A Comissão de Aperfeiçoamento da Atuação do Ministério Público no Sistema Carcerário e no Controle Externo da Atividade Policial quer diminuir os índices de letalidade das ações policiais. Em reunião que aconteceu na quarta-feira (14/12), em Brasília, o grupo definiu a redução desses números como uma de suas metas para 2012.
A intenção dos trabalhos e das atividades é enfatizar o enfrentamento da questão dos “autos de resistência” e discutir formas de fortalecer a atuação do Ministério Público no combate aos grupos de extermínio e milícias. Na mesma reunião ficou decidido que serão realizados novos Encontros do Sistema Prisional e do Controle Externo da Atividade Policial, a divulgação da cartilha sobre os direitos e deveres dos cidadãos frente à polícia e a realização dos mutirões carcerários em parceria com o CNJ.
O sistema prisional brasileiro também foi discutido na reunião. Os membros da comissão trataram dos relatórios das inspeções conduzidas pelos membros do Ministério Público e discutiram a metodologia de trabalho na análise dos dados coletados desde o início deste ano.
Essas inspeções acontecem de mês em mês. A cada visita, os membros preenchem um formulário, que contém itens relacionados à capacidade e ocupação de estabelecimentos prisionais, perfil da população de detentos, assistência à saúde e à assistência jurídica e educacional. Os dados são enviados às Corregedorias Gerais de cada MP, responsáveis por remetê-los ao Conselho. Com informações da Assessoria de Comunicação do CNMP.
Só não pode esquecer de combinar com o outro lado!!!
Ainda ontem eu assistia mais uma vez ao filme "Tropa de Elite", quando era mostrado como no Brasil como reduz os índices de criminalidade no Brasil, de forma simples e rápida: manipulando relatórios. Assim, veremos a partir de agora casos em que os supostos bandidos, em confronto com a polícia, matam-se a si próprios!
Aprendem artes marciais nos presídios, ou seja, melhora a forma de assaltar e melhora o confronto com a polícia, dando paridade no combate- como se já não tivessem melhores armas (granada, metralhadora, bazucas). Como disse um político na bahia, defensor dos Direitos Humanos: "Morrem muito poucos policiais nos confrontos". Em outras palavras, é melhor morrer mais policiais em serviço, dos que já morrem em folga. Assim pelo menos os defensores vão se sentir mais justiçados. Por que os hipócritas já não começam com a campanha "morte aos meganhas".
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