Segundo o Itamaraty, a advogada brasileira Paula Oliveira só poderá deixar a Suíça se a Justiça daquele país autorizar. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que o Brasil continuará dando proteção e atenção ao caso. A informação é do Estadão.
Paula declarou que, na última segunda-feira (9/2), foi atacada por neonazista em uma estação de trem em Zurique, o que teria provocado o aborto dos gêmeos que disse estar esperando. Em fotos, o seu corpo aparece cheio de cortes. A gravidez foi contestada por laudo médico. Há suspeitas de que ela mesma fez os cortes no corpo. A brasileira corre o risco de responder judicialmente por fraudar depoimentos à polícia suíça.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que Brasil pediu uma investigação"rígida e transparente" do caso, e por esse fato não deve pedir desculpas ao país europeu. Em entrevista coletiva, Amorim disse que a imprensa tem feito uma “cobertura criativa”, referindo-se a publicações feitas neste domigo (15/2) de que o Itamaraty poderia ajudar a brasileira antes do término das investigações.
Pelo que consta, essa brasileira trapalhona não é advogada coisa nenhuma. A na Suiça, segundo funcionário da Maersk, ela não trabalhava em nehumna área ligada ao direito.
Advogada ou não, trapalhona ou não, espero que ela consiga superar esse trauma da melhor maneira possível.
Penso que boa parte dessa confusão deve-se a uma certa precipitação do governo brasileiro.
Boa sorte Paula!
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