Servidores do Judiciário

Definição sobre reajuste será após a eleição

Valter Campanato/ABr

O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, falam à imprensa após reunião com sindicalistas que representam servidores do Judiciário - Valter Campanato/ABr

A discussão sobre o Projeto de Lei que reajusta em 56% os salários dos servidores do Judiciário deve ser retomada após as eleições. A informação foi passada a representantes da categoria pelos ministros do Planejamento, Paulo Bernardo (na foto, à direita), e da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams (na foto, à esquerda). A proposta está em tramitação no Congresso.

De acordo com Bernardo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se nesta quinta-feira (1º/7) com os ministros Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal, e Ricardo Lewandowski, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, para tratar da questão.

Valter Campanato/ABr

O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, falam à imprensa após reunião com sindicalistas que representam servidores do Judiciário - Valter Campanato/ABr

Lula argumentou que a aprovação do projeto teria um grande impacto orçamentário, portanto, gostaria de discutir o encaminhamento e votação do projeto com aquele que for eleito para presidente em outubro.

Bernardo esclareceu que não existe previsão orçamentária em 2010 para acomodar o reajuste, que gera um impacto de R$ 7 bilhões na folha de pagamentos da União e irá beneficiar cerca de 100 mil servidores.

Como não houve conclusão, uma nova reunião ficou acertada entre os representantes dos servidores do Judiciário e do Executivo para a próxima quinta-feira (8/7). Com informações da Assessoria e Imprensa do Ministério do Planejamento.

[Foto: Valter Campanato/ABr]

analucia disse:
02 de julho de 2010 às 14:21

tem é que terceirizar este serviço de furar, juntar e numerar folhas.

observador_paulista disse:
02 de julho de 2010 às 16:45

Mais uma vez temos que ler comentário que demonstra o desconhecimento das atividades desenvolvidas pelos servidores do judiciário. Será leviandade ou falta de inteligência mesmo?

Radar disse:
02 de julho de 2010 às 17:52

Acho que alguém tentou o concorrido concurso e não passou. De fato, para tanto tem que ser não só bacharel, mas também "ninja". De qualquer forma, é bom diminuir é o número de advogados desinformados, por meio de uma prova da OAB mais rigorosa, que avalie não só a capacidade de pesquisar no google, no estilo ctrl-c + ctrl-p, mas também o conhecimento sobre o funcionamento das instituições. E também é bom estudar, para, quem sabe, passar a ganhar mais e ter menos tempo para reclamar do salário alheio.

Malaghini disse:
02 de julho de 2010 às 17:53

Acredito que não seja leviandade não. Parece, mais, "dor de cotovelo" mesmo, pois não têm "competência" para ingressarem no Judiciário Federal, notadamente de alguns frustrados que se auto intitulam Bacharéis em Direito, mas que conhecimento jurídico, mínimo que seja, não possuem (ao menos é o que se extrai de alguns comentários expostos neste espaço).

Gustavo P disse:
02 de julho de 2010 às 18:00

Pelo jeito, concurso para servidor da justiça federal deve ser o mais difícil do país...
01- mais difícil que para Procurador da República;
02 - mais difícil que para Juiz;
03 - mais difícil que para Promotor;
04 - mais difícil que para Defensores e AGU...
É que os servidores querem ganhar mais que todas essas carreiras!!
O Aumento é, em média, de 7 mil reais para cada um, sendo que o salário médio dos Analistas, ATUALMENTE, é de 16 mil, e dos técnicos com apenas segundo grau, 10 mil.
Isso é resultado de vários repiques e verbas extras, que TRIPLICAM O SALÁRIO-BASE.
Cara-de-pau total!!

Malaghini disse:
02 de julho de 2010 às 18:08

Pois é, realmente, além da "dor de cotovelo", também tem a pura ignorância mesmo, inclusive a jurídica... Êta nível ruim esse de formação jurídica brasileira!

Gustavo P disse:
02 de julho de 2010 às 18:16

Quer dizer que o teu concursinho de 60 questõezinhas decoreba, sendo 20 de português, é grande coisa? Que sem noção...coitado.

Malaghini disse:
02 de julho de 2010 às 18:26

Então, mas eu passei nesse concursinho de 60 questõezinhas(rsrs)...

Malaghini disse:
02 de julho de 2010 às 18:27

Então, mas eu passei nesse concursinho de 60 questõezinhas(rsrs)...

Malaghini disse:
02 de julho de 2010 às 18:28

Então, mas eu passei nesse concursinho de 60 questõezinhas(rsrs)...

Gustavo P disse:
02 de julho de 2010 às 18:33

...vc concorda que é uma pessoa sem talento algum, que não tem capacidade de fazer um concurso para gente grande, como para juiz, MPF, agu, defensoria, etc, e que quer só se dar bem pegando um trem da alegria.

Willson disse:
02 de julho de 2010 às 19:24

Normalmente, pelo menos para o cargo de Analista judiciário e Executante de Mandados Federal, só há uma ou duas vagas em disputa, o que o torna um dos concursos mais difíceis do Brasil, na relação candidato-vaga, já que não basta passar: Tem de ser no máximo em 3.º para ser nomeado. Passei em 1.º, com muito esforço. Ficaram 1.500 a ver navios. Estou feliz com o meu salário, o que não me tira o direito de reivindicar melhorias para a classe. Retribuo à Administração trabalhando muito e com afinco. Certamente a advogada-frustrada não teria chance, por isso clama pelo sangue da terceirização e esbraveja tanto. Vai continuar no google, como disse o Radar. Tadinha....

analucia disse:
02 de julho de 2010 às 19:37

tem é que terceirizar este serviço de furar, juntar e numerar folhas.

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