O plenário do Tribunal Superior Eleitoral elegeu nesta terça-feira (8/4) o ministro Dias Toffoli para ocupar o cargo de presidente da corte a partir do dia 14 de maio. Ele sucederá o atual presidente, ministro Marco Aurélio. O ministro Gilmar Mendes foi eleito, na mesma sessão, vice-presidente do tribunal na futura gestão.
Após eleito, o ministro Marco Aurélio cumprimentou os magistrados pela eleição e informou a data da posse dos eleitos, que ocorrerá no dia 13 de maio, no plenário da corte. “Para mim, a data de 13 de maio é muito simbólica, pois deixarei de servir a dois senhores [no caso, ao Supremo Tribunal Federal e ao TSE, permanecendo no cargo de ministro do Supremo]”, disse o ministro Marco Aurélio.
Por sua vez, o ministro Dias Toffoli agradeceu os votos. “Registro a minha alegria e a minha honra em receber a Corte e a Presidência do Tribunal das mãos de Vossa Excelência [ministro Marco Aurélio], a quem aprendi a admirar, principalmente na atuação junto a este tribunal. Será uma grande alegria sucedê-lo”, enfatizou.
Após a eleição, o ministro Dias Toffoli falou a jornalistas sobre a expectativa de assumir a presidência do TSE em ano eleitoral. Ele afirmou que dará continuidade ao “trabalho que é feito pelo Tribunal Superior Eleitoral e toda a Justiça Eleitoral a cada dois anos com as eleições, garantindo esse sucesso que é a Justiça Eleitoral brasileira, com a credibilidade e com a segurança de que o voto dado é o voto contabilizado”.
O ministro Dias Toffoli tomou posse como vice-presidente do TSE em 19 de novembro de 2013 e como ministro efetivo do Tribunal em 29 de maio de 2012. O Supremo Tribunal Federal o elegeu, no dia 10 de maio daquele ano, para integrar a corte eleitoral como membro titular, na vaga aberta com o pedido de exoneração do ministro Ricardo Lewandowski. Toffoli atuou como ministro substituto no TSE, em uma das vagas destinadas a membros do STF, de dezembro de 2009 a maio de 2012.
Composição
O TSE é composto por, no mínimo, sete ministros efetivos, sendo três juízes entre os ministros do Supremo Tribunal Federal, dois magistrados entre os ministros do STJ e dois advogados indicados pelo Supremo e nomeados pela presidente da República. Cada um dos ministros efetivos tem um ministro substituto do mesmo órgão de origem.
Os ministros do STF que integram atualmente o TSE como titulares são Marco Aurélio (presidente), Dias Toffoli (vice-presidente) e Gilmar Mendes. Compõem o TSE ainda a ministra Laurita Vaz, que é a corregedora-geral eleitoral, João Otávio de Noronha, ambos do STJ, e os ministros Henrique Neves e Luciana Lóssio, provenientes da advocacia.

A dominação do PT é cada dia mais intensa.
Realmente quero acreditar que esta eleição absurda foi fruto de votos de protesto pelos membros do plenário, igual os eleitores de SP fizeram com o Palhaço Tiririca.
Aparelhamento em todas as esferas. A ditadura já está implantada, mas com a cobertura democrática da CF/88, portanto temos uma ditadura democrática do proletariado. Se fosse isso menos mal, mas a ditadura é da corrupção, onde uma pessoa que não passa em nenhum concurso público, não possui curso de pós-graduação, trabalho relevante no âmbito do direito, ser alçado a mais alta corte por ser amigo da "patota", para não dizer "quadrilha". Notório saber jurídico tem que receber a designação correta "NOTÓRIA INDICAÇÃO CASUÍSTICA", vide as meninas dos ministros que concorreram e concorrem a postos elevados nos tribunais , com apenas 30 e poucos anos.
O mais engraçado é que eles riem, enquanto o povo chora. Além do aparelhamento partidário de um tribunal que deveria ser totalmente isento e independente, temos o problema do desvio de função. Para manter o regime de dominação insiste-se em manter um Supremo Tribunal Federal com somente 11 ministros (e uma quantidade infindável de assessores, bajuladores e comensais), ao passo que se desvia os ministros para trabalhares no tribunal eleitoral. Ora, considerando as centenas de bilhões de reais que o Estado joga pela janela todos os anos com subsídios astronômico em favor de servidores públicos, seria demais arrumar ministros para trabalhar exclusivamente no tribunal eleitoral, sabendo-se que de qualquer forma se decidirá em favor do grupo dominante? Se são só 11 os Ministros do STF, eles devem ter dedicação exclusiva ao Tribunal, sob pena do flagelo representado pelas demandas eternas no STF ser algo eterno.
Em anos de eleição, alçar o suposto defensor aberto dos interesses petistas à presidência do TSE, será, de fato, um prato cheio para os conspiracionistas da direita ultra-radical. Já vislumbro os colunistas daquela revista de duvidosa qualidade indo ao delírio enquanto escrevem as mais escandalosas e sensacionalistas palavras. Um mix de termos amplos e obscuros como "comunistas", "ditadura branca", "brasil vai virar venezuela". O governo não está se dando conta da quantidade de munição que anda provendo à oposição, em especial, aos viúvos da ditadura, amantes de Bolsonaro e Sheherazade. Está na hora do PT sair do governo, certamente, em justiça ao princípio republicano da alternância do poder. Mas espero que jamais triunfe nessa terra a insanidade destes conservadores viúvos da ditadura, que bradam pela "família tradicional e os bons costumes" a qualquer custo, e pretendem fazer esse país voltar a uma época de trevas, estagnando-se lá para sempre todas as possibilidades de progresso.
Num ano eleitoral que promete ser conturbado como esse?
Só esperamos que o ministro possa manter a credibilidade do órgão.
Alguém lembrar de "conspiracionistas de 64".Primeiro, não seria "conspiradores de 64"?Enfim....Parece aquela coisa de ateus que falam mais de Deus (para negá-lo)do que os religiosos.
Conspirações estamos vendo já há alguns anos.Pessoas jovens, sem bagagem de vida e curricular, alçando postos da mais alta envergadura (e sem votos e concurso) porquê são ligadas ao status-quo.Empresas estatais lucrativas e que agora dão prejuízo e poucos (os que podem fazer algo) se interessam em apurar para onde foi o dinheiro.Pessoas que eram remediadas até o ano 2000 e que se tornaram milionárias e ninguém sabe como.
Isto, se não é ditadura, é algo quase tão parecido ou até mais nocivo.Porque alguns lidam, hoje em dia, com o Estado como se propriedade privada fosse.E relegam grandes setores da sociedade à um ostracismo que parece, em algumas horas, como escravidão.Pois grande parte dos cidadãos só são lembrados (e obrigados) a pagar impostos (que sustentam uma máquina obesa e corrupta)e votar.De resto....
Enfim.Acho nosso momento histórico profundamente triste.
Como disse alguém....eles riem enquanto a maioria fica séria ou chora.
Servidores públicos ou servidores do governo? Servidores públicos ou representantes de facções? A gente nunca sabe quem é quem até que alguma revista ou jornal o diga. Aí vem os censuradores, militantes de A ou B, para desacreditarem os meios de comunicação. Mas o que ninguém fala é que todas denúncias feitas pelas mídias são verdadeiras. A última investida foi contra o STF, desqualificado e seriamente questionado pelos réus e padrinhos, que teve seu presidente achincalhado pelo estado. O TSE, eu afirmo, é a base de todas mazelas nacionais no campo político. Ele tem o tríplice poder de legislar, fiscalizar e julgar e quase sempre o faz com complacência invejável a Jó, aplicando multas simbólicas a grupos milionários por infrações e crimes eleitorais. Reformas Já! Ampla, geral e irrestrita, inclusive transformando o TSE em mero fiscalizador dos processos eleitorais.
... não tem nem moral (pertence a partido político, o PT) e nem conhecimento (levou 'pau' em dois exames para juiz substituto) para ocupar esse cargo ...
O PT, desde que assumiu o poder, tem usado, insistentemente, seja no seu modo de governar, seja como forma de atuação na arena politica(ou politiqueira?) a tática recomendada pelo comunista italiano Antonio Gramsci, cujo binômio "desqualificar para dominar" tem sido a tônica em todas as suas investidas contra quem ou o quê seja oponente de seu projeto de poder, seja ele pessoa ou instituição. E, para desgraça nossa, até o presente momento, ela tem dado certo. Outra tática empregada com vista a esse objetivo é o da infiltração de elementos de sua confiança em instituições detentoras de partes do poder do Estado com o intuito de aparelhá-las e delas se servirem para a concretização de suas metas. O partido já não faz mais mistério sobre sua real intenção e seus militantes nem se preocupam mais em tergiversar, quando esse assunto entra na pauta de qualquer diálogo. Para quê? Pois, para se inteirar do objetivo que, hoje, move a esquerda latino americana basta ler as atas que compõem o arquivo do "Foro de São Paulo". De que age sorrateiramente a esquerda, jamais, poderá ser acusada!
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