Advogadas na Escócia ganham 40% a menos do que os homens

Recente pesquisa divulgada pela Ordem dos Advogados da Escócia mostra que há ainda muito a ser feito pela igualdade dos sexos na profissão. No auge da carreira, as mulheres ganham em média 40% a menos do que os homens. Essa diferença atinge tanto aquelas que tiveram filhos como as que recusaram a maternidade.

Os números apontam que a curva salarial dos homens é muito mais animadora do que a das mulheres. Os dois começam ganhando o mesmo como trainees. Conforme os advogados adquirem experiência, os salários dos homens sobem muito mais rápido do que os rendimentos das mulheres.

Depois de dez anos na profissão, as advogadas atingem o máximo que vão ganhar na carreira. Já os homens continuam crescendo e chegam ao topo perto dos 20 anos de experiência. A partir daí, os salários voltam a cair. No final da vida profissional, a diferença salarial é de 25%.

Filipe Machado disse:
06 de agosto de 2015 às 10:21

A tentativa de expor o racismo, em vez de o extirpar, contribui para o seu crescimento. No conhecido vídeo de Morgan Freeman (um negro, portanto), ele afirma que a melhor maneira de se cessar com esta diferenciação é parar de a tocar - o que parece não ser escutado e praticado.

Aliás, ninguém comenta que no ramo da moda, nenhum homem ganha tanto com as mulheres. Ou seja, dois pesos e duas medidas.

No final, coisa nenhuma acontece e tais postagens só servem para atacar um espantalho inútil e contribuir com a segregação racial, a qual já poderia ter sido eliminada.

daniel disse:
06 de agosto de 2015 às 10:37

geralmente as mulheres têm carga horária menor. Inclusive basta ver que escrevem menos livros e menos artigos científicos, pois optam por outras atividades. A questão é mais ampla.

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