A legislação estadual da Pensilvânia (EUA) não prevê tratamento especial para crianças e adolescentes em casos de homicídio. Assim, um menino de 10 anos foi indiciado em um “tribunal de adultos”, pelo assassinato de uma senhora de 90 anos.
O menino está em uma prisão comum no Condado de Wayne, sem fiança estipulada pela Justiça, por enquanto, de acordo com os jornais The Washington Post, Scranton Times e outras publicações. Segundo o departamento de correções do condado, ele está separado dos adultos, em uma cela especial com televisão.
O menino matou Helen Novak com uma bengala. Interrogado pela polícia, ele confessou: “Eu matei aquela senhora”. Mas acrescentou que só queria machucá-la, porque estava com muita raiva.
A senhora teria gritado com ele, quando entrou em seu quarto. Ele visitava o avô, Anthony Virbitsky, que era cuidador de Helen. Irritado com o grito, ele teria pressionado uma bengala contra o pescoço da senhora, por quatro ou cinco segundos e, depois, a socado várias vezes no estômago.
O menino chamou o avô, quando viu sangue saindo pela boca de Helen. Ela teria dito que estava bem e pedido para não levá-la para o hospital, conforme o avô havia sugerido. Alguns minutos mais tarde, o avô voltou ao quarto para ver como ela estava e a encontrou morta. Chamada pelo avô, a própria mãe do menino o levou à polícia.
A defesa vai sustentar que o menino sofre de problemas mentais e, portanto, não pode responder pelo crime na Justiça, disse o advogado Bernard Brown. Antes disso, o advogado tentará obter a fixação de uma fiança, pelo juiz, para tirar o menino da prisão. E, de qualquer forma, tentará transferir o caso para um “tribunal juvenil” — equivalente à Vara da Infância e da Juventude no Brasil.

Por envolver uma criança e uma idosa. Muito triste.Mas fico pensando que casos assim demonstram o respeito que alguns países tem pela existência(a vida) de seus cidadãos.
Não sei o que acontecerá com a criança.Mas sua família, devido às diferenças de cultura entre EUA e Brasil, tomou a iniciativa e chamou a polícia.Lá foi ensinado que crime é crime.Depois se procura atenuantes etc.
Já aqui, dependendo do caso, ninguém nem para e pensa "Uma pessoa morreu, uma vida se foi e de forma criminosa".Aqui os atenuantes já estão pré-combinados e agendados. Acredito que o efeito perverso deste comportamento é banalizar a vida humana.Qualquer sociedade que faz isto, seja pelos melhores motivos que existirem, corre o risco da barbárie e dos "fins passarem a justificar os meios" resultado desta distorção nos conceitos de ética e moral; o que pode ser terrível, quando se busca a idéia de viver de forma civilizada em uma sociedade moderna.
De qualquer forma...um caso triste para todos os envolvidos.
Porque o Brasil não adota como modelo essas leis? O que falta para iniciar esse tramite de tortuoso caminho pelas veredas da justiça e salvar os jovens brasileiros?
Pelo comportamento do garoto existe um distúrbio mental envolvido, todavia, não deve isenta-lo de pena em sim interna-lo em uma clínica para tratamento de doentes mentais, talvez pelo resto de suas vida, pois se com dez anos já possui este comportamento, imagine com 18 anos.
"Lá foi ensinado que crime é crime.Depois se procura atenuantes etc." (2)
Esse é um exemplo que deveria ser seguido. E pode ser melhorado: o menor ser julgado por um Tribunal do Júri Especial.
Nesse caso a própria sociedade avaliaria a conduta do menor, com ampla defesa e oitiva de especialistas para análise da consciência e razões de se praticar um crime contra a vida de um ser humano, de acabar com a família da vítima e etc.
Que porcaria esses Estados Unidos!.
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Lá os jovens não podem nem matar os outros em paz! Ficam com essa bobagem de "punição" e "combate ao crime", seja de que idade for o criminoso. Bobalhões!
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Viva o Brasil!
Bem. Esse rigor todo só vale quando se trata dos filhos dos outros. Se o delinquente for seu filho, certamente você dirá: "calma, ele fez algo muito errado, mas é apenas uma criança. Alguns dos criticos iriam de bom grado à delegacia, resgatar o seu "adolescente" ocioso, de 18 anos, que encheu a cara e brigou na rave.
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