Advogada brasileira só pode deixar a Suíça se Justiça autorizar

Segundo o Itamaraty, a advogada brasileira Paula Oliveira só poderá deixar a Suíça se a Justiça daquele país autorizar. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que o Brasil continuará dando proteção e atenção ao caso. A informação é do Estadão.

Paula declarou que, na última segunda-feira (9/2), foi atacada por neonazista em uma estação de trem em Zurique, o que teria provocado o aborto dos gêmeos que disse estar esperando. Em fotos, o seu corpo aparece cheio de cortes. A gravidez foi contestada por laudo médico. Há suspeitas de que ela mesma fez os cortes no corpo. A brasileira corre o risco de responder judicialmente por fraudar depoimentos à polícia suíça.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que Brasil pediu uma investigação"rígida e transparente" do caso, e por esse fato não deve pedir desculpas ao país europeu. Em entrevista coletiva, Amorim disse que a imprensa tem feito uma “cobertura criativa”, referindo-se a publicações feitas neste domigo (15/2) de que o Itamaraty poderia ajudar a brasileira antes do término das investigações.

Roland Freisler disse:
16 de fevereiro de 2009 às 23:08

Pelo que consta, essa brasileira trapalhona não é advogada coisa nenhuma. A na Suiça, segundo funcionário da Maersk, ela não trabalhava em nehumna área ligada ao direito.

Ricardo disse:
17 de fevereiro de 2009 às 10:08

Advogada ou não, trapalhona ou não, espero que ela consiga superar esse trauma da melhor maneira possível.
Penso que boa parte dessa confusão deve-se a uma certa precipitação do governo brasileiro.
Boa sorte Paula!

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