Joaquim Barbosa convida Dilma para cerimônia de posse no Supremo

A pouco mais de uma semana da cerimônia de posse de Joaquim Barbosa como novo presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro foi nesta segunda-feira (12/11) ao Palácio do Planalto para convidar pessoalmente a presidente Dilma Rousseff para a solenidade no dia 22. A assessoria de imprensa da Presidência informou que Dilma comparecerá à solenidade. Tradicionalmente, a cerimônia de posse na corte marca o encontro dos presidentes dos Três Poderes — Executivo, Judiciário e Legislativo.

Antes da cerimônia de posse, o relator da Ação Penal 470, o processo do mensalão, assume interinamente a função no dia 19, devido à aposentadoria do atual presidente da corte, Carlos Ayres Britto, que completa 70 anos. Inicialmente, houve dúvidas se a presidente compareceria à posse de Barbosa já que ela viaja no próximo dia 15 para a Espanha e deve retornar apenas no dia 20, às vésperas da solenidade.

Barbosa, 58 anos, cumprirá dois anos de mandato como presidente do STF. A eleição do presidente da corte ocorre por meio de um sistema de rodízio entre os integrantes da instituição, permitindo a alternância do poder. O vice-presidente na gestão de Barbosa e o próximo na linha de sucessão à presidência do Supremo será o revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski. Com informações da Agência Brasil.

Robespierre disse:
12 de novembro de 2012 às 22:02

Autor: Luis Nassif
Do grande magistrado se espera a sabedoria, não a erudição desenfreada e vazia dos que cultivam citações fora do contexto. Espera-se a simplicidade, não a empáfia dos pavões. Espera-se a responsabilidade dos que sabem estar tratando com o destino de pessoas; não a insensibilidade dos indiferentes ou o orgasmo dos sádicos.
O grande magistrado faz-se ao longo de sua história, e não através do grande momento, da bala de prata, do discurso rebuscado e irresponsável que acomete os vaidosos quando expostos aos holofotes da mídia. Espera-se do grande magistrado a coragem verdadeira, dos que não relutam em enfrentar até os assassinatos de reputação sem abrir mão de suas convicções ; e não a coragem enganadora dos berros, dos gritos de quem quer se fazer notar pelo escândalo.
A coragem do grande magistrado se manifesta quando, exposto ao clamor da turba, não perde a calma nem o brio; e não quando cede ao jogo de cena que fabrica linchamentos e compromete a isenção.

José Henrique disse:
13 de novembro de 2012 às 01:20

Gostaria de ler a definição do que seria um grande político, de um grande dignitário. O primeiro, aqui no Brasil, é sinônimo de ladrão e mestre da desfaçatez.

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