O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, destratou o jornalista Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo, nesta terça-feira (5/3), na saída da sessão do Conselho Nacional de Justiça. O jornalista abordou o ministro fazendo uma pergunta. O ministro, então, reagiu visivelmente alterado.
Seguiu-se o seguinte diálogo:
Jornalista — Presidente, como o senhor está vendo…
Barbosa — Não estou vendo nada. Me deixa em paz, rapaz! Me deixa em paz! Vá chafurdar no lixo como você faz sempre!
Jornalista — O que é isso, ministro? O que houve? O que houve?
Barbosa — Eu estou pedindo, me deixe em paz. Eu já disse várias vezes ao senhor. Várias!
Jornalista — Mas eu tenho que fazer pergunta. É meu trabalho, ministro.
Barbosa — É, mas eu não tenho nada a lhe dizer. Não sei. Não quero nem saber do que o senhor está tratando.
O ministro, então, seguiu em direção do elevador e, enquanto esperava, emendou: “Palhaço”.
Minutos depois, a Secretaria de Comunicação Social do Supremo publicou nota se desculpando pelo episódio.
Leia a nota:
Nota à Imprensa – nº 01/2013
Brasília, 05 de março de 2013
Em nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Joaquim Barbosa, peço desculpas aos profissionais de imprensa pelo episódio ocorrido hoje, quando após uma longa sessão do Conselho Nacional de Justiça, o presidente, tomado pelo cansaço e por fortes dores, respondeu de forma ríspida à abordagem feita por um repórter. Trata-se de episódio isolado que não condiz com o histórico de relacionamento do Ministro com a imprensa.
O ministro Joaquim reafirma sua crença no importante papel desempenhado pela imprensa em uma democracia. Seu apego à liberdade de opinião está expresso em seu permanente diálogo com profissionais dos mais diversos veículos. Seu respeito pelos profissionais de imprensa traduz-se em iniciativas como o diálogo que iniciará no próximo dia 07 de março, quando receberá em audiência o Sr. Carlos Lauria, representante do Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ), ONG com sede em Nova Iorque.
Wellington Geraldo Silva
Secretário de Comunicação Social – SCO
Supremo Tribunal Federal
Se o ministro Joaquim Barbosa sente dores tão insuportáveis a ponto de o levar a agir dessa forma então só há uma coisa a fazer: RENUNCIAR.
Não é de hoje que o ministro tem essa fama justificada de tratar com grosseria gratuita não só jornalistas mas também advogados e seus pares do STF.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
O sr. Carlos Lauria deveria cobrar do ministro uma retratação pessoal ao jornalista Felipe Recondo.
Dizer que o ministro "respondeu de forma ríspida à abordagem feita por um repórter", não traduz com fidelidade o que ocorreu.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
Perguntar o repórter até pode ,agora se o que ele vai receber como resposta pode ou não ser o que ele espera. O Min. Barbosa está de saco cheio com essa palhaçada de perguntas idiotas e aplicou "Tolerância Zero" só isso.
A Lei Orgânica da Magistratura prescreve que os juízes devem tratar "com urbanidade" as pessoas que o procuram ou que com ele trabalham. O presidente da nossa Suprema Corte e do CNJ - que seria "o juiz dos juízes", nos dá um péssimo exemplo ao agir dessa forma, transgredindo a lei. (na verdade isso nem precisaria estar em lei - todo servidor público, a muito mais os magistrados, devem tratar a todos com urbanidade - é regra primária de convivência social).
O Ministro já pediu desculpas, reconhecendo o erro, e o episódio merece ser esquecido. Obviamente aqueles que nada tem para fazer ou pensar, ocupando o tempo procurando erros no comportamento dos outros, terão assunto para vários dias. Mas, quem possui responsabilidades, por vezes indo aos limites das forças para cumprir bem os compromissos, sabem muito bem que não é possível se manter a paciência em 100% do tempo, mormente quando se está a falar com jornalistas.
Assim não, Ministro! Embora seja compreensível que paciência tem limite para qualquer ser humano, esse episódio em nada contribuirá para a imagem do Supremo Tribunal Federal e do próprio Ministro. Os "patriotas" de sempre já andam bastante animados, não é preciso dar ainda mais munição para que a desqualificação do STF seja intensificada ainda mais.
Apesar de ter utilizado expressões fortes, não tiro a razão do Ministro Joaquim Barbosa. O jornalista foi insistente, mesmo após o Ministro ter dito que não queria falar com ele, ainda assim continuou insistindo e perseguindo o Ministro. O fato de o jornalista estar fazendo o seu trabalho, de maneira alguma implica em qualquer tipo de obrigação para outrem, notadamente responder perguntas ou parar para conversar. Quem quer falar com a imprensa fala, quem não quer não fala, simples assim. Qualquer um nestas condições teria simplesmente perdido a paciência. O Ministro disse que não queria falar, que não queria dar entrevista. Qual foi a parte do "não quero falar, não quero dar entrevista" que o jornalista não entendeu ???
E se fosse juiz? Talvez o CNJ já estaria açoitando o juiz em praça pública por tal comportamento. Comnportamento inadequado para um juiz. Muito feio!
Esse episódio será muito útil aos nacionais. Agora observaremos a imprensa...
Tendo promovido seu ofensor à situação que beira a idolatria, desta feita será o centro de seu próprio holofote!
Um caso de falta de decoro prálamentar e desta vez jurisdicional e envolvendo personagens de dois poderes !!!
"Mas que situação" disse personagem em conhecida obra da sétima arte em conjuntura de dificuldade. Outro, de obra da mesma estirpe, observou: "O importante não é torcer para que aconteça, mas prestar atenção quando acontecer" !!!
(*!*)no desdobramento !!!
Daí, desse comportamento e personalidade, é que saiu o julgamento do mensalão.
A quem perguntou o que aconteceria se fosse juiz, respondo: Se fosse juiz de 1o grau poderia estar respondendo processo sem direito a defesa. Seria considerado culpado apenas com a notícia que se veiculou na imprensa, e aqui ninguém estaria comentando "vamos encerrar o assunto, pois a assessoria já se desculpou".
Mas uma coisa faço questão de anotar; o CONJUR divulgou que o Min. respondeu rispidamente e "seguiu-se o seguinte diálogo", então ficou claro que o reoórter insistiu mesmo após o Min. deixar claro que não queria conversar. A grosseria, embora indevida vindo de uma autoridade que precisa saber cumprir liturgias próprias do cargo - entre as quais de ficar calado quando não quer responder -, foi uma resposta à insistência do jornalista.
Se não houvesse nada de errado na conduta do ministro, não haveria razão para a Nota à Imprensa 01/2013 na qual o Secretário de Comunicação Social do STF pede desculpas aos profissionais de imprensa pelo episódio ocorrido, em nome do ministro Joaquim Barbosa. Quem pede desculpas o faz porque fez algo errado.
O ministro é pessoa pública que tem que prestar contas à sociedade da sua atividade. Não pode de maneira alguma tratar os profissionais da imprensa dessa forma.
Se esse tipo de comportamento é inaceitável para um juiz de primeira instância, sem dúvida alguma também é inaceitável para o relator da AP 470.
Vê-se um maniqueísmo tendencioso. Todos sabem que temperança nunca foi o forte do Ministro. Se ele tivesse dirigido tais palavras a um Juiz, ou ao presidente de uma associação de Juízes (o lado negro da força), estaria sendo novamente endeusado por ter dito tão somente a verdade. Mas atacar o lado bom, a sempre infalível imprensa...aí é falha gravíssima.
Não custa lembrar que foi este periódico (frise-se, extremamente sensacionalista e pouco técnico quando trata do judiciário) que noticiou e fotografou o Ministro em bares e festas num dos muitos períodos em que gozava licença saúde no STF. Será que, como Itamar Franco, ele guarda o rancor na geladeira?
Lamentável o comportamento do Ministro Joaquim Barbosa, não coaduna com o nobre e elevadíssimo cargo que ocupa e está no início de seu biênio como presidente, porquanto, parece que já é o fim.
Lamentável o comportamento do Ministro Joaquim Barbosa, não coaduna com o nobre e elevadíssimo cargo que ocupa e está no início de seu biênio como presidente, porquanto, parece que já é o fim.
mas o ser humano nem sempre esta num dia bom. Alias, quem nunca deu uma resposta atravessada a alguem que atire a primeira pedra.
Nesse aspecto, o comentário do dr. Pintar e elogiável.
De quem ? Do jornalista ? Do Ministro ? Criticar é fácil . Aturar é que é difícil ! E , o que dizer de nós "comentaristas" , uns advogados , outros Juízes , Procuradores , Bancários , Delegados , Mestres , estudantes , iniciantes , etc... que , diariamente , desfilamos nossa "arrogância" , uns com sutileza , outros , com rudeza , grosseria , ofensas , linguagem chula , etc... , censurando uns aos outros , somente , porque alguém teve a "audácia" de externar o seu pensamento , o seu entendimento ... , tudo isto sem as pressões que sofre o Eminente Dr. Joaquim Barbosa , quer por parte de mentecaptos , corruptos , "amigos - graduados ou não - dos corruptos , etc... , e , insistente e diariamente , talvez a maior e dolorosa pressão , a que lhe impõe a sua "carente" coluna ?
Vamos enfiar a carapuça ? Vamos crescer ? Evoluir ? Desmestificar ? Fraudar ? Apresentarmo-nos de cara limpa ? A hora é de responsabilidade , o momento é de refinar problemas , a ocasião é ímpar para enquadrar-se os corruptos . Deixem o Presidente do STF e do CNJ fazer em dois anos , o que nós e os outros , não fizemos e não farão , respectivamente , em nome de uma vida mais justa e honesta , para toda a Sociedade Brasileira . CRESÇAM E APAREÇAM , USEM A INTELIGÊNCIA , A PRUDÊNCIA E A SABEDORIA , PARA , AO MENOS , NÃO ATRAPALHAR .
Para aqueles desavisados que andam cogitando lançar a candidatura desde senhor à nada menos do que a Presidência da República, fica bem claro o sinal de alerta do que se pode esperar.
Não é de hoje que este senhor demonstra arraigado viés ditatorial, não só perante seus pares magistrados, como perante advogados (que ele sempre se recusou a receber em gabinete) e servidores do Judiciário.
O endeusamento deste senhor por ocasião do julgamento do chamado Mensalão só se prestou para arraigar ainda mais a prepotência e a arrogância que o caracterizam e parecem inatas. Algo como treinar um pitbull para o ataque...
O ofendido direto foi o jornalista, mas a ofensa atinge a toda a sociedade, para não dizer que destrata a própria Constituição e a LOMAN, que este senhor, pelo cargo que ocupa, deveria honrar mais do que à própria mãe!
Fosse muito menos dito por um Advogado, pronto, a indenização por danos morais subiria à estratosfera, mas enfim...
Quando vejo algumas tiradas do partido da Magistrado, ou digamos, as "Juizetes". Não tenho tanto tempo na profissão, mas já peguei causas que muitos Advogados com mais anos de profissão se recusaram a patrocinar à alegação de que não valeria a pena se indispor com a Magistratura, afinal de contas tinham de pensar nos seus respectivos concursos públicos (concurso público virou profissão, inclusive de fé), eu me pergunto. Será que repristinaram o art. 99 da Constituição Outorgada de 1824? ch?v=i0mb2z3htU0 ul-10/promotora-soco-advogado-juiz-suspe nde-audiencia-bahia
" Art. 99. A Pessoa do Imperador é inviolavel, e Sagrada: Elle não está sujeito a responsabilidade alguma."
Até que um dia, em um passado quinze de novembro, foram à casa do Marechal Deodoro da Fonseca, que estava de pijama, com febre, acordaram o Marechal, que vestiu a farda, foi ao Campo de Santana, bufando de raiva da notícia de que o Primeiro Ministro do Império estaria querendo dissolver o Exército, e proclamou a República, voltando em seguida para casa, e para o conforto do seu pijama. Logo a Guarda Nacional foi dissolvida...
A propósito, o caudilho Hugo Chavez não conseguiu vencer a morte, mas antes fez um estrago na magistratura da Venezuela.
Quando Magistrados resolvem politizar a prestação jurisdicional, bem, se Brizola chamava determinado partido de "a UDN de tamancos e macacão", em política não existem virgens vestais.
A propósito de urbanidade, uma imagem vale mais que mil palavras.
http://www.youtube.com/wat
e mais
http://www.conjur.com.br/2012-j
Quem não sabe brincar não desce para o playground.
Dispensa qualquer outro comentário. No mais nem MP e nem Magistratura tem condições de fecharem o Congresso, e parecem subestimar o equilíbrio de forças.
Para aqueles desavisados que andam cogitando lançar a candidatura desde senhor à nada menos do que a Presidência da República, fica bem claro o sinal de alerta do que se pode esperar.
Não é de hoje que este senhor demonstra arraigado viés ditatorial, não só perante seus pares magistrados, como perante advogados (que ele sempre se recusou a receber em gabinete) e servidores do Judiciário.
O endeusamento deste senhor por ocasião do julgamento do chamado Mensalão só se prestou para arraigar ainda mais a prepotência e a arrogância que o caracterizam e parecem inatas. Algo como treinar um pitbull para o ataque...
O ofendido direto foi o jornalista, mas a ofensa atinge a toda a sociedade, para não dizer que destrata a própria Constituição e a LOMAN, que este senhor, pelo cargo que ocupa, deveria honrar mais do que à própria mãe!
Não estou gostando desse senhor.Penso que tratar o terceiro com respeito deveria ser obrigação de todos,principalmente dos homens públicos. Nenhuma dor é maior do que o respeito ao próximo.A pessoa quer ser respeitada, mas não respeita o próximo.Ademais, estou com os magistrados:esse senhor quer fazer o seu nome em cima dos valorosos juízes de direito de todo Brasil.Não só os juízes,mas os funcionários do Poder Judiciário trabalham herculeamente e deveriam ser respeitados por sua excelência.E não gostei do julgamento do mensalão:a pena tem que ser proporcional ao delito.Passando um xizinho a mais da proporção, a pena passa a ser injusta.Minha solidariedade ao repórter e a todos os valorosos juízes de direito.
Este comentário nada tem a ver com o Ministro Joaquim Barbosa. Apenas gostaria de dizer que achei espantoso o vídeo apresentado pelo comentarista Ramiro. Por que raios o "promotor" não recebeu voz de prisão? Pior: a juíza assistiu àquela aberração, àquele simulacro de julgamento, de camarote, sem fazer nada. Certamente deve ter pensado apenas "que deselegante!" (refiro-me à famosa frase de Sandra Annenberg).
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Quem não é do Brasil e assiste a isso, até pensa que em Banânia é crime fazer defesa criminal. Pena que ainda sou estudante e nada posso fazer além de criticar. Fosse eu o juiz daquele júri, suspenderia o julgamento e soltaria o réu gostosamente, caso estivesse preso preventivamente. Além de lembrar à "autoridade" (fartamente remunerada com dinheiro público) que Tribunal do Júri não é nem deve ser sinônimo de algazarra, claro. Algazarra é lá em Cuba ou na Coréia do Norte.
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Não pretendo generalizar, pois todas as profissões têm seus praticantes bons e maus, mas é um imperativo que os maus sejam tratados energeticamente quando cometem atitudes bárbaras.
Eis ai o Batman dos desavisados e acéfalos!!!!
Isso porque quem não advogada no Supremo não sabe que ele atravessava mais de ano e meio com processo em seu gabinete, para despachar liminar em Habeas Corpus.
Um imbecil e pretensioso... aliás, pretensiosos são sempre imbecis!!!!
Fiscal do Sarney!
O ministro Joaquim Barbosa é mais um "fiscal do Sarney" que, pontualmente, atende necessidades exemplares exigidas pelo povo. De nada adianta não mudando a Lei e, principalmente, o dito Quinto Constitucional(do diabo)!Esse Quinto é a própria infusão da corrupção brasileiro, numa mistura política partidária/política judiciária. É o braço político judicial trocando favores e chantagens com o sistema político partidário, acabando nas mãos do poder executivo uma escolha de candidatos não concursados para o fim proposto(tribunais superiores), que deveria ser a primeira etapa desse processo. Nessa disputa política pelos cargos "veneráveis" a OAB se agarra numa cobiça desmedida. Logo a OAB que tem história na luta democrática/social brasileira. Conhecer a real motivação e vida de muito, se não a maioria, dos "veneráveis" dos superiores tribunais poderia causar uma revolução das massas que, logo afirmariam: "Assim, até eu posso e quero salário e mordomias desses desvairados"! Fora os pitis do ministro Joaquim Barbosa, suas ações refletem um pouquinho da Justiça desejada pelo povo. Pena que os "outros" de um passado recente ficaram de fora!
O ministro reagiu como celebridade estressada, não como juíz. Agora os jornalistas que conhecem muito bem a TPM, terão que adivinhar quando o ministro etá ou não com celebrite! Ele mesmo não pediu desculpas. O fato de ele estar na idade do condor, não justifica tal reação,apesar do desconforto, pois até está namorando uma gatinha.
O ministro reagiu como celebridade estressada, não como juíz. Agora os jornalistas que conhecem muito bem a TPM, terão que adivinhar quando o ministro etá ou não com celebrite! Ele mesmo não pediu desculpas. O fato de ele estar na idade do condor, não justifica tal reação,apesar do desconforto, pois até está namorando uma gatinha.
Eu acho que o Barbosa pensou que o jornalista era da Veja e mandou o cara ir "chafurdar" lá na Editora Abril!!!
A hipocrisia e a intolerância para quem está liderando uma das maiores revoluções na sociedade brasileira, quebrando a marretadas sólidas instituições corporativas "do você sabe com quem está falando"! Errar é humano, persistir no erro é diabólico. O Ministro, após o episódio desculpou-se publicamente, reconheceu o excesso e redimiu-se da falta. Já o Lula et caterva, que nada viu, nada vêem e continuam não vendo persistem em seu erro e não tem ninguém no PT que venha se desculpar. O problema não é não errar. É persistir no erro
Horrível ver que nosso Ministro do Supremo age desta forma. De qualquer sorte, já previam alguns Ministros que o Dr. Joaquim Barbosa, pelos seus antecedentes (atos na casa), bate boca descontrolado entre outros, não estava preparado para assumir a presidência de um órgão tão importante. Não adianta jogar a culpa em dores nas costas ou similar, pois essa dor e muitas outras boa parte da nação tem e nem por isso estão autorizados a errar e tratar mal qualquer pessoa. E se as dores nas costas o fazem agir assim, então é melhor que se aposente com urgência, afinal, ao que se vê, vai atrapalhar também nos trabalhos no Supremo. E depois a justificativa/desculpa pode ser que seja as dores nas costas, dor de cabeça ou seja lá o que for. Gente, demorou para sair de vez, talvez nem devesse ter integrado tão importante Órgão, onde com certeza há a necessidade de carregar muita sabedoria, experiência e equilíbrio.
Horrível ver que nosso Ministro do Supremo age desta forma. De qualquer sorte, já previam alguns Ministros que o Dr. Joaquim Barbosa, pelos seus antecedentes (atos na casa), bate boca descontrolado entre outros, não estava preparado para assumir a presidência de um órgão tão importante. Não adianta jogar a culpa em dores nas costas ou similar, pois essa dor e muitas outras boa parte da nação tem e nem por isso estão autorizados a errar e tratar mal qualquer pessoa. E se as dores nas costas o fazem agir assim, então é melhor que se aposente com urgência, afinal, ao que se vê, vai atrapalhar também nos trabalhos no Supremo. E depois a justificativa/desculpa pode ser que seja as dores nas costas, dor de cabeça ou seja lá o que for. Gente, demorou para sair de vez, talvez nem devesse ter integrado tão importante Órgão, onde com certeza há a necessidade de carregar muita sabedoria, experiência e equilíbrio.
Interessante como as pessoas, sem distinção de cor, credo, renda etc., que são alçadas a uma posição de muito poder no Brasil, passam a proceder de forma, no mínimo, "estapafúrdia". Não é de hoje que venho observando alguns dos discursos e ações do sr. Joaquim Barbosa, tido e havido como uma novo marco de honradez, postura ética e justiça para “brasileiros e brasileiras”. Como, por exemplo, seu "bate-boca" com o coleguinha Gilmar Mendes, transmitido ao vivo, em que ele diz, textualmente, que este "não estava falando com seus capangas no Mato Grosso". Fiquei, até hoje, sem saber por que um cidadão togado, de pressuposta conduta ilibada, notório saber, ocupante do cargo de ministro do STF tinha capangas. No mesmo Brasil, isto é extremamente grave. Ou não mais? O episódio, lamentavelmente, não se esclareceu. Também não compreendi por que o presidente não foi arrolado no processo do Mensalão, já que tudo se baseou na tese de "domínio do fato". Aliás, contestada para tal fim por um jurista mui respeitado. Também não me lembro do nome do presidente do STF durante o longo período das chamadas "lutas democráticas" contra a ditadura militar. Provavelmente, devia estar cuidando de sua carreira jurídica. Temos de aprender, de uma vez por todas, a não superestimar personalidades, mas, apenas observar, atentamente e de forma crítica, seus passos, para que não haja surpresas desagradáveis nem frustrações ideológicas nem tampouco endeusamentos desnecessários e pueris.
Dê poder ao homem e ele lhe mostrará seu verdadeiro carater.
Esta atitude demonstra que chegou a hora do ministro descontar todas as humilhações que passou na vida?
Os cargos são passageiros, pense nisto Excelência.
Vejo aqui opiniões em todos os sentidos em relação ao episódio (defendendo a postura do Chief Justice ou não). Seja como for, e independente do pedido de desculpas, aproveito o espaço para esclarecer que "chafurdar" não é uma palavra bem definida no dicionário. Mas um exemplo dado ao uso da expressão é: "os porcos chafurdam na lama". Se essa é uma linguagem adequada a uma autoridade pública, fica a critério de cada um tecer seu julgamento. Eu, particularmente, vigiarei para não usá-la em minha vida, pública ou privada, ao me dirigir a terceiros.
O Min.Barbosa precisa se controlar.Precisa conviver melhor com a discordância.Ou divergência, como preferem.
A pessoa pode ser dura, séria, ter idéias firmes sem se perder em bate-bocas, ofensas ou desqualificações.
Já vi, em Brasília, repórteres ( ou jornalistas ) quase enfiando microfone no rosto de autoridades ou, dando a entender, que sua necessidade de informação torna obrigatória a concessão de uma entrevista; não importa o local ou a pressa - muitas vezes justificada - da autoridade em questão.
No meu entender, um bom assessor de imprensa ( além da necessária temperança da autoridade ) pode lidar com tais questões.
Organizando entrevistas com a imprensa e não facultando contato com jornalistas, fora de um momento pré-combinado.
No mais, é melhor calar-se do que ( ato nobre ) desculpar-se depois.
Alguem aqui fez uma comparação com Lula no comentário,nada a ver,é um fato isolado de pura falta de respeito para com o próximo,vindo de um simples cidadão ja é reprovável,imagine vindo do presidente da mais alta corte da nação.Quem viu o julgamento do mensalão pela TV,não se surpreende,ja que o Sr Presidente varias vezes parecia que ia bater em algum dos seus pares,lamentável.Alega que não estava bem,fez o mesmo no caso do mensalão,lugar de doente é no hospital ou na clínica,um tanto suspeito alguem doente fazer de tudo para não deixar a relatoria no caso mencionado.De outra feita acusou um dos seus pares de algo mais ou menos como ter pistoleiros,ou coisa parecida,só que até hoje não se provou se é verdade ou mentira,isso é gravíssimo,principalmente vindo de um ministro,ou temos um ministro que mantêm pistoleiros ou temos um ministro que faz falsas acusações.No caso de ontem,não que os jornalistas sejam todos bonzinhos,quando cismam com alguem, sai de baixo,mas não merecia ser tratado como um porco,alias ninguem merece.Lembro de algo que meu avô dizia:quer conhecer alguem? de poder a ele. Passou da hora de se fazer uma grande reforma no nosso judiciário e traze-lo para o Séc.21.
Lamento pelo Supremo Tribunal Federal. E lamento por nós, profissionais do Direito. No entanto, nada poderia ser esperar a mais: a falta de berço gera truculências, das domésticas às públicas.
Realmente, dúvida não há no sentido de que, caso tais palavras fossem ditas por um jornalista ou advogado contra um juiz, a condenação na esfera cível e criminal seriam certas. Arrisco-me a dizer que a indenização por "danos morais" partiria do valor mínimo de 200 mil reais. Nesses casos, não se fala em dor de coluna, em cansaço ou stress. O Ministro Joaquim Barbosa reconheceu o erro e o caso merece ser esquecido, já que as ofensas foram proferidas em um desatino de momento. Mas, episódios dessa natureza nos mostram que a ideia de República no Brasil ainda é incipiente, vez que a "reprovação oficial" de uma conduta depende, fundamentalmente, da qualidade do sujeito, não da conduta em si.
Ao meu ver as escusas lançadas por meio de nota oficial, apenas corroboram o descaso do Sr. Ministro com o fato e sua suposta vítima. O epsódio merece apuração pela corte. O respeito exigido, também é devido.
Estranha a atitude e as palavras do eminente ministro visto que o lixo ao qual ele se refere foi fartamente utilizado para fundamentar a decisão da ação penal 470, mais conhecida como ação do mensalão. Se me recordo bem, não foi nas matérias jornalísticas que as sentenças se fundamentaram/
Estranha a atitude e as palavras do eminente ministro visto que o lixo ao qual ele se refere foi fartamente utilizado para fundamentar a decisão da ação penal 470, mais conhecida como ação do mensalão. Se me recordo bem, não foi nas matérias jornalísticas que as sentenças se fundamentaram/
Nada como o passar do tempo, para restar demonstrado o que era evidente, para muitos, no julgamento da Ação Penal 470.
Mas, muito há de se ver ainda...
Não é crível, nem admissível que um membro do STF, a mais alta Corte do país, que diz ter chegado lá por méritos próprios, proveniente de família humilde, tenha um comportamento tão arrogante a ponto de humilhar um profissional que encontrava-se trabalhando. Será que o ministro esqueceu da boa educação que recebeu? Falo como cidadão brasileiro revoltado com a conduta de alguns que se encontram no poder, recebendo nosso dinheiro. Tá na hora do povo acordar e cobrar tratamento digno e respeito, a final de contas o ministro esta lá pra sevir a sociedade e ganha, muito bem por isso. A imprensa possui grande importância nos países democrático, nada justifica a postura do ministro, sobretudo levando em conta a sua formação. Conduta incompatível a de um magistrado. Estou indigando. No meu entendimento cabe indenização por danos morais. O órgão de classe(dos jornalistas) deve ser mais atuante e dar todo o apoio ao jornalisat publicamente ofendido. Chega. Basta. Já estamos fartos.
Como muito bem disse o Eminente Ministro Marco Aurelio, teremos dias dífíceis no STF.
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