A imprensa de forma geral e a televisão, especialmente, induzem à violência e levam a população a acreditar em uma falsa realidade, como acontece com o caso do "mensalão". A corajosa opinião é do jurista Celso Antonio Bandeira de Mello em entrevista à ConJur. “Enquanto existir televisão e não for permitida a censura, nós vamos ter a continuidade dessa violência e as crianças vão assistir violência”, disse o advogado, um tanto constrangido e receoso pelo impacto da declaração que dá, com uma ressalva: ele defende a censura de costumes, não a ideológica. O respiro, afirma, é a internet, que permite encontrar diversas abordagens sobre o mesmo assunto. “Não preciso ficar escravizado pelo que diz a chamada ‘grande imprensa’”, diz.
Dita por qualquer outro advogado, a frase poderia indicar contradição ao vir de alguém que tem por dever de ofício defender a liberdade. Mas é conhecida a aversão do célebre professor pelos principais veículos de comunicação do país. É para a imprensa que ele aponta o dedo ao falar sobre o mensalão. Sua interpretação é que houve um conluio dos órgaos da grande imprensa para derrubar o então presidente Lula. É a mesma culpada, segundo ele, da influência deletéria sobre o Supremo Tribunal Federal. “Acho muito ruim decidir de acordo com a imprensa”.
Bandeira de Mello já deixou sua marca no Supremo. A ele é atribuída a indicação do sergipano Carlos Ayres Britto para a vaga de ministro aberta com a aposentadoria do também nordestino Ilmar Galvão. Sobre seu papel na sucessão, ele faz mistério, mas não esconde a amizade de 40 anos com o atual presidente do STF, deixando transparecer que o amigo chegou à mais alta corte do país por sua indicação e pela do professor Fabio Konder Comparato, da Faculdade de Direito da USP, outro conhecido acadêmico de esquerda.
Ácido, o professor há quase quatro décadas na PUC-SP atira contra a formação dos advogados, que em sua avaliação sofrem com a formação deficiente, fruto da expansão desenfreada dos cursos de Direito. “Quando se incorpora uma grande multidão, perde-se em sofisticação.”
Leia a entrevista:
ConJur — Como o senhor vê o processo do mensalão?
Celso Antônio Bandeira de Mello − Para ser bem sincero, eu nem sei se o mensalão existe. Porque houve evidentemente um conluio da imprensa para tentar derrubar o presidente Lula na época. Portanto, é possível que o mensalão seja em parte uma criação da imprensa. Eu não estou dizendo que é, mas não posso excluir que não seja.
ConJur − Como o senhor espera que o Supremo vá se portar?
Bandeira de Mello − Eu não tenho muita esperança de que seja uma decisão estritamente técnica. Mas posso me enganar, às vezes a gente acha que o Supremo vai decidir politicamente e ele vai e decide tecnicamente.
ConJur − O ministro Eros Grau disse uma vez que o Supremo decidia muitos casos com base no princípio da razoabilidade e não com base na Constituição. O que o senhor acha disso?
Bandeira de Mello − Pode até ser, mas eu acho que muitas vezes quem decide é a opinião pública.
ConJur – E o que o senhor acha disso?
Bandeira de Mello – Péssimo. A opinião pública é a opinião da imprensa, não existe opinião pública. Acho muito ruim decidir de acordo com a imprensa.
ConJur – E como o senhor avalia a imprensa?
Bandeira de Mello − A grande imprensa é o porta-voz do pensamento das classes conservadoras. E o domesticador do pensamento das classes dominadas. As pessoas costumam encarar os meios de comunicação como entidades e empresas cujo objetivo é informar as pessoas. Mas esquecem que são empresas, que elas estão aí para ganhar dinheiro. Graças a Deus vivemos numa época em que a internet nos proporciona a possibilidade de abeberarmos nos meios mais variados. Eu mesmo tenho uma relação com uns quarenta sites onde posso encontrar uma abordagem dos acontecimentos do mundo ou uma avaliação deles por olhos muito diversos; que vai da extrema esquerda até a extrema direita. Não preciso ficar escravizado pelo que diz a chamada grande imprensa. Você pega a Folha de S.Paulo e é inacreditável. É muito irresponsável. Eles dizem o que querem, é por isso que eu ponho muita responsabilidade no judiciário.
ConJur – O que o Judiciário deveria fazer?
Bandeira de Mello − Quando as pessoas movem ações contra eles, contra os absurdos que eles fazem, as indenizações são ridículas. Não adianta você condenar uma Folha, por exemplo, ou uma Veja a pagar R$ 30 mil, R$ 50 mil, R$ 100 mil. Isso não é dinheiro. Tem que condenar em R$ 2 milhões, R$ 3 milhões. Aí, sim, eles iriam aprender. Do contrário eles fazem o que querem. Lembra que acabaram com a vida de várias pessoas com o caso Escola Base? Que nível de responsabilidade é esse que você acaba com a dignidade das pessoas, com a vida das pessoas, com a saúde das pessoas e fica por isso mesmo? Essa é nossa imprensa.
ConJur − O senhor é a favor da diminuição da maioridade penal?
Celso Antônio Bandeira de Mello − Não consigo ser porque a vida inteira eu fui contra, mas hoje eu balanço. Eu era firme como uma rocha, achava um absurdo, achava que era necessário dar boas condições de vida para as crianças. Claro que devemos fazer isso, mas enquanto existir televisão e não for permitida a censura, nós vamos ter a continuidade dessa violência e as crianças vão assistir violência.
ConJur − O senhor é a favor da censura na TV?
Bandeira de Mello − Sou absolutamente a favor. Sou contra a censura ideológica. Essa eu sou visceralmente contra. Mas a censura de costumes eu sou a favor.
ConJur − Como seria essa censura de costumes?
Bandeira de Mello − Todo mundo é [a favor], só que não tem coragem de dizer. Você é a favor de passar filmes pedófilos na televisão? Eu não sou. Mas se passasse você se sentiria como? Você é a favor de censurar. As pessoas não têm coragem de dizer, porque depois do golpe virou palavrão ser a favor da censura. Você é a favor que passe um filme que pregue o racismo, não importa que tipo de racismo, nem contra que povo? Todo mundo é a favor da censura, mas as pessoas não têm coragem de dizer por que não é politicamente correto.
ConJur − E a quem caberia exercer essa censura?
Bandeira de Mello − Não precisa ser de funcionário público. Um corpo da sociedade escolhido por organismos razoavelmente confiáveis, como a OAB e certas entidades de benemerência.
ConJur – Mas a censura não é vedada pelas leis do país?
Bandeira de Mello − Você diria que é proibido. Eu diria que não é tão proibido assim. Pegue a Constituição e veja o que ela diz a respeito da defesa da criança, inclusive na televisão. Portanto, seria perfeitamente possível, mas a palavra ficou amaldiçoada.
ConJur – Por que deveria haver censura?
Bandeira de Mello − A imprensa escolhe o que noticia e usa uma merda de argumento que diz o seguinte: “Nós não somos responsáveis por essas coisas, isso existe, são os outros que fazem isso. Só estamos contando, nada mais.” Se fosse por isso, a humanidade não teria dado um passo, porque a humanidade adorava ver os cristãos sendo devorados pelos animais ou os gladiadores se matando. A humanidade adorava ver as supostas feiticeiras sendo queimadas. A humanidade sempre gostou de coisas de baixo nível e vis. Dizer que tem gente que gosta de assistir esses programas ordinários não é argumento válido. Você diz esse mesmo argumento para passar e acabou. A imprensa poderia dar notícias de coisas maravilhosas. Existe muita gente boa, que fazem coisas excelentes. Não. Ela noticia só o que há de pior, e você fica intoxicado por aquilo no último grau.
ConJur − O senhor acha que a imprensa deveria ser obrigada a noticiar outras coisas?
Bandeira de Mello − Acho que não dá para tolher a liberdade das pessoas nesse nível. Deveria haver uma regulamentação da imprensa importante.
ConJur − Em todos os meios: impresso, eletrônico?
Bandeira de Mello − Todos. De maneira que os que trabalham, os empregados, deveriam ter uma participação obrigatória e importante. O dono do jornal, da televisão tem direito ao dinheiro daquele lugar, mas não às opiniões. Porque do contrário não há mais a liberdade de pensamento. Há liberdade de meia dúzia de caras. O pensamento é dos que produzem o jornal, é dos jornalistas. Não é um problema de censura, é um problema de não entregar o controle a uma meia dúzia de famílias. Abrir para a sociedade, abrir para os que trabalham no jornal, ou na rádio ou na televisão, para que eles possam expressar sua opinião. E haver, sim, um controle ético de moralidade e impedir certas indignidades.
ConJur − Algum exemplo de uma indignidade cometida pela imprensa?
Bandeira de Mello − Mostrar crianças sendo torturadas ou mostrar corpos dilacerados. Isso incentiva [a violência], sim. O ser humano não é bonzinho. Você não tem que incentivar a maldade. Porque os EUA são desse jeito? Eles exportam para nós tudo o que há de pior. A boa imagem dos EUA no mundo quem dá é o cinema. Porque o cinema deles tem coisas muito humanas, muito boas também. Para cá vem o lixo, o povo gosta do lixo.
ConJur − Como o senhor vê as relações entre os homens?
Bandeira de Mello − O fato de ser racional não faz o homem diferente dos animais que vivem em manada, que têm um cabeça que guia e os outros vão atrás. Na sociedade humana é igual, há os que pensam, e eles são poucos; os outros parecem que pensam, mas não pensam, repetem. Eles não têm coragem de pensar. E se cada uma resolvesse pensar, já imaginou o caos que viria a ser? O mundo tem que ser assim, alguns pensam e os outros acompanham o pensamento. Nós vivemos um período em que é a escória que pensa, que dirige. Mas claro que sempre existem seres notáveis que lutam contra a escória e dizem o que deve ser feito. São seres humanos maravilhosos.
ConJur – Como o senhor vê a advocacia hoje?
Bandeira de Mello − Na hora que se incorporou uma grande multidão é evidente que você vai perdendo sofisticação. Na verdade são dois raciocínios: você pode dizer que da quantidade sai a qualidade, o que também é verdade. Ao mesmo tempo em que você baixa [a qualidade] de certo lado, você propicia o surgimento de expoentes que não seriam vistos se não tivesse sido ampliada em muito a oportunidade.
ConJur − E a OAB?
Bandeira de Mello − Eu não sou encantado com a atual gestão.
ConJur − Algum motivo?
Bandeira de Mello – Talvez seja injusto dizer isso. Se for comparar com homens como Seabra Fagundes, que já foi presidente, com Raymundo Faoro, fica difícil, certo? Foram homens notáveis. Foram pessoas que tiveram oportunidade de liderar porque o país passou por momentos difíceis e precisava de homens extraordinários. Agora vivemos momentos de normalidade. Talvez eu não esteja sendo justo com o nosso atual presidente, porque precisa ver o momento histórico em que ele está exercendo a presidência.
ConJur − A OAB pode ser considerada uma autarquia?
Celso Antônio Bandeira de Mello − É uma autarquia.
ConJur − Por quê?
Bandeira de Mello − É uma autarquia especial, que deve ter muita liberdade e é tratada de maneira muito diferente de qualquer outra autarquia. Veja que em um dos poderes do Estado, o Judiciário, obrigatoriamente membros da OAB fazem parte da banca examinadora. A OAB tem legitimidade ativa para ações diretas de inconstitucionalidade. A OAB é considerada por lei um serviço público. Entre as finalidades dela está defender a ordem democrática. A OAB é uma autarquia muito especial. Tem que ter muita independência para cumprir muito bem o papel dela.
ConJur − E em relação ao Supremo? Como o senhor vê a atuação da mais alta corte do país?
Bandeira de Mello – Nosso atual Supremo é melhor que o anterior. Não que eu não veja grandes problemas no Supremo porque em tudo isso há um erro: o fato de os ministros serem vitalícios.
ConJur − Isso é um problema?
Bandeira de Mello − Grave. Uma vez eu ouvi de um membro do supremo a seguinte frase: “Professor, tantas vezes nos chamam de excelência que a gente acaba pensando que é excelência mesmo”. Oito anos de mandato seria mais que o suficiente. O supremo devia ter um mínimo de [ministros] provenientes da magistratura de carreira. E não tem praticamente ninguém. Agora cresceu com a escolha dessa senhora [Rosa Weber], que é de carreira. Mas na verdade, tem muita gente do Ministério Público, da Advocacia. Tem que ter, mas não pode ser maioria. Porque diga−se o que quiser dos juízes, eles são treinados desde o comecinho para pelo menos tentar ser imparcial. Você não precisa ter simpatia pelos votos daquele juiz, mas você reconhece que ele é sério, dedicado, esforçado, conhece aquilo que está falando, e você respeita. Há juízes no Supremo que são absolutamente independentes, assim como há uns que você diz: que lástima, como é que está lá?
ConJur − O senhor poderia indicar quem são?
Bandeira de Mello − Claro que não.
ConJur – O STF legisla?
Bandeira de Mello − Essa é uma maneira reacionária de encarar. Ele [STF] não tem posição de legislador nenhum. Agora se o legislador não faz a lei e o STF tem que decidir, ele vai fazer o que? Tem que decidir seguindo os princípios da Constituição e as normas constitucionais, é o dever. Se cabe alguma crítica a isso é ao Legislativo. Não sei qual é o pior dos Poderes da República, mas eu penso que é o Legislativo. O Legislativo é uma lástima pela péssima qualidade dos seus membros, sem prejudicar figuras notáveis lá dentro.
ConJur − Recentemente o seu nome foi citado em algumas reportagens colocando-o como intermediário de um encontro entre o ex-presidente Lula e o ministro Ayres Britto.
Bandeira de Mello − Isso é coisa típica da imprensa. O Lula nunca foi íntimo meu, nunca foi. Em segundo lugar, se alguém pensasse que eu iria fazer a cabeça do ministro Ayres Britto é porque é tonto. O ministro Ayres Britto é um homem absolutamente independente, inteligente e muito culto. Vê lá se eu conseguiria fazer a cabeça do Carlos? E vê lá se eu ousaria tentar fazer a cabeça do Carlos? Se você respeita um amigo, você tem que saber qual é o seu limite. Você não pode falar para o cara fazer isso ou aquilo. No entanto, a Folha de S.Paulo disse que eu fui contratado para aliciar o ministro Carlos Britto no caso daquele italiano…
ConJur − Cesare Battisti?
Bandeira de Mello − Cesare Battisti. [A Folha] Teve a petulância de dizer isso de mim. Eu diria: que lixo. No meu pensamento eu diria: que merda de jornal é esse que duas mulherezinhas escrevem isso de mim? Como se eu fosse capaz de fazer isso. Ainda disse que eu fui contratado. Eu não fui contratado, eu dei gratuitamente um parecer. Gratuitamente. O advogado, que era o Barroso, me telefonou e falou: “Celso, você daria um parecer sobre um caso, você se sente à vontade, você está de acordo com a tese? Só que eu não vou ter dinheiro para te pagar por ele”. Falei que não era caso de dinheiro. Devia ser visto como consciência cívica. Esse homem na Itália corria um risco terrível, se levassem esse homem para lá. Ele foi julgado à revelia praticamente. Aquele julgamento foi uma vergonha, foi na base da delação premiada que os outros caras o acusaram. No tempo do golpe, quando os militantes eram torturados eles procuravam apontar para alguém que estava fora do país, para não correr risco. Ele [Battisti] estava fora do país e disseram que foi ele que atirou. Ele estava na França naquela época, e os caras disseram que foi ele.
ConJur − Como o senhor viu a decisão do Supremo no caso?
Bandeira de Mello − Não terminou tão bem quanto eu gostaria. Mas acabou reconhecendo que é o presidente quem deveria decidir, que era a decisão correta. E justamente o ministro Carlos Britto, que eles disseram que eu tinha sido contratado para aliciar, foi o que votou contra.
ConJur − Vocês são amigos ainda hoje?
Bandeira de Mello – Muito. Nós somos amicíssimos, não só amigos. O Carlos é meu amigo há mais de quarenta anos, e foi meu aluno também.
ConJur − O senhor foi consultado quando ele foi indicado ao Supremo?
Bandeira de Mello − Ele mesmo diz a quem quiser ouvir que fui eu quem indicou ele. Fomos duas pessoas, Fabio [Konder] Comparato e eu. Nós fomos falar com o presidente da República na época.
ConJur – Em relação ao direito administrativo, que é a sua área, como que o senhor vê a Lei de Licitações hoje?
Bandeira de Mello − Ela está sendo dilacerada. Eles juntam um pedaço daqui com um pedaço de lá. Mas ela foi um grande progresso. A Lei de Licitações não é tão ruim quanto dizem. Ruim é essa lei feita para contratos de emergência para a Copa. Aliás, eu sou absolutamente contra a Copa no Brasil e a Olimpíada.
ConJur – O senhor se refere ao RDC, o Regime Diferenciado de Contratações?
Bandeira de Mello − Isso.
ConJur − Ele foi estendido recentemente para as obras do PAC. Como o senhor vê isso?
Bandeira de Mello − Acho um absurdo. É duro eu dizer isso porque a eleição da Dilma foi algo muito importante. Estou satisfeito com ela. Mas no governo dela foram feitas coisas muito… Por exemplo, as tais Parcerias Público Privadas. Isso no governo Lula é uma catástrofe. É um aprofundamento das privatizações. E essas medidas da Dilma são aprofundamentos de desmandos típicos do governo Fernando Henrique. É necessário dinheiro para coisas mais importantes: saúde e educação acima de tudo.
ConJur − O senhor então não acha necessário rever a lei de licitação?
Bandeira de Mello − Já estava na hora de fazer uma costurada nisso. Eu não vou dizer que está na hora porque a hora não é boa.
ConJur − Mas ela deveria ser revista em alguns pontos?
Bandeira de Mello − Ela precisava ser revista. Sabe que eu acho porque ela melhorou tanto? O pregão, que eu era contra, é uma coisa excelente.
ConJur − Por quê?
Bandeira de Mello − Dificulta o conluio dentre os participantes. Favorece uma coisa mais séria, é tudo feito ali, em voz alta, em público.
ConJur − O senhor inicialmente era contra?
Bandeira de Mello − Totalmente. Era um conservantismo inconsciente. Era uma novidade, fiquei meio suspeitoso.
ConJur − E em relação ao RDC, o que o senhor critica nele?
Bandeira de Mello − Tudo, acho que está tudo errado.
ConJur − A começar por onde?
Bandeira de Mello − A começar por permitir que alguém faça o próprio projeto base e depois participe da licitação. A começar por isso.
ConJur − Qual a diferença em relação à Lei de Licitações?
Bandeira de Mello − Na Lei de Licitações, quem faz o projeto não pode disputar a licitação. Ele pode ter disputado a licitação para fazer o projeto, mas não para fazer a obra.
ConJur − O senhor tem uma definição para o que é interesse público?
Bandeira de Mello − Interesse público é o interesse que os cidadãos têm enquanto membros da sociedade. Por sermos membros da sociedade, nenhum de nós tem interesse de ser desapropriado, mas todos nós temos interesse que exista o título da desapropriação. Nenhum de nós tem interesse em ser multado, mas cada um de nós tem interesse que existam as multas de trânsito, por exemplo.
ConJur − Na época do governo FHC havia um grande número de ações por improbidade administrativa, e de certa forma, durante o governo do PT isso deu uma diminuída. O senhor acha que o Ministério Público amadureceu, houve alguma mudança?
Bandeira de Mello − No governo do Fernando Henrique houve muita corrupção, e essas ações eram uma demonstração disso. Houve corrupções confessadas, por exemplo, foi gravado o senhor Fernando Henrique dizendo que podia usar o nome dele numa licitação. O que aconteceu com ele? Nada. Ele está endeusado pela imprensa. Nada. O senhor Menem andou uma temporada na cadeia, o senhor Fujimori está [na prisão] até hoje, e com ele [FHC] nem isso aconteceu. Não estou dizendo que era para ele ir para a cadeia ou não. Mas foi um crime e não aconteceu nada. Olha os dois pesos e duas medidas. Pegaram aquele italiano [Salvatore Cacciola] e meteram na cadeia. Ele ficou algum tempo e agora está solto.
ConJur – E no governo Lula?
Bandeira de Mello − As pessoas podem dizer o que quiserem a respeito dele, mas só não se podem renegar fatos: 30 milhões de pessoas foram trazidas das classes D e E para as classes B e C. Basta isso para consagrar esse homem como o maior governante que esse país já teve na história. Mas não só isso. Foi, portanto, a primeira vez que começaram a ser reduzidas as desigualdades sociais, que a Constituição desde 1988 já mandava. E veja outro fenômeno tão típico: olha o ódio que certos segmentos da classe média têm deste governante, deste político. É profundo, visceral. É o ódio daqueles que não suportam alguém de origem mais modesta estar equiparado a ele.
ConJur − Como o senhor vê a sucessão no STF, com a proximidade da aposentadoria dos ministros Ayres Britto e Cezar Peluso?
Bandeira de Mello − Não tenho a menor expectativa a respeito de quem vem e quem não vem. Claro que eu queria um candidato, todo mundo sempre tem um. Mas o que eu penso não interessa.
ConJur − O senhor já leu as poesias do ministro Ayres Britto?
Bandeira de Mello − Claro. Gosto delas. São poesias despretensiosas como ele. O Carlos é uma pessoa maravilhosa, não é só um grande ministro, um grande juiz, um grande constitucionalista. Ele fez mestrado em Direito Constitucional com um ex-assistente meu, Celso Bastos. O Carlos eu já conhecia e fez Direito Administrativo, que era cadeira obrigatória, comigo. Nós já tínhamos um relacionamento pessoal muito bom. À noite em casa o Carlos tocava violão. Ele é um ser humano maravilhoso, e isso é a coisa mais importante que existe. Ele é uma pessoa para se tirar o chapéu. Se eu fosse espírita, diria que o Carlos não reencarna mais. Ele vai direto, de tão perfeito que é.

Democraticamente o CONJUR na condição literal de "Dono" deste espaço eletronico , abre espaço para variados e ditos "medalhões" da area do Direito o que é ate compreensivel , o problema é que vez por outra temos que ler estultices variadas dos eternos esquerdopatas que não convivem bem com os FATOS e com os ponteiros do relogio.
As alegações quase infantis de "tentativa de golpe da Imprensa para derrubar o des-governo lula" seriam altamente risiveis se feitas num boteco com varias ampolas de cerveja gelada na mesa , por aqui chega a ser quase patetico.
O questionamento em cima do Mensalão chega a ser uma agressão ao bom senso comum pois nivela tal e qual xorume o Ministerio Publico , os Ministros do STF , o trabalho investigativo altamente complexo e tudo mais , tudo em nome da sustentação desta repugnante QUADRILHA de ladrões e vagabundos esquerdopatas que tentam a ferro e fogo levar o Brasil ao nivel da Albania de 1950.
Costumo desafiar os esquerdopatas saudosistas com a seguinte proposição , me mostre APENAS UM Pais onde quer que seja em que os governos de esquerda deram certo , me calo no momento seguinte. Se observarem atentamente , TODOS fracassaram estrepitosamente e só escaparam da extinção pura e simples quando aderiram em niveis variados as implacaveis leis de mercado , vide atualmente a gigantesca China que mergulhou de cabeça no outro lado da sua propria muralha e hoje esta nadando de braçada.
O compreensivel panico das "viuvas vermelhoides" com relação a Imprensa é altamenbte compreensivel pois a mesma não sai do pé da cascata de bandalheiras e maus feitos como diz a FUdilma.Fica claro tambem entender a necessidade patologica de voltar a censura como eles apregoam.
E os desvios de verbas em prefeituras de SP para captalizarem a eleição do Lula ? também é ficção ?
Sugiro que leiam a obra " Deu no New York Times" para conhecerem os bastidores da eleição de Lula.
Para um partido que tem integrantes que assaltaram banco; assaltar cofres públicos é fichinha.
Bandeira de Melo é celebrado por certa mídia e por determinadas áreas da academia, que com o mesmo identificam-se nas suas posições de esquerda, sempre atrasadas e autoritárias. Com perfil similar temos aí outro caso parecido, o francófilo e gauche Fábio Konder Comparato, outro "paulista", e também marxista como esse aí.
Mas Bandeira de Melo é uma caso típico de fidelidade ao projeto lulista, e pela lealdade histórica a esse projeto que existia mesmo antes do Lula e do PT ele(vide idéias e ideoligias políticas no Brasil) ele não transige com a democracia burguesa, pois é um saudosista de Lênin, Stálin e da herança marxista do SOREX - Socialismo Realmente Existente, então..., antes da queda do "Muro de Berlim".
Posições arcaicas e ultrapassadas, as desse Bandeira de Melo, que não tem qualquer constrangimento em "vender" a censura à imprensa, como o Chávez faz em Caracas e a Cristina K. em Buenos Ayres, sob inspiração do mestre deles todos, Fidel, na pobre e desgraçada Cuba.
Admira o Conjur abrir espaço para um jurista de araque como esse sujeito ultrapassado e assumidamente esquerdista em suas posições políticas, nada coerente com o Estado Democrático de Direito, que não transige com qualquer tipo de censura, muito menos a de um estado por ele e outros tantos ainda imaginado aqui no Brasil, que é incompatível com a liberdade e a democracia reais.
A estatização total dos meios de produção, da economia, como defendido por juristas tipo Bandeira de Melo, de forma direta ou indiretamente já mostrou o seu fracasso histórico, mas tipos como ele ainda encontram espaço para serem ouvidos nesta terra macunaíma. Lamentável.
Bandeira de Melo é celebrado por certa mídia e por determinadas áreas da academia, que com o mesmo identificam-se nas suas posições de esquerda, sempre atrasadas e autoritárias. Com perfil similar temos aí outro caso parecido, o francófilo e gauche Fábio Konder Comparato, outro "paulista", e também marxista como esse aí.
Mas Bandeira de Melo é uma caso típico de fidelidade ao projeto lulista, e pela lealdade histórica a esse projeto que existia mesmo antes do Lula e do PT ele(vide idéias e ideoligias políticas no Brasil) ele não transige com a democracia burguesa, pois é um saudosista de Lênin, Stálin e da herança marxista do SOREX - Socialismo Realmente Existente, então..., antes da queda do "Muro de Berlim".
Posições arcaicas e ultrapassadas, as desse Bandeira de Melo, que não tem qualquer constrangimento em "vender" a censura à imprensa, como o Chávez faz em Caracas e a Cristina K. em Buenos Ayres, sob inspiração do mestre deles todos, Fidel, na pobre e desgraçada Cuba.
Admira o Conjur abrir espaço para um jurista de araque como esse sujeito ultrapassado e assumidamente esquerdista em suas posições políticas, nada coerente com o Estado Democrático de Direito, que não transige com qualquer tipo de censura, muito menos a de um estado por ele e outros tantos ainda imaginado aqui no Brasil, que é incompatível com a liberdade e a democracia reais.
A estatização total dos meios de produção, da economia, como defendido por juristas tipo Bandeira de Melo, de forma direta ou indiretamente já mostrou o seu fracasso histórico, mas tipos como ele ainda encontram espaço para serem ouvidos nesta terra macunaíma. Lamentável.
Hammer eduardo (Consultor)
as viuvas do comunismo eternamente fracassado.
Parabéns ao seu comentário, pelo menos alguém nesse Brasil de parasitas e vagabundos políticos e altos funcionários públicos que todos juntos (Políticos e Funcionários Publicos indicados), os quais, nada fazem e muito ganham, o senhor Hammer atiça a imaginação do cordeirinho brasileiro, o tanto que são enganados, espoliados e roubados.
Parabéns ao senhor Hammer Eduardo essa nação que falta pessoas de fibra quem sabe aprende um pouco com seu artigo e toma alguma atitude (sem sambra, sem churrasco, sem cachaça, sem drogas e mulheres rebolando como vemos nos comerciais da TV.
Renato.
Admiração à parte ao Professor emérito que é o entrevistado -- e disso não há dúvida, não se pode concordar com algumas 'suposições' por ele admitidas, como atribuir ao Lula a mobilidade social observada nos últimos anos, sem reconhecer que isso nunca se dá por um passe mágica, ou obra de só governo e que, no caso brasileiro, tal mudança começou lá atrás, com as políticas do governo anterior ao de LULA e este nada mais fez do que continuá-las e talvez afirmá-las; também não se pode negar a existência do MENSALÃO, fato que veio à tona de dentro para fora dos partidos da própria base de apoio do Governo Lula..pode-se dizer que veio à tona por uma mera questão de divisão de do 'produto' da 'coisa', se é que me entendem...Se se tratou de dinheiro público, ou não, é outra coisa...;apesar de criticar a imprensa, quase amaldiçoá-la, sustenta sua crítica ao FHC (sem querer aqui defendê-lo, é claro)numa mera notícia da imprensa por um suposto envolvimento dele nuna licitação...;elogio a coragem do entrevistado ao afirmar a necessidade de uma certa censura à TV (quanto à política de costumes) e quanto à adoção da maioridade penal para os dezesseis anos ou menos, mas lamento sua posição altamente elitista quanto ao aumento do núemro de advogados e escolas de DIREITO, já que, em si mesmo esses fatos não são a causa do decaimento do ensino do DIREITO e da formação dos novos profissionais. De tudo o que foi dito, resta a conclusão, um tanto melancólica, de que nem sempre as medalhas (e os medalhões) são de ouro!
Celso Antonio falou coisas muitíssimo interessantes.
Sobre a qualidade, é inacreditável como há vigaristas sem caráter que posam de “jurisconsultos”, mas praticam o “fotografa, copia e protocola”.
Sobre a imprensa e o papel de dominação que exerce, esqueceu-se de que “as esquerdas” também investem em meios de comunicação. Há publicações que claramente promovem uma “guerra fria”, esquecendo-se da história recente do Brasil no que se refere a governos. Não temos, de fato, diferença ideológica, mas somente a luta pelo poder. A linha editorial é violentíssima.
Sobre diminuição da idade penal, talvez o problema seja mais embaixo. Quando vão parar que lotar cadeias de pobres e pequenos traficantes? Que tal buscar o grande fornecedor?
Quanto ao STF e a necessidade de composição de juízes de carreira, seria necessário acrescentar pontuar a rediscussão do Quinto Constitucional, que há muito deixou de contribuir para o aprimoramento do Judiciário. Hoje, salvo raríssimas e excepcionais exceções, serve somente para que pessoas despreparadas frustrem as expectativas de quem fez carreira, estudou anos e anos em busca do cargo vitalício. De pessoas que optaram pelos livros em vez das rodas de uísques baratos. No processos de escolha dos candidatos a OAB não vem exercendo o seu papel e são raríssimos os casos de merecimento para tornar-se juiz sem concurso. A sistemática vigente tem se prestado, na maior parte das vezes, a burlar a meritocracia. E ainda pior do que isso é a imoralidade que se esconde, pois há casos em que pretendentes à vaga querem fazer do tribunal uma extensão da banca das advocacias a que continuam veladamente vinculados.
É necessário rediscutir o Quinto Constitucional!
Me sinto revoltado,comigo mesmo, por já haver adquirido livro deste articulista...Trata-se de um lixo de ser humano, com um lugar asseguradíssimo no lixo da história...
"Para ser bem sincero, eu nem sei se o mensalão existe. Porque houve evidentemente um conluio da imprensa para tentar derrubar o presidente Lula na época. Portanto, é possível que o mensalão seja em parte uma criação da imprensa. Eu não estou dizendo que é, mas não posso excluir que não seja."
Ao responder a mesma pergunta o ilustre doutrinador tanto afirma catogoricamente que "houve evidentemente um conluio da imprensa para tantar derrubar o presidente Lula" como também usa um tom muito mais cauteloso e hesitante ao dizer que "é possível que o mensalão seja em parte uma criação da imprensa. Eu não estou dizendo que é, mas não posso afirmar que não seja."
Celso Antônio Bandeira de Mello faz tais afirmações rídiculas por interesse em proteger seus camaradas, correligionários, amigos ou o quer que sejam, mas o faz por interesse e não por honestidade intelectual ou qualquer outro propósito nobre.
Sequer há menção a caixa dois por parte do ilustríssimo doutrinador. Provavelmente não se sentiu à vontade em afirmar que é plausível a ocultação, extremamente onerosa e com o uso de carros-forte e segurança privada, de dinheiro obtido licitamente sem razão aparente alguma.
Se o conluio é da imprensa, onde é que entram a PF e o MP nessa história?
Mesmo sendo um grande jurista, seus comentários estão no mesmo nível de boçais como Cândido Vacarezza e André Vargas.
Há tempos atrás ouvia severas críticas de um notório jurista ao articulista, autor da entrevista, no seguinte sentido. Os seus textos não seriam ruins, mas teriam como característica uma certa dose de "oportunismo", ficando atento ao que se formava em termos de opinião em direito administrativo, e só depois dos Tribunais consolidarem o entendimento, publicar, com pompas e circunstâncias.
Lastimável o imenso equívoco da entrevista quanto à censura.
Mais uma vez há de ser lembrada a Convenção Americana Sobre Direitos Humanos, seu status supralegal.
Sendo o artigo 13 longo, o transcrevo em outra postagem.
A propósito, cabe inclusive representação à CIDH-OEA contra certas decisões do Superior Tribunal de Justiça em relação a conteúdo danoso na Internet, querendo obrigar o particular a fazer censura prévia sob ônus de arcar com dano moral.
Uma discussão que tende a se tornar interessante. Arroubos de censura vindo do STJ, parece que o sábio jurista demonstra conhecer o modus operandi do Autor da Entrevista.
Convenção Americana Sobre Direitos Humanos.
Artigo 13. Liberdade de pensamento e de expressão
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento e de expressão. Esse direito compreende a liberdade de buscar, receber e difundir informações e idéias de toda natureza, sem consideração de fronteiras, verbalmente ou por escrito, ou em forma impressa ou artística, ou por qualquer outro processo de sua escolha.
2. O exercício do direito previsto no inciso precedente não pode estar sujeito a censura prévia, mas a responsabilidades ulteriores, que devem ser expressamente fixadas pela lei e ser necessárias para assegurar:
a. o respeito aos direitos ou à reputação das demais pessoas; ou
b. a proteção da segurança nacional, da ordem pública, ou da saúde ou da moral
públicas.
3. Não se pode restringir o direito de expressão por vias ou meios indiretos, tais como o abuso de controles oficiais ou particulares de papel de imprensa, de freqüências radioelétricas ou de equipamentos e aparelhos usados na difusão de informação, nem por quaisquer outros meios destinados a obstar a comunicação e a circulação de idéias e opiniões.
4. A lei pode submeter os espetáculos públicos a censura prévia, com o objetivo exclusivo de regular o acesso a eles, para proteção moral da infância e da adolescência, sem prejuízo do disposto no inciso 2.
5. A lei deve proibir toda propaganda a favor da guerra, bem como toda apologia ao ódio nacional, racial ou religioso que constitua incitação à discriminação, à hostilidade, ao crime ou à violência.
Concordo com o Entrevistado em relação aos abusos da mídia e necessidade de algum controle. Realmente, a imprensa hoje diz o que quer, e relega para o anonimato muitos fatos e pessoas que podem ser consideradas como importantes. "Sangue" dá audiência, mas não se pode bater em uma única tecla, permanentemente, como é feito no Brasil.
Parabéns ao lúcido e coerente constitucionalista. O artigo enfoca, antes de mais nada, a destemida convicção de dizer o que muitos têm receio, quanto a notória existência de uma imprensa "marronzista", golpista, irresponsável e criminosamente preconceituosa. Somente os incautos acreditam - de maneira pueril - em imprensa absolutamente "imparcial e isenta", em um país, no qual, em todos os seus segmentos falta muito para ser sério! O ilustre professor abordou, de maneira óbvia, o cerne da questão: as elites jamais admitiram o fato de um nordestino e metalúrgico - sem "diploma" - alcançar o mais alto cargo político da nação. Em razão disso, fomentaram - sem provas contundentes e honestas - uma incrível sissomia, que, pela ululante frustração, ainda não deu certo. Não perdendo de vista, que o famigerado "Caixa 2", prática comum no cenário político tupiniquim, tanto que denunciado na própria mídia "marronzista", pois, assim o fizera, principalmente o contraditório partido do FHC. No contexto, exsurgiu evidente o propósito de criar um factóide político, e com isso, o caos social instalado, para "derrubar" o democrático governo Lula. Mas, no revés, "caíram do cavalo", pois, adquiriram consciência a tempo, de que as consequências seriam muito mais nefastas do que poderiam imaginar, principalmente, com a alta popularidade do presidente. Todavia, e ainda bem, os estrategistas de plantão, junto com a sórdida imprensa mal intencionada, tiveram "juízo", e a anarquia social não vingou. A importante ponderação, por vezes, faz falta, acreditar, no desideratos dos fatos - cegamente! - em imprensa que "planta" informações falsas e sem credibilidade alguma, para vender os seus semanários, é, deveras, o fim da picada!
A liberdade de imprensa funcionou maravilhosamente nessa entrevista. Pude ver por dentro quem realmente é esse sujeito. E confesso, me surpreendi e entristeci. Não esperava desse senhor concepções tão arcaicas e nada científicas. Ao invés de valorizar as instituições, faz açepção de pessoas, como se ele fosse um deus conhecedor do bem e do mal. Pensei que uma pessoa como ele pautasse o debate em princípios e não em nomes. Inquestionavelmente o maniqueismo predomina em seu modo de ser e de operar. Ele não precisava ter ficado nú. Mas foi muito bom.
"Para cá vem o lixo, o povo gosta do lixo."
Bem, então está explicado porque temos esse lixo de governo, não?
É decepcionante ver um expoente do direito administrativo bandear-se para a politicagem barata, demagoga e asquerosa do PT.
"Para cá vem o lixo, o povo gosta do lixo."
Bem, então está explicado porque temos esse lixo de governo, não?
É decepcionante ver um expoente do direito administrativo bandear-se para a politicagem barata, demagoga e asquerosa do PT.
Parece que a esquerda - me perdoem - só acha ruim:
Censura, controle estatal, compra de aviões para PR,caixa 2, direito de greve, desvio de verba, enriquecimento de próceres sem explicação ( A.P - antes do poder - andavam de "fusca"; D.P. andam de Panamera e é tudo muito natural ) e outros, quando o governo à eles não pertence.
Até concordo que há exageros por parte da imprensa.Mas não é com censura que iremos melhorar nossa sociedade.
Não é com vulgaridade, com pessoas que oferecem só o pior para o povo ( como entretenimento, músicas, novelas e filmes vulgares )e depois dizem que o povo gosta de lixo ( é só o que é oferecido ) é que mudaremos algo.
Melhorem a educação básica, a óbvia base da pirâmide, que, em algumas gerações, estaremos melhor.
O resto é retórica de quem, quando se vê vidraça, quer esquecer a pedra que já foi.
No caso das greves - mencionadas em meu comentário - a esquerda acham bom fazer quando é governo alheio.
Quando as greves surgem em cascata - como agora - aí ficam perdidos e acham tudo "um absurdo".
De certa forma concordo com ele.
Agora, por exemplo, a censura seria legal (se não fosse feita por ele ou pelos amigos dele, é claro).
Iria nos poupar de ler todas essas "maravilhas" que ele disse.
De certa forma concordo com ele.
Agora, por exemplo, a censura seria legal (se não fosse feita por ele ou pelos amigos dele, é claro).
Iria nos poupar de ler todas essas "maravilhas" que ele disse.
De certa forma concordo com ele.
Agora, por exemplo, a censura seria legal (se não fosse feita por ele ou pelos amigos dele, é claro).
Iria nos poupar de ler todas essas "maravilhas" que ele disse.
De certa forma concordo com ele.
Agora, por exemplo, a censura seria legal (se não fosse feita por ele ou pelos amigos dele, é claro).
Iria nos poupar de ler todas essas "maravilhas" que ele disse.
O professor Bandeira de Melo é um orgulho para todos que têm honra, hombridade e espírito de luta. Doutrinador de grande capacidade preenche todos os vácuos da mediocridade direitosa e fascistóide que ocupa a 'cátedra'.
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Nos anos de chumbo os fascistas sairam das faculdades para desenharem os atos de exceção. São conhecidos os tipos como Buzaid, Gama e Filho, Reale, et caterva.
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Bandeira de Melo permaneceu do lado da liberdade e da dignidade. Sempre. E tem razão no que diz. O STF tem um monte de "promotores", como os Mellos, o Barbosa, o Gilmar Dantas, etc. Lamentável. Realmente, precisamos de mais juízes e menos acusadores bobos como o gurgel que ficou 3 anos sentado sobre o caso Cachoeira. Por quê? E tem razão de sobra sobre a mídia canalha e golpista, principalmente, Veja e Folha, sendo que esta última ajudava os torturadores nos anos de chumbo. Escrevíamos nas paredes na época: "Cuidado Frias!" Covardes oportunistas.
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Por último, mais uma vez, resta razão ao velho e digno professor: mensalão começa como mentira no próprio nome. Mensalão só pode ser se acontece todo mês. Invenção da direita elitista, principalmente, de S. Paulo, filha dos golpistas oligárquicos de 1932. Não tomam tento. Insistem na busca dos golpes covardes, como o de 1964. Mas, como sabemos não passarão.
Não compensa ler as palavras de quem pertence à esquerda e gosta do PT. Não estou sendo preconceituoso ou agressivo, digo isso porque ler tais palavras torna-se cansativo a partir de um certo ponto. É sempre tudo a mesma coisa, as mesmas palavras de ordem. O discurso é uniformizado e não muda nunca. Não é raro pessoas diferentes dizerem exatamente a mesma coisa repetindo as mesmas palavras (mídia golpista, fascistas, imprensa suja, golpe, governo Lula, Veja, etc, etc, etc, ad nauseam). Em vez de discussões sobre política (que não se confunde com política partidária) e direito, o que se vê muitas vezes é militância lulopetista praticada com métodos de "telemarketing", pelo qual apenas frases pré-aprovadas podem ser usadas. Não há debate, há agitação de bandeira.
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Enquanto à imprensa, digo apenas que uma imprensa precisa ser livre. Uma "imprensa" censurada nada mais é que propaganda (no sentido político do vocábulo, diferente de publicidade). A mídia é "malvada"? Que peninha! A liberdade de expressão é um pressuposto da democracia, e cabe a todos aprender a conviver com tal. O problema é que muitos querem mesmo é "democracia" à moda chinesa e apreciam bastante o modelo chinês de imprensa. Afinal, na China não existe "mídia canalha e golpista", não é mesmo?
Mais uma bela entrevista do Conjur. Lamento que mais uma vez o repórter do Conjur seja parcial e fuja de temas interessantes que abordou e com resposta que não interessava ao Conjur mudou de tema radicamente. O professor Bandeira de Mello deu uma grande lição na "maldita imprensa" (frase do ex-senador Eurico Rezende, ex-governador do ES), principalmente da FO.IA e até Conjur (precisa reavaliar seu jornalismo com urgência. Não pode continuar sendo conservadores de ulradireita, defendendo sempre FHC. Viram a lição de Bandeiira de Mello? Não precisavam passar por esse constrangimento, quando ele fala mal de FHC e Conjur se remete diretamente a Lula). Quero ressaltar que este espaço é muito importante, pois nos permite discordar de algumas coisas como esta. Nunca censurar. Vivemos em uma democracia e é assim mesmo. Conjur tem direito de ser ultradireita, mas não deve favorecer a quem quer que seja em detrimento e comparação a que prefere. Ficou claro na manifestação de Bandeira de Mello e a defesa incondicional de FHC. É assim com toda a imprensa conservadora. Tanto a "normal", quando a Conjur. Tenho observado as preferências do Conjur com "alguns". Conjur defende Gilmar Mendes (gosto dele como jurísta. Não do envolvimento dele com algunas figuras suspeitas de nosso Brasil). Até comprei o último livro dele, pois não sou radical que não possa aprovaitar o que ele faz como Ministro. Conjur é indecente em defender Gilmar Mendes. Até antes mesmo de publicar as suspeitas contra ele. NÃO É ASSIM QUE SE FAZ JORNALISMO. JORNALISMO SE FAZ OUVIDO OS DOIS LADOS, DANDO O MESMO ESPAÇO... Tenho dito... NÃO ME CENSUREM. CONTESTEM SE FOR POSSÍVEL...
Que o FHC é de ultra-direita.Vivendo e aprendendo.E não sabia que, censurar o que não gostamos, melhora o aprendizado e a qualidade da informação de todos.
Fiquei perplexa em ver um advogado de renome defendendo censura.
No mais, acho natural.A melhor forma de contestar algo é deixar os fatos de lado.Ainda mais quando o tempo já passou.É parecer que concorda com uma tese, mas sempre complementando com "não tenho certeza", "talvez", e com a frase "imprensa golpista e marrom" como a cereja do bolo.
Outro dado que não sabia é que a Folha é de direita.
Enfim.Acho que quem critica os erros e as falhas do governo atual e do passado é de direita.Ou ultra-direita.
Então.Censurem quem vê erros graves e falhas de conduta perpetradas por nossos governantes .
De resto é só qualificar como direita, ultra-direita, fascistas, nazistas e outras qualificações elogiosas à quem acha um absurdo a incoerência recorrente em alguns seres humanos.
Quanta necrofilia ideológica. Que horror!!!
... ver um grande jurista entorpecido pelo ópio da extrema-esquerda.
Quão poderosa é essa "grande mídia", não?! Consegue criar uma ação penal do porte do "mensalão", consegue obrigar a Presidente da República a demitir seis Ministros em poucos meses, etc, etc... É um fenômeno!
O que fica de positivo dessa teratológica entrevista é a democrática disposição da Consultor Jurídico em abrir espaço para todo tipo de manifestação. Todavia, há leitores comentaristas que estão abusando dessa liberdade concedida para vos ofender. Tudo tem limite.
Quando por aqui se lê barbaridades de comentaristas como Armando do Prado e Pintar, o que surge, no máximo, é uma vontade de rir.
Vejam que há até leitor que, creio eu, influenciado pelas besteiras que deve ler na blogosfera comprada, quer retirar o direito dos demais de estar em desacordo com as suas ideologias.
Primeiramente, o Chico Pardal, em evidente estado de confusão, confere (veja a benevolência do militante) à redação do Conjur o direito de ser "conservadora", mas os seus anseios se revelam logo nas primeiras linhas.
Prestem bem atenção, vocês da Conjur não podem continuar sendo "conservadores de ultradireita", onde já se viu ter a audácia de, vez ou outra, publicar linhas que desagradem os progressistas da esquerda?
Notem que a cena política e a mídia andam tão dominadas pelos vermelhos, que eles têm coragem de se referir à Folha, Conjur, Estadão e cia. como redutos da extrema direita.
Contudo, diferente deve ser a reação quando se lê declarações desse porte de um pretendido iluminado, de um "guiador de manadas": o Sr. Bandeira de Mello.
Para mim, a cada dia passado fica ainda mais acentuado que "nós vivemos um período em que é a escória que pensa, que dirige."
Quando por aqui se lê barbaridades de comentaristas como Armando do Prado e Pintar, o que surge, no máximo, é uma vontade de rir.
Vejam que há até leitor que, creio eu, influenciado pelas besteiras que deve ler na blogosfera comprada, quer retirar o direito dos demais de estar em desacordo com as suas ideologias.
Primeiramente, o Chico Pardal, em evidente estado de confusão, confere (veja a benevolência do militante) à redação do Conjur o direito de ser "conservadora", mas os seus anseios se revelam logo nas primeiras linhas.
Prestem bem atenção, vocês da Conjur não podem continuar sendo "conservadores de ultradireita", onde já se viu ter a audácia de, vez ou outra, publicar linhas que desagradem os progressistas da esquerda?
Notem que a cena política e a mídia andam tão dominadas pelos vermelhos, que eles têm coragem de se referir à Folha, Conjur, Estadão e cia. como redutos da extrema direita.
Contudo, diferente deve ser a reação quando se lê declarações desse porte de um pretendido iluminado, de um "guiador de manadas": o Sr. Bandeira de Mello.
Para mim, a cada dia passado fica ainda mais acentuado que "nós vivemos um período em que é a escória que pensa, que dirige."
Tem adEvogado que precisa urgentemente se alfabetizar, pois demonstra claramente quem é boçal. Com 'ç' viu reacionário das trevas?!
Aliás, por certos comentários fica a ideia de que defendem a condenação no STF independente de provas. É a "justiça" a la 'big brother', que esses adEvogados (sic) devem assistir com prazer. É a cultura jurídica do Drs Robert Ley, Shmidt, etc.
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Todos, de mãos dadas, merecem a lata de lixo da História para onde foi atirado o regime MAIS DESUMANO e ASSASSINO de toda a História, com mais de CENTO E CINQUENTA MILHÕES de vítimas em apenas poucas décadas!
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Mas, muito pior do que isto, a inserção no inconsciente coletivo e na moral coletiva que é possível "negociar" com a Verdade em nome de "Princípios", da construção de um mundo e de um Home novos (pena que por cima de uma verdadeira montanha de cadáveres de "homens velhos, não?!).
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O mesmo "princípio" que norteu Celso Daniel, para quem, enquanto de roubava e extorquia para a "causa", tudo bem!
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E que leva diversas pessoas a incensarem um governo ABSOLUTAMENTE MAU E CORRUPTO que atrasou o Brasil por pelo menos duas décadas (estamos bem vendo os efeitos aí, não?) a ser visto com o grande conquista "progressista" e "popular" (?!).
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Trata-se de uma verdadeira TARA mesmo, copnceituada esta como desvio patológico de personalidade causado por condicionamentos alternos ao Ego.
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Falem sério: é ou não é?!
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Quanto ao "fessô" PeTalha, mistificador, fujão, borra-cuecas, anticlerical, mentiroso, abortista, infantil, moleque, desrespeitador de mulher e outros títulos de um enorem galardão "arduamente" conquistado e que de vez em quando esconde-se atrás de outros nicknames como "robespierre" (muito apropriado aliás!), o seu nível de boçalidade é por demais conhecido, mas que nunca deixa de causar certa perplexidade!
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Fazer o quê? Como na fábula do escorpião e do sapo: "é de sua natureza"!
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Os comunistas, autoritários e genocidas jamais conseguiriam ter executado "trabalho" tão eficiente no esmagamento e moagem de seres humanos e de suas personalidades sem o afinco da contribuição de uam multidão de tipos rasteiros como estes!
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Foi só aparecer um "pensador" com um pouco mais de consistência para as vivandeiras de Diretórios Políticos e de Aparelhos Guerrilheiros ficaram eufóricas.
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O que me espanta (nem tanto, do alto dos meus 52 anos muito bem vividos) é o engessamento que as taras ideológicas podem trazer ao pensamento de pessoas inteligentes.
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O intelectual é antes de tudo uma pessoa com racíocínio CRÍTICO e postura mental INDEPENDENTE.
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Os grande CAMUS, GEORGE ORWELL, FELIPE VALDARES foram alguns dos que, nas décadas de 30 e 40 deixaram-se embalar pelos sonhos de "um mundo mais justo, solidário e fraterno" e foram acordar dentro do Estalinismo. Orwell por exemplo presenciou o massacre dos mineiros anarquistas da Astúrias e dos comunistas do POUM feitos por outros comunistas, por ordem direta de Moscou e ficou enojado para a vida inteira!
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Já aqui no Braziu-ziu-ziu, incensam-se pessoas como prestes que sai da cadeia, torturado e com a mulher e a filha enviadas para Gestapo pra subir no palanque do "Dr. Gê-Gê", seu algoz, por "ordens de Moscou". E chegou a dizer, na pele de Deputado Constituinte (?!), que se amanhã houvesse um guerra entre o Brasil e a União Soviética, ele imediatamente se poria a favor da "Pátria-Mãe do Socialismo"!!!
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E também o jorge amado de Ilhéus, brilhante escritos, mas que sujeitou a sua pena ao gabarito "ideológico", a ponto de só muito tardiamente aderir ao repúdio aos crimes de stálin denunciados por Kruschev no XX Congresso-Geral do PCUS.
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Aliás mesma postura que levou os linha-dura do PCdoB a romperem com o "Partidão", irem lamber o saco de mao até a sua morte e, com uma certa guinada pragmático do PC Chnês sob Deng, a repudiá-lo e irem lamber as bolas da progressistissima e "farol da Humanidade"...ALBÂNIA!...
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Com os seus típicos raciocínios "relativista" (para se dizer o mínimo, não é?) volta e meio tipos como este professor e mais os Comparatos, Dallaris, Chauís e outros exemplares da "fauna" são chamados pela mesma Imprensa que quereriam ver manietada e subordinada como o GRANMA de Cuba, a darem a sua "ISENTA" opinião acerca disto e daquilo!
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E o povão "a tudo assiste bestializado", como escreveram acerca da "proclamação" da República em 1889. Como sempre aliás!...
Coragem incomum e pensamento próprio. Parabéns ao ilustre doutrinador, por não fazer coro aos reacionários de direita, as vaquinhas de presépio colonizadas e capitaneadas pelas empresas de mídia, cujos chefes são DEM (Arena-PFL) e psdb (parte frouxa do antigo MDB) desde criancinhas. Este, que sonham com a volta do monopólio das verbas de publicidade governamental, como já acontece no Estado de SP.
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Concordar ou discordar é direito de cada um, mas, para confrontar seus argumentos é antes preciso comer muito feijão, e ter feito pelo menos 1% da obra jurídico-literária, pela qual esse homem é responsável, o que não parece ser o caso de nenhum de seus críticos.
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Xingamentos vazios, alteração da pressão arterial e intracraniana, bem como fobia ao debate de ideias não ajudam em nada. Parabéns. Precisamos de mais gente influente, com a coragem de dizer o que pensa.
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Um tanto difícil, quando o entrevistado entra de sola, com "mensalão foi golpe da mídia".
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Fico imaginando os Frias conluiados com os Mesquita mais os Civita em algum conciliábulo secreto (talvez na sala do Policarpo Jr., que tal?) e dizendo: "Vamos derrubar este presidente que ele etá muito do lado do povo e fazendo inúmeros "pogréssios", perdão, progresso por este País que nós odiamos!" (vivas e aplausos de todos os participantes, além de uma risada satânica gravada como som de fundo).
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E as provas amealhadas em todas as cinco mil páginas do processo? E as desculpas aos povo brasileiro tartamudeadas em rede nacional pela "Anta Lambançeira" Sem-dedo?!
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Enfim, discutir Ideías com PeTralhas safados, é tão ou mais inutil do que "dialogar" com uma fera selvagem pronta a devorar-lhe. Eles tem a sua própria "logica", suas próprias "verdades" (de ocasião!) e uma, hum, digamos, "ética" muito sui generis!
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Mas em se falando de "debate de idéias" e aproveitando o primeiro comentário, lá embaixo, pergunto (perguntar nunca ofende, lembrem-se): como teriam ficado as "conquistas" e a "ascenção" do "povo trabalhador" supostamente efetuados sob a batuta do gran-maestro Sem-Dedo, sem as bases plantadas pelo Plano Real e pela Lei de Responsabilidade Fiscal, tão combatidas então pela furiosa e predadora oposição do PT?!
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(cartas para a redação)
Pensamento próprio? Fico pensando como que algo pode ser considerado "pensamento próprio", no que pese ele dizer exatamente a mesma coisa que toda a mídia governista, todos os partidários e todos os simpatizantes do PT. Onde está o pensamento próprio? Não consigo encontrá-lo. Não há nada de próprio ou original em dizer que o mensalão não existiu.
Creio que não se deve confundir o jurista Celso Antonio Bandeira de Mello, que todos nós conhecemos pelas ideias que expõe e por sua extensa obra, com o cidadão Celso Antonio Bandeira de Mello, que tem o direito de adotar a posição política que acredita ser a melhor, sem que isso signifique qualquer demérito a sua pessoa ou obra. Óbvio que o douto Mestre exagera ao dizer que Lula tirou não sei quantos da miséria, ou que vivemos "tempos de normalidade", mas a discordância quanto a esses pontos não lhe retiram os méritos. Alguns se esqueceram de verificar que o douto Entrevistado se mostrou ferrenho opositor das mudanças implementadas nos processos licitatórios, inclusive se opondo a dois "ralos de dinheiro público" que são a Copa do Mundo e a Olimpíada, muito embora esses eventos (e mudanças reais nos processos licitatórios) são obras do PT. Óbvio que nos dias que estamos vivendo a política partidária domina o País, como nunca se viu, com visível influência na forma de pensar e agir dos cidadãos. Mas, creio eu, não se pode dizer que o Entrevistado se deixou contaminar, até mesmo porque não precisa se vender a um partido político para que "a panela do feijão apite" (ao contrário de alguns outros).
Gente, se quem vem aqui tem um perfil de melhor intelectualidade, li pela primeira vez os comentários e fiquei chocado pelo baixo nível com que se ataca quem pensa diferente. No prof. Hariovaldo há brincadeiras e escrevem com estilo, um padrão que o dono do site se propôs. Aqui no site do Conjur se deveria manter também o nível, como fazem os jornalistas Azenha, Nassif e outros. Cortam qualquer ataque Argumento ad hominem abusivo. Mantém o nível e forçam os que só usam 2 neurônios a usarem os outros.
Gente, se quem vem aqui tem um perfil de melhor intelectualidade, li pela primeira vez os comentários e fiquei chocado pelo baixo nível com que se ataca quem pensa diferente. No prof. Hariovaldo há brincadeiras e escrevem com estilo, um padrão que o dono do site se propôs. Aqui no site do Conjur se deveria manter também o nível, como fazem os jornalistas Azenha, Nassif e outros. Cortam qualquer ataque Argumento ad hominem abusivo. Mantém o nível e forçam os que só usam 2 neurônios a usarem os outros.
O verborrágico R. Smith demonstra um total desequilíbrio,eis que na flagrante carência de razões e argumentos factíveis, é aético, desrespeitoso, leviano e irresponsável. Ataca furiosamente as opiniões que não lhes agrada, com abissal agressividade e vitupério inusitados, não respeitando o pétreo direito de manifestação. O cara tá "pinel", demonstra não raciocinar com normalidade e lucidez, atira sissomias prá todo lado. Manicômio nele, urgentemente!
Caros:
Achei interessante alguns comentários.Mesmo o de pessoas cujos comentários não concordo; alguns tem pontos de vista contrários aos meus, mas sem ranço de radicalismo.Discordamos nas idéias mas podemos manter a civilidade no debate.E aprender muitas vezes.
Tratando-se de aprender, muitos poderiam faze-lo com Diogo Valverde.Um estudante.
Apresenta suas idéias sem desqualificar ou ofender os discordantes.
Quanto à entrevista, acho que o renomado jurista e professor errou ao defender a censura.Ele sabe que não é um cidadão comum.Que, por ser notório jurista, suas idéias ecoam.E isto requer mais cuidado ao expressá-las.
A censura, durante o regime militar, foi corretamente combatida por muitos que agora a defendem.Como dar razão a quem muda de idéia ao sabor das conveniências de momento?Ou ditadura e controle estatal só é louvável e explicável quando é dos "amigos"?
Lula concordou com o pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio.
Lula defendeu a normalidade do "caixa dois".
Lula mentiu ao dizer que criou o Bolsa Família. Ele próprio, na época, disse que a ideia foi do Marconi Perilo (do PSDB) e consistiu em reunir os benefícios sociais já existentes no Governo FHC.
Lula superdimensionou, como nenhum presidente antes dele, o número de cargos de confiança (os apadrinhados), que explodiu no seu governo.
Lula multiplicou os gastos com cartão corporativo em relação a FHC.
Lula aliou-se (melhor, assumiu a aliança) com o que há de mais podre no mundo em termos de ditadura: Chavez, Ahmadinejad, Castro.
Lula injetou muito dinheiro brasileiro em portos e estradas de Cuba.
Lula comprou os votos de milhões de brasileiros transformando o Bolsa Família em Bolsa esmola.
Lula cooptou grande parte da imprensa com o "mensalão" que abastece blogs e veículos governistas.
Lula transformou bens públicos, como moradia e aviões oficiais, no quintal de sua família. Foi graças ao prestígio do papai que um de seus filhos deixou de ser zalador para virar milionário.
Lula sabia e nada fez dos escândalos de corrupção em seu governo, bancando, com sua popularidade comprada, a defesa dos envolvidos.
Lula escarneceu da educação e da cultura, zombando publicamente daqueles que estudaram.
Lula incentivou o ócio e a ignorância, por conseguinte a violência, em todos os Estados petistas, nos quais os números da criminalidade aumentaram verticalmente.
Lula zombou da legislação eleitoral e ainda o faz.
Sua camapnha para eleger o poste foi uma das coisas mais sórdidas e aviltantes da História Brasileira.
O governo Lula teve envolvimento comprovado com as FARC.
Lula tem a empáfia de pensar que manda e desmanda ao dizer que não permitirá à oposição retomar o governo brasileiro.
Por fim, com suas dezenas de gafes e erros grosseiros
de português e de conhecimentos gerais, só ajudou a fortalecer a imagem do Brasil como um País de ignorantes.
Só mesmo um imbecil, um ingênuo ou um comprado para defender esse sujeito.
Tanta coisa para lembrar que quase ia esquecendo: o episódio com Gilmar Mendes, a indicação de seu advogado pessoal para o Supremo, a incitação da poluação contra o Judiciário...a lista é grande!
É assustadora a entrevista com Celso Antônio Bandeira de Mello. Declarações claramente partidárias e uma defesa apaixonada (e portanto cega) de pessoas que respondem por gravíssimos crimes contra a República, o país, a democracia, perante o STF. E pensar que estudei nos livros deste Senhor...
Quem defende a liberdade não pode defender a censura.
Quem defende a liberdade não pode defender a censura.
A alegação de conluio da imprensa é rídicula, mesmo que haja alguns jornais e revistas que, em tese, se prestariam a esse tipo de papel (haja vista Carta Capital).
Por pior que sejam a Folha de São Paulo e o Conjur, estes dão espaço à ala governista para que divulgue suas boçalidades, críveis e razoávis apenas para os seus membros.
A defesa da censura chega a ser falta de caráter. O Ministro Ayres Britto jamais concordaria com essa "pérola" (provavelmente nem a Carta Capital). Imagine o ministro sendo instado a se manifestar sobre essa entrevista após palestrar no Seminário da Indústria da Comunicação, no qual fez (merecidos) louvores à liberdade de manifestação do pensamento.
E que venham os comentários de que este comentarista é alienado, vendido, submisso aos interesses do capital internacional, acredita ingenuamente em tudo o que a imprensa marrom publica exclusivamente com o propósito de derrubar o governo do PT eleito democraticamente...
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Caro Sr. Dr. Magist_2008:
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Muito me escandalizei e causou-me espécie a sua afirmação - certamente equivocada - de que o Sr. Lullinha da Silva, rebento da "Anta Lambançeira Sem-Dedo" tenha sido alçado (pela TELEMAR/OI, subsidiária que teria negócios tais com o governo que até uma Lei foi feita especialmente para a sua fusão com outra operadora, a BRASIL TELECOM, o que ERA CONTRA A LEI!) de "ZELADOR" a milionário!
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Puro equívoco de sua parte! O tipo passou de MONITOR DE ZOOLÓGICO ("Aqui, senhores, a anta! Ao seu lado direito, as hienas!") com salário de R$ 680,00 para detentor de uma empresa com capital de R$ 10.000.000,00 e contratos de compra e venda de horário televisivo de milhões ao próprio (des)governo Federal pelas "associadas" Bandeirantes/Rede 21!
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Queria V.Sa. não se equivocar de outra vez, sim?
...ao escrever "zelador", iria escrever "zelador de zoológico", mas, na pressa, acabei esquecendo. De quealquer modo, quem monitora, zela, e vice-versa.
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Grandes abraços, Doutor.
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A entrevista inteira é um elogio à estupidez. O que eu pensei a pricípio ser equívoco fui vendo que é má intenção mesmo. A favor da censura? Cusp. E dizer que com Lula "...30 milhões de pessoas foram trazidas das classes D e E para as classes B e C..." é demais pois ocorreu exatamente o contrário: as classes B e C foram rebaixadas a D e E. Em já quase dez anos de governo lulopetista, tendo em vista que a presidente Dilma segue a cartilha, o ensino e a educação regrediram um século. O nível cultural do brasileiro nunca esteve tão abaixo do mínimo para uma nação que se pretende em desenvolvimento mas que ainda é quartomundista. A sociedade está endividada até o pescoço. A distorção de valores é inimaginável. A política de segregação social, sexual e racial foi institucionalizada com o estabelecimento de cotas para quase tudo. Deflagraram o processo de involução.
A entrevista inteira é um elogio à estupidez. O que eu pensei a pricípio ser equívoco fui vendo que é má intenção mesmo. A favor da censura? Cusp. E dizer que com Lula "...30 milhões de pessoas foram trazidas das classes D e E para as classes B e C..." é demais pois ocorreu exatamente o contrário: as classes B e C foram rebaixadas a D e E. Em já quase dez anos de governo lulopetista, tendo em vista que a presidente Dilma segue a cartilha, o ensino e a educação regrediram um século. O nível cultural do brasileiro nunca esteve tão abaixo do mínimo para uma nação que se pretende em desenvolvimento mas que ainda é quartomundista. A sociedade está endividada até o pescoço. A distorção de valores é inimaginável. A política de segregação social, sexual e racial foi institucionalizada com o estabelecimento de cotas para quase tudo. Deflagraram o processo de involução.
Este sim é um pensamento reacionário. Hoje a favor da censura que o partido que defende dizia combater. Um simples sectário com ideias mofadas. Entrevista lastimável.
Parabens pela coragem e não ligue para os comentários de pessoas que não pensam por si,são no minimo escravos mentais dessa mesma imprensa a que o ilustre se referiu. Onde esta escrito que liberdade de imprensa da o direito de maquiar noticias com finalidades ideologicas ou para proveito proprio? Só na mente desses cegos mentais.Liberdade de imprensa pressuoõe antes de mais nada imparcialidade e isso é visível que não existe.Quem criou Collor? Quem por varias vezes criou artificios para a derrota eleitoral de Lula? Sou contra qualquer tipo de corrupção e tenho esperança que todos corruptos e corruptores sejam punidos,mas que sejam todos e não apenas os que a imprensa determina e persegue com sensacionalismo, que se volte pelo menos ao final do regime militar e que sejam rigorasamente investigados e punidos todos os corruptos inclusive os dos governos Collor, Sarney e FHC e antes que me acusem esclareço que não pertenço a nenhum partido politico, simplesmente porque na atualidade, nenhum presta.
A máxima diz que todo homem tem um preço.Qual o preço desse sr? Não sei. Essa é uma entrevista , apoiada na sua biografia, uma vez que é tido como um dos grandes operadores do direito; nela fica caracterizada o seu viés ideológico e sua intensa vaidade, inclusive , sem cerimônias, ao afirmar ter influenciado na escolha de um ministro.Será ético? Para o douto, controle das informações não pode ficar na mão de 6 "famílias", mas diz que pelo "efeito manada", somente alguns pensam e que deve ser assim mesmo para que a sociedade funcione.Ele deve se achar um desses seres pensantes.O entrevistador poderia ter lhe questionado sobre princípios elementares de hermenêutica, como o de desconfiar de qualquer certeza que ele tanto acredita.Fica claro que o MENSALÃO está prestes a se transformar na maior PIZZA de todos os tempos, com o aval de setores que tentam provar o improvável.Esse, sim, é um "efeito manada".
Censura? Controle da Imprensa?
Vou rasgar meus livros...
Primeiro que tudo, endosso sem qualquer reparo os comentários de magist_2008 (Juiz Estadual de 1ª. Instância). O insigne mestre Bandeira de Mello, por outro lado, é sim um cidadão que pode e deve ter sua opinião própria e o faz sem auto-censura, o que é louvável - embora eu não possa concordar com praticamente nada do que ele afirma. Vivemos uma democracia, mesmo que deturpada, e devemos respeitá-la.
O que me causa espécie e me deixa perplexo é ver quão apaixonada é a defesa de Bandeira de Mello em relação a Lula e ao governo petista. Tudo bem que gosto não se discute, se lamenta, mas de aí a louvar as ações e o indivíduo que as promoveu e praticou, ostensivamente se locupletando (para não exprimir outro termo menos cavalheiresco) e aos seus apaniguados com as benesses que a cadeira-mor da República lhe proveu, há um longuíssimo e tortuoso caminho a percorrer.
Não cabe, neste espaço, detalhar o que toda a sociedade (brasileira e internacional) já sabe, mas que nesse ilimitado apoio a Lula Mello "surfou na maionese", não se tenha dúvida alguma. Sua argumentação em favor do Battisti é outra falácia monstruosa, deixando perceber que houve outros interesses interferentes na decisão a respeito. Lamentável, diga-se de passo, pois criou-se um infundado impasse diplomático com a Itália em razão de, literalmente, nada.
De resto, bem disse o Dr. Marcos Alves Pintar: não confundamos alhos com bugalhos. Como cidadão cônscio dos meus direitos e deveres, deploro o discurso do douto jurisconsulto, mas me omito de comentar suas preferências personalíssimas.
O tempo dirá...
Bandeira de Mello tem razão ao afirmar que o povo e as autoridades estão refém da grande imprensa. Penso que não deve existir censura da imprensa, porém deve existir um controle pelos órgãos concedentes. Controle não tem a mesma intensidade de censura. Mas, falando em censura, aquele que afirma que não existe censura na imprensa brasileira ou é ingênuo, para não dizer idiota, ou é vassalo dos donos de jornal, TV ou rádio. Pois, a censura existe e sempre existiu e quem a faz são os donos de jornais, TV´s e rádios que pautam aquilo que lhes interessa e tiram de pauta aquilo que não lhes interessa. Estamos diante de um dilema, ou os órgãos concedentes fazem um controle da imprensa ou os donos da grande imprensa promovem a censuram e controlam o povo e as autoridades. Quanto ao conluio para derrubar o presidente Lula isso é evidente. Pois, a grande impressa nunca o perdoou pela cassação do presidente Collor. Presidente que foi construído e eleito pela grande imprensa. Se isso é fantasia, alguém capaz de lembrar qual era o partido do presidente Collor pelo qual ele se elegeu?
Quanta asneira em tampouco espaço
Será que essas pessoas que negam a existência do mensalão são PTistas fanáticos?
Em que pesem as idéias retóricas do entrevistado, as quais discordo veementemente, é livre a manifestação do pensamento, o que atrai a clarividência da democracia. Absurdo seria se o mesmo não pudesse expressar suas posições, mesmo que arcaicas, porque, aí sim, retroagiríamos ao perído de trevas, de verdadeira censusa.
Em que pesem as idéias retóricas do entrevistado, as quais discordo veementemente, é livre a manifestação do pensamento, o que atrai a clarividência da democracia. Absurdo seria se o mesmo não pudesse expressar suas posições, mesmo que arcaicas, porque, aí sim, retroagiríamos ao perído de trevas, de verdadeira censusa.
Impressionante o conhecimento e a integridade deste senhor. E que coragem para se expressar assim quando todos os obtusos estão cegos pela imprensa manipuladora e panfletária. E por favor, não sou petista ou pessedebista ou o que seja. Até gostaria de me filiar a alguma organização política mas até o momento não o fiz.
Muitas pessoas sempre gostaram de coisas de baixo nível e vis. Dizer que tem gente que gosta de assistir esses programas ordinários não é argumento válido para usarem as concessões dos canais de comunicação para mostrar tais aberrações. Muitos dos doutos comentaristas deste espaço, inclusive alguns que conheço gostariam de ver o Lula queimando em uma fogueira. Que preconceito e que sanha...
Ou eu me enganei a vida toda e o meu ídolo jurídico, que influenciou toda a minha carreira, não é quem eu pensava, ou foi apenas uma bola fora do formidável jurista. mensalao-e-as-ofensas-nossa.html. finitivamente, ainda bem que as idéias são maiores que seus autores.
Sobre o mensalão, com todo o respeito, já pedi para que não façam ofensas à nossa inteligência negando sua existência em http://www.rodineicandeia.com/2012/08/o-
De
E a vida, vai se transformando em uma sucessão de decepções...
As pedras lançadas pelo PT quando oposição,voltaram agora.A mídia sempre foi a mesma.Quem não se lembra da veja na época em que o PT era oposição ?Censura?Vivi à época da ditadura,portanto,sou contra.E quem fez o Lula foi a mídia,então bem feito que os petistas como o Bandeirinha queiram censurar.A Mídia fez marketing espontâneo para o verborrágico Lula.Quem não era Maria ou Zé vai com as Mídias pode perceber o tanto que esse senhor é um engannador!E o fato de o lula ter "tirado" da pobreza brasileiros(é de gargalhar !), não foi mérito dele;as bolsas tinham na época do FHC e o PT era contra dizendo ser clientelismo,aliás, tem até vídeo no you tube do verborrágico combatendo o vale família.Mais:ele não tirou os pobres da pobreza ,foram todos os brasileiros que tiraram através dessa pesada carga tributária.de minha parte acho o lula o que sempre achei:um verborrágico e macunaímico brasileiro.Mensalão?Já dizia o meu avô:onde há fumaça há fogo.
Parabéns pela coragem Professor Bandeira de Melo. É preciso entender que os meios de comunicação também têm seus interesses..defendem os interesses dos empresários donos de TV, Jornais etc. Muitos desses empresários inclusive são políticos ou têm vínculos com políticos. Logo, essa "estória" de que a imprensa é imparcial é uma grande piada (nada engraçada!). Por isso, quando vejo uma matéria negativa sobre algo ou alguém, me pergunto: "será uma matéria real ou tendenciosa?"; "quem vai ser prejudicado e quem vai ser beneficiado com essa matéria?"...Pena que a maioria da população não faz esse juízo de valor e acha que tudo que é divulgado na mídia é verdadeiro...
Senhores, Senhoras, este é um espaço nobre de debates e assim temos que mantê-lo; caso contrário, estaremos desmerecendo aquele que nos propicia nossas expressões - de apoio ou contestação -: o CONJUR.
Longe de mim desejar criticar ou atacar grosseiramente o pensamento de outrem. Mas penso que, quiçá mantermo-nos na singela e pura análise do artigo em comento, seja muito mais profícuo, criativo e contributivo do que enveredarmos por caminhos ordinários, agressivos, que em nada acrescem o nível do nosso debate.
Bandeira de Mello foi entrevistado e respondeu como cidadão, não como jurista (penso eu, salvo lamentável engano), eminente professor ou o que seja. Respeitemos-o e teçamos nossos comentários sem agredir, sem menosprezar o relevante saber jurídico desse mestre incontestável. Suas convicções ideológico-políticas não nos interessam, neste âmbito. Nos interessa, isto sim, é rebater ou concordar, dignamente, educadamente, mas, principalmente, com fundamentos consistentes, em favor do nosso convencimento.
Confesso-lhes que nem de longe chancelo suas posições - como já o expressei anteriormente, neste mesmo espaço e em comentário anterior a este -, mas nem por isso devo tripudiar ou menosprezar sua pessoa. Não contesto seu saber jurídico, insofismável (muito embora a dissonância entre seus pensamentos obtusos e minha convicção firmada sejam ostensivos), mas privilegio minhas constatações que considero mais condizentes com nossa realidade social - da qual ele parece estar dissociado.
Mantenhamos, pois, o nível do nosso debate e prestigiemos este Portal para continuarmos a primar dele.
Quanto ao mensalão, eu particulamente acho que existiu sim. Hipocrisia é a imprensa divulgá-lo como se fosse algo novo...O mensalão existe neste país ha muitos anos, desde o Brasil colônia...existiu no Governo Lula, existiu no Governo FHC, no Governo Collor, Itamar...e ainda existe pq alguns deputados, senadores e vereadores são corruptos por natureza, vendem seus votos em troca de aprovação de Lei...se o governo não pagar uma mesada, eles não votam...se eles não votam a Lei não é aprovada...se a Lei não é aprovada, o Governo não trabalha...o mal está na raiz...deve haver uma fiscalização maior do dinheiro público, bem como na renda e patrimônio dos políticos...
O bom de não existir censura é que pode-se dizer qualquer coisa, mesmo negar a verdade. Insistir na tese do complô das elites contra representantes dos trabalhadores, mesmo que a verdade seja que eles trabalham em prol de si mesmos. Pode-se por a culpa em mortos ou ainda reduzi-la a um desvio menor (caixa 2). Mesmo assim, viva a democracia e a liberdade de expressão!
Leitores, toda crítica é válida no universo da simples opinião. O brasil hoje é uma mescla de fofoca, disque e muitos achometros, não mensuradas pelas classes sociais. Não muito longe, liamos e tinhamos prazer em ler um jornal ou uma revista, não importava o rótulo que tinha. Existia até um grupo de fanáticos por artigos que recortavam e colocavam em um quadro e penduravam de lembrança em uma parede da sala. Com a evolução não se praticam tais atitudes. Então, o professor Celso A.B.Mello fez uma esplanação do que pensa sobre determinado assunto que é válido, isso na sua concepção, e daí? cadê o erro...penso em até não concordar com suas idéias, mas seu direito a opinar é legal!!! Que Lula não é o melhor exemplo de pessoa e de governo, e daí!!! Não podemos nunca esquecer que ele foi para o poder e a única culpa é do próprio povo majoritário que o elegeu, isso é chamado VOTO, onde está o problema!!! Leitores, nas próximas eleições votemos melhor, assim todos poderão criticar os próximos governos e jamais criticar os que a criticam. Isso não é justo jogar pedra em alguém só por ter uma opinião e alguns amigos que não são os mesmos nossos. É muito fácil CENSURAR, vamos pelo menos CONSIDERAR QUEM PODE CHEGAR ONDE ELES CHEGARAM. Meus respeitos a todos os críticos, continuem este é o caminho. Um abraço.
Leitores, toda crítica é válida no universo da simples opinião. O brasil hoje é uma mescla de fofoca, disque e muitos achometros, não mensuradas pelas classes sociais. Não muito longe, liamos e tinhamos prazer em ler um jornal ou uma revista, não importava o rótulo que tinha. Existia até um grupo de fanáticos por artigos que recortavam e colocavam em um quadro e penduravam de lembrança em uma parede da sala. Com a evolução não se praticam tais atitudes. Então, o professor Celso A.B.Mello fez uma esplanação do que pensa sobre determinado assunto que é válido, isso na sua concepção, e daí? cadê o erro...penso em até não concordar com suas idéias, mas seu direito a opinar é legal!!! Que Lula não é o melhor exemplo de pessoa e de governo, e daí!!! Não podemos nunca esquecer que ele foi para o poder e a única culpa é do próprio povo majoritário que o elegeu, isso é chamado VOTO, onde está o problema!!! Leitores, nas próximas eleições votemos melhor, assim todos poderão criticar os próximos governos e jamais criticar os que a criticam. Isso não é justo jogar pedra em alguém só por ter uma opinião e alguns amigos que não são os mesmos nossos. É muito fácil CENSURAR, vamos pelo menos CONSIDERAR QUEM PODE CHEGAR ONDE ELES CHEGARAM. Meus respeitos a todos os críticos, continuem este é o caminho. Um abraço.
Difícil ler manifestações com conteúdo em plena ditadura do politicamente correto, da tirania das aparências e da desfaçatez.
Professor Celso Antonio não é só obra, é vida também.
O cinismo desse Bandeira de Mello chega as raias da loucura, do fanatismo explícito. O homem não tem opinião própria. Só repete, insistentemente, as mesmas lenga-lengas enfiadas goela abaixo nos militantes petistas. Sua defesa em prol de Lula e de seu governo chega a ser um desrespeito à inteligência do cidadão brasileiro. Dizer que o Governo Lula tirou 30 milhões de brasileiros da miséria, é de uma desfaçatez sem limítes, porquanto, não leva em conta que tudo teve início no governo anterior. O seu discurso contra a grande imprensa chega a ser asqueroso, porque o que ele defende, a censura, não é uma opinião própria, sua de verdade, mas, oriunda de uma estratégia de seu partido, que sabe que uma imprensa livre pode, sim, prejudicar o seu projeto totalitário de poder. Todos nós sabemos que não existe democracia sem uma mídia livre. Com Yrazão alguém, que reputo muito sábio, já disse com muita propriedade: A imprensa e a Democracia são irmãs siamesas. Uma pergunta fica no ar: Poque a esquerda radical, fanática, tem tanto medo da imprensa? O mensalão não existiu. Ora, ora, me poupe, Senhor Bandeira de Mello, esquerdista de sete costados.
Confesso que não concordo com tudo o que disse o eminente jurista. Porém, faz-se necessário destacar a sua credibilidade e coragem, pois atualmente a desfaçatez prepondera aos montes.
Essa entrevista é uma das coisas mais medonhas que li ultimamente.
O Lula desde que iniciou seu mandato, tem utilizado a técnica hitlerista de tornar legal o ilegal para fins próprios e interesseiros. A orgia, inclusive, todos sabem, começou há tempos, mas foi com o Sr. Luís Inácio Lula da Silva que se firmou vergonhosamente. a ética do PT decepciona, bem como, decepciona um jurista renomado que parece fazer as vezes de "jurista" dos tempos da Alemanha Nazista.
Pesquisem, revejam a história da humanidade, o método do PT é identido ao de outro PT, o alemão.
E o Douto jurista infelizmente não sabe o que estar por vir e as consequências de tantas asneiras. Votei no Lula, mas não fui comprada.
Da história, feita por Nativasaint (Serventuário).Se alguém quiser pesquisar sobre Roland Freisler, jurista nazista, encontrará semelhanças, apesar da distância no tempo e geográfica.Muitas semelhanças com idéias e posições de diversos juristas tupiniquins.Em 2012.
Ele presidiu o Volksgerichtshof ( Tribunal do Povo ). Existia censura na Alemanha Nazista.A censura, dizia-se, seria para o povo "não ser envenenado" pela retórica do inimigo.Só que o inimigo estava em casa e o povo não percebeu.
Quem quiser saber mais há "In the Name of the Volk: Political Justice in Hitler's Germany" de H.W.Koch
O resto é conclusão de cada um.E história.
Disse aqui certa feita que adquiri uma obra desse Sr. (Curso de Direito Admvo.). Qual não foi minha surpresa ao ver capítulo inteiro em que ele descia o sarrafo nas privatizações do FHC. Como disse na oportunidade as cores ideológicas dele pouco me interessam -deu vontade de pedir meu dinheiro de volta. Agora essas pataquadas. O Homem pirou de vez!
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(...) evitado que caíssemos numa hiperinflação desordenada e apocalíptica!)? Perguntinha CHATA esta não é?!
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Sim, porque desde o "caçador de maracujás" (na realidade de Poupanças, dos pobres cidadãos!), passando pelo indivíduo "malufioso", Delfim Netto, o Quércia, sarney(s) e mais outros diversos simbolos do ATRASO e do PATRIMONIALISMO contra os quais o PT tanto fez selvagem oposição (isto é claro, quando o PATRIMONIO ainda não estava à sua mercê, não é?!) TODOS estão agora do mesmo lado do "balcão", não é?!
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ESTOU MENTINDO?! POR FAVOR, ME CONTESTEM, ME LIVREM DA ESCURIDÃO DA CEGUEIRA "DIREITISTA" E PEQUENO-BURGUÊSA IMPERIALISTA!!!
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Por dever de ofício (fui Auditor Externo por 10 anos, gerente de um escritório de Advocacia por dois e há 22, consultor de empresas) conheço da História economica recente do Brasil e posso afirmar, sem facciosismo e muito menos "ideologia" (éééca!) que os dois melhroes governos que o Brasil pode ter foram de Fernando Henrique Cardoso e do Marechal Castello Branco - cuja reputação nenhum esquerdopata ousa colocar em dúvida ou tentar enxovalhar, já perceberam?
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E esta foi a herança "bendita" recebida e malbaratada pelo nosso "Sócrates" Sem-Dedo ("só SEI que NADA SEI"), atrasando o País por mas d euma década e legando uma economia em estado de anemia perniciosa à sua fantoche, digo, Sucessora!
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ESTOU MENTINDO?! O PIB INFERIOR A 2,0% (1,5%, digo eu!) QUE TEREMOS ESTE ANO É SINAL DE SAÚDE E PUJANÇA? E OS 2,5% AO ANO MÉDIOS DO GOVERNO DA "ANTA-LAMBANÇEIRA" ENQUANTO A AMÉRICA LATINA CRESCIA 7,5% EM MÉDIA? COMPETÊNCIA?!
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Este é o partido da incomPTência, pois ao final de todos os anos, 80% em média das verbas empenhadas em orçamento para obras volta por NÃO TEREM SIDO GASTAS! Ninguém se lembra disto?!
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O sr. Edson Reis (bancário) conta uma interessante história pela qual teria passado e que, segundo ele, ter-lhe-ia servido de lição. Penso, contudo, que não...
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Porque, como mesmo lembrou o Douto Magist_2008, inúmeras foram as atrabílias e os pisoteamentos da Lei e das Instituições praticadas pelo (des)governo que nos assola.
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E isto NÃO É Justo e nem direito. E contra tudo isto, venho-me manifestando há anos, pontualmente (ou seja, coisa por coisa).
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E mais ainda: se é dado a cada um o direito de crítica e de expressão do pensamento, comentários como os meus, embora possam parecer agressivos e insultuosos (não são! apenas VERDADEIROS, ou, alguém PROVE o contrário!) devem ser respeitados também (isso à despeito do otário PeTralha que disse, mais lá para baixo, que deveriam me trancafiar em um Hospício - Essa é a "democracia" delles - Brezhnev também fazia isto!) não é?
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Quanto à carta aberta a FHC, dá vontade de chorar, de rir no início e de chorar ao final - pela indigência de argumentos e pela sua aceitação pela maioria das pessoas.
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"Uma moeda que se desvaloriza 4x não presta". Deve estar falando o boçal de quando o Dólar foi a R$ 4,10 às vesperas da Eleição do facinoroso Sem-Dedo. Já andou pelos R$ 150 e hoje está por R$ 2,00. Quer dizer exatamente o quê?
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Depois, a inflação no Brasil não acabava por causa do efeito causado pela indexação. Rompida esta, brilhantemente, pelo Plano Real (ao qual, o PT, PARA NÂO VARIAR foi contra!) ficou tudo propício ao deslanchamento da produção consequente à estabilização da moeda. Se assim não fosse, como caracterizaria o boçal escritor os 84,20% de inflação em fevereiro de 1989 do agora "amiguinho" sarney (Maílson merece uma estátua em cada praça pública por ter evitado
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(segue...)
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PeTralhas (categoria especial de "pensamento", de atitude e de caráter) NUNCA poderão ser imparciais e independentes, pois estão sujeitos à real ESCRAVIDÃO MENTAL que a verdadeira TARA (entendida, classicamente, como condicionamento causado por circunstâncias alternas ao Ego) do PeTralhismo ou da esquerdopatia proporcionam!
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Simples assim! (e sem nenhuma "agressividade", viram? Somente rigor analítico e vontade de nominar as coisas pelos verdadeiros nomes que elas tem!).
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