Três candidatos à presidência da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil lançaram ou planejam lançar livros perto do período eleitoral.

Acaba de chegar às prateleiras a nova obra do atual presidente da entidade, Marcos da Costa. Diálogos sobre a Advocacia e a Cidadania (Editora Migalhas) foi lançado no último dia 24 de agosto e compila artigos sobre questões do Direito e da cidadania, com prefácio do vice-presidente da República, Michel Temer.
Em alguns dos textos divulgados, Costa defende a necessidade do Exame de Ordem para candidatos à advocacia e afirma que a aplicação da prova busca serve para garantir que o advogado tem a capacidade técnica necessária para exercer suas atribuições.

Reprodução
Jovens advogados
Em Sucesso na Arte de Advogar (Editora Saraiva), com lançamento previsto para 23 de setembro, o advogado Anis Kfouri Júnior dá dicas e cita regras básicas para auxiliar o advogado recém-formado a ingressar no mundo da advocacia.
A publicação explica desde a origem do símbolo do parágrafo § (que significa signum secciones) até qual é a melhor maneira de fazer pesquisas para um processo, usando mecanismos de busca, sites jurídicos e livros.
"A advocacia guarda uma característica única, pois mesmo exercida por um profissional liberal, ainda que sem remuneração direto do Estado (no caso da advocacia privada), ela representa uma função tipicamente pública, de Estado, qual seja, a da administração da Justiça", afirma, em trecho do livro.

Diretos e deveres
Com um tom mais voltado à militância, a cartilha Prerrogativas (Editora Abral), assinada pelo advogado Sergei Cobra Arbex foi lançada em junho e aborda direitos e deveres de todo profissional que exerce a advocacia.
O material detalha, por exemplo, o caráter inviolável concedido aos escritórios da advocacia, a imunidade profissional inerente ao advogado e como o profissional deve se portar caso o juiz se atrase para uma audiência.
"No escritório do advogado há papéis e documentos que dizem respeito apenas ao profissional e seus diversos clientes. Ocorre, muitas vezes, a odiosa e perniciosa confusão entre advogado e cliente por parte de algumas autoridades", afirma Sergei.
Capitalismo humanista

Lançado há mais tempo do que as publicações já citadas, O Capitalismo Humanista (KBR Editora Digital), escrito pelo professor e advogado Ricardo Sayeg, também pré-candidato à presidência da OAB-SP, analisa os aspectos jurídicos do capitalismo em conjunto com os direitos humanos e sociais.
A obra é assinada em conjunto com o professor e advogado Wagner Balera. Segundo Sayeg, seu livro propõe um meio jurídico que usa a lei universal da fraternidade para conduzir a humanidade, dentro do ambiente capitalista, no caminho da democracia e da paz.
“Tem-se, assim sendo, por fundamento a lei universal da fraternidade, decifrada pelo humanismo antropofilíaco, por meio do culturalismo jurídico com foco no poder simbólico de Jesus Cristo; porque, como Ele ensinou e está cientificamente demonstrado, mais do que iguais, somos irmãos, uma vez que estamos conectados a um elemento comum, a partícula de Deus, reconhecida pela física quântica e cosmologia na teoria do Big-Bang; como também, pelo naturalismo a partir de Darwin", diz Sayeg.

Por estas e outras é que a advocacia esta na vala. Precisamos de renovação integral e em todos os sentidos.
A cada "evento", recebe-se ligação da Presidência "convidando"advogados... Paralelamente, disparam e-mail institucional "advertindo" sobreva proibição de campanha antecipada e risco de atuação disciplinar do TED - para a oposição, claro!
Não sei em relação aos demais candidatos, mas no que toca a Marcos da Costa é evidente o viés eleitoreiro, bastando se verificar o site da OAB/SP para se verificar uma extensa reportagem a respeito do lançamento da obra. É até aceitável usar a OAB para lançar o livro, mas a cobertura que foi dada pela própria Ordem é totalmente abusiva pois o mesmo não se verifica com outros advogados, principalmente os que são considerados como opositores. Creio que os demais candidatos deveriam se unir e pedir a impugnação da chapa de Marcos da Costa, por uso abusivo da máquina da OAB para se promover eleitoralmente. Se não o fizerem, significa a meu ver que são fracos e conivente, não merecendo nosso voto.
A propósito, o uso pessoal do site institucional e demais meios de comunicação da Ordem com a sociedade e os advogados já passou dos limites desde há muito. A OAB é propriedade de todos nós advogados, não de um grupinho ou do advogado X ou Y. As ações, anseios e manifestações dos advogados devem receber o mesmo tratamento, veiculando-se as notícias com isenção e sem particularismos. Hoje, está no site da OAB/SP ou nos demais meios de comunicação institucional apenas o que Marcos da Costa quer, de forma pessoal, e nada mais.
Concordo em parte com o colega MAP, pois Marcos da Costa tem aparecido na mídia supostamente em nome da OAB, quando foi silente durante todo o mandato.
Na Rádio Bandeirantes, uma "entrevista" de duas horas. Na Rádio Estadão, uns dez minutos...
Uso de mailling institucional e "convites" que mais parecem intimação para encorpar as futuras fotos de "apoio".
Ao que me parece, o lançamento dos respectivos livros visam promover mais a pessoa individual da maioria destes autores do que o benefício da Advocacia como um todo. Exceção feita ao Livro do Dr. Marcos da Costa que versa sobre temas importantes para toda a Advocacia como Exame de Ordem e Cidadania na Sociedade. Para mim todos são válidos e importantes.
Ao que me parece, o lançamento dos respectivos livros visam promover mais a pessoa individual da maioria destes autores do que o benefício da Advocacia como um todo. Exceção feita ao Livro do Dr. Marcos da Costa que versa sobre temas importantes para toda a Advocacia como Exame de Ordem e Cidadania na Sociedade. Para mim todos são válidos e importantes.
Pior, muito pior é Dr. Sayeg usar recursos públicos via Câmara dos Vereadores de SP para promover um tal "Prêmio Capitalismo Humanista" com objetivo claro de promover a si mesmo e as vendas do seu livro. E tudo isso com ajuda do vereador Robson Tuma. Numa época em que a sociedade implora por mais ética na política, temos que ver um advogado que quer ser presidente da OABSP se aproveitar e se apropriar do patrimônio público para promover o patrimônio particular Às expensas do erário público. Vergonha!
Pior, muito pior é Dr. Sayeg usar recursos públicos via Câmara dos Vereadores de SP para promover um tal "Prêmio Capitalismo Humanista" com objetivo claro de promover a si mesmo e as vendas do seu livro. E tudo isso com ajuda do vereador Robson Tuma. Numa época em que a sociedade implora por mais ética na política, temos que ver um advogado que quer ser presidente da OABSP se aproveitar e se apropriar do patrimônio público para promover o patrimônio particular Às expensas do erário público. Vergonha!
Na minha opinião, estes autores estão lançando seus livros e somente talvez venham a ser ou não futuros candidatos à presidencia da Ordem. Eles aproveitam este momento de proximidade das eleições para promover sua obra. Não há mal algum em lançar livro neste período até para "sentir" se tem ou não chance de concorrer no pleito também.
Na minha opinião, estes autores estão lançando seus livros e somente talvez venham a ser ou não futuros candidatos à presidencia da Ordem. Eles aproveitam este momento de proximidade das eleições para promover sua obra. Não há mal algum em lançar livro neste período até para "sentir" se tem ou não chance de concorrer no pleito também.
Marcelo_drum (Estudante de Direito - Internet e Tecnologia), desculpe-me, mas basta analisar e relembrar: i) os passos seguidos pelos sujeitos mencionados na reportagem; ii) o histórico das eleições passadas, das quais participaram alguns dos mencionados na reportagem: iii) a forma de agir daqueles que integram(ram) a situação, a partir da observação de eleições passadas (ou até fazer um paralelo com o atual momento político nacional).
Faça uma pesquisa "mais ampla" e talvez constate que "erro de interpretação" possa ser consequência da falta de informação.
Verdade: hoje em dia, crítica e indignação têm sido sinônimos de "recalque"; e na falta argumento do "contestado", sobra "beijinho no ombro".
Acabou de chegar aqui mais uma edição do "Jornal do Advogado". Mais parece um panfleto de campanha do grupo de Marcos da Costa, com uma série de informações falsas como a suposta luta pelas prerrogativas da classe, que simplesmente não existem na gestão de Marcos da Costa. Trata-se, de forma clara, de uso abusivo dos meios institucionais visando autopromoção. O "Jornal do Advogado" NÃO É propriedade privada de Marcos da Costa ou de qualquer outro advogado, devendo veicular as notícias que são do interesse da classe, não do grupo que domina a Instituição. Quero saber o que os candidatos possuem a dizer sobre isso, e se vão mudar alguma coisa se ganharem.
Então, na opinião do douto causídico, o lançamento de livros só pode ser feitos fora do período eleitoral da Ordem? Isto considerando-se que "acredita-se que" todos eles serão candidatos, o que seria um exercício de previsionismo absurdo (principalmente quando condenável no presente por uma atitude possível no futuro), uma vez que se no futuro não se constituírem as devidas Chapas o prévio lançamento dos livros (que ora se conduz) volta a ser de razoável aceitabilidade. Hollywoodiano pensamento cabível no filme Minority Report! Bah... Os livros foram lançados e bem lançados. Quem escreve, lança quando bem entender e pronto! Livros não votam. Não angariam votos. Livros servem para ser retirados das prateleiras e serem lidos. O resto é delirium tremens do nobre jurisconsulto.
Então, na opinião do douto causídico, o lançamento de livros só pode ser feitos fora do período eleitoral da Ordem? Isto considerando-se que "acredita-se que" todos eles serão candidatos, o que seria um exercício de previsionismo absurdo (principalmente quando condenável no presente por uma atitude possível no futuro), uma vez que se no futuro não se constituírem as devidas Chapas o prévio lançamento dos livros (que ora se conduz) volta a ser de razoável aceitabilidade. Hollywoodiano pensamento cabível no filme Minority Report! Bah... Os livros foram lançados e bem lançados. Quem escreve, lança quando bem entender e pronto! Livros não votam. Não angariam votos. Livros servem para ser retirados das prateleiras e serem lidos. O resto é delirium tremens do nobre jurisconsulto.
Pois é, também vi o Jornal. No entanto cabe observar, Sr. Marcos Pintar, que pelo números apostos, parece que o número de Desagravos, HCs, Mandados de Segurança, Representações e Ofícios praticamente triplicou desde que a atual gestão assumiu..." Como podemos contestar números como estes sentados atrás de uma mesa sem pesquisar o assunto afundo... Acho que vou ligar no telefone da Comissão de Prerrogativas e dizer a eles que o Sr. Marcos Pintar afirma que os números são falsos e portanto os dirigentes são mentirosos... Possoligar ou o Sr. mesmo liga?
Pois é, também vi o Jornal. No entanto cabe observar, Sr. Marcos Pintar, que pelo números apostos, parece que o número de Desagravos, HCs, Mandados de Segurança, Representações e Ofícios praticamente triplicou desde que a atual gestão assumiu..." Como podemos contestar números como estes sentados atrás de uma mesa sem pesquisar o assunto afundo... Acho que vou ligar no telefone da Comissão de Prerrogativas e dizer a eles que o Sr. Marcos Pintar afirma que os números são falsos e portanto os dirigentes são mentirosos... Possoligar ou o Sr. mesmo liga?
Prezado,
Ao que parece, o seu comentário reflete apoio ou, no mínimo, muita simpatia pela atual gestão da OAB/SP. Mas é realmente intrigante falarem (a OAB) a todo momento, em perigosa situação de opressão da Advocacia e, diante de contestação, sinalizar a atuação da "máquina" em desfavor do "subversivo".
Já é o segundo episódio que testemunho em que se "adverte" para a deflagração de instrumentos institucionais contra o "direito de externar insatisfação". Nada democrático e conflita com o discurso público propagado pela OAB/SP.
Tal como acontece em nível federal em relação ao Estado e um certo partido ( o PT), há a sensação de tentativa "apropriação perpétua" da OAB/SP por parte de um grupo hegemônico. Se não queremos algo parecido para o Brasil, é natural que comecemos pela nossa entidade profissional, certo?
Alias, em termos de "prerrogativas", que diz sobre o direito de trabalhar e receber? E a greve da Justiça do Trabalho que já vai para quatro meses? Em período de um ano, quantos meses úteis de trabalho da JT? Tenho colegas com dívidas acumuladas por causa da greve e da não expedição de alvarás.
E nada de concreto tem sido constatado ou sentido. Quem advoga vê, dia após dia, a perda de respeito já no detector de metais. E para se fazer respeitar é necessária qualidade, não quantidade.
Penso que Marcos da Costa deva ser merecedor de especial reverência e atenção quanto a sua pessoa mesmo após as eleições, mas precisamos de alternância, renovação e de um verdadeiro ícone para representar a Advocacia. Já passou da hora!
Que tal perguntar, antes de acionar a "máquina", ao próprio Dr. Marcos Alves Pintar sobre as suas representações e os resultados em prol da Advocacia, devido a pleitos individuais seus, sem que houvesse iniciativa da atual gestão da OAB/SP?
Que tal visitar esta página? zzo2015?fref=ts&__nodl, mais precisamente a notícia "ESCLARECIMENTO: OAB-SP tenta se apropriar de nossa vitória em defesa de todos os advogados. Atitude deplorável e vergonhosa de dirigentes – e que temos o dever de denunciar!".
https://www.facebook.com/bia
Não tenho como dizer, sr. Luiz C. Souza (Advogado Autônomo - Trabalhista), se os "números" que o sr. fala são falsos ou não, até porque não os conheço. O que eu posso afirmar com convicção é que NÃO EXISTE na gestão de Marcos da Costa defesa das prerrogativas da classe, mas apenas e tão somente propaganda barata engendrada por marqueteiros. Quanto a "acionar" órgãos sobre o que foi dito, pode deixar que estou me encarregando de impugnar essas MENTIRAS divulgadas por Marcos da Costa e seu grupo usando propriedade que é da advocacia.
Pelo que sei e acompanho desde 2000, nunca se defendeu com tanto empenho a advocacia paulista. Pelo que me lembro bem, defesa de prerrogativas antes de 2000 era quase lenda. Resumia-se a poucas iniciativas do nobre Rubens Aprobatto Machado. Podemos ter mais, é verdade, mas já temos hoje, muito, mas muito mais do que jamais tivemos antes
Pelo que sei e acompanho desde 2000, nunca se defendeu com tanto empenho a advocacia paulista. Pelo que me lembro bem, defesa de prerrogativas antes de 2000 era quase lenda. Resumia-se a poucas iniciativas do nobre Rubens Aprobatto Machado. Podemos ter mais, é verdade, mas já temos hoje, muito, mas muito mais do que jamais tivemos antes
Discordo da reportagem no sentido de que não se pode afirmar peremptoriamente que todos os citados autores são pré-candidatos uma vez que nenhum se declara como tal e nem é permitido. Além disto, os autores, ao lançarem livros, podem até postular uma futura candidatura ou não, caso percebam a viabilidade de tal ato. No entanto, há que se perceber que um livro publicado vale por muito tempo e tem vida útil mais ampla, abrangente e temporalidade maior do que uma candidatura. Seria tremenda estupidez lançar um livro só para ser candidato, achando que um livro transforma um advogado num candidato que atraia votos. Muita ingenuidade fazer uma reportagem insinuando tal condição...
Discordo da reportagem no sentido de que não se pode afirmar peremptoriamente que todos os citados autores são pré-candidatos uma vez que nenhum se declara como tal e nem é permitido. Além disto, os autores, ao lançarem livros, podem até postular uma futura candidatura ou não, caso percebam a viabilidade de tal ato. No entanto, há que se perceber que um livro publicado vale por muito tempo e tem vida útil mais ampla, abrangente e temporalidade maior do que uma candidatura. Seria tremenda estupidez lançar um livro só para ser candidato, achando que um livro transforma um advogado num candidato que atraia votos. Muita ingenuidade fazer uma reportagem insinuando tal condição...
Independente da matéria nos conduzir ao raciocínio de que haveria um oportunismo no lançamento de livros por parte de autores que supostamente pleiteiam a presidência da OAB/SP, há que se perceber que as datas de lançamentos são díspares, tanto quanto existem suportos pré-candidatos que não estão lançando nem nunca lançaram nenhum livro. Portanto não há relação direta e/ou indireta entre as duas tarefas: lançar livro e candatar-se à presidência da OAB/SP.
Apesar disso, prefiro parabenizar todos os autores. Que mais livros sejam lançados...
Independente da matéria nos conduzir ao raciocínio de que haveria um oportunismo no lançamento de livros por parte de autores que supostamente pleiteiam a presidência da OAB/SP, há que se perceber que as datas de lançamentos são díspares, tanto quanto existem suportos pré-candidatos que não estão lançando nem nunca lançaram nenhum livro. Portanto não há relação direta e/ou indireta entre as duas tarefas: lançar livro e candatar-se à presidência da OAB/SP.
Apesar disso, prefiro parabenizar todos os autores. Que mais livros sejam lançados...
Vale lembrar que "Diálogos sobre Advocacia e Cidadania" e "Sucesso na Arte de Advogar" tem autores individuais que são ligados diretamente à OABSP. Mas vou ressaltar que as obras "Capitalismo Humanista" e "Prerrogativas" possuem co-autores e somente a primeira obra teve o Professor Wagner Balera citado. Aonde está a citação do Dr. Rogério Marcus Zakka, co-autor de "Prerrogativas"?
Vale lembrar que "Diálogos sobre Advocacia e Cidadania" e "Sucesso na Arte de Advogar" tem autores individuais que são ligados diretamente à OABSP. Mas vou ressaltar que as obras "Capitalismo Humanista" e "Prerrogativas" possuem co-autores e somente a primeira obra teve o Professor Wagner Balera citado. Aonde está a citação do Dr. Rogério Marcus Zakka, co-autor de "Prerrogativas"?
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