O advogado Jeronymo Ruiz Andrade do Amaral, que acompanha os processos dos principais líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), foi preso nesta quarta-feira (2/4) ao tentar entrar com componentes desmontados de celular na unidade prisional de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. A informação é do portal Terra.
Segundo a polícia, Amaral se apresentou na portaria da penitenciária Maurício Henriques Guimarães Pereira, onde estão detidos os principais membros do PCC. O advogado solicitou uma visita a Abel Pacheco de Andrade, conhecido como Vida Loka, apontado como um dos generais do PCC, e outros dois presos da facção.
A polícia informou que, ao passar pelo detector de metais, o aparelho acusou os componentes. Os policiais encontraram duas placas de circuito, dois visores de cristal líquido e duas baterias. Com o material é possível fazer dois celulares.
Os agentes denunciaram o ocorrido e o advogado foi encaminhado para o setor administrativo da Coordenadoria Regional dos Presídios, setor Oeste (Croespe) e levado ao 2º Distrito Policial. “O advogado está sendo autuado em flagrante, acusado por crime de associação para o tráfico e formação de quadrilha ou bando. Trata-se de crime inafiançável”, disse o delegado Geraldo José Yassuemom Takushi.
É inacreditável a facilidade com que presos recebem aparelhos, e com eles comandam o crime, digamos, passando férias em colônia apropriada para tal.
Lembrom-me recentemente que a ordem era revista em todos até advogados, então a OAB foi contra. Porque as coisas continuam no mesmo trilhar, independentemente de provas como tais?
Concordo, Sr. Paulo. Dessa vez, felizmente, o detector de metais do presídio funcionou. Muitas vezes não funciona porque conseguem burlar a vigilância. Muitos celulares continuam entrando em muitos presídios. Prova disso é que inúmeros são os casos de extorsões promovidas mediante celular, a partir de presídios. Revista manual, nem pensar - a OAB não admite. Quando o detector está com defeito, o jeito é esperar que seja consertado ou que se compre outro, depois de demorado processo burocrático.
É PARA SE SABER POR ONDE ANDA O DIREITO.
CIDADÃO HONESTO.
PORQUE A OAB FOI CONTRA?
PARA SE VER ESSE TIPO DE ADVOGADO.
AO LADO DA CRIMINALIDADE.
PARA MIM ESTE NÃO É ADVOGADO.
Gente boa. Nao fez nada, seu dotô. Pelo princípio da proporcionalidade, se a juiza é absolvida no Pará, em SP o adevogado merece um prêmio, pois está contribuindo para o desenvolvimento da iniciativa privada, com o preso gerenciando, da cadeia, os seus negócios.....ehehehehehh
Concordo com as observações e comentários do Sr. João, Sr. Zito e Embira e vou + além se o "doutor" tivesse subornado algém lá dentro, com certeza esses aparelhos já estavam em uso, pode ter certeza.
Esse colega deve ser submetido a um amplo e rigoroso processo pelo Conselho de Ética da OAB, devendo ao final ser suspenso ou sofrer outra represália adminsitrativa qualquer, com decisão amplamente publicada, para exemplo daqueles que insistem em militar de forma equivocada e contra legis.
Na esfera penal, acredito que, sabedor da existência de um detector de metais no presídio a impedir a entrada de peças metálicas, sua conduta pode ser considerada como criminalmente ineficaz e defensável a título de "tentativa de crime impossível", a teor do art. 17 do CPB.
Devagar com o andor. Será que o colega advogado realmente tentou entrar com esse material na penitenciária? Tenho dificuldade em acreditar que um advogado militante na área penal, certamente experiente, fosse cometer um erro tão primário. Devagar com o andor.
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