernandes de oliveira disse:
23 de julho de 2007 às 17:06

O juiz deve estar falando do judiciário da Noruega. Só pode. Quem disse que os juízes devem demonstrar sua adequação moral, intelectual e psicológica frente à corregedoria?
Depois do estágio probatório a maioria nunca mais pega um livro.

Ermiro Neto disse:
23 de julho de 2007 às 17:37

É verdade.

Tudo isso é muito comum na Suiça, por aquele lado de lá.

Gostaria de convidar Sua Exa. Dr. Luiz Guilherme Marques para conhecer as histórias do Judiciário baiano.

Vitor Guglinski disse:
23 de julho de 2007 às 18:00

Caros comentaristas,

Com a devida "venia" às respectivas manifestações, passo a inserir agora o meu comentário sobre o tema proposto.

Inicio dizendo, sem o menor medo de errar, que o Judiciário é, de longe, o Poder mais moralizado de todos. Foi o primeiro a acabar com o nepotismo, enquanto tal prática continua no Executivo e no Legislativo. De fato, como registrado pelo articulista, não restam dúvidas de que os concursos públicos são rigorosos, exigindo do candidato o máximo de conhecimento, probidade e, acima de tudo vocação.

É fato também de que padece das mesmas mazelas inerentes a qualquer atividade humana. Todavia, por ser um Poder moralizador, sofre cobranças mais severas da sociedade.

O que percebo, na atual conjuntura, é que o Judiciário é o "novo Judas". O povo brasileiro não consegue viver sem algo ou alguém para vilipendiar, e ainda com a agravante de colocar todo mundo no mesmo balaio, como se todos os membros da sociedade fossem dotados de incontestável reputação ilibada, portanto donos de um direito inafastável de criticar os erros de outrem.

As pessoas têm que ter em mente que, se de um lado há juízes que erram, que são corruptos, sem vocação alguma para o exercício da jurisdição, alheios aos problemas dos jurisdicionados, enfim, com as cargas negativas que mancham seu mister, de outro existem, e são a maioria, os juízes idealistas e solidários ao caos social; juízes que abdicam muitas vezes da própria saúde para solucionar o problema trazido à sua apreciação. Sacrificam o próprio sono em prol de uma sociedade efetivamente justa, inclusive enfrentando corajosamente a missão de julgar seus colegas de magistratura que cometem atos de improbidade.

Por fim, caros amigos, lembremos que o aperfeiçoamento moral é um processo longo

Alochio disse:
23 de julho de 2007 às 22:14

E Cinderella casou-se com o Príncipe Encantado ...

The End.

Marcelo Augusto Pedromônico disse:
27 de julho de 2007 às 10:41

O Sr. Vitor Vilela (comentário abaixo) é assessor de juiz em Minas Gerais.

Eu não sabia que existia essa função...

Gui Rodrigues disse:
29 de julho de 2007 às 23:40

É só aqui em Brasília que o salário inicial da magistratura é de 20 mil
reais? 20 mil é pouco?

Eu não estou levantando a questão sobre se o salário é justo ou não, mas me parece, no mínimo, hipócrita sustentar que "O Judiciário não é opção para quem quer ficar rico" (último parágrafo).

Outra questão: alguém insinuou que os integrantes do Quinto saídos da advocacia sacrificaram seus salários pela magistratura... Eu não tenho muita noção de salário, alguém pode confirmar isto?

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