A média salarial dos juízes americanos, que trabalham em tempo integral, é de aproximadamente US$ 120 mil por ano (US$ 10 mil por mês). A média, para juízes federais, é de US$ 126.840 (US$ 10.570); para juízes estaduais, US$ 75.640 (US$ 6.303); para juízes municipais, US$ 75.230 (US$ 6,269). As informações estão disponíveis no site do Bureau of Labor Statistics dos EUA.
As faixas salariais de juízes americanos variam conforme a jurisdição, a instância e, principalmente, o estado em que trabalham. Podem ser tão baixos como US$ 30 mil por ano — ou menos, para juízes leigos que trabalham meio expediente, o maiores que US$ 200 mil, para ministros de Supremas Cortes.
O maior salário na esfera federal é o do presidente da Suprema Corte dos EUA, de US$ 223,5 mil por ano (US$ 18.625 por mês). Os oito ministros restantes ganham, em média, US$ 213,9 mil (US$ 17.825 por mês). Juízes federais de tribunais de recurso (Circuit judges) ganham US$ 184,5 mil por ano (US$ 15.375 por mês). Juízes federais distritais (District judges) ganham US$ 174 mil por ano (US$ 14,5 mil por mês). As informações são do site oficial da United States Courts.
Esses níveis salariais são de 2012 — os mesmos de 2008, segundo o site da United States Court. Ainda segundo esse site, o salário de um juiz federal é comparável com o de deputados e senadores americanos, também de US$ 174 mil.
Nas Supremas Cortes dos Estados, os ministros mais bem pagos são os da Califórnia, que ganham, em média, US$ 218.237 por ano (US$ 18.186 por mês) — mais que os ministros da Suprema Corte dos EUA. Os salários mais baixos são os dos ministros da Suprema Corte de Mississipi, de US$ 112.530 por ano (US$ 9.377 por mês) e de Dacota do Sul, de US$ 118.173 por mês (US$ 9.847). A esses valores, podem se somar benefícios e ajudas de custo.
No estado de Ohio, para dar um exemplo estadual, os salários dos juízes em 2013 são os seguintes: presidente da Suprema Corte do estado — US$ 150.850 por ano; ministro da Suprema Corte — US$ 141,6 mil por ano; juízes de Tribunal de Recursos — US$ 132 mil por ano; juízes de primeira instância — US$ 121.350 por ano; juízes municipais em tempo integral — US$ 114,1 mil por ano; juízes municipais em meio expediente e juízes de condados — US$ 65.650 por ano.
No estado de Pensilvânia, os salários são mais altos: presidente da Suprema Corte do estado — US$ 205.415; ministro da Suprema Corte — US$ 199.606; presidente de tribunal superior — US$ 194.145; juiz de tribunal superior — US$ 188.337; juiz de primeira instância — US$ 173.271; juiz municipal — US$ 169.261; juiz do fórum de tráfego: US$ 91.807.
No entanto, os juízes mais bem pagos do país são os que julgam casos em shows de televisão, diz o site Wiki.Answers.com.
Faltou informar que eles não pagam imposto de renda.
Já que estão querendo comparar... faltou falar que lá o salário mínimo é o DOBRO do daqui! Então, comparativamente e por isonomia, um Juiz daqui deveria perceber METADE do de lá.
Que o volume de processos, por juízes, aqui no Brasil é muito maior do que por lá.
Que lá não tem a semana de trabalho TQQ!
Lá eu não sei.
Aqui a semana não é TQQ.
Se alguém trabalha apenas TQQ, deve ser denunciado à Corregedoria ou ao CNJ, para ser enquadrado.
Generalizações, ah as generalizações...
A quantidade de processos sob a "responsabilidade" de um juiz não quer dizer que ele trabalhe mais ou menos. Aqui no Brasil há muitas ações repetitivas, ao passo em que há servidores decidindo no lugar de magistrados. Por outro lado, é público e notório que nos países desenvolvidos a "pressão" por sobre o juiz é muito maior do que aqui no Brasil. O povo com maior nível cultural compreende melhor o que é um desvio judicial, e cobra rigor no trabalho de todos eles. Aqui no Brasil, ao contrário cobrar rigor de magistrados pode significar ações penais que serão julgadas pelos próprios magistrados cobrados.
O map sempre tem razão, não adianta perder tempo, pois nenhum argumento serve pra curá-lo da obsessão contra os juízes.
O que será que causa isso?
Eu tenho duas teorias sobre a obsessão do MAP em relação a todo e qualquer juiz:
A primeira é que ele nunca conseguiu passar num concurso da magistratura e criou um ódio incurável pela classe.
A segunda é que ele não consegue ganhar uma causa sequer e acha que a magistratura está toda contra ele.
Se alguém mais tiver um palpite sobre a razão de tanta amargura, pode deixar seu comentário.
Axel, este é um caso perdido mesmo. Lembro que conseguiu enxergar uma conspiração da magistratura até nos escombros da tragédia de Santa Maria.
Os argumentos são folclóricos, dignos de pena. A figura já não tem importância.
O Marcão (MAP) até tinha dado uma maneirada.
Passou um tempo sem aparecer nos artigos sobre juízes ou servidores.
Fez até um ou outro comentário dizendo que a estrutura de trabalho era ruim, que precisava de mais juízes.
Mas daí eu acho que ele deve participar de alguma audiência lá em Ribeirão Preto, em que ele discute com servidor, juiz, mpf... e vem aqui no conjur descontar a revolta.
Será que ele deve ter algum amigo de faculdade ou coisa do tipo que virou juiz? Como deve ser?
Será que ele deixa de ser amigo do sujeito, começa a esculhambar a pessoa, vira a cara, só porque o incompetente ("ou incapaz de exercer a advocacia") passou para o lado negro da força?
Juiz para ele é algo meio mitologico, simbólico, tipo um Darth Vader, um Pilatos ou qq outra encarnação do mal que tem nos filmes e rico nas virtudes de Aristóteles, só que ao inverso.
A diferença para ele é que o juiz/promotor/servidor não nasce mal, somente passa em um concurso.
Ahh o concurso. O edital ele vê como "edital do concurso do mal".
Cargo: malvadão. Atribuições do cargo: "realizar malvadezas comigo".
Melhor parar por aqui...
Ri muito dos seus comentários!!! Realmente o MAP já virou figura folclórica aqui no Conjur. É o famoso doutrinador de 1780 caracteres. Os comentários de ódio que ele tem de qualquer servidor público (principalmente magistrados) e as teorias conspiratórias são impagáveis, hilários. Sempre que há uma notícia sobre Juizes eu venho aqui me divertir com os comentários do MAP e do Trinchão (diretas ja!!). Acho que o Conjur deveria soltar um anuário com a compilação dos comentários desses dois. Ia fazer sucesso.
Desde que o Brasil é Brasil o exercício dos cargos e funções públicas sempre foram vistos como uma forma de "ser servido", ao invés de se servir ao interesse coletivo. Assim, no último País a abandonar a escravidão, e que ostenta as primeiras posições no ranking da desigualdade social, discutir o coletivo sempre foi uma espécie de tabu. Para o "povão" é ensinado desde cedo que somente questões privadas devem ser objeto de observação e comentários (como o Big Brother, ou a fofoca do momento sobre um artista qualquer), devendo todos se calarem em relação ao funcionamento das instituições, notadamente o Judiciário. Enquanto nos países de primeiro mundo o funcionamento dos órgãos de decisão estatal são vigiados ostensivamente pela massa da população, não se tolerando um único desvio, aqui discutir, comentar ou observar o funcionamento do Judiciário é visto como atividade de lunáticos, como se o cidadão estivesse a contar estrelas ou a quantidade de grãos de arreia da praia. E justamente por isso temos um Judiciário que ainda não saiu do século XIX, em pleno século XX. Discutir os inúmeros problemas do Poder Judiciário, apontar soluções, promover comparação com outros sistemas jurídicos, etc., etc., é uma obrigação de todo cidadão que almeja um amanhã melhor, pois só assim o País conseguirá superar o histórico de acobertamento de delitos e o estado permanente insegurança fomentada pelas mazelas do Poder encarregado de dizer o direito no caso concreto. Assim, de se esperar que os fracos, aqueles acostumados desde a infância à bajulação, vão tentar a todo custo ridicularizar quem se propõe a discutir abertamente, sem medo, os diversos problemas do Judiciário.
E o que é curioso nos fracos é que em todas as ocasiões eles articulam sempre a mesma linha de raciocínio: atacar o debatedor, ao invés de centrar as atenções no tema em discussão. Como são incapazes de rebater eventuais argumentos que lhes são desfavoráveis, fazem o que estão acostumados a fazer desde criança: futricas, maledicência, suposições, sempre tentando tirar o foco da discussão e fazer com que o assunto que realmente interessa seja posto de escanteio.
somente os coitadinhos dos juizes federais ainda não consequiram equiparar seus subsídios aos dos juízes de primeiro mundo, por enquanto. Equiparação em produtividade, nem pensar!
somente os coitadinhos dos juizes federais ainda não consequiram equiparar seus subsídios aos dos juízes de primeiro mundo, por enquanto. Equiparação em produtividade, nem pensar!
Juízes federais tem seus salários arrochados há 6 anos, receberam reajuste pífio. Se comparada à remuneração de estaduais - ao menos em SC - é um absurdo. E que nem se compare ao MPF, pois daí é depressão profunda. Muitos estão deixando a magistratura para outros concursos.Não tem auxílio moradia e ainda tem que aguentar a Dra. Eliana Calmon (que ganhou R$ 114.000 em dezembro/12) votando contra, com argumentos dignos de campanha eleitoral. Ops, parece que ela é pré-candidata. Ah, e tem certeza que o tal do MAP não é o Frederico Vasconcelos?
Apenas uma frase que basta:
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."
Rui Barbosa
Sem brincadeira ou ofensa, mas sim com bastante respeito, eu acho que o MAP precisa de ajuda...
Deve ser doloroso, e nada facil, ter pensamentos tao tormentosos...
Desejo que o MAP possa revisar sua visao completamente maniqueista e distorcida da realidade, e que possa viver de forma melhor.
O jornal americano "The New Your Times" divulgou há poucos dias uma reportagem intitulada "Brazil, Where a Judge Made $361,500 in a Month, Fumes Over Pay" (disponível em http://www.nytimes.com/2013/02/11/world/ americas/brazil-seethes-over-public-offi cials-super-salaries.html). Segundo os americanos, enquanto na Europa e EUA os vencimentos dos servidores públicos estão sendo diminuídos diante da crise econômica, no Brasil (país subdesenvolvido) paga-se vencimentos que para os americanos e europeus são considerados como astronômicos mesmo para a realidade deles. O mundo todo sabe os vencimentos dos servidores em geral, e dos juízes, são elevados. Parece que só o cidadão brasileiro que não sabe disso.
O problema MAP (gostei da sigla), é que a sua luta "em prol do bem do serviço público" é um ataque indistinto a todos que ocupam cargos públicos.
A crítica é puramente destrutiva e o pensamento binário. Eles são os do mal, nós, advogados, somos os do bem.
Fizeste a mesma coisa que acabaste de criticar. Tu atacas a pessoa (cada juiz ou servidos que é noticiado), ao invés de analisar com a mínima isenção de ânimo os fatos.
para ser levado a sério, há de se tratar com seriedade os demais!
No fundo, quem se importa quanto ganha um juiz?! Queremos saber é quantos processos ele sentencia, se sentencia bem... resumindo, se é um bom juiz!
Essa discussão sobre salários de juizes é tão pequena e mesquinha que eu já estou enjoado. Não aguento mais os Juizes dizendo que ganham pouco e os advogados dizendo que eles ganham muito.
No fundo, desviamos a atenção daquilo que realmente importa, que é a qualidade e quantidade do trabalho.
Quanto ao MAP, ele se acha o paladinho da justiã e da moralidade... ele se acha o próprio Beowulf - O caçados de monstros... monstros que só ele enxerga!
Cansei deste tema!!! Por mim juizes ganham 200 mil... ou ganham salário-mínimo. To nem ai mais pra essa discussão. O que me importa é como anda o trabalho, a quantidade e a qualidade. O que me importa é a estrutura do Poder Judiciário.
CHEGA DE DISCUTIR TANTA BOBAGEM.
Creio que o maior problema não é propriamente quanto os juízes ganham, mas o quão irreais são suas reivindicações. A notícia nos dá conta de que os juízes americanos, em média, ganham até menos do que os juízes brasileiros, e mesmo assim eles não param de falar dia e noite que ganham pouco. A meu ver, considerando que o Brasil é um País pobre e que faltam recursos para o Judiciário, ao mesmo tempo em que faltam juízes, a solução seria naturalmente manter os vencimentos congelados de modo a que se possa utilizar os recursos excedentes com a contratação de mais magistrados, de modo a que os feitos tenham maior agilidade. Obviamente que tal tipo de modificação atenta contra os interesses de um pequeno grupo (os juízes e os "concurseiros"), que enxergam a magistratura como solução mágica para a solução de todos os seus problemas, fonte eterna e inesgotável de recursos para uso próprio, mas traz vantagens reais para o cidadão brasileiro comum, que paga uma das maiores cargas tributárias do mundo e recebe quase nada ou muito pouco em troca. É o momento de se começar a pensar menos nos interesses de "grupinhos", e mais na coletividade.
Veja-se que o "grito" da magistratura na data de hoje é contra a Ministra Eliana Calmon. Tanto a Constituição Federal como a Lei da Magistratura estabelecerem que é direito dos juízes e de todos os demais cidadãos terem uma casa para morar. Mas os magistrados federais, acreditando-se detentores de um direito superior aos dos demais cidadãos (como que o princípio da igualdade não existisse) querem porque querem que o Poder Judiciário construa casas para eles morarem, embora o País seja pobre e não exista recursos para atender a tal tipo de reivindicação. E se as casas não são construídas, querem receber "um por fora", o chamado "puxadinho". Obviamente não tardou para que a Ministra fosse atacada de todas as formas, quando disse que se tratam de “acusações maledicentes, na busca de uma forma de me desqualificar."
De qualquer forma, embora eu não acredite que a situação econômica dos juízes federais esteja assim tão ruim como se diz, se está mesmo faltando dinheiro para pagar a moradia é sempre possível se fazer um "puxadinho" nos fóruns federais para acomodá-los enquanto não houver dinheiro suficiente para construir moradias condignas com a "dignidade do cargo". De quebra, eles também economizam no combustível.
Caramba! Alguem segura o homem! Ele esta fora de controle! Que ataque de furia! So falta fazer como aqueles psicopatas americanos, pegar uma metralhadora e sair matando juizes a esmo, de preferencia federais (alias, pq será, heim?)...
Juizes, fujam!!!
Alias, map, o que você acha de a eliana calmon ter enbolsado 84 mil reais numa tacada so a titulo de atrasados de vale-alimentacao, enquanto os tais juizes federais não ganharam um centavo sequer? Ai pode, ja que essa senhora e' uma santa??
Certamente. A Ministra Eliana Calmon recebeu "penduricalhos", violou sigilo bancários de juízes e até matou Jeanne d'Arc. Só faltou um detalhe: tais fatos terem um mínimo de embasamento fático.
Basta olhar no site do stj, o salario dela em outubro passado, turbinado em 84 mil. Ela mesma admitiu, apenas errando ao falar que juizes e desembargadores tb ganharam, ja que estes não receberam nada.
Agora, se você quer defende-la disso, vou presumir sua ma-fe, e parar de argumentar com um tolo como você.
Alias, talvez você queira que a eliana calmon trucide os juizes (no que você se sente realizado) e, para ela fazer isso, você não da bola p os absurdos que ela cometa, não e' mesno?
Basta olhar no site do stj, o salario dela em outubro passado, turbinado em 84 mil. Ela mesma admitiu, apenas errando ao falar que juizes e desembargadores tb ganharam, ja que estes não receberam nada.
Agora, se você quer defende-la disso, vou presumir sua ma-fe, e parar de argumentar com um tolo como você.
Alias, talvez você queira que a eliana calmon trucide os juizes (no que você se sente realizado) e, para ela fazer isso, você não da bola p os absurdos que ela cometa, não e' mesno?
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