O delegado afastado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, que no próximo dia 1º de fevereiro inicia carreira como deputado federal em Brasília, revelou em seus 50 anos de vida um talento extraordinário para acumular riqueza. Em 10 anos de carreira como delegado da Polícia Federal, onde fez jus a um salário médio de R$ 14 mil, como ele mesmo revelou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o delegado acumulou um patrimônio que, segundo ele próprio declarou ao Tribunal Superior Eleitoral, inclui nada menos do que sete imóveis. Embora a relação de bens declarados ao TSE some apenas R$ 834 mil, somente um dos imóveis constantes da lista — uma casa no Mirante de Camboinhas, em Niterói — segundo especialistas do setor imobiliário vale mais de R$ 1 milhão.
A declaração de bens do candidato-delegado que agora assume como deputado é um atestado de sua habilidade no mundo dos negócios. Ali fica-se sabendo que Protógenes Queiroz guarda em casa R$ 284 mil em dinheiro e que tem pouco mais de R$ 10 mil numa conta na Suíça. Entre os sete imóveis que admite ser dono, três deles foram doados pela mesma pessoa, o delegado aposentado José Zelman. Outros dois, que ele usa como residência própria, não foram declarados ao TSE. Protógenes informa também as datas de aquisição de todos os seus bens, menos daqueles adquiridos enquanto ocupava o cargo de delegado da Polícia Federal.
Disponível no site do TSE, a declaração relaciona sete imóveis, ações, consórcio, plano de previdência privada, dinheiro em espécie e uma conta "de cartão de crédito" em Lugano, na Suíça, totalizando um patrimônio de R$ 834.469,85.
O primeiro item da declaração é uma casa e terreno nos lotes 6 e 7, localizados no Mirante de Camboinhas, Niterói (RJ), área de mansões da cidade fluminense. Protógenes atribuiu ao imóvel valor de R$ 200 mil e informou que foi adquirido por ele em 19 de junho de 1993. De acordo com Certidão de Registro de Imóveis obtida no dia 15 de outubro de 2010 no 16º Cartório de Niterói, não houve nenhuma transação relativa ao imóvel em 1993. A mais recente foi em 28 de setembro de 1998, quando o local foi adquirido por Andréa de Magalhães Vieira de Stephane Wislin e Henry Bouchardet Fellows. Na mesma certidão, verifica-se que o lote 8 foi anexado aos lotes 6 e 7, informação omitida por Protógenes ao TSE. O terreno ocupa uma área de 1.115 metros quadrados. Imóveis com menor metragem no Mirante de Camboinhas são negociados com valores acima de R$ 1 milhão, cinco vezes o valor declarado pelo então candidato.
O quinto item da declaração é um apartamento no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no valor de R$ 100 mil, adquirido em 20 de setembro de 1993, três meses e um dia após a compra da casa de Niterói. Não é informado o tamanho, ou outras especificações do imóvel, mas o proprietário, mais uma vez, se revela modesto ao fixar o preço de seu bem. Uma quitinete de 28 metros quadrados no mesmo bairro era anunciada pela internet, nesta semana, ao preço de R$ 390 mil.
O item seguinte da declaração é um apartamento na Asa Norte de Brasília, avaliado em R$ 76 mil. O delegado diz que ele está situado no apartamento 504 do bloco J na SQN 116 e informa que foi adquirido de Jorge Peles Sobrinho e outros. Na verdade, o apartamento que Protógenes diz ser dono está na SQS, e não na SQN. A troca de letras implica uma alteração de valores. Os imóveis da Asa Sul são mais valorizados do que os da Asa Norte. Não é só. De acordo com certidão do 1º Ofício de Registro de Imóveis do Distrito Federal, datada de 2 de setembro de 2010, Jorge Peles Sobrinho adquiriu o imóvel em 4 de dezembro de 2003 e, depois disso, não consta nenhuma outra movimentação no registro. Para termo de comparação, uma simples quitinete na Asa Norte do Plano Piloto custa cerca de R$ 110 mil.
O padrinho
Três imóveis que integram o patrimônio do delegado-deputado foram presentes que Protógenes Queiroz ganhou de seu "padrinho", o delegado aposentado da Polícia Civil do Rio de Janeiro José Zelman. O hoje deputado ainda era delegado quando Zelman comprou e doou os imóveis a ele. As doações foram feitas no dia 10 de março de 2006, de acordo com as Certidões de Registro dos imóveis, apesar de a data não constar da declaração à Justiça Eleitoral.
Um deles é o apartamento no Guarujá, localizado na estrada Alexandre Migues Rodrigues. Os outros são um flat e uma vaga na garagem do Edifício Foz Residence Service, em Foz do Iguaçu (PR). O flat e a vaga foram adquiridos por Zelman por R$ 15.500, segundo Certidão de Registros de Imóveis do dia 26 de agosto de 2010. Na declaração, os bens doados aparecem com o valor de R$ 8.767,58. Protógenes foi delegado e morou em Foz do Iguaçu de 2000 a 2002.
De acordo com informações da Companhia Habitacional do Paraná (Cohapar), o valor de mercado de uma casa popular de 40 metros quadrados construída por meio dos projetos da empresa é de R$ 31.614,70. O apartamento do Guarujá, adquirido por Zelman dois meses antes da aquisição do flat de Foz, e avaliado por seu dono em R$ 54.082,32, não é o mesmo em que ele costuma se hospedar no litoral paulista e que não foi declarado.
Bens não declarados
Em julho de 2010, ao investigar Protógenes pelas irregularidades cometidas na Operação Satiagraha, a Polícia Federal vasculhou cinco endereços do ex-delegado: um apartamento no Jardim Botânico, no Rio; um em Brasília; um no Shelton Hotel, em São Paulo; um na Praia das Astúrias, no Guarujá; e outro no Meyer, também no Rio. Os últimos dois imóveis não foram declarados à Justiça eleitoral.
O imóvel do Guarujá está localizado em um dos bairros mais nobres da cidade. Trata-se de um prédio luxuoso, com um apartamento por andar, quatro suítes por unidade, todas com vista para o mar, sala com três ambientes, 251 metros quadrados de área privada e 378 metros quadrados de área total. De acordo com pesquisa feita nas imobiliárias Stand Imóveis e Oceano Imóveis, apartamentos à venda no mesmo condomínio custam acima de R$ 1 milhão. As despesas mensais com IPTU e condomínio passam de R$ 2 mil. A Certidão de Registro de Imóvel, retirada do Registro de Imóveis do Guarujá no dia 14 de setembro de 2010, aponta que o apartamento está no nome da construtora EM Empreendimentos Imobiliários Ltda.
Os veículos Hyundai Santafé — avaliado em R$ 100 mil — e Chevrolet Blazer, utilizados por Protógenes quando, diz ele, foi vítima de atentados, também não foram declarados ao TRE. Em agosto de 2010, seu assessor Yuri Felix confirmou ao site Conversa Afiada, do apresentador de televisão Paulo Henrique Amorim, que Protógenes tivera seu Santafé atingido por um objeto jogado de outro automóvel. Segundo o assessor, o delegado afirmou tratar-se de atentado contra a sua integridade física, na tentativa de assassinato ou de intimidação.
Em outro caso, no dia 17 de janeiro de 2009, o radiador da Blazer que ele conduzia estourou quando o delegado afastado se dirigia do Jardim Botânico a Niterói. Segundo a própria vítima, a explosão resultou em queimaduras de primeiro grau nos pés e lesões pelo corpo. Seu advogado garante que Protógenes não tem carro próprio: "Ele usa carros emprestados e locados", diz Adib Abdouni.
Dinheiro em espécie
É conhecida a ojeriza que Protógenes tenta projetar em relação a banqueiros, pelo menos a um em particular, o dono do Opportunity, Daniel Dantas. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Protógenes deu a entender que a aversão ao mercado financeiro é genérica. Ele afirmou ao jornal que "não tem coragem de deixar seu dinheiro em banco" e, por isso, guarda R$ 284 mil em dinheiro vivo em casa "por segurança". "A máfia, as organizações criminosas, tentam clonar cheques. Faço isso [deixar dinheiro em casa] desde 2000. O salário entra, eu retiro e deixo em casa. Sob o ponto de vista legal, não tem problema", afirmou ao jornal. Do ponto de vista financeiro, o dono do dinheiro deixa de ganhar R$ 1.700 por mês, caso aplicasse esse valor na caderneta de poupança. Os maços de dinheiro que Protógenes guarda em casa representam 34% do patrimônio total declarado ao TSE.
O deputado tem isso em comum com outros políticos como a presidente Dilma Rousseff (PT), que declarou ter R$ 113 mil em espécie, e de Orestes Quércia, morto em dezembro último, que, ao registrar sua candidatura ao Senado nas últimas eleições, declarou guardar R$ 1,28 milhão em casa.
Dinheiro na Suíça
Perseguidor implacável de crimes financeiros como a evasão de dinheiro, o delegado afastado da Polícia Federal tem uma conta na Suíça, que à época do registro de sua candidatura tinha saldo de R$ 11.912,96. O advogado de Protógenes, Adib Abdouni, explica que a conta foi aberta pela Fifa para reembolso de despesas de passagens e alimentação. Em Lugano, não há qualquer escritório da Fifa e os maiores bancos suíços estão em Genebra e em Zurique. Abdouni não respondeu por que reembolsar na Suíça as compras de passagens feitas no Brasil.
Protógenes passou a viajar com frequência à sede da Fifa, em Zurique, desde que, por indicação da Confederação Brasileira de Futebol, tornou-se membro da Comissão de Segurança nos Estádios da gerente-geral do futebol mundial.
A reportagem da revista Consultor Jurídico telefonou para Protógenes, mas o deputado não atendeu o telefone para comentar o caso. Segundo informações de sua secretária, ele passa férias com a família em Salvador.
Seu advogado, Adib Abdouni, afirmou que todos os bens que o ex-delegado possui foram declarados à Justiça Eleitoral. No caso dos imóveis, o que pode ter acontecido é de as escrituras não terem sido passadas para seu nome no momento em que a declaração foi entregue.
Desde 2002, o TSE impôs a obrigatoriedade da apresentação da relação de bens do candidato para obter o registro da candidatura. A partir de 2010, a Justiça passou a aceitar a relação de bens constantes da Declaração do Imposto de Renda entregue anualmente à Receita Federal. Também é permitido ao candidato fazer uma declaração genérica dos bens, sem grandes detalhamentos, apenas informando o tipo de bem e o valor, por meio do programa Candex. Segundo o TSE, a intenção da medida é dar mais transparência sobre a vida pregressa do candidato.
A fiscalização dos valores declarados pelos candidatos é feita pelo Ministério Público Eleitoral. Também há o cruzamento de dados entre as informações fornecidas pelos candidatos ao Tribunal Regional Eleitoral e à Receita Federal. Apesar das boas intenções da Justiça Eleitoral, as declarações apresentadas costumam ser verdadeiras obras de ficção econômica.
Em entrevista a Folha, durante a campanha eleitoral, o delegado afirmou que tem "patrimônio de quem trabalha honestamente". Afirmou também que, como delegado da PF, fazia jus a um salário de R$ 14 mil, remuneração que diz ter recebido por dez anos.
Protógenes ingressou na Polícia Federal em 1998. Em 2008 foi afastado administrativamente de suas funções na PF, em razão de irregularidades cometidas durante a Operação Satiagraha, investigação de supostos crimes financeiros cometidos pelo banqueiro Daniel Dantas, que ele conduziu. No ano passado, Protógenes foi condenado pela Justiça Federal a três anos e quatro meses de prisão pelos crimes de violação de sigilo funcional e fraude processual. A pena privativa de liberdade foi substituída por restrição de direitos.
A condenação e os deslizes cometidos durante a investigação sobre suposto esquema de evasão de divisas e lavagem de dinheiro envolvendo Daniel Dantas não impediu sua eleição à Câmara dos Deputados, pelo PCdoB. Protógenes elegeu-se deputado federal com 94.906 votos — que somados às sobras da estrondosa votação de seu colega de coligação Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR-SP), garantiram-lhe o quociente eleitoral dos eleitos. Em sua campanha, Protógenes usou como trunfo a prisão do banqueiro e ações contra políticos. Entre eles, o ex-prefeito Paulo Maluf (PP), preso por ele em 2005.
Veja a relação de bens declarados por Protógenes ao TSE:
- Casa e terreno, lotes 6 e 7, Rua 143, Quadra 297, Mirante de Camboinhas, Niterói. Adquirido em 19 de junho de 1993 — R$ 200 mil
- Casa no lote 24, Quadra 90, Rua Macaé Trindade, São Gonçalo, Niterói. Adquirida em 20 de maio de 1965 — R$ 50 mil
- Ações ordinárias 5.191 e 13.522, preferenciais da Telebrás — R$ 1.350
- Dinheiro em espécie — R$ 284 mil
- Apartamento XXX, rua Jardim Botânico, XXX. Adquirido em 20 de setembro de 1993 — R$ 100 mil
- Apartamento XXX, SQN 116, Bloco J. Adquirido de Jorge Peles Sobrinho e outros — R$ 76.045
- Apartamento XX e vaga de garagem 18, situado na Estrada Alexandre Migues Rodrigues, XXX, Guarujá. Adquirido através de doação de José Zelman — R$ 54.082,32
- Apartamento XX do edifício Foz Residence Service, em Foz de Iguaçu. Adquirido através de doação de José Zelman — R$ 8.767,58
- Vaga de garagem 4 localizada no sub-solo do Edifício Foz Residence Service. Adquirida através de doação de José Zelman — R$ 2.325,03
- Caixa Consórcios S/A Administradora de Consórcios – Constribuições efetuadas até 31 de dezembro de 2007 — R$ 11.912,96
- Comecard Corner Bank LTD – Agência Lugano. Conta aberta pela FIFA em setembro de 2008 para reembolso de despesas com passagens aéreas e alimentação — R$ 11.912,96
- Saldo VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre — R$ 34.074
Total: R$ 834.469,85
Fonte: TSE

A declaração de bens é bem curiosa mesmo. Aqui em São José do Rio Preto qualquer apartamento pequeno, de 1 dormitório, supera os 100 mil reais mesmo nas regiões menos valorizadas. Na declaração do Deputado há apartamentos valendo 70 e 100 mil. Por outro lado, não conheço ninguém nos dias atuais que guarda dinheiro em casa. A última informação que tive sobre isso, excluindo-se histórias antigas, era de um traficante que carregava consigo alguns milhares de reais para pagar propina a policiais caso fosse abordado. Muito estranho mesmo.
Puxa! Nunca conheci gente tão boazinha que doa imóveis a amigos. Esse que doou ao Protógenes é uma raridade ímpar em termos de amigo do peito "pra se guardar a sete chaves". Estamos aguardando com ansiedade uma investigaçãozinha do MPF eleitoral.
Será que essa reporter não tem capacidade de publicar coisa mais produtiva?
Por que tentar denegrir a imagem do delegado?
Por que ela não continua sua "reportagem investigativa"
se é que isso possa assim ser chamado, e publica a relação de bens do Lula e sua familia, do Daniel Dantas ou do Paulo Maluf? Afinal, esses, entraram no governo sem nada e sairam muito bem de vida...
Ou será que a digníssima reporter tem medo de publicar algo contra as forças dominantes?
Por falar em dominantes, meus amigos, essa nossa Presidente Dilma deu mostra que vai mesmo mudar o País!
Já começou a colocar a casa em dia, acabando com algumas baboseiras políticas do governo anterior, ou seja, ELA TRABALHA OBJETIVAMENTE e fala pouco!!!
Essa é da boa, gente!
Parabéns à Presidente.
Com certeza a imprensa é nossa ultima trincheira.
Se calar, aí realmente estaremos fritos.
É só o que nos resta, o resto é corrompido.
Será que esse Marco (Engenheiro) não sabe que jornalista publica e dá o enfoque que achar mais conveniente. Ora, ao seguir seu raciocínio, toda vez que um jornalista for publicar uma notícia deverá se referir a todos, individualizadamente. Assim, se há uma notícia sobre processo instaurado contra um deputado, está o jornalista obrigado a se referir a todos os processos, instaurados contra todos os deputados. Se há uma notícia sobre um padre pedófilo, deve o jornalista se manifestar sobre todos os padres. Alguns não gostam da atuação da imprensa. Deveriam se mudar para outro país.
Como cidadão, exijo explicações convincentes, na medida em que, a princípio, acreditei no trabalho da Polícia Federal e do MPF. E continuo querendo acreditar.
Vou contratar essa jornalista p/ levantar todo o patrimônio de Daniel Dantas. Aliás, ela deveria fazer concurso p/ ser policial.
A inparcialidade da imprensa não existe, pois ela é feita por seres humanos. O problema é que o CONJUR tenta passar a imagem de ser imparcial, quando claramente não o é...
Madv,
Não precisamos ir muito longe.
Tem investigadores, que aliás, com um vencimento inferior ao de Delegado, que possui um patrimônio superior.
O MP desconhe, a Receita Federal nunca ouviu falar e assim por diante.
Como diz aquela música sertaneja: "Quem tem C.. tem medo".
Atenção Silvio Santos,
Olha ai a dica, que tal convidá-lo para presidir o Panamericano?
Uma bela surpresa.
Aparentemente, a partir de agora o Conjur se dedicará a denunciar o suposto enriquecimento ilícito da classe política.
É claro que o político em questão é considerado inimigo número 1 de alguns criminosos de colarinho branco. Mas com certeza, isso não passa de uma incrível coincidência.
A autora da reportagem é jornalista, e apesar de poder dar o enfoque que pessoalmente achar conveniente, ela jamais faria tal coisa.
..por essas e outras, independentemente da notícia irônica veiculada, dando a entender que o tal policial é corrupto me considero um anarquista assumido. Sim, no sentido político de não submissão ao Estado Poder.
Agora, que tal notícia induz ao vômito, a repulsão...ah, isso sim....
Otávio Augusto Rossi Vieira, 44
Advogado Criminal em São Paulo.
(obs. não guardo dinheiro em espécie em casa porque não tenho)
Há que se tomar muito cuidado com os que se intitulam paladinos da justiça.
Policiais paladinos da justiça, juízes justiceiros e MP fora de controle. Que falta faz ser amadurecido e equilibrado para lidar com as leis e os seres humanos!
É muito estranho. Respeito a jornalista pelo seu trabalho, mas nem por isso deixarei de tecer alguns comentários que representam única e exclusivamente a minha opinião acerca da pauta. Também não estou aqui patrocinando causas para o diabo. Muito me espanta que somente depois desses fatos envolvendo a Operação Satiagraha e o tal banqueiro e seus aliados do Poder o patrimônio do citado delegado foi investigado, inclusive pela própria casa (Polícia Federal). É exigido anualmente de todos os servidores públicos federais - e não mais somente àqueles que ocupam cargos ou funções em comissão, etc - a declaração anual de patrimônio. Pelo que se sabe, o citado delegado não possuia processo administrativo anterior referente ao não fornecimento de tais dados. Ainda, este mesmo homem ocupou função importante dentro da DIP (salvo engano significa Diretoria de Inteligência Policial). E mesmo assim a própria PF não o investigou ou quis saber a origem do tal patrimônio? Ainda, pela relação da douta jornalista, existem transações antes de 1998, quando o citado delegado, ora deputado, fora nomeado para o cargo de Delegado de Polícia Federal. E para tomar posse é necessário declarar o patrimônio, inclusive tudo isso é, em tese, investigado durante o concurso público - faz parte da chamada 'investigação social'. E nunca nada disso chamou atenção antes? Isso só serve para corroborar a falência do sistema em um todo. Inclusive põe em xeque os próprios critérios de seleção da PF - ao meu ver. Ah, e quem aqui nunca buscou saber maneiras de, dentro da lei, fugir da tributação suas transações pessoais? Isso é a chamada elisão fiscal. Pode ser imoral, mas ilegal não é. Perdão pela parcialidade desse meu comentário, mas não pude deixar de manifestar ante à matéria. Obrigado.
Acho q o jornalista não fez o cálculo com o valores que levantou.
Por exemplo: recebe em torno de R$ 14.000,00 x 12 + 13º salário = R$ 182.000,00 (por ano)
Dez anos de salário = R$ 1.820.000,00
Não vejo nada de mais quanto aos bens declarados.
Tudo é possivel neste nosso país de tiriricas. Graças a este "puxador de votos", Protogenes continuará na mais absoluta imunidade ! Viva o Brasil !
O Brasil é, infelizmente, o País da piada pronta...e absolutamente sem graça!
Quer dizer então que o "menino maluquinho" só o é quando se trata de inquéritos policiais e de prestação de contas na Justiça Eleitoral (três imóveis a oito mil e poucos "contos"?! Será que ele não quer me vender algum deles?)? Na hora da constituição de sólido patrimônio o tipo é mais do que esperto!
Agora, o "espanto" com o teor da matéria é que par mim é um espanto? O patológico tipo frequentou o noticiário durante longos meses com as suas estrepolias. Conseguiu se guindar à imunidade, digo, ao Congresso, na esteira da magnificamente idealizada "Operação Tirica" e não querem que se esmiuçe a sua vida? Ahãn... Isso é só para o EX-inimigo púbico número 1, né? E o que é pior, com mais OITO MIL HORAS de gravações e sem descobrir nada! Então tá...
Depois, rio muito dos tarefeiros partidários que estão cumprindo nova tarefa: polir a imagem de "competenta" e, mais ainda, de "INOCENTA", da "nova" "presidenta"! Na campanha eleitoral do ano passado, se apresentava a dita-cuja como continuidade do governo-molusco. Hoje, quer se fazer crer que ela caiu de um paraquedas, oriunda de um desconhecido partido e pronta, prontérrima, para arrumar a bagunça do verborrágico e sem superego antecessor! E a imprensa, galvanizada pelo titânico esforço dos ditos tarefeiros, cai nessa. Nenhuma cobrança, por exemplo, acerca das providências anunciadas em 2005 (!) e reiteradas o ano passado, após o episódio do Morro do Bumba, e que agora, pela sua falta, resultaram em presumidos mais de MIL MORTOS. É a AUSÊNCIA, sendo confundida com COMPETÊNCIA!
Agora proponho um pequeno jogo mental: imagine-se que essa pavorosa catástrofe tivesse sido em Campso do Jordão, digamos, o que a "imprensa" diria?
O "ferreiro" abaixo deveria ir à praça pública e chamar o "populacho" de "ignorante" por haver eleito Dilma Rousseff. De mais a mais, tudo não passa de "argumentum ad hominem", bem próprio à espécie de comentarista. Entre "bivalves" e "braquiúros decápodes", salvam-se poucos. Nem pode salvar-se o "ferreiro"...
Caro PeTralha tarefeiro partidário: quando você tiver a coragem e honradez de se despir do seu pseudônimo e declinar o seu nome talvez possa me dar ao trabalho de dedicar mais do que essas linhas a você.
Passar bem (e não se esqueça de dar um beijo de boa noite na efígie da sua "presidenta", "competenta" e "inocenta", hein?)
"argumentum ad hominem", deve constar da nova edição do manual do Tarefeiro-Partidário fornecido pelo Diretório!
"Ferreiro", estude Lógica Geral. As suas acusações insulsas pouco me importam, posto que eu nem de longe possa vir a ser considerado "militante político". Você opina sob a mesma ingerência ideológica com que analisa os outros. Você deve ser "milico" reformado, não?! "Milico", não militar...
Desde o primeiro momento em que esse Robin Hood às avessas apareceu no noticiário, dava-se para ler nas entrelinhas que ele era um pau mandado de certa facção arrivista que estavam loteando as telecomunicações etc. Registrei isso aqui no Consultor Jurídico. Agora, com a confirmação das tramóias estamos nas mãos dele e de seu fornecedor de votos o Tiririca. E ainda reclamam das chuvas! Se o que é possível evitar não se consegue como já anunciado e sabido, as chuvas então... deixa pra lá.
Aguardamos uma reportagem sobre o patrimonio do banqueiro condenado e apenado, Daniel Valente Dantas, incluindo os bloqueados pela justiça Norte Americana, Caymann e paraíso fiscal para não haver mais suspeitas de que essa revista é parte de interesse e ou da assessoria de comunicação do Banco Opportunity. Idem dos advogados milionários daquele HC e se possível do inclícito Gilmar Dantas, digo, Mendes, apenas sobre os sinais de riqueza aparantes, Vale também uma nota sobre o que acontece na cidade onde o irmão foi prefeito e vem tentando defnestrar o eleito pelo povo por meio de tráfico de influencia e indicios de advocacia adminsitrativa. Esqueceram de esclarecer que antes de entrar na PF o deputado delegado, caçador de bandido do colarinho branco encardido, foi advogado bem sucedido, enfrentando poderosos. Foi quando tomou gosto.....Nihil veritatis luce dulce. Daí o leitor poderá fazer seu próprio juízo de valor.
Não se trata de defender o nobre delegado, mas a quem interessa a divulgação desta notícia.
Esta notícia deveria ter circulado no período eleitoral ou então ao tempo que o mesmo investigava aquele famoso banqueiro.
Há esta altura dos acontecimentos é notícia requentada.
Patrimonio de banqueiros, empresários ou advogados é questão que como regra só interessa às autoridades fazendárias. Caso estas apurem origem criminosa, vira caso de polícia e de justiça. Mas patrimonio
de servidores públicos que trabalham no regime de dedicação exclusiva percebendo vencimentos conhecidos (custeados com impostos) é de interesse público.Quando tal patrimonio cresce além do vencimento líquido conhecido ou quando é declarado por valores irreais, a matéria é notícia. Isso chama-se jornalismo, instituição que não tem a função de julgar, mas apenas a de informar. Assim, a matéria publicada, baseada em fatos e documentos, é reportagem útil.
Lembremos que ele é comunista, filiado ao PC do B, tal como o Aldo Rebelo, cuja esposa frequenta e compra na Daslu. É um modelo interessante de comunismo esse do Brasil, não?
A repórter cometeu erros primários. A Receita Federal determina que o contribuinte declare os bens SEMPRE pelo valor da aquisição, NÃO se permitindo a atualização dos mesmos na declaração de imposto de renda.
Se eu adquiro um terreno por R$ 200.000,00 e depois de 7 anos ele passa a valer R$ 2.000.000,00, SOU OBRIGADO a declarar por R$ 200.000,00, até o o dia em que resolver vendê-lo, quando então declararei o valor de mercado para apurar o ganho de capital.
Isso nos mostra que o valor da declaração não refletirá, até o momento da venda, o valor do mercado, por EXPRESSA DETERMINAÇÃO DA RECEITA FEDERAL.
Confusão generalizada de conceitos, infelizmente em um site jurídico. Lamentável.
Os justiceiros do povão sempre têm telhado de vidro! Este promoveu invasão de escritórios de advogados, concedeu inúmeras entrevistas para anunciar a descoberta de crimes dos figurões que investigou, candidatou-se e foi logo eleito. É um típico heroi brasileiro.
Se não fosse eleito, não se saberia que esse "comunista" possui patrimônio "modestíssimo". Já saberiam disso a Polícia Federal e os da mídia que o transformaram em modelo exemplar de policial incorruptível? E por que o delegado aposentado José Zelman doou três imóveis para o delegado Protógenes? E por que a mídia não divulgou as informações do seu patrimônio, quando ele era candidato? Afinal se tratava de um policial em grande evidência. Como sói acontecer, isso não dará em nada.
Interessante o relato contido, mais adequado ao contexto investigativo, fato que, per se, no Brasil, enseja reflexão outra... Creio ser de bom alvitre ressaltar que o patrimônio pessoal deve ser resgaurdado pelas garantias que amparam o direito em uma democracia. O escrito, a despeito de poder alimentar o espírito dos sequiosos por escãndalo, conota ato persecutório ao jovem e intrépido delegado, que, segundo o Poder judiciário Federal, cometeu excessos passíveis de punibilidade. Se assim o foi, certamente suportará o ônus. Agora, campanha para mitigar-lhe o valor pessoal, sinceramente resta-me a convicção não ser o Conjur o espaço ideal, salvo se estiver atrelado ao contexto diminuto que bem demarcam os atos da imprensa pátria. Sinceramente, o delegado deve ser respeitado, assim como o banqueiro investigado. País com o contexto institucional enfermo sofre com atos desse matiz.
Os super-heróis estão precisando ampliar suas instalões, portanto: PAGO O DOBRO - DISSE "O DOBRO" - DO VALOR DECLARADO EM TODO O PATRIMÔNIO RELACIONADO,SOBRETUDO NESSE "TERRENINHO" DE MAIS DE 1.000 METROS QUADRADOS NO MIRANTE DE CAMBOINHAS QUE SE DISSE VALER R$ 200.000,00.
.
É pegar ou largar!
.
Só não posso falar muito para que o patrimônio de Bruce Wayne também não seja investigado, apesar que os imóveis similares em Gotham City valem bem mais que esses declarados pelo i. Deputado.
.
Enquanto isso, na Sala da Justiça...
Lembro-me do delegado federal que foi prender o PC Farias e o trouxe para o Brasil.Após alguns dias os jornais noticiaram o patrimônio do delegado, incompatível com seus ganhos.Ficou claro a origem do dinheiro?Não!!!.
A Receita Federal deve esclarecer isso.Pode ser ganho legal.Falar sem certeza não é bom.Pode ter ganho ação trabalhista contra o governo.A doação precisa ser investigada.Não ele mas o doador.Taí um cara de coração bom...Ah!!! precisa investigar a Roseana Sarney e o seu marido, o pai Sarney, o irmão Sarney,o Jader da Sudam,a mulher do Rocha Matos (juiz)o próprio,o Maluf, a mulher, o filho, a nora, os parentes,o cara da loteria (anão)a familia,não acharam nada?E o Fleury?lembram.A imprensa caiu na "cortina de fumaça" da aposentadoria de R$ 8 mil.Vixê!!!Então prendam alguem,pode ser o Tiririca mesmo...Ele tem cara de pobre mesmo...
Em que pese o forte apego do comentarista Richard Smith (o "Ferreiro") à argumentação "argumentum ad hominem", creio que em parte ele apontou uma questão de extrema importância. Poucos se interessavam, efetivamente, pelos reiterados abusos que vem sendo cometidos pelo Delegado, desde há muitos anos. Bastou porém se falar em patrimônio dilatado, imóveis e um pouco de dinheiro na Suíça para que a notícia ganhasse a "boca do povo". Isso nos mostra que para a massa da população a maior parte dos abusos cometidos por magistrados, membros do Ministério Público e delegados passam totalmente despercebida, embora muitas vezes "dissecadas" por jornalistas e juristas. É como se entregar um laptop a um selvagem: vai utilizá-lo para sentar em cima ou para se proteger da chuva, sem saber de sua real finalidade. Quando se fala porém em carros importados, mansões e dinheiro vivo todos comentam, tecem comentários, enfim, acabam por "assimilar" o caso, ainda que em parte. Exatamente por isso que a maior parte das espalhafatosas operações da Polícia Federal até há algum tempo, quando se invadia inclusive escritórios de advocacia, apresentavam sempre à imprensa carros apreendidos, dinheiro vivo e até joias, quando a suposta conduta delitiva dos investigados sequer era apontada ou comentada. Essa conclusão nos mostra o atraso cultural que ainda domina a Nação, cujas atenções principais estão centradas no "Big Brother", na "Novela das Oito" (que agora dizer que é "das Nove") e em qualquer outro assunto que envolva intimidade, desfrute de bens ou forma de "ficar rico facilmente".
Paladino da justiça tem a cara da esquerda fascista brasileira e sua corja de bandidos. Dinheiro na Suiça paladino? como assim? Só aqui mesmo para alguém como o seu protogenes ter reconhecimento.
Caro "Vade Retrum": não, trouxa anônimo, nem de longe, aos 18 anos me alistei na Aeronáutica e fui incluido no "execesso de contingente". Mas tenho o maior respeito por eles. Quanto à Lógica, hum, dela eu sou um servidor e os sofismas dos quais o valente anônimo aí me acusa é que não me causam mossa alguma.
Caro Dr. Pintar, tenho procurado tratá-lo com educação e consideração, senão mesmo até com certa afeição. Sua atitude última só vem a demosntrar que com tarefeiros-partidários de todos os naipes ( mesmo os "lights"), isso é um esforço inútil. Passar bem.
Prezado Richard Smith. Não tive a menor intenção de ofendê-lo ou criticá-lo, até mesmo porque enfatizei o acerto de parte de seu raciocínio em meu comentário. Se o apelido de "Ferreiro" o ofende, peço-lhe encarecidas desculpas.
Caro Dr. Pintar: Desculpe a mim. Por motivos outros e alheios às "polêmicas" aqui tratadas estava irritado e me excedi. Um abraço.
Esta "fofoca" chega a ser irritante. Qual é o problema do Delegado Protógenes possuir 7 (sete) imóveis? Fui frontalmente contra o Delegado nas investigações que fez em face do banqueiro Daniel Dantas. Para mim as investigações foram falhas, mal feitas e sem qualquer conclusão que pudesse imputar crime ao banqueiro. Foram sensacionalistas, sem o aprofundamento nas investigações que autorizassem abertura de processo crime com provas robustas. Futuramente o banqueiro Daniel Dantas promoverá ações de indenização com grandes possibilidades de exito. Tudo isso fez com que criticasse o Delegado Protógenes pela sua atuação. Entretanto, agora, venho em defesa do Delegado que é crucificado neste artigo por possuir 7 (sete) pequenas propriedades após anos de trabalho. Soube ganhar seu dinheiro para adquirir suas propriedaes. Daí, partimos para concluir que todo o dinheiro que amealhou é produto de conduta ilícita chega as raias do ódio, da inveja, da vingança de quem chegou a essa conclusão. Defenda-se Delegado Protógenes e mova ação de indenização por danos morais em face de quem escreveu este artigo que visa desmoralizá-lo perante a opinião pública. Sua defesa é o ataque, pois, caso contrário ficará, sempre, a dúvida que a aquisição de tais imóveis deu-se com produto de atividade ilícita.
Caro Dr. José Antonio: O senhor leu o artigo mesmo?!
"Sete pequenas propriedades após anos de trabalho"?!!!
O senhor leu que existem outras que não foram declaradas e que três delas ele recebeu de um colega seu ao mesmo tempo, dadas, "de grátis"?!
Depois, são ilações de sua parte que alguém esteja dizendo que tais propriedades foram fruto de "atividade ilícita". MAS QUE NÃO PODERIAM TER SIDO COMPRADAS COM O VALOR DOS SEUS VENCIMENTOS, ah, isso sim! É só fazermos uma pequena conta: R$ 14 mil vezes 13 meses (inclua-se o 13º.salário) dá R$ 182.000,00 vezes dez anos de trabalho (considere-se o valro do último salário para se compensar a inflação) dá R$ 1,820 milhão. Menos o R$ 17.000 (US$ 10 mil) da CONTA NA SUÍÇA (que chique, não) e os R$ 128 mil que o cara de pau diz ter em casa, restam R$ 1,675 milhão. Considerando-se que o tipo "aluga carros", come, sustenta a família, põe crédito nos "trocentos" celulares que a reportagem viu numa entrevista, viaja, tem retenções de IRRF e Previdência, etc. fica um tanto dificil, com o que sobra, ter (e manter!) sete imóveis, não? Viram como números e lógica são acessórios muito interessantes?!
Depois, uam vez mais os "pequenos imóveis" ficaram por sua conta, pois constou imóvel de mais de 250m² no Guarujá, entre outras preciosidades. Quem sabe se investigando bem essa história se achem apartamanetos na Madinos Avenue, na Avenue Foch em Zurique e outros lugares bem próprios a um servidor publico modesto (no status e não no seu avantajadissimo e patológico ego, ressalte-se bem!) e, atualmente, a um lídimo representante de um partido do "povo popular", como diriam os Cassetas. Ao final, acho apenas que a sua profissão de fé crítica inicial não combina muito com a sua tão distraida quanto veemente defesa!
Caramba! Madison Avenue (em Nova York), Avenue Foch (em Paris) e Zurique. Escrever rápido dá nisso.
Ser de esquerda no Brasil, além de ser politicamente correto e de funcionar como lavanderia de biografias (vejam o caso Battisti - de ladrãozinho vulgar e homicida cruel conseguiu virar herói, símbolo da esquerda míope [ops, desculpem o pleonasmo] e "refugiado" político), parece que é também um excelente negócio. E agora, como Deputado, o ex-Delegado terá, digamos, condições mais propícias ainda para demonstrar todo esse talento financeiro e multiplicar ainda mais o patrimônio. Pior que tá fica sim!!!
Depois, ninguém disse que eu sou perfeito, disse? O grande Ortega Y Gasset disse certa vez: "O homem é o homem e as suas circusntâncias". Ocorre que nas minhas veias corre sangue irlandês e se uma filha minha, por exemplo, fosse morta num assalto por um vagabundo a quem um relapso juiz tivesse soltado para a "saidinha" sem exame criminológico (o quê é isso?!) e nem nada, com antecedentes que pudessem presumir que iria reincidir, fugir ou sei lá, não tenha a mínima dúvida, não iria sobreviver! Fazer o quê? As pessoas são o que são e eu sou assim.
E sabe o que é pior? Com as leis atuais e a celeridade da Justiça, eu acabaria soltão por aí, como o pimenta neves. Duvida?
É impressionante a "vontade" do CONJUR de investigar e publicar essas informações relativas ao Delegado Protógenes. Além do que disse um dos comentaristas, especialista em Direito Tributário, acerca dos erros cometidos na reportagem, e bem longe de ser o defensor do Delegado, penso que o artigo é imaturo e tendencioso. Péssimo artigo, tanto tecnicamente como também no aspecto de interesse jurídico.
"Péssimo", "imaturo", "tendencioso", "bisbilhoteiro", etc.
Mandem mais uma dúzia! Sugiro: Lullinha ex-monitor de zoológico ("Senhores: á sua direita a girafa; a sua esquerda o hipopótamo!") e atualmente dono de fazendas com milhares de cabeças de gado, dizem as más línguas; erenice e filhotaiada ("sobrinhos" da "tia" Dillma); josé dirceu, o guerrilheiro de boteco e de balcão e atual eminente consultor que "nunca saiu" do Palácio do Planalto; gushiken, o "China" (dono das famosas cartilhas de 3 milhões de dólares que nunca ninguém viu!), os petistas gestores do FAT da época do começo do enriquecimento do "Partido qeu não rouba e não deixa roubar"; Ih, seria tanta gente para esse malvado e malicioso CONJUR "fofocar"...
Eu duvido, caro Richard.
Para estar soltão como o Pimenta, você teria que matar uma ex-namorada friamente e depois confessar o crime.
Matando bandido, voce certamente responsaderá por homicício qualificado por motivo torpe, de emboscada, e sem chance de defesa à vítima. Ainda mais na terra da garoa.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login