As eleições presidenciais deste ano serão decididas num segundo turno entre Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, e Aécio Neves, candidato do PSDB. A candidata Marina Silva, do PSB, que teve uma queda expressiva nos últimos dias, ficou em terceiro lugar.
Com 99,8% das urnas apuradas, a presidente somou 41,5% dos votos válido, contra surpreendentes 33,5% de Aécio Neves e decepcionantes 21,3% de Marina Silva. O resultado confirmou a curva ascendente de Aécio e descendente de Marina já constatada nas últimas pesquisas pré-eleições, mas surpreendeu ao apontar uma diferença relativamente estreita entre o candidato tucano e a favorita candidata petista.
A única fora dos três mais votados (ou G3, como tem sido chamado o grupo) que teve mais que 1% de votos foi Luciana Genro, candidata pelo PSOL. Levou 1,5% dos votos válidos com 99,8% das urnas apuradas. Foi seguida pelos candidatos pastor Everaldo, Eduardo Jorge e Levy Fidélix, justamente os nanicos que tiveram o privilégio de, mesmo não tendo grande representatividade, terem aparecido nos debates na televisão.
Os números mostram que, como sempre, o candidato que coincide a curva ascendente de intenções de votos com a data das eleições tem bons resultados. Com essa fórmula, Aécio Neves conseguiu emplacar um segundo turno contra um candidato à reeleição. E estende por mais um ciclo a disputa entre os dois mais poderosos, orgânicos e estruturados partidos pós-redemocratização: o PT e o PSDB. Perspectiva também de que a campanha, além de acirrada, pode agora ser mais rica.
Marina Silva, que se apresentou como terceira via e chamou a atenção de partidos graúdos por conta de seus números nas eleições passadas, continuou na mesma. Fez seu nome porque, naquela ocasião, conseguiu 20% dos votos sendo considerada um nome desconhecido.Manteve os 20% quatro anos depois.

O aparelhamento do Estado;
A perseguição e retaliação ao jornalismo investigativo;
A contabilidade criativa e a manipulação das contas publicas;
A política de assassinato de reputações;
O apoio incondicional a regimes totalitários como Venezuela e Cuba;
Enfim...
O povo é que sabe.
A oportunidade é agora.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
Se o outro caminho for a volta de políticas neoliberais, a volta da privatização a todo vapor, a redução da maioridade penal, a precarização de relações de trabalho chamadas eufemisticamente de "modernização da legislação trabalhista", o apoio de facções com um ranço conservador bem irracional, como a bancada evangélica( que já está no jogo, mas vais se sentir mais livre se for o caso), e má vontade com a criação e ampliação de projetos sociais, e também alguns escândalos de corrupção(onde não os há? Quem dera não os houvesse)tudo com uma certa condescendência da "mídia investigativa", fica difícil considerá - lo um bom caminho. Aliás, alternância que é bom em São Paulo, infelizmente fica adiada, e talvez para depois de 2018.
Não sou muito fã do PSDB, PORÉM, temos que sopesar:
.
DILMA: mensalão, petrolão, estagflação, bilhões de reais enviados à Cuba...
.
AÉCIO: metas e meritocracia no serviço público mineiro, parcerias público-privadas de sucesso em MG, gestão competente e premiada.
O resultado da votação mostra a força que os benefícios sociais exercem nas urnas. Quanto mais pobre o Estado ou a região, maior a votação no partido de ocasião. Nas regiões nas quais há mais empregos e oportunidades, com economia próspera, a votação em Dilma foi pífia, com exceção do Rio Grande do Sul (terra natal de Dilma). A pergunta é: até quando os mais pobres, que dependem de favor do Estado e pouco produzem de efetivo para a Nação, vão mandar nas urnas?
Se Aécio for reduzir mesmo a maioridade penal como prometeu, já mereceria, só por isto, o mandato presidencial.
O Aécio não vai reduzir nem aumentar maioridade penal, e é sempre lamentável ver pessoas da comunidade jurídica incorrendo no grave equívoco de imaginar que presidente da república faz lei penal. A bem da verdade, todo candidato a cargos do Executivo que se envereda no "oferecimento" de mudanças na legislação criminal é alguém que o eleitor consciente deve recusar, pois ao Executivo só é conferida a função de investigar e fazer cumprir as penas. Averiguar se determinadas condutas devem ser criminalizadas ou não, fazendo a lei penal, é função do Legislativo. O Executivo quando se mete a enfrentar tal discussão está na verdade buscando reconhecimento popular com discussões fora de sua competência.
Se os nossos legisladores não atendem os anseios populares (em massa) para reduzir a maioridade penal, que mal tem o Presidente defender a ideia ?
Se bem que os crimes contra a vida praticados por menores poderiam ser atribuídos ao Juri Popular, com ampla defesa e contraditório. Será que ainda assim seria injusto condenar um "di menor" que matou um pai de família, que colocou fogo em índio, mendigo e etc ? Não, porque a sociedade estaria julgando.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login