Ophir rebate acusações sobre licença ilegal e se diz alvo de vingança

Acusado no Pará por ter-se licenciado do cargo de procurador do Estado para ser dirigente da OAB, o presidente do Conselho Federal Ophir Cavalcante explicou-se com os seus pares na entidade e com os presidentes de seccionais. Ophir informou da legalidade de sua situação e atribuiu o ataque à decisão da Ordem de intervir na OAB paraense, recentemente.

As acusações foram noticiadas pela Folha de S.Paulo. Na reportagem, o presidente da OAB Federal foi acusado por dois advogados de receber licença remunerada indevida de R$ 20 mil mensais do estado do Pará. A Ação Civil Pública foi proposta em meio a uma crise entre a OAB nacional e a seccional do Pará, que está sob intervenção. Com a decisão, de outubro, os cinco diretores da OAB do Pará envolvidos em um processo que investiga irregularidades na venda de um terreno em Altamira ficarão afastados por seis meses, até a conclusão das investigações.

Em sua carta aos dirigentes, Ophir explicou que "as licenças remuneradas têm respaldo legal (artigo 95, da Lei 5.810/94, Estatuto dos Servidores Públicos do Estado do Pará) e foram autorizadas pelo Conselho Superior da Procuradoria-Geral do Estado do Pará, com publicação no Diário Oficial do Estado. Alguns presidentes de seccionais e do próprio conselho federal já fizeram jus a essa licença remunerada."

Ophir também se defende das acusações afirmando que a ação foi proposta após o Conselho Federal afastar dirigentes da OAB-PA, decisão tomada por "maioria das delegações (22 a 4), e o assunto jamais havia sido questionado pelo presidente afastado ou por seus prepostos". Segundo o presidente da OAB, durante o processo de intervenção ele recebeu ameaças do presidente afastado no sentido de que, se viesse a ter a intervenção ou mesmo processo disciplinar contra ele, a "mortalha" não cairia exclusivamente sobre si.

Consta da mensagem enviada aos conselheiros federais e aos presidentes das seccionais que "a ameaça foi feita diretamente e por terceiros, sempre no sentido de que iria desferir pesados golpes contra mim e contra a Conselheira Federal Ângela Sales, o que começa a acontecer com essa Ação Popular e com uma "varredura" que fez nas minhas e nas contas dela, que será o seu próximo passo".

O presidente da Ordem recebeu a solidariedade do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados (Cesa) e de seus colegas. Para José Luis de Salles Freire, presidente do Cesa, "o presidente Ophir Cavalcante está fazendo um brilhante trabalho à frente do Conselho Federal da OAB. Entendo que a questão recentemente levantada contra ele tem a ver com disputas políticas locais, e será objeto de exame nos foros apropriados. Ela em nada empana a atuação do presidente, atuação esta que culminará, neste ano, com a realização da Conferência Nacional da OAB, na semana que vem em Curitiba."

O secretário-geral da OAB Nacional, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, registrou que "a liberação de servidor público para exercer mandato classista é prática normal e corriqueira em entidades como sindicatos de servidores, sindicato de professores, associação dos magistrados brasileiros, associação dos juízes federais. Ophir Cavalcante trabalha em favor do patrimônio público do Brasil e dos estados, incluindo o Pará. Sua atuação em defesa dos valores constitucionais engrandece não apenas a advocacia como a Nação brasileira".

Em nota enviada à ConJur (leia no final da notícia), o movimento Diga não à Intervenção afirma que a carta de Ophir Cavalcante “está eivada de informações caluniosas contra o presidente afastado da OAB-PA”. De acordo com a assessoria de imprensa do movimento, Jarbas Vasconcelos interpelou judicialmente o presidente do Conselho Federal para pedir esclarecimentos e provas das acusações feitas.

Segundo os advogados, há uma representação no Ministério Público do Pará contra Ophir Cavalcante por acusação de improbidade administrativa e patrocínio infiel.

Clique aqui para ler a mensagem de Ophir Cavalcante.

Leia a carta enviada à ConJur pelo movimento "Diga não à Intervenção"

Esclarecimentos
Com relação à notícia publicada neste site, intitulada “Ophir rebate acusações sobre licença ilegal e se diz alvo de vingança”, a assessoria de imprensa do movimento “Diga Não à Intervenção” esclarece que a carta elaborada pelo dr. Ophir Cavalcante, está eivada de informações caluniosas contra o presidente afastado da OAB/PA, Jarbas Vasconcelos, tanto que o mesmo já está interpelando judicialmente o presidente nacional da OAB, a fim de que este esclareça e prove de que maneira se deram as graves acusações que ele imputa à Vasconcelos.

A assessoria de imprensa também lembra que ainda hoje será protocolada junto ao Ministério Público do Estado do Pará uma representação contra Ophir Cavalcante por improbidade administrativa e patrocínio infiel, em função da imoral licença que este mantém, há quase 14 anos, de suas funções de servidor público para exercício de mandatos junto à Ordem dos Advogados do Brasil (Seção Pará e OAB Federal), sem prejuízo de sua remuneração, recebendo mensalmente seus vencimentos básicos e todas as vantagens pessoais, fato, no mínimo, incontroverso, já que, no mesmo período, advogou para empresas públicas do Estado e de particulares para, em muitos casos, advogar contra os interesses do Estado do Pará — a quem possuía o dever constitucional de defender.

A representação pede a perda da função pública de Ophir Cavalcante, a suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, bem como o ressarcimento ao erário dos danos causados ao patrimônio público.

[Notícia alterada às 15h10 desta sexta-feira (18/11/2011) para acréscimo de informações]

Manente disse:
18 de novembro de 2011 às 09:21

Mas que falta de consideração!
O pronunciamento deveria ter sido direcionado também a todos os advogados do País.
Todos os advogados que atuam do Oiapoque ao Chuí merecem respeito e consideração.
Ou estou errado?

Aleixo Mendes disse:
18 de novembro de 2011 às 09:30

Isto tudo me fez lembrar dos bancos escolares, especificamente um brocardo jurídico: Non omne quod licet honestum est. Acredito que alguém que se beneficia deste tipo de legalidade recebendo alto valor dos cofres públicos sem trabalhar e mantém escritório profissional particular, perde a credibilidade para estar à frente da OAB, lugar que deveria ser ocupado somente por advogado "ficha limpa". Isto é uma imoralidade. Sr. Ophir, peça para sair.

Paulo disse:
18 de novembro de 2011 às 10:21

13 anos licenciado??? será que eu li direito?

rodolpho disse:
18 de novembro de 2011 às 10:35

Justiça, para Chaim Perelman, em “Lógica Jurídica”, é aquilo que o povo considera como Justiça, e não aquilo que essa camarilha do Ophir, e o próprio Ophir, vêm aqui cacarejar.
O povo considerou essa semvergonhice do Ophir um comportamento canalha, imundo, que o torna impedido de continuar na chefia da OAB Nacional.

rodolpho disse:
18 de novembro de 2011 às 10:40

Além de cínico, o Ophir Cavalcante é burro, por achar que essa imbecilidade de atacar os acusadores o transformará de safado em herói, aos olhos do povo.
Aqui quem são os acusadores, e nem os motivos da acusação contra o Ophir. Se a acusação foi feita por vingança, ou por denúncia premiada, isso não interessa. O que interessa é que o Ophir vem recebendo durante anos a monstruosa quantia de 20 mil reais por mês sem trabalhar.
Lugar de vagabundo é na cadeia, conforme estabelece a Lei das Contravenções Penais

rodolpho disse:
18 de novembro de 2011 às 10:47

No “Tractatus Logicus-Philosophicus”, Wittgenstein lecionou que quem não tem nada a dizer deve calar a boca.
E é isso que você, Marcus Vinicius Furtado Coelho, deve fazer, e não enunciar esse Himalaia de asneiras ao dizer que o Ophir Cavalcante “trabalha em favor do patrimônio público do Brasil e dos estados”, pois essa frase é um atentado à dignidade de toda a Nação Brasileira, que só deseja uma coisa: que o Ophir seja expulso da OAB é vá imediatamente para a cadeia.

brasileiro cidadão disse:
18 de novembro de 2011 às 11:22

É incrivel como o povo ainda acredita nesses supostos defensores da moralidade, o cara sai por ai dizendo tudo quanto é asneira se dizendo guardião da moral e ai!
Todos sabem que a OAB é uma Monarquia, o pai do exímio dirigente já foi presidente e agora o filho e quando se fala em aprovar eleições diretas por todos os advogados o que a OAB fez vetou!
Assim é fácil, enquanto os advogados dão duro aqui no fórum o senhor presidente recebe vintão por mês e ainda advoga no particular, sem trabalhar nada para o Estado do Pará!
Bom, por fim, desde de quando a OAB é entidade de classe dos procuradores estaduais do Pará, é assim tá fácil!

brasileiro cidadão disse:
18 de novembro de 2011 às 11:22

É incrivel como o povo ainda acredita nesses supostos defensores da moralidade, o cara sai por ai dizendo tudo quanto é asneira se dizendo guardião da moral e ai!
Todos sabem que a OAB é uma Monarquia, o pai do exímio dirigente já foi presidente e agora o filho e quando se fala em aprovar eleições diretas por todos os advogados o que a OAB fez vetou!
Assim é fácil, enquanto os advogados dão duro aqui no fórum o senhor presidente recebe vintão por mês e ainda advoga no particular, sem trabalhar nada para o Estado do Pará!
Bom, por fim, desde de quando a OAB é entidade de classe dos procuradores estaduais do Pará, é assim tá fácil!

Paulo Jorge Andrade Trinchão disse:
18 de novembro de 2011 às 11:33

O tal Rodolpho - se de fato, advogado - deve atuar no Estado do Pará e, de maneira flagrantemente pueril, não conseguiu sequer disfarçar o seu estulta antagonismo com o competente presidente da OAB Federal. Não sabe exercer com decência(e nem aqui se falará em dignidade!)o papel de urbano desafeto, é deficiete prá caramba!

Marcos Alves Pintar disse:
18 de novembro de 2011 às 13:33

Ainda não vi explicações de Ophir em relação à acusação de que está afastado de forma remunerada do cargo de Procurador do Estado, mas está atuando como advogado privado. A lei permite isso? Consta da decisão deferindo seu afastamento que ele poderia desenvolver atividade privada enquanto recebe remuneração dos cofres públicos, eternamente?

Stanley M.D.Tenório disse:
18 de novembro de 2011 às 14:21

A despeito da controvérsia estabelecida, que deve ser dirimida para que os fatos asseverados sejam devidamente esclarecidos, vez que a verdade é impossível de ser alcançada em sua plenitude, não se há de olvidar o relevante trabalho realizado pelo presidente Ophir, que, na condição humana, merece respeito ínsito à dignidade que lhe deve ser conferida.
Nesse sentido, em que pese o relevo que as questões sociais guardam ao serem disseminadas através da mídia jornalística, resta indubitável que devem ser assegurados os valores inerentes à ampla defesa e sobretudo ao contraditório, que, foi instaurado mediante o encaminhamento da missiva.
Certamente que os fatos restarão esclarecidos, independente de quem seja o pecador, oportunidade na qual colher-se-á melhor possibilidade para a expressão de juízos mil. Entrementes, conquanto alguns pronunciamentos estejam permeados por acrimônia também ínsita à condição humana, cumpre relembrar os nefastos efeitos que emanam do julgamento açodado, tal como o caso da Escola de Base em São Paulo etc.
Leguemos a Ophir o direito de expressar as suas razões, a fim de que possamos continuar a acreditar que ninguém poderá ser considerado culpado antes do justo e cristalino julgamento humano.

rodolpho disse:
18 de novembro de 2011 às 14:43

Paulo Trinchão: você me chamou de burro, de deficiente e de imbecil. E fez isso da cidade de São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, onde você pegou a sua carteira de advogado em 27 de abril de 1999.
Em primeiro lugar, você provou que é analfabeto, porque provou não conhecer ortografia, pois, ao invés de escrever “deficiente”, você escreveu “deficiete”.
E também provou que não conhece gramática, pois usou o adjetivo “estulto” no gênero feminino, que não existe, escrevendo “estulta”. E, se por acaso esse adjetivo existisse no gênero feminino, ainda assim você teria errado a concordância, pois deveria, então, escrever “sua”, e não “seu”, conforme fez.
De que raio de faculdade você saiu para ser tão analfabeto?
A sua defesa canalha, da canalhice praticada pelo Ophir Cavalcante, tem duas explicações: (1) você é daqueles brasileiros que confundem a sacanagem e a corrupção dos homens públicos com inteligência e esperteza, e aplaudem e invejam essa sacanagem e essa corrupção; (2) a segunda explicação é que você é mais feio que o diabo, e isso pode ser constatado por qualquer do ConJur que acesse o cadastro no site da OAB Federal.
Acontece que você deixa claro que sente uma forte atração sexual pelo Ophir Cavalcante, mas, sendo feio como é, jamais poderá ser mulher do referido Ophir Cavalcante.

Ricardo T. disse:
18 de novembro de 2011 às 14:54

O nosso Presidente está certo, pois como Presidente da OAB age em nome do Estado Democrático de Direito, defendendo os mais fracos e velando pela aplicação exata da lei, além de fiscalizar o Poder Judiciário e o Ministério Público. O Presidente tem meu apoio!

Luiz Adriano Machado Metello Junior disse:
18 de novembro de 2011 às 16:20

Olha, Dr. Rodolpho... eu não tenho nada a ver com a briga de vcs dois ai embaixo.
Mas...
Primeiro, você está na internet, seja bem vindo.
Depois, educação é bom e todo mundo gosta
e por ultimo:
APELOU - PERDEU

Paulo Jorge Andrade Trinchão disse:
18 de novembro de 2011 às 21:25

Sem argumento convincente o canalha do Rodolpho(com "ph" mesmo!), apela de maneira covarde e desrespeitosa, deve ser algum "abaxarel" que atual, se é que teve competência para superar o exame da Ordem, em algum rincão do Estado do Pará. Adota expedientes mesquinhos e pusilânimes, autêntico f.d.p. enrustido, escroto, e tremendo boboca de plantão! Aprenda a ter mais juízo, e respeite os seus desafetos, canalha covardão, que se esconde no manto dos pseudônimos frustrados e incompetentes .

Paulo Jorge Andrade Trinchão disse:
18 de novembro de 2011 às 21:50

O apedeuta Rodolpho , na sua presumida onisciência, se arrisca a dar aulas de ortotografia às avessas. Entende ele que o adjetivo estulta(que não trata-se, por óbvio, de susbstantivo masculino!) não poderia ser utilizado em razão do gênero. Em sendo assim, o adjetivo "estúpido", por exemplo, não poderia ser eventualmente utilizado em grafia "feminina"? E assim, não poder-se-ia dizer que a língua do tagarela "Rodolpho" é estúpida? Vá te catar, oh!

Valdecir Trindade disse:
18 de novembro de 2011 às 22:05

Já me pronuciei a respeito dessa perlenga da qual o Dr. Ophir é o protagonista-mor. Como já disse, mesmo sendo indigesto saber que alguem receba dinheiro público sem trabalhar, trata-se de questão a ser conhecida e julgada pelo poder judiciário. O que não me entra mesmo na cabeça, somos nós, advogados, termos um procurador estadual (servidor público) na direção da nossa entidade máxima. Indago, como um procurador pode saber as agruras vividas no dia a dia da advocacia? Se esse sentimento lhe é defeso, como poderá bem aquilatar e defender as nossas prerrogativas? E mais, segundo a reportagem anterior o Dr. Ophir teria dito que por nada receber da OAB não poderia prescindir da remuneração de procurador. Ora, data venia, quando ele se candidatou à presidência do Conselho Federal sabia dessa condição. E quanto aos demais colegas advogados que prestam serviços à OAB sem remuneração e não recebem salário do erário?

PEREIRA disse:
19 de novembro de 2011 às 10:39

Luiz Metello, você disse: “eu não tenho nada a ver com a briga de vcs dois ai embaixo”.
Se você não tem nada a ver, então por que você se meteu na briga? Isso é uma contradição gravíssima!
Se você não tem nada a ver, então, cale a boca

PEREIRA disse:
19 de novembro de 2011 às 10:42

Luiz Metello, você disse ao Dr. Rodolpho: “bem vindo a internet”.
Por acaso você é dono da internet? É o anfitrião? É aquele que permite ou proíbe a entrada de comentaristas neste setor?

PEREIRA disse:
19 de novembro de 2011 às 10:48

Luiz Metello: você investiu contra a honra e contra a dignidade do Dr. Rodolpho, dizendo: “educação é bom e todo mundo gosta”.
E, com essa ofensa, você tomou partido do Trinchão, ignorando que foi o Trinchão quem deu início às ofensas contra o Dr. Rodolpho, dizendo que o Dr. Rodolpho é “burro, deficiente, estulto”, só porque o Dr. Rodolpho, acompanhando a maioria absoluta (99%) dos comentaristas, se posicionou contra as falcatruas de Ophir Cavalcante, o presidente nacional da OAB.
Aliás, você não disse uma palavra contra esse, que é o assunto fundamental, o tal do Ophir Cavalcante.

PEREIRA disse:
19 de novembro de 2011 às 11:11

No primeiro comentário contra o Ophir Cavalcante, o Dr. Rodolpho citou a “Lógica Jurídica” de Chaim Perelman, mas o Trinchão chamou o Dr. Rodolpho de “ignorante”.
Se o Dr. Rodolpho leu e estudou a “Lógica Jurídica” do Chaim Perelman, é óbvio que não é ignorante.

PEREIRA disse:
19 de novembro de 2011 às 11:15

O Dr. Rodolpho já era professor de Cálculo Diferencial Integral e de Lógica Matemática quando, em 1980, ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde se formou.
Foi por isso que ele citou o “Tractatus Logicus-Philosophicus”, de Wittgenstein, no comentário que fez contra Marcus Vinicius, apaniguado do Ophir Cavalcante.
Ora, a leitura e o estudo das obras de Ludwig Wittgenstein são impossíveis para quem não tem domínio absoluto da Lógica Matemática, mas o Trinchão disse aqui que o Dr. Rodolpho é “ignorante”.
Quem é de fato ignorante, aqui?

PEREIRA disse:
19 de novembro de 2011 às 11:33

A análise da cronologia acima leva a duas conclusões: (1) foi o Trinchão o único responsável por esse medonho incidente, visto que ele deu início ao ataque contra o Dr. Rodolpho, e (2) atacou o Dr. Rodolpho três vezes, em três comentários diferentes, e em horários diferentes, enquanto que o Dr. Rodolpho, exercendo o direito de retorção, respondeu apenas ao primeiro comentário, silenciando por completo aos outros dois.
Eu não tenho legitimidade legal para ingressar com queixa-crime contra o referido Trinchão, mas tenho sim legitimidade para ingressar, no Tribunal de Ética, com pedido de abertura de instauração de processo disciplinar contra esse elemento, esse indivíduo que emporcalha a advocacia, vindo a público, pela imprensa, chamar uma pessoa de “filho da puta”. Vou pedir a suspensão liminar da Ordem do Paulo Jorge Andrade Trinchão, para que ele seja processado, julgado e condenado a expulsão da advocacia, pois é impossível acreditar que um indivíduo desse tipo tenha passado no exame de Ordem. E é impossível aceitar que um elemento dessa espécie permaneça nos quadros da advocacia. Ele tem que ser expulso sim.

PEREIRA disse:
19 de novembro de 2011 às 11:35

Vejamos a cronologia:
Sexta-feira, novembro, 18, 11h33 – o Trinchão desferiu violentíssimo ataque contra o Dr. Rodolpho, chamando o Dr. Rodolpho de “burro”, “indecente, “ignorante” e “deficiente”, enquanto derramou elogios ao Ophir Cavalcante, dizendo que o mesmo era “o competente presidente da OAB Federal”.
Sexta-feira, novembro, 18, 14h43 – exercendo o direito de defesa, o Dr. Rodolpho apontou os erros de gramática praticados pelo referido Trinchão; repeliu os insultos proferidos por Trinchão, bem como repeliu a postura de Trinchão em favor de Ophir Cavalcante, por considerar essa postura contrária ao repúdio absoluta da população brasileira contra o referido Ophir Cavalcante.
Sexta-feira, novembro, 18, 21h25 – numa linguagem de latrina, de botequim de beira de estrada, o Trinchão voltou a este espaço, chamando o Dr. Rodolpho de “filho da puta”, “escroto”, “covardão” e “canalha”.
Sexta-feira, novembro, 18, 21h50 – sem que o Dr. Rodolpho tivesse respondido aos medonhos insultos de latrina, proferidos pelo Trinchão as 21h25, o referido Trinchão voltou à carga com novos insultos, as 21h50, chamando o Dr. Rodolpho de “ignorante”, “tagarela” e “estúpido”.

PEREIRA disse:
19 de novembro de 2011 às 11:52

Se o Ophir Cavalcante fizer sexo com uma filha dele (filha maior de 21 anos e sexo consentido), e tiver um filho com ela, o Ophir não poderá ser processado nem civilmente e nem penalmente, pois o incesto não é proibido no Brasil. E, pelo princípio constitucional da reserva legal, CF, artigo 5º, inciso II, ele pode fazer sexo com a própria mãe dele e ter um filho com ela.
Porém, e ai começa o “porém” .... porém, é preciso saber se ele poderá continuar no cargo de presidente do Conselho Federal da OAB, e se não deverá ser expulso da advocacia.
A resposta é: deverá sim, ser expulso do cargo e ser expulso da advocacia, pois, o Estatuto da Advocacia, Lei 8.906/94, artigo 34, inciso XXXVII: “tornar-se moralmente inidôneo para o exercício da advocacia”, combinado com o artigo 38, inciso II, determina a expulsão.
Assim, tendo, comprovada e confessadamente, praticado a bandalheira, a semvergonhice, a canalhice, a imoralidade absoluta de ficar 13 anos na vagabundagem, recebendo 20 mil reais por mês do Estado, isso é sobejamente suficiente para o enquadramento do Ophir Cavalcante no inciso XXXVII, do artigo 34, do Estatuto da Advocacia, e expulsá-lo imediatamente dos quadros da advocacia nacional.

huallisson disse:
20 de novembro de 2011 às 17:33

Acusam-se o Sr. OPHIR CAVALCANTE de corrupto como se os déspotas não gostassem de ser tratados de carrascos.Que o diga Maquiavel.É assim que eles, sadicamente, metem medo no povo.Por que o STF ratificou a extinção do estágio prático no curso de Direito? Por que o Supremo disse que em se tratando de OAB os meios justificam os fins? Por que a Corte brasileira considerou constitucional a parte do Estatuto feita pela Ordem excluindo alguns chegados?Por que o Pretório Excelso recusou-se a definir a natureza jurídica da OAB. Sabia a Máxima Corte que se ela considerasse a Ordem como entidade de classe, agora OPHIR estaria no mato sem cachorro.Aí como ficariam os amigos da Corte? É óbvio, muito óbvio que se OPHIR não tivesse o Supremo nas suas mãos,como troco miúdo, jamais se envolveria em tamanha escabrosidade.Meus caros,se desejarmos justiça, é preciso se buscar nas cortes internacionais, porque aqui é tudo mesmo um conluio de compadrio.No caso em tela só vejo uma saída: levar o sr. Ophir - como déspota - ao tribunal penal internacional.O resto é chover no molhado.Até Fux que mandou 189 corrputos para comandar os poderes públicos, sabe disso.Nobre RODOLPHO, diga àqueles que lhe atacam, que quem apoia corruptos são verdadeiros assassinos da humanidade, por que eles acham que o Gatunão é boa gente brasileira!Parabéns! só a crítica construtiva salva este país, judiado, mas que é nosso! Pedro Cassimiro - Prof de Economia e Direito - Brasília.

rodolpho disse:
21 de novembro de 2011 às 08:42

Brilho, coragem, verdade. Brilhante porque conciso e preciso. Coragem porque denuncia e nomeia cada um dos integrantes da gang. Verdadeiro porque prova, comprova, fundamenta.
Irônico porque, em tom de galhofa, propõe uma solução na qual não acredita: o Tribunal Internacional. Confiante porque confia na pátria brasileira, que não promete agir, pois já está agindo, e os comentários e embates aqui, no próprio ConJur, já demonstram isso.
Aproxima-se a velozes passos o golpe final contra todos os Ophir Cavalcante. Esse golpe é a união. União dos combatentes, que, unidos, terão a eficácia de mil, de cem mil, de um milhão. E, então, a Suprema Corte brasileira vai ter sim que prestar contas, ou ser extinta.
Um grande abraço do Rodolpho.

ANS disse:
21 de novembro de 2011 às 15:19

Vergonha em Sr. Ofhir?! Massacrou os bacharéis em um "tribunal de exceção"... e agora denuncias que recebeu dinheiro público sem trabalhar?

huallisson disse:
22 de novembro de 2011 às 14:40

EXCELENTÍSSIMOS SENHORES GOVENADORES E DEMAIS AUTORIDADES BRASILEIRAS PERTINENTES,
Em cumprimento à Constituição Federal e ao Regime Democrático de Direito, e, mormente, em respeito à memória da Pátria que, gravemente enferma, agoniza no leito da morte, na qualidade de cidadão brasileiro nato, RG 221.576-SSP/DF, REQUEIRO seja sobrestado, incontinenti,toda e qualquer indicação de advogados promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil - OAB a cargos de Juiz, Desembargador e Minsitro ao Poder Judiciário, devido à completa imoralidade pública por que passa a OAB nacional.No que pese a indiscutível capacidade profissional desses eminentes advogados escolhidos, o antro de corrupção e o indomável perfil déspota que se transformou a Ordem - divulgado às escâncaras pela mídia -, lamentavelmente, a mesma não goza mais de conduta moral para cumprir tão nobre missão constitucional. Com a recente denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado do Pará, em desfavor do atual Presidente do Conselho Nacional da OAB, o Sr. Ophir Cavalcante,em meio a um cipoal de fraudes de improbidade administrativa, falsificação de documento, corrupção ativa e passiva,advocacia administrativa e tantos outros crimes que vieram à tona, qualquer ato praticado com a chancela do Conselho Federal da Ordem está, irretorquivelmente, até que se prove o contrário, eivado de irregularidades insanáveis.Qualquer indicação da Ordem, nesse sentido, significa um tiro de misericórdia no corpo gélido da Pátria Mãe assassinada por essa gente. Em nome da Constituição e da Democracia, o Requerente pede e aguarda Deferimento. Brasília,22.11.2011. Pedro Cassimiro de Souza - Professor.

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