Por terem atuação de destaque na advocacia pro bono em 2014, quatro bancas brasileiras receberam o título de Pro Bono Leading Light, da publicação inglesa Latin Lawyer. O levantamento anual divulgou 55 escritórios que prestam advocacia voluntária para instituições em toda a América Latina, destacando a fundamental contribuição no desenvolvimento e amadurecimento da cultura pro bono na região. Os escritórios brasileiros apontados como proeminentes na área foram Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados; Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados; Pinheiro Neto Advogados; e Siqueira Castro Advogados.
Esse pessoal deveria se inteirar melhor, todos nós fazemos trabalhos gratuitos, não existe profissão mais solidária.
Essa temática já foi discutida por aqui, inclusive apresentando-se números. Os escritórios que receberam o "prêmio" são na verdade grandes bancas que concentram centenas de profissionais. Assim, entre as 300 ou 400 mil demandas sob patrocínio eles atuam de forma gratuita em 20 ou 30, o que não representa nem 0,0001% do trabalho total produzido pela banca como um todo, realizando uma intensa exploração midiática dessas atuações. O recebimento de tais "prêmios", em verdade, é pura e simples picaretagem.
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