Falta de dinheiro e de profissionais ameaçam o funcionamento da Defensoria Pública em Londrina, inaugurada há um ano. Reportagem do Jornal de Londrina narra a situação de penúria da unidade, que chegou a ser inscrita nos serviços de restrição ao crédito por falta de pagamento das contas de luz — o aluguel também está atrasado. Além disso, houve redução nos salários de técnicos e defensores. Ainda de acordo com o jornal, a cidade de 543 mil habitantes conta com apenas dois defensores, que só atendem as áreas de execuções penais e de família. A Associoação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep) entrou no Supremo Tribunal Federal contra leis do Paraná que restringem a autonomia da Defensoria no estado. Na sexta-feira (16/1), o ministro Ricardo Lewandowski impediu, liminarmente, o governo estadual de remanejar cerca de R$ 90 milhões das verbas destinadas ao órgão.

com advogado dativo não há despesa com aluguel, nem água, nem luz......
Estes que querem advogado dativo fazendo papel de Defensor Público só querem moleza! mas estudar para passar em um concurso público não querem!
Sr. AWM, estes nem querem estudar para prestarem melhor serviço como advogados dativos. Querem somente o monopólio da pobreza, explorando aqueles que possuem pouco dinheiro e o Estado!
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