Roriz usou dinheiro para subornar juízes do TRE, diz Veja

Parte dos R$ 2,2 milhões dados pelo empresário Nenê Constantino, o dono da Gol, ao senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) teria sido usado para subornar juízes do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. Segundo reportagem, assinada pelo repórter Diego Escosteguy e publicada pela revista Veja que chegou às bancas neste sábado (30/6), “se parte do dinheiro foi mesmo usada para pagar uma bezerra, outra parte teve destino explosivo – serviu para subornar juízes do Tribunal Regional Eleitoral que livraram Roriz de cassação em 2006”.

Joaquim Roriz é acusado de ter recebido e partilhado de forma irregular R$ 2,2 milhões. Em discurso na tribuna do Senado, na quinta-feira, o senador explicou que o dinheiro teria lhe sido repassado pelo empresário Nenê Constantino, dono da empresa aérea Gol, como um empréstimo. Do total, R$ 300 mil teriam sido usados na compra de uma bezerra e o restante devolvido ao empresário.

Segundo a reportagem de Veja, os R$ 300 mil podem ter sido usados efetivamente na compra da bezerra, mas do que sobrou do “empréstimo”, R$ 1,2 milhão foram usados para subornar dois juízes do TRE-DF que em outubro do ano passado julgou pedido do Ministério Público para cassação do registro da candidatura ao senado de Roriz por uso da máquina pública do Distrito Federal em sua campanha. Na época, Roriz havia deixado o cargo de governador do DF para disputar a eleição para o senado.

Segundo a reportagem, o julgamento do caso foi suspenso por um pedido de vista, com o placar de 3 a 2 contra o senador. Ao ser retomada a votação, a votação foi empatada pelo voto-vista e um outro juiz mudou suadecisão em favor de Roriz. O placar passou então para 4 a 3 a favor do então candidato.

Leia a reportagem de Veja

O dinheiro era para subornar

Joaquim Roriz usou dinheiro de Nenê

Constantino para pagar propina a juízes

Diego Escosteguy

O senador Joaquim Roriz, flagrado em uma conversa telefônica combinando a partilha de 2,2 milhões de reais, finalmente subiu à tribuna para explicar-se na semana passada. Com um discurso pronunciado à semelhança de Odorico Paraguaçu, o inesquecível personagem de folhetim que encarnava o aspecto folclórico da política, Joaquim Roriz repetiu o que dissera antes – só que, da tribuna, adicionou algumas lágrimas e muita retórica. “Quem em sua vida nunca pediu um empréstimo a um amigo?”, disse. “Será que um senador não poderia pedir um empréstimo a um amigo de longa data?”, repetiu. “Imaginem se pedir dinheiro emprestado é falta de decoro. Meu Deus! A que ponto chegamos?” No discurso, Roriz disse que pediu 300.000 reais ao seu amigo e empresário Nenê Constantino, dono da Gol Linhas Aéreas, para pagar uma bezerra. Constantino entregou um cheque de 2,2 milhões, Roriz sacou o dinheiro, reteve 300.000 reais e devolveu o restante, 1,9 milhão, ao empresário. A novidade é que, se parte do dinheiro foi mesmo usada para pagar uma bezerra, outra parte teve destino explosivo – serviu para subornar juízes do Tribunal Regional Eleitoral que livraram Roriz de cassação em 2006.

Na semana passada, VEJA conversou com um político que priva da intimidade do senador e que ouviu a confissão do pagamento da propina do próprio senador – e não de terceiros. Ele conta que, no começo de fevereiro passado, Joaquim Roriz recebeu seu suplente, o ex-deputado distrital Gim Argello, em sua casa. Conversaram sobre os boatos de que a decisão pró-Roriz do TRE teria sido comprada. A certa altura, travou-se o seguinte diálogo:

Argello – O Agnelo (refere-se a Agnelo Queiroz, ex-ministro e candidato derrotado ao Senado) me disse que a decisão foi comprada. É isso mesmo?

Roriz – É isso mesmo. Achei que o processo não ia dar em nada, mas tivemos de resolver. Tivemos de comprar dois.

Conforme o relato do político que detalhou o assunto a VEJA sob a condição de manter-se anônimo, “comprar dois” significa subornar dois juízes do TRE. Na mesma conversa, Roriz lembrou ao interlocutor que o mandato de senador também lhe pertencia. “O mandato também é seu, você precisa me ajudar”, apelou. “Tem de levantar 1,2 milhão”, detalhou. Roriz não explicou se 1,2 milhão de reais era o valor total da propina dos dois juízes ou se era a parte que faltava pagar. A solução não demorou a surgir. No dia 13 de março, conforme aparece no diálogo telefônico capturado pela polícia, Roriz descontou o cheque de 2,2 milhões de Nenê Constantino e, sabe-se agora, repassou pelo menos 1,2 milhão aos juízes subornados. Isso explica por que, na conversa grampeada, Roriz se recusa a receber o dinheiro em sua própria casa, num carro-forte, e explica que a partilha dos recursos envolve outras pessoas. “O dinheiro é de muita gente”, diz ele.

O caso que livrou Roriz da cassação foi julgado em 23 de outubro, mas começou no dia 19 de setembro, quando o Ministério Público o acusou de uso político da máquina pública do governo do Distrito Federal. Na época, Roriz deixara o cargo de governador para concorrer ao Senado, e a estatal de abastecimento de água, a Caesb, mudara em propagandas seu número de atendimento telefônico de 115 para 151 – número de Roriz nas urnas. O placar do julgamento no TRE estava em 3 a 2 contra Roriz. Um juiz pediu vistas e, dias depois, quando a sessão foi retomada, votou a favor de Roriz, cravando um empate em 3 a 3. Antes que o presidente do tribunal desse seu voto de Minerva, um dos juízes que votaram contra Roriz subitamente mudou de idéia. Com isso, Roriz livrou-se da cassação por 4 a 2. A virada no placar teria custado pelo menos 1,2 milhão de reais. Procurado por VEJA, o suplente Gim Argello confirmou o encontro com Roriz, mas disse que não faria comentários a respeito de pagamento de propina.

Na versão oficial de Roriz, a sobra de 1,9 milhão não virou propina para ninguém. Foi devolvida ao empresário Nenê Constantino. VEJA perguntou ao empresário o que ele fez com o 1,9 milhão de reais, mas o empresário não respondeu. Roriz, por sua vez, alega que os 300 000 reais foram usados para pagar uma bezerra, de 271 000 reais, e a sobra de 29 000 reais foi emprestada a Benjamin Roriz, seu primo, que estava com problemas de saúde na família. O problema de Roriz é que a nota fiscal que supostamente comprova o pagamento de 271.000 pela bezerra está crivada de mistérios. A nota foi emitida no dia 1º de março, o bicho foi entregue no dia 3 e o pagamento foi feito apenas no dia 14. Por que alguém entrega a mercadoria e a nota antes de receber o dinheiro? Além disso, a nota informa a venda de “04” animais, mas na versão de Roriz foi apenas uma bezerra.

Mais: na nota consta o pagamento de 532.000 reais, mas Roriz diz que obteve um desconto de 50%. O vendedor confirma. “Ele chorou muito e eu dei o desconto de 50%”, diz o pecuarista Márcio Serva. Mas fica a pergunta: por que o vendedor faz uma nota com um valor superior ao real? Para pagar mais imposto? Márcio Serva não soube explicar. Por fim, a nota fiscal distribuída à imprensa vem com um cabeçalho de fax em que se lê a data de 30 de maio de 2005. Com base nessas informações, deduz-se que nessa data a nota foi enviada da empresa de Roriz para algum outro lugar – o que sugere que a nota, apresentada como sendo de agora, é muito mais antiga. Isso é fraude. Os assessores de Roriz dizem que o fax estava com defeito e informava data e hora incorretas. Apesar do acúmulo de inconsistências a respeito da nota fiscal, ainda assim não há evidência concreta de que o negócio de 271.000 reais não tenha sido feito. O que parece certo é que a parte do leão do dinheiro, o 1,9 milhão de reais restantes, não foi para as mãos do empresário Nenê Constantino, mas acabou azeitando o propinoduto de Roriz. Haverá mais lágrimas e mais retórica.

Embira disse:
30 de junho de 2007 às 14:53

Questionado por um jornalista sobre os casos de corrupção no governo e na base aliada, o Presidente Lula disse mais ou menos isto: “nós trabalhamos com os políticos que estão aí, não há outra forma”. De fato, outros governos sempre fizeram a mesma coisa. Aliavam-se aos políticos de plantão, porque não é possível criar parceiros de proveta. Renan Calheiros foi Ministro da Justiça de FHC e nunca se questionou sua reputação ilibada, nesse período; Joaquim Roriz foi até ministro da agricultura no governo Collor, governador, deputado, sendo sempre, segundo o site Pravda, um dos maiores fregueses da nossa Justiça. Agora que as cãs já lhe embranqueceram a melena, aos 72 anos, poderá ser cassado, não em razão do vastíssimo rol de inquéritos, mas, por conta das atuais companhias, com as quais se envolveu pela primeira vez - o pessoal da estrela. Vê-se, pois, claramente, que as atuais campanhas da mídia para moralizar a coisa pública têm muito a ver com o partido que comanda o atual governo. A questão é muito mais política que moral.

Luiz P. Carlos (((ô''ô))) disse:
30 de junho de 2007 às 15:42

Esse jornalismo de falsa ética, que fala, fala, mas não da o nome dos vendidos e ou comprados, deixa sub-judice todo TRE, bem verdade que, na minha humilde opinião, nenhum juiz nesse pais merece mais crédito, mas os nomes precisam ser declarados numa acusação tão forte como essas.

Fala sério, tão ganhando quanto pra esconsder os nomes ?

É não da pra pensar diferente, toda hora que tem batuta envolvido, os jornalistas fazem o possivel pra deter e reter a informação, por que?

Armando do Prado disse:
30 de junho de 2007 às 16:06

Acho Roriz o próprio protótipo da merda, mas desde quando Veja é referência para a análise ou condenação de alguém?

Paulo Bandeira disse:
30 de junho de 2007 às 18:48

Roriz compra votos e a justiça há décadas no DF, que permitem invasões de todos os tipos (classe baixa, média e alta), e provocando o inchamento populacional do DF e Entorno. Como conseqüência da omissão dos 3 Poderes, 25% da população do DF moram em construções irregulares. Como exemplo, cito a grilagem de terras públicas da Colônia Agrícola Vicente Pires (com prédios irregulares de até 6 pavimentos), e a Invasão de Itapuã iniciada em 2001 e hoje com 70 mil habitantes, quase todos muito pobres. Essa invasão do Itapoá localiza-se a apenas 15 quilômetros do Congresso Nacional, e é hoje o local mais violento do DF, prejudicando toda Brasília. Roriz é mais uma prova dos malefícios do voto obrigatório no Brasil há 75 anos (desde 1932). Por isso, façam parte do Movimento Voto Livre, e vote em candidatos que são a favor do Voto Livre, Facultativo e Consciente.

OpusDei disse:
30 de junho de 2007 às 23:20

Meus cumprimentos ao site por reproduzir a reportagem. Não posso deixar de também estender os cumprimentos à editora Abril e ao núcleo de investigação política da editora VEJA. Com relação ao nome dos juízes eventualmente envolvidos em mais um caso imundo e asqueroso de corrupção, basta entrar no site do TRF do DF e fazer a pesquisa. Um pouco de suor em cliques para descobrir não faz mal a ninguém, afinal, quem come tudo mastigadinho e na boquinha é só neném.

Luismar disse:
30 de junho de 2007 às 23:39

Problema é provar. Vamos ver se investigam isso aí.

veritas disse:
30 de junho de 2007 às 23:49

Amigos se verdadeiras estas informações. A República, se é que algum dia já foi uma república , rachou , só falta desabar .
Dizem que quando encontramos a noite duas ou três baratas na cozinha é por que existe dez vezes mais . De dia então esta infestado. Será que os casos de corrupção no judiciário a situação é a mesma ?
Detalhe, como ficou as investigações em relação ao Ministro do STJ ? e dos desembargadores do TRF alguém sabe informar alguma coisa ? Operação "hurricane" acho que é este o nome .

veritas disse:
30 de junho de 2007 às 23:50

Não entendo por que falam tanto mal do nosso judiciário !!!

Claudio Meireles disse:
30 de junho de 2007 às 23:55

NEM UM EXTRATERRESTRE ACREDITA NESSA CONVERSA FIADA DOS ASSALTANTES DOS COFRES PÚBLICOS.

QUANTA MENTIRA E FALSA SANTIDADE.

DE REPENTE SE LEMBROU DE DEUS E VIROU UM FERVOROSO CATÓLICO.

O INFERNO O ESPERA.

Claudio Meireles disse:
30 de junho de 2007 às 23:58

SAFADOS TEM EM TODFOS OS LUGARES, INCLUSIVE NO NOSSO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SERGIPE.

VEJA QUEM ESTAVA LÁ TAMBÉM NA OPERAÇÃO NAVALHA: O CONSELHEIRO FLAVIO CONCEIÇÃO.

ACREDITAR EMM QUEM?

ONDE TEM HONESTO: NO INFERNO

Marcos disse:
01 de julho de 2007 às 08:14

o Fato é triste mas daí dizer que nenhum juiz da república merece crédito como disse o colega nos comentários tem uma enorme distância. Conheço muitos juízes em primeiro grau que encaram com honestidade o ofício judicante.Marcos

MMello disse:
01 de julho de 2007 às 08:34

Que país de gente suja, meu Deus!
Isso aqui nunca vai melhorar. Nunca!
Trabalhamos como "camelo" aqui embaixo para tentar acabar com a corrupção, mas de que adianta, se o judiciário está podre?

FREUD JR disse:
01 de julho de 2007 às 09:12

Senhores(as),

Corrupção no Judiciário deixou de ser novidade.
Contem outra.
Mas, fazer o quê, a lei só vale para os pequenos... Os grandões já até compram a prazo as decisões judiciais. Não foi isso o que aconteceu?
O povo brasileiro precisa de educação: sim, porque se tivesse educação e ciência do que acontece no dia-a-dia da política nacional já teríamos uma revolução...
Felizmente para os corruptos, ainda há a crença da impunidade comprada, garantida e embalada, vendida no varejo e, às vezes, no atacado.

A confirmar esse descrédito na honestidade do MP e do judiciário a criação do CNJ e CNMP, órgãos que vêm consumindo o dinheiro da população com pouco ou nenhum resultado prático.

Confiemos, por enquanto, na Polícia Federal. Aliás, a PF poderia investigar decisões judiciais em matéria de filantropia que obteria resultados equivalentes à Operação Hurriquane...

Luiz Garcia disse:
01 de julho de 2007 às 09:51

Quanta corrupção, meu Deus!!!
É, para que os bons juízes mantem-se com o respeito e credibilidade da sociedade é preciso que eles deixem definitivamente o corporativismo e ponham na rua e na cadeia os maus juízes, os colegas indignos da magistratura.
Se agirem com objetividade, correção e verdadeira justiça, não mais será dito (como está sendo comentado pela imprensa em geral) que vários juízes de hoje são benignos com os colegadas corruptos porque pensam em si próprios, no dia de amanhã.
Que isso não passe de um mal entendido, de um pensamento equivocado.

pietro disse:
01 de julho de 2007 às 13:41

Num pais em que um Senador apresenta notas fiscais duvidosas, as quais não passam em perícia, e mesmo assim Senadores e até o Presidente da República o defendem com unhas e dentes o que podemos esperar. Viva o princípio de inocência ou do inocêncio.....

Richard Smith disse:
01 de julho de 2007 às 17:40

"Seiscentos pau"!

Coincidentemente, a mesma quantia citada no suposto suborno do ministro do STJ apanhado na "Operação Têmis", não?

Será que há uma tabelinha "a nível de" Brasília?

Puxa, então é melhor a empresa e o cidadão irem poupando essa quantia, para caso de eventualmente precisarem litigar. Só "por garantia", né?

Este é o Brasil de hoje em dia!

Vagabundos regiamente pagos em suas mordomias por nós outros e que se vendem pela "mixaria" de R$ 600 mil.

Pelo mal causado, deveriam ser fuzilados, publicamente, na Praça dos Três Poderes!

Mas aonde achar machos para isto, nesta terra de emasculados cordeiros pagadores de impostos?!

Richard Smith disse:
01 de julho de 2007 às 17:48

Caro Pietro:

Esse seu espanto com certas "otoridades" da República, como o Abortista/Excomungado e os membros de sua "quadrilha" (palavras do Exmo. Sr. Dr. Procurador Geral da República!) parece que encontra cada vez menos eco na maioria dos habitantes desse nosso tão belo, quanto triste, País.

A pura lógica nos indica que um indíviduo como aqule que atualmente freqüenta a Cadeira Presidencial jamais poderia ter sido eleito, e, em eleito, "impichado" e nunca reeleito!

Mas, lógica...? Bom senso...? Valores éticos e morais...?

Não é muito triste tudo isso?

Um abraço.

Richard Smith disse:
01 de julho de 2007 às 17:55

Lá para trás, o "fessô" PeTralha, fujão, borra-cuecas, mistificador, anti-clerical, mentiroso e abortista disse:

"Acho Roriz o próprio protótipo da merda, mas desde quando Veja é referência para a análise ou condenação de alguém?"

Bem, bem, para meter um Photoshop no jardim da Casa da Dinda e deixá-lo parecendo com os Jardins Supensos da Babilônia e condenar o Collor (atual aliado do Abortista/Excomungado, junto com jader barbalho, josé/roseana sarney, paulo maluf, orestes quércia, joaquim roriz, renan calheiros "et caterva") serviu, não?

Deve ser por essas e por muitas outras, que o "fessô" PeTralha é tão "respeitado" pelas suas "opiniões".

MMello disse:
01 de julho de 2007 às 18:31

País do descalabro, país das avessas:

O MPF na berlinda
PGR não comenta alto índice de denúncias rejeitadas
"http://conjur.estadao.com.br/static/text/43266,1"

E ainda dizem que o concurso do MPF é o mais difícil do país, que só passa quem sabe, quem conhece o direito. huahuahuahua
Só rindo!

Ruberval, de Apiacás, MT disse:
02 de julho de 2007 às 09:20

As manchetes sobre corrupção já não mais causam repulsa, vez que o Congresso e o STF nada fazem. A porteira está aberta, seja no DF ou em Alagoas e em todos os cantos do Brasil. Apenas, senhores corruptores e corrompidos, vão em frente...aqui tudo pode!!!

Lauro Caversan disse:
03 de julho de 2007 às 09:37

O Tuma já sabe disso? Será que o relator (se tiver) vai dizer que pretende livrar a cara do Roriz mas não quer que ele seja preso na próxima esquina?

Rodolfo Advogado da Roça disse:
03 de julho de 2007 às 11:36

Precisa ir mais fundo. Quem são os dois que o Roriz comprou? Escrevam os nomes desses safados. Quem sentenciou? O povão está esquentando... Ontem a Hebe Camargo jáa disse que estão preparando...
O povão é quem manda... E essa corja de políticos e magistrados não se dá conta disso. Quando acordarem o povo brasileiro é quem vai estar no Congresso e nos Tribunais. Fora com os corruptos, bandidos que se escondem na imunidade parlamentar e na toga sagrada da justiça. Fora com eles e creolina nesses esconderijos. A bandalheira é tanta que não sabemos mais quem absolver. Senhores parlamentares e juízes HONESTOS, denunciem seus pares ladrões, ordinários.safados, e os ponham para fora, melhor, para dentro da cadeia.
Se nós, povo, temos que nos movimentar, muito mais os senhores Honestos dessas casas. Ação Senhores Deputados, Senadores e Juízes HONESTOS. Chega de água morna. Ação enérgica. O povão espera. Mas já está cansado de esperar. De repente...

futuka disse:
03 de julho de 2007 às 16:17

..a única frase que se encaixa:
-"Gim Argello confirmou o encontro com Roriz, mas disse que não faria comentários a respeito de pagamento de propina."
O resto é conjecturas não consegui entender onde foi encontrada a fonte (da verdade)"esse negócio que não vou informar a fonte", tem que haver provas cabais - 01 cheque - não é prova cabal. Ser corrupto é uma opção e não uma profissão, portanto esta revista criada sensacionalista tem que se posicionar diante da sociedade como tal. Afinal todos precisam viver($), não é?! Eu sei o quanto custa uma boa investigação, muito dinheiro, MUITO!
Não conheço e nem pretendo o senhor roriz\

allmirante disse:
04 de julho de 2007 às 10:37

Imagine o que se faz com essas urnas eketrônicas, sem contra-provas!

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