Liminar da 9ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo determinou a desocupação do prédio da reitoria da USP e a reintegração de posse à universidade, nesta quinta-feira (3/11). A decisão determina que a desocupação do prédio se dê dentro em 24 horas e que deverá ser realizada sem violência, com a participação de um representante dos ocupantes e da USP, para a melhor solução possível, observando a boa convivência acadêmica, em um clima de paz.
“Sem a desocupação, autorizo, como medida extrema, contando com o bom senso das partes e o empenho na melhoria das condições de vida no ‘campus’, o uso da força policial”, escreveu a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti em sua decisão.
A ocupação do prédio começou por volta da 0h desta quarta-feira (2/11) e foi feita por um grupo descontente com a decisão da assembleia dos alunos de desocupar o prédio da administração da FFLCH (Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas) — ocupado desde a última quinta-feira (27/10).
Com os rostos cobertos com camisas e alguns armados com paus, pedras e cavaletes, os alunos forçaram o portão da reitoria e invadiram o prédio, relata o processo. Eles pedem a revogação do convênio entre a universidade e a Polícia Militar, que permite a atuação de PMs na Cidade Universitária, e a revogação de processos contra estudantes, professores e funcionários.
A polêmica envolvendo estudantes e Polícia Militar começou na última quinta-feira, quando três estudantes de geografia foram flagrados com maconha no estacionamento da faculdade. A abordagem desencadeou um confronto entre policiais e alunos, quando estes reagiram contra a prisão dos colegas.
Esse foi o primeiro problema envolvendo policiais e universitários desde que a PM passou a fazer a segurança do campus, há quase dois meses. O convênio entre a corporação e a USP foi assinado para tentar reduzir a criminalidade no local. Em maio, o estudante Felipe Ramos de Paiva, 24, morreu baleado numa tentativa de roubo.
Na terça (1º/11), um ato a favor da permanência da PM no campus reuniu cerca de 300 pessoas na praça do Relógio, na Cidade Universitária. Entre os participantes estão alunos dos cursos de economia, administração, letras, filosofia e história. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.
Clique aqui para ler a decisão liminar da 9ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo.

Decisão equilibrada. Espero que um representante nosso esteja lá para garantir a observância dos direitos humanos dos nossos estudantes.
A autonomia universitária surgiu na idade média como uma limitação ao poder da Igreja, que não poderia ingerir no mundo academico. Cuidava de não ingerência intelectual.
Parece bem óbvio que o que a PM NÃO IRÁ fazer no campus é ingerir no campo das idéias. Doutra banda, deter usuários de drogas e coibir outros malfeitos é seu dever.
A quem interessa um espaço livre de polícia senão no plano das idéias ? Mais ainda, quem tem o direito de exigir ausência de polícia num lugar que, aliás, é público pois bancado pelo contribuinte. Inviolabilidade é coisa exclusiva de domicílio, ou seja, do mundo privado.
Oxalá a USP se digne em bem gerir o acervo público e expulse os que estão a violar não só as leis jurídicas, mas mesmo as regras elementares de convivência. A condição "simpática" de estudantes não implica não sujeição a regras e, ao reverso, deveria implicar um mínimo de postura construtiva.
A autonomia universitária surgiu na idade média como uma limitação ao poder da Igreja, que não poderia ingerir no mundo academico. Cuidava de não ingerência intelectual.
Parece bem óbvio que o que a PM NÃO IRÁ fazer no campus é ingerir no campo das idéias. Doutra banda, deter usuários de drogas e coibir outros malfeitos é seu dever.
A quem interessa um espaço livre de polícia senão no plano das idéias ? Mais ainda, quem tem o direito de exigir ausência de polícia num lugar que, aliás, é público pois bancado pelo contribuinte. Inviolabilidade é coisa exclusiva de domicílio, ou seja, do mundo privado.
Oxalá a USP se digne em bem gerir o acervo público e expulse os que estão a violar não só as leis jurídicas, mas mesmo as regras elementares de convivência. A condição "simpática" de estudantes não implica não sujeição a regras e, ao reverso, deveria implicar um mínimo de postura construtiva.
Com efeito. Essa meia dúzia de anarquistas, que tem o privilégio de estudar em uma Universidade de primeira linha, demonstram o quanto são ingratos e irresponsáveis para com o cidadão e contribuinte que subsidia e banca o confortável e bom nível do ensino público usufruído. O que eles pretendem - os anarqusitas de plantão - é uma verdadeira histrionice: o liberô geral das drogas e afins. Tentam confundir a opinião pública, subsestimando que esta é incauta ou ingênua, ao envolver também funcionários eproferssores q
Com efeito. Essa meia dúzia de anarquistas, que tem o privilégio de estudar em uma Universidade de primeira linha, demonstram o quanto são ingratos e irresponsáveis para com o cidadão e contribuinte que subsidia e banca o confortável e bom nível do ensino público usufruído. O que eles pretendem - os anarqusitas de plantão! - é uma verdadeira histrionice: o liberô geral das drogas e afins no campus! Por outro contexto, alunos são assassinados e furtados no extenso campus; assim mesmo, de maneira tresloucada - eles, os anarquistas de plantão! - batem pelo fim do convênio com a PM,tentam de maneira pueril confundir a opinião pública, subestimando que esta é incauta ou ingênua, ao envolver também funcionários e proferssores que nada têm a ver com as suas repulsivas condutas. Por estas e outras, é que muitos dos contribuintes e cidadãos defendem o ensino público pago, e muito bem pago! O lugar de anarquistas de plantão não é o banco de uma Universidade pública de ponta, e sim, a cadeia!
Boas decisões fazem como esta e outras, dão um alento para a população, cansada dos abusos e injustiças.
Curiosamente, após decisão democrática de uma assembléia estudantil, a minoria irresignada com a derrota partiu para a violência.
Mais importante que o ato em si, é a intenção que motiva o ato. Qual a motivação desta minoria estudantil?
É triste perceber que parte dos estudantes que se ativam em manifestações desse tipo sequer sabem qual o peso e a verdadeira motivação do movimento. Parte desses estudantes sequer conhece a realidade social que nossa sociedade enfrenta e resistem a qualquer iniciativa de qualquer autoridade. Qualquer decisão tomada pela reitoria é vista apenas como medida contra a democracia e a liberdade, daí ativam-se em "lutar". Tentam, por convicções duvidosas, manter o passado de luta do movimento estudantil.
A cidade universitária não é território de ninguém. Pelo contrário, sendo um espaço mantido pelo dinheiro público deve obedecer o regramento legal que todos somos submetidos.
Fugindo do assunto, mas só um pouco, acho um absurdo aquele "festival" que promovem pela ruas do centro de São Paulo, interditando vias, criando o caos, apenas para os estudantes se embebedarem e depreciarem a cidade.
Estudante na grande maioria é como abelha quando não está voando, está fazendo cêra. "Bora" estudar?
E A CTPS ASSINADA ALGUÉM LÁ TEM?
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E A CTPS ASSINADA ALGUÉM LÁ TEM?
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E A CTPS ASSINADA ALGUÉM LÁ TEM?
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E A CTPS ASSINADA ALGUÉM LÁ TEM?
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Faculdade pública aos melhores das escolas públicas.
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Esse bando de lixo come-dorme sem ctps assinada ficou o tempo todo estudando nas melhores escolas particulares, e agora, POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, querer as melhores escolas universitárias públicas... isso é democracia?
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E A CTPS ASSINADA ALGUÉM LÁ TEM?
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E A CTPS ASSINADA ALGUÉM LÁ TEM?
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E A CTPS ASSINADA ALGUÉM LÁ TEM?
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