Processo do mensalão não deve ser julgado pelo STF antes de 2011

O ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa afirmou que o julgamento do mensalão não deve ocorrer antes de 2011. “2010 é inviável”, ressaltou. Ele informou à imprensa que o juiz mineiro Alexandre Buck já colheu, em três semanas, o depoimento de 98 testemunhas da defesa, cujo prazo era de 80 dias. “Esse juiz merece uma placa!”, exclamou Barbosa em tom de brincadeira.

Barbosa destacou que, das 150 testemunhas previstas, apenas 98 foram ouvidas, 47 desistiram e três não foram localizadas. Segundo o ministro, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, informou ao juiz, por meio de carta, desconhecer os fatos, motivo pelo qual deixaria de depor. O governo dispõe de prerrogativas especiais de escolha de hora, data e local para ser ouvido.

O ministro informou que Uberaba, o próximo município no calendário de audiências estabelecido por ele na AP 470, deve antecipar as datas anteriormente marcadas para junho. No município, devem ser ouvidas 11 testemunhas. As demais cidades que constam da lista de Joaquim Barbosa também devem ter antecipadas as audiências. A última unidade da federação a ter audiências para colher depoimentos das testemunhas é o Distrito Federal, onde se encontram cerca de 200 pessoas indicadas pelos réus para serem ouvidas.

Segundo Barbosa, o julgamento do caso pode se transformar em um dos maiores já feitos pela suprema corte. “Ainda não pensei na logística, mas vai ser algo absolutamente inusitado”, adiantou. Com uma hora de sustentação oral para a defesa de cada réu, só esta parte do julgamento pode durar 39 horas – o número de réus na AP 470, disse o ministro. A leitura de seu relatório deve durar algo em torno de dois dias.

O ministro comentou que os réus poderão, se quiserem, comparecer ao Plenário nos dias do julgamento, mas não terão direito a falar. Os réus falam por meio de seus defensores, explicou Barbosa. Se forem necessárias, eventuais acareações podem chegar a ser feitas durante a fase de instrução processual, diante dos juízes de primeiro grau.

Roland Freisler disse:
30 de março de 2009 às 21:13

Ministro, e esse aqui, sai antes de 2011??
AI/613985 - AGRAVO DE INSTRUMENTO
Origem: SC - SANTA CATARINA
Relator: MIN. JOAQUIM BARBOSA
28/07/2006 CONCLUSOS AO RELATOR
27/07/2006 DISTRIBUIDO MIN. JOAQUIM BARBOSA
Tá uma vergonha, heim???

olhovivo disse:
30 de março de 2009 às 22:09

Relaxa caro Roland Freisler. Depois que o procurador, digo, ministro JB saiu na mídia como combatente contra o crime, ele precisa correr rápido com o caso do mensalão para condenar todo mundo e virar herói da turba. Processinhos como o seu ficam para o dia de São Nunca. Não atrapalha, pô!

Senhora disse:
30 de março de 2009 às 22:53

olhovivo, Vossa senhoria é uma piada. Seria você o alterego de Gilmar Mendes?
É melhor ser conhecido como combatente de crime do que como libertador geral de ricos, como está conhecido o seu ídolo Gilmar Dantas, ops, Mendes, desculpe, falha minha.

SANTA INQUISIÇÃO disse:
31 de março de 2009 às 08:53

Vida longa ao min. JOAQUIM BARBOSA! Abençoado seja sua luta contra os criminosos! AVANTE MINISTRO!!!

Vitor M. disse:
31 de março de 2009 às 17:54

Não entendo porque os cãopanheiros não gritam pela punibilidade dos bandidos envolvidos nisso.

Vitor M. disse:
31 de março de 2009 às 17:54

Não entendo porque os cãopanheiros não gritam pela punibilidade dos bandidos envolvidos nisso.

Vitor M. disse:
31 de março de 2009 às 17:58

Não entendo porque os cãopanheiros não gritam pela punibilidade dos bandidos envolvidos nisso.

Vitor M. disse:
31 de março de 2009 às 18:00

Não entendo porque os cãopanheiros não gritam pela punibilidade dos bandidos envolvidos nisso.

Vitor M. disse:
31 de março de 2009 às 18:01

Não entendo porque os cãopanheiros não gritam pela punibilidade dos bandidos envolvidos nisso.

Vitor M. disse:
31 de março de 2009 às 18:16

Não entendo porque os cãopanheiros não gritam pela punibilidade dos bandidos envolvidos nisso.

Vitor M. disse:
31 de março de 2009 às 18:18

Não entendo porque os cãopanheiros não gritam pela punibilidade dos bandidos envolvidos nisso.

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