OAB defende no STJ honorários como bem essencial para o profissional

“Os honorários dos advogados não podem ser aviltados. Devem ser considerados um bem alimentar, essencial para que o profissional da advocacia seja valorizado e possa, dessa forma, fazer com que o cidadão seja engrandecido”. A afirmação foi feita pelo presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, ao reunir-se nesta segunda-feira (4/3) com o presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Felix Fischer.

No encontro, os presidentes da OAB e do STJ trataram de vários temas inerentes ao acesso e valorização da advocacia, abordando especialmente decisões que vêm sendo proferidas por juízes de todo o país que insistem em aviltar os valores arbitrados a título de honorários de sucumbência.

“Reforçamos a importância da jurisprudência do STJ que tende a discordar dos valores aviltantes e rever tais decisões. Para a OAB este é um tema absolutamente atual e pertinente para a sobrevivência dessa profissão, que é a verdadeira guardiã dos direitos do cidadão perante o Juduciário”, afirmou Marcus Vinicius. Também participaram da audiência os ministros do STJ Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

Marcos Alves Pintar disse:
06 de março de 2013 às 01:11

A iniciativa é boa, mas por si só não resolve o problema. O ministro Felix Fischer é conhecido pelo respeito que dispensa à advocacia, mas para que uma ação chegue até lá para que os honorários sejam arbitrados de forma equânime, afastando-se o conhecido e crescente ódio dos juízes contra os advogados, vai chão. A OAB precisa estar presente, principalmente, na primeira instância, e atuar EM TODOS OS CASOS nas quais se verifica o aviltamento da profissão, que não são poucos.

Zé Machado disse:
06 de março de 2013 às 06:49

O poder judiciário considera o advogado um corpo estranho em seu meio, mesmo sendo ele a razão de sua existência, inclusive recolhimento de custas, sua alma. A justiça do trabalho desconhece o princípo da primazia da realidade e reprime o advogado, sujeitando-o à Lei de Darwing.Quem vendeu a advocacia e quem comprou a JT? O que é incrível é que a OAB sempre fica no plano do discurso para resolver o problema e vai empurrando o advogado para o proletariado.

Zé Machado disse:
06 de março de 2013 às 06:49

O poder judiciário considera o advogado um corpo estranho em seu meio, mesmo sendo ele a razão de sua existência, inclusive recolhimento de custas, sua alma. A justiça do trabalho desconhece o princípo da primazia da realidade e reprime o advogado, sujeitando-o à Lei de Darwing.Quem vendeu a advocacia e quem comprou a JT? O que é incrível é que a OAB sempre fica no plano do discurso para resolver o problema e vai empurrando o advogado para o proletariado.

Você precisa estar logado para enviar um comentário.