O secretário da Justiça e cidadania do Estado de São Paulo, Luiz Antonio Guimarães Marrey, acompanhado de seu colega da Saúde, Luiz Roberto Barradas, esteve com a família da adolescente Eloá Cristina Pimentel na manhã deste domingo (19/10). Os pais refugiaram-se na casa de amigos e estão bastante abalados depois da notícia da morte cerebral da garota. Queixam-se da pressão da imprensa. Jornalistas tentaram invadir a casa onde estavam.
Marrey e Barradas visitaram também Nayara Rodrigues, a adolescente que teve a coragem de acompanhar Eloá e acabou levando um tiro de Lindemberg Alves, o criminoso que manteve as duas sob mira de revólver e, ao que tudo indica, foi quem atirou em ambas. Igualmente, os representantes do governo paulista levaram a solidariedade e o apoio do Estado. Depois de avistar-se com Nayara, Marrey disse que a menina será ouvida quando estiver em condições. “Não há nenhuma pressa”, disse o secretário, segundo notícia da Folha Online.
O episódio e sua visibilidade, como em casos clamorosos anteriores, alimentaram-se um do outro. Como no caso do sequestro do ex-prefeito Celso Daniel, que acabou morto em um contexto de divulgação maciça do caso — o que suscitou a teoria de que a imprensa acabou contribuindo para sua morte, pergunta-se agora se o rapaz apaixonado teria ido às últimas consequências se a sua atitude não se tivesse novelizada.
“Até o momento”, opina o jornalista Carlos Henrique Mascarenhas Pires, “eu não discerni direito se Eloá foi vítima do Lindemberg, de sua família, da polícia impávida diante do acontecimento ou de sua própria parcimônia em aceitá-lo sempre depois das brigas e confusões; ele atirou e tirou sua vida, mas pode sim não ser o único culpado!”
A imprensa que gosta de apontar o dedo para todo mundo deveria verificar sua responsabilidade em muitos crimes
E a Polícia de São Paulo não podia ficar sem ter seu paralelo com o ônibus 174 da Polícia do Rio.
E o tal treinamento da SWAT que mostram na TV, o treinamento de snipers.
Enquanto isso em Portugal, a massa encefálica do agressor armado não é posta acima da segurança das vítimas para satisfazer a Imprensa.
http://noticias.sapo.pt/info/artigo/892114.html
http://doc.jurispro.net/thread.php?lng=pt&pg=14655&cat=1
Agora a Polícia de São Paulo vai ter seu caso a se somar ao do ônibus 174 para ser estudado pelas Polícias do Mundo Inteiro como estudo de caso do que nunca se deve fazer numa situação com reféns.
Isso é que dá, a polícia parece que só sabe agora operar escutas telefônicas, na hora de ser polícia como em qualquer outro país... Ao invés de maletas de espionagem, que tal fosse autorizada a compra de rifles de sniper com mira infravermelha?
Para não dizer que falo besteira
"Os sensores térmicos agora estão disponíveis para a infantaria o que é um perigo para os sniper. Na década de 90 a cidade de Seravejo na Bósnia estava cercada de snipers atirando em civis. Os países da ONU enviaram equipes anti-snipers para o local que usaram sensores térmicos para detecção. Os alvos quentes brilhavam na tela do sensor na noite fria da região. Várias empresas passaram a colocar no mercado roupas com proteção térmica para contrapor estes sensores como a Spectro Dynamic System."
http://armedassault-tuto33.blogspot.com/
"Polícia impávida". Se a polícia tivesse feito uso de um atirador de elite seria acusada de matar um "menino" de apenas 22 anos, trabalhador, sem antecedentes criminais e que estava apenas querendo reatar o namoro com a menina que amava.
Agora, com a menina morta, descobriram tratar-se de um "monstro", frio e sanguinário, e que matou a sangue frio uma menina em razão da incapacidade da polícia, que deveria ter usado um atirador de elite e evitado a morte da menina, blá, blá, blá...
E ainda tem gente que, por não ter discernido direito ainda a situação, afirma que o "menino" pode não ser o único culpado.
É... está cada vez mais difícil!!!
Dr. Falcão, há uma coisa que qualquer pessoa de bom senso há de concordar.
Não há de se invocar pressuposição de inocência em favor de alguém armado, com a arma apontada para cabeça de outra pessoa. Inocentes e bem intencionados não apontam armas carregadas para os outros.
Neste conflito aparente de princípios, predomina o direito fundamental à vida da vítima.
O lastimável é que o caso do ônibus 174 não ensinou nada ainda neste país.
E infelizmente teremos mais outro caso para ser estudado pelas polícias do mundo inteiro como não agir em situação de perigo real.
Interessante, li neste mesmo espaço que até mesmo o flagrante não afasta a presunção de inocência, como por exemplo o homicídio de uma jovem jornalista por outro jornalista, na presença de várias testemunhas.
Aqueles que hoje defendem o uso de atiradores de elite - depois da morte da menina, claro! - seriam os primeiros a criticar a falta de treinamento dos negociadores, o despreparo dos policiais, execução sumária etc etc etc.
Se faz, abusa; se não faz, prevarica!
É... realmente "tá" difícil mesmo!!!
Que a polícia brasileira está entre as mais improdutivas e mal equipadas do planeta é fato público e notório.
A respeito, basta passar os olhos nas pesquisas "sérias" a respeito (como, por exemplo, relatórios da ONU, OEA, AI, etc.).
Por outro lado, não parece muito inteligente criticar a imprensa por suposta responsabilidade no desfecho do caso, pois a função da imprensa é uma só, ou seja, NOTICIAR. E isso é feito no mundo todo, queiram alguns ou não.
Finalmente, o que todos devem admitir é que, salvo raríssimas exceções, praticamente o país todo acreditava num desfecho pacífico para o caso (inclusive o comandante da operação policial que acompanhou o caso, mostrando, inclusive, muita coerência e ponderação durante todo o tempo), pois, repita-se, os antecedentes do criminoso autorizavam concluir isto (réu primário, trabalhador, conhecido e bem visto por todos no bairro, etc.).
Infelizmente, no entanto, é forçoso admitir também que nem sempre as coisas terminam bem...
Resta-nos orar pela família da vítima, pois somente Deus poderá consolar-lhes o coração e preencher o vazio da perda.
Fato é que, paixões à parte, a operação policial parece ter sido bem conduzida e, em que pese alguns erros (o retorno de uma refém ao local, por exemplo), o final trágico é de responsabilidade quase que exclusiva do próprio criminoso.
E nem venha se comparar este caso com o da linha 174 do RJ, pois lá, como é cediço, foi a PM quem assassinou a vítima (e logo após estrangulou covardemente o bandido, numa espécie de "compensação" pela sua própria incompentência), após a rendição do sequestrador, já desarmado.
Ora, ora... Tenhamos bom senso e saibamos separar o joio do trigo, ok?
Pq não usaram escuta ambiente? Fácil e todo bom policial sabe fazer isto. (ALIÁS TÃO FÁCIL QUE FIZERAM ESCUTA A METROS DE DISTÂNCIA DO GABINETE DO PRESIDENTE DO STF...)
Saberiam o que se passava no interior da casa e qdo eventualmente este assassino Lindemberg estaria dormindo. Ou acham que ele ficou 5 dias sem dormir....
Pq não colocaram sonífero na bebida ou comida?
Pq em nenhum momento a mãe (que ele diz amaar tanto) do assassino não esteve intermediando as negociações?
Enfim, respostas que o GATE terá que dar.
Carlos Rodrigues
Como cidadão, é um absurdo que a imprensa queira invadir a residência para manter os seus níveis de audiencia. Isto constitui um verdadeiro assédio. Está chegado o momento de repensar os limites de atuação da imprensa. Neste episódio lamentável, a imprensa em certa parte contribui para o desfecho trágico, inclusive ao entrevistar o sequestrador durante o período de sequestro.
E a liberdade de imprensa, mais uma vez, está sendo questionada...
É como se, caso a imprensa não tivesse feito o seu trabalho (por incrível que pareça, o trabalho da imprensa é exatamente noticiar!!!), o desfecho pudesse ter sido outro...
Mais ainda! Se calarmos a imprensa, talvez o nosso judiciário, por exemplo, deixe de ser o mais improdutivo e moroso do planeta!!!
É isso aí! Lei da mordaça na imprensa! Censura já!
Hehehe...
...sucessão de erros e absurdos que transformaram aquilo num verdadeiro "big brother", causando a tragédia. Agora, autoridades visitam as vítimas, mas o importante é deixar claro o papel de cada um nesse crime: autoridades, imprensa e familiares.
Perguntas ainda não respondidas:
1) Por que a polícia mentiu a respeito do retorno ao cativeiro da vítima colocada em liberdade (tentando justificar, foi dito que a família dela havia autorizado, o que foi expressamente negado pela mãe da menina)?!?;
2) Por que a polícia mentiu a respeito de um tiro que teria sido disparado antes da invasão (o que a teria motivado, inclusive), sendo que NINGUÉM ouviu o tal tiro (e a sua inexistência certamente será confirmada no depoimento da vítima sobrevivente)?!?;
3) Por que o secretário estadual da segurança (?) pública não determinou que a polícia civil especializada (grupo anti sequestro) assumisse o caso (o que, diga-se de passagem, é atribuição da própria polícia civil, e não da militar)?!?.
Com a palavra, os que querem impingir ao acusado e à imprensa (sic) a exclusiva e total responsabilidade pela tragédia pré-anunciada.
O que se questiona, com justo motivo, não é a liberdade de imprensa, e sim a libertinagem de imprensa! Casos anteriors tb foram trasformados em espetáculos cujo único intuito era a audiência e não a informação! Até cama, janela e boneca simulacro de criança foram levados à tv no caso Isabella!!!
Ademais, a defesa deliberada que a imprensa fez do homicida poderia, num país que não tivesse tanto medo da verdade, ser considerada apologia ao criminoso e ao crime, passando a clara informação ao público que tudo bem cometer um crime só; não é bandido quem o faz...
A imprensa deve ter liberdade, sim, mas não pode fazer o que bem quer e interferir onde não é chamada! Quanta facilidae ela tem de criticar todo e qualquer segmento social e quanta dificuldade tem em ser criticada!
Quanto ao objetivo do Coronel Eduardo José Félix: “O Gate é extremamente sério e responsável por preservar a vida”! Será que os pais de Eloá Pimentel, 15, e de Nayara Rodrigues da Silva, 15, hoje concordam?
Este infelizmente não se trata de um jogo que todos ganham. Forçar a barra neste sentido é brincar com a vida e a inviolabilidade das vítimas!
A imprensa no brasil é amadora e tendenciosa. Nossa sociedade tem que evoluir e cobrar uma mídia séria que informe e noticie, sem criar circo.
É preciso abrir espaços para os técnicos oficiais e diminuir a abertura para oportunistas de plantão. Exemplo "peritos" privados que só querem fama e reportes amadores. Em materia criminal só existe peritos oficial, o resto é palpiteiro pago.
No caso em questão, a mídia foi rídicula. Foi transmitido em programas sensacionalistas entrevistas do marginal. Fossemos um pais serio, seria responsabilizado a emissora responsável pelo ato.
Por outro lado entendo a posição da policia que tem medo de ser criticada, quando no uso de sniper, por defensores dos direitos humanos, parte da mídia, como se a vitima não tivesse direitos, vide casos recentes de cidadaos em legitima defesa que foram perseguidos pela mídia.
Quanto a ação do GATE, o que poderíamos dizer ???
Só quem estava no local dos fatos podem com precisão dizer o que aconteceu, o resto é pura especulação.
Se o GATE invadisse perguntariam porque invadiu??? Se o GATE não invadisse perguntariam, porque não invadiu ??? Se o GATE tivesse atirado contra o agressor perguntariam, porque mataram um jovem e não negociaram mais ??? Se o GATE fizesse isso ou aquilo, perguntariam os milhares de especialistas que apareceram nestes dias (de médicos a jornalistas) que se acham no direito de opinar naquilo que não sabem não sabem precisar, pois não técnicos para isso, responderiam, sei lá, o que importa é que quanto mais sensasionalismo melhor.
Afinal de contas, será que existe alguém preocupado com alguma coisa, ou estão preocupados em somente criticar !!!
Como sempre, a imprensa mais uma vez está preocupada em desmoralizar e colocar em dúvida toda a operação.
E pra encerrar, vi na entrevista do Coronel Félix uma reporter perguntar se fosse o filho dele, ele o teria colocado de volta ao cativeiro ??? E eu perguntaria a reporter, e se fosse o filho delá que estivesse sendo ameaçado, se ela faria de tudo para salvá-lo ??? Pois é, depende do que vende mais no jornal.
No nosso Brasil tem sido praxe a divinização de bandidos ou de violões.! Enaltece-se, blinda-se ( através da midia - com apresentadora entrevistando e chamando-o de " meu filho" ! ) para depois chorar pela perda de vidas inocentes. De zero a dez, daria nota zero ( 0 ) à PM paulista que demonstrou ser despreparada para defender bem a Sociedade local ! O MP também falhou, no caso Lindemberg quando garantiu a sua integridade fisica , dando-lhe a senha para agir da forma como bem entendesse. Visitar depois não adiante absolutamente nada !
Se for realmente confirmado que o criminoso não havia atirado momentos antes da invasão (o que é quase certo, tendo em vista que ninguém ouviu o tiro e peritos já analisaram as imagens - por meio de programas de computador específicos - verificaram não ter havido nenhum disparo), a atuação da polícia militar no caso foi desastrosa.
Pior ainda face às mentiras do comando, que, além ter "inventado" a história do tiro, ainda quis insinuar que os pais da vítima libertada teriam concordado com seu retorno ao cativeiro, o que foi publica e categoricamente negado pelos mesmos.
E ainda tem gente criticando a atuação da imprensa!
Ora, em QUALQUER PAÍS CIVILIZADO DO MUNDO a imprensa não agiria de forma diversa.
Basta ver os casos de grande repercusão mundo afora para se chegar à conclusão que, se nossa imprensa peca, o faz por OMISSÃO e ACANHAMENTO, e jamais por sensacionalismo despropositado, como erroneamente alguns querem fazer crer.
De fato, em casos análogos ocorridos em países de primeiro mundo, a imprensa noticia de forma até acintosa e exaustiva, sem ser acusada, no entanto, de fazer "apologia" ao crime, ao criminoso ou de interferir no resultado desastroso do evento (como, inclusive, muitos por aqui já insinuaram).
Ora, deixemos de hipocrisia e subterfúgios mesquinhos!
Deixemos de buscar justificativas baratas pela ineficiência da nossa polícia!
Nós somos escarnecidos pelo resto do mundo civilizado, entre outras, pela nossa incrível capacidade - enquanto brasileiros - de tentar justificar erros crassos como o que culminou no desastroso desfecho do caso em tela.
Assumamos as nossas responsabilidades e deixemos de menosprezar a inteligência alheia, ok?
Afinal de contas, somos brasileiros...
Eu não acho o que o comentarista pensa.
Tenha havido ou não o tiro, foi o que entendeu a equipe que estava a postos para isto. Não poderiam em caso de dúvida, ficar esperando mais tiros para agir. O que adiantaria depois de o mesmo descarregar o revolver?
Parece-me que o erro é da sociedade que pensa que vale a pena deixar pessoas inocentes nas mãos imprevisíveis de pessoas perturbadas ou bandidos paga a pena para salvar a vida do agressor!
Teria sido um erro doloso ou culposo da equipe? Evidente que seria em erro culposo dado a impossibilidade de monitorar todas as variáveis ao mesmo tempo.
A solução indiscutível é que é uma barbaridade e uma irresponsabilidade da sociedade que se peça que o assassino seja salvo numa situação destas! A única medida eficaz para ter tido outro resultado seria eliminar o risco no primeiro momento. O resto é um imponderável que dá no que deu!
Trocar a vítima pelo seu filho é bobagem infantil. Ninguém faria. Mas fizeram com os pais das meninas. Deixara elas a mercê da situação por cinco dias!!!
Eu não arriscaria meu filho para salvar o assassino. Foi isto que fizeram com as jovens que não puderam optar e o estado foi negligente no seu dever de protege-las!!
Acho que a critica não é com a mídia investigativa e seria.
Mas com o circo armado, eu pessoalmente não achar que estes "especialistas" de coisa nenhuma, vindos de não sei aonde, pagos pelas emissoras para darem versoes sejam serios. Eles não tem compromisso com nada. Vide caso nardoni e outros tantos.
Os orgaos periciais-tecnicos e oficiais analisarão o caso da forma devida, com tecnicos competentes e imparciais, e a verdade vira a tona.
Sou defensor da midia séria, mas acho que a imprensa insana e viciada em ibope deva ser responsabilizada por sua parcela de culpa no desfecho do caso.
Misturar polícia, judiciário e imprensa num sincício, como metaforicamente tem sido feito, colocando no mesmo sincício além de Polícia e Magistratura, também Promotoria e Defensoria Pública, vai render belos discuros ao estilo do que Millôr Fernandes se refere ao Brasil como "País Geométrico", as mesmas comédias de erros irão se repetir, e continuaremos fornecendo vastíssimo material de vídeos, ricamente detalhados, para as Polícias do EUA, Canadá e Europa estudarem, como fazem com o caso do ônibus 174, como caso concreto que demonstra como nunca uma polícia deveria agir...
Uma pergunta que deixo para quem quiser responder. Alguém sabe de algum caso em que Rudolph Giuliani tenha pessoalmente comandado, acompanhando pela Imprensa, ações de resgate da Polícia de Nova York, dizendo o que a SWAT da NYPD deveria fazer e quando fazer para não desagradar a mídia?
...bando de incompetentes a serviço de uma mídia sedenta de sangue. Big brother sangrento para satisfazer uma classe média burra. É isso.
INTELIGENTEMENTE MEDÍOCRES!
Só faltam fazer uma Súmula Vinculante! Na verdade creio que todos precisam fazer uma meia culpa:
1º OS APLICADORES DA LEI: criam súmulas, jurisprudências, proferem sentenças, que de certa forma amarram as mãos da polícia (não estou falando dos policiais, maus preparados, truculentos e anti-democráticos, que se acham os donos domundo).
2º O MINISTÉRIO PÚBLICO que nada entende de Comando de Incidentes, Teatro de Operações, Negociação com Reféns, etc, mas mesmo assim vai lá opinar!
3º A MÍDIA: que costuma transformar em show toda forma exploratória de violência e crueldade. Tranforma vítimas em bandidos e bandidos em vítimas.
4º OS POLÍTICOS: entrometem-se em tudo, certamente fizeram pressão para que as coisas tivesse o fim que tiveram. Além da capacidade para criar leis cada vez mais burras e parciais.
5º COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS: Só pensam no agressor! Com raríssimas exceções levam a vítima em consideração. Há casos, que a vítima chega a ser invisível.
6º A POLÍCIA: se deixou influenciar pelos órgãos anteriores e cometeu a meu ver só um erro: permitiu que a vítima retorna-se ao cativeiro.
7º NÓS, O POVO: sem querer discutir todos os desdobramentos da falta de educação, dos períodos de exploração, maniqueísmos, estratégias eletistas, etc, nós também como cidadãos, precisamos fazer meia culpa! Vide o Big Brother (BBB) pessoas sem expressão, sem talento ou tenha que de qualquer outra forma contribuido para algo de bom! os tornamos em Astros, Superstars!. Muitos sabem tudo sobre eles, mas não lembra o nome do professor de Matemática. Além da nossa incapacidade de pensar, de refletir ou de enxergar o óbvio.
Bom, é isso!
"- Voltando a fita!"
Me pareceu que a verdade é que não vivemos em um estado 'Policialesco' e sim 'Midiático', pura e simples, assim!
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