Juiz retira cartaz que mandava advogado se levantar para ele

Reprodução

O juiz José Roberto Moraes Marques, titular da 4ª Vara Cível de Taguatinga (DF), retirou o cartaz que mandava advogados e partes se levantarem no momento em que ele entrasse na sala de audiências. Ele atendeu a um pedido da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal. O juiz explicou à OAB-DF que tinha fixado o recado porque conversas paralelas e uso do celular durante as audiências têm sido frequentes.

Bruno W disse:
03 de julho de 2015 às 08:41

Deveria o "Juízo", na pessoa do magistrado (servidor público - empregado do povo), se levantar e saldar o jurisdicionado, em sinal de respeito. Melhor seria se a máquina judiciária parar de funcionar para si e começar a empreender celeridade nos feitos.

Respeito não se impõe, conquista-se!

Atenção (alguns) senhores Magistrados, os senhores não "são" juízes, pois o cargo não é qualidade da pessoa, mas apenas a sua profissão. Melhor se gozarem das inúuuuuuumeras regalias do cargo sem querer, de forma apoteótica, impor uma hierarquia inexiste!

Bruno W disse:
03 de julho de 2015 às 08:41

Deveria o "Juízo", na pessoa do magistrado (servidor público - empregado do povo), se levantar e saldar o jurisdicionado, em sinal de respeito. Melhor seria se a máquina judiciária parar de funcionar para si e começar a empreender celeridade nos feitos.

Respeito não se impõe, conquista-se!

Atenção (alguns) senhores Magistrados, os senhores não "são" juízes, pois o cargo não é qualidade da pessoa, mas apenas a sua profissão. Melhor se gozarem das inúuuuuuumeras regalias do cargo sem querer, de forma apoteótica, impor uma hierarquia inexiste!

Zé Machado disse:
03 de julho de 2015 às 08:42

Esses costumes medievais deveriam ser alijados de vez do poder judiciário.

Zé Machado disse:
03 de julho de 2015 às 08:42

Esses costumes medievais deveriam ser alijados de vez do poder judiciário.

Flávio Marques disse:
03 de julho de 2015 às 09:23

Em poucas palavras: escrota essa determinação!

Leite de Melo disse:
03 de julho de 2015 às 09:30

Quando vi isso no meu celular, a princípio achei que fosse uma brincadeira.....mas foi real.....Inacreditável.....Ainda bem que o juiz não deu chilique com o pedido da OAB...

Renato Adv. disse:
03 de julho de 2015 às 09:49

Esse juiz está tentando sair pela tangente ou de fininho, pois, proibir conversas paralelas e uso do celular durante as audiências é uma situação está correto o juiz exigir.
Mas, mandando que o “Reverenciasse” exigindo que todos ficassem em pé quando de sua entrada na sala é outra coisa, ou seja, por ser juiz e pelo poder que tem, passou a exigir que todos se levantassem em referencia a sua pessoa.

Advogado.Cidadão disse:
03 de julho de 2015 às 10:01

Era só o que faltava mesmo. Onde estamos chegando???

Frederico Ramos disse:
03 de julho de 2015 às 10:23

Onde me criei, em situações assim era costume dizer-se: "O que tem a ver o c... com as calças?"

Flávio Marques disse:
03 de julho de 2015 às 10:34

...Kkkkkkkkkkkkk!!!!!! Ótimo comentário o do frederico ramos! Kkkkkkkkkkk!!!!!

OLD MAN disse:
03 de julho de 2015 às 11:14

...era de boa educação, quando uma dama entrava no recinto, ou alguém cujas cãs brancas lhe outorgassem a merecida respeitabilidade, que os cavalheiros e mais jovens se levantassem para saudar aquele(a) que entrava. Assim, como era de costume popular pedir a benção e beijar a mão. Por isso, mesmo sendo idoso, mesmo tendo ocupado cargos de elevado prestigio, pela educação que recebi de meus pais, sempre me levanto quando entra alguém no meu recinto, mesmo que seja a faxineira. Nas salas de audiência sempre me levantei quando o Magistrado adentrava a sala, Sempre entendi que a deferência ao Magistrado não se dirige a Ele, mas a velha dama que carrega a balança e a espada. Não, não vejo Juizite na atitude do jovem Magistrado, entendo como um anseio justo de reconhecimento por aquilo que ele representa. Mas, sou apenas um velho e obsoleto advogado saudoso de tempos de outrora,

Edimar disse:
03 de julho de 2015 às 11:18

Que tal os cidadãos (verdadeiro patrão dele) colocar um cartaz: Quando as partes adentrarem, deve o juiz levantar em estrito respeito a quem paga seu salário.

Riobaldo disse:
03 de julho de 2015 às 11:27

Só faltava o distinto exigir outro conhecido salamaleque de certos causídicos ´invertebrados`: encurvar-se até onde a espinha dá...Com toda vênia, colegas, para mim, a única justificativa para levantar-se de inopino, seriam para reacomodação ou descolamento de certos ´acessórios` pertinentes a bolsa escrotal...

Paulo Trevisani disse:
03 de julho de 2015 às 11:48

Esse magistrado é um brincalhão, um fanfarrão histriônico.

Stanislaw disse:
03 de julho de 2015 às 11:59

Serio que alguém se sente humilhado ou rebaixado por se levantar da cadeira? Nos EUA isso é da tradição e cultura de lá quando o juiz chega à sala. Eu achava divino quando os orientais, em um gesto de respeito faziam a tradicional reverência pra mim e me lamentava por isso não ser ensinado na minha parca cultura.

Marcos Alves Pintar disse:
03 de julho de 2015 às 12:02

O episódio me faz lembrar o filme "Coração Valente", naquela parte na qual todos levantam o kilt mostrando as nádegas aos inimigos da batalha.

GFerreira disse:
03 de julho de 2015 às 12:17

Educação se aprende em casa, que pena que esse magistrado não aprendeu o que é educação e tampouco respeito.
A justificava de conversas e uso de celular não convence.
Deve ser repreendido severamente, ou então vá ser juiz em outro pais.
Isso é ridículo.

Veritas veritas disse:
03 de julho de 2015 às 13:00

Em quase todos os países desenvolvidos, é da tradição levantar-se quando o representante da Justiça ingressa no recinto. Não temos esta tradição e por isto a recomendação do magistrado soa insólita. Aqui o que vale é o escárnio, a chicana e a anarquia.

Leite de Melo disse:
03 de julho de 2015 às 13:09

Nos países desenvolvidos juízes não tem 75 dias de férias por anos (2 de 30 e mais o recesso)....não ganham aposentadoria compulsória como prêmio se forem pegos cometendo crimes seja no exercício ou não da função.....Lá e cá, poderia ser assim, mas não é.....

Marcos Alves Pintar disse:
03 de julho de 2015 às 13:51

É que nos países desenvolvidos, sr. Prætor (Outros), os juízes são representante legítimos da sociedade, escolhidos muitas vezes por voto popular, e que respeitam por sua vez o povo. Muito diferente do que ocorre aqui no Brasil.

Robson Candelorio disse:
03 de julho de 2015 às 13:53

Dispenso a reverência...aliás não só dispenso como até fico um pouco constrangido quando alguns advogados "das antigas" (sim, eles existem, e não são poucos) adotam esse procedimento.
No procedimento do Tribunal do Júri há previsão legal determinando que TODOS fiquem de pé em determinados momentos.

senso incomum e outras disse:
03 de julho de 2015 às 14:13

Nada de mais quanto ao ato de levantar-se em sinal de respeito à toga que simboliza a sua função. Porém, em contrapartida, será que o mesmo trata os Advogados com respeito, durante o desenrolar da audiência? Será que o MM. Juiz é pontual quanto ao início dos trabalhos?
Já tivemos notícia de um caso do RS que o magistrado estava exigindo que o porteiro do edifício onde reside o tratasse por Meritíssimo? Isto é muito pior.

senso incomum e outras disse:
03 de julho de 2015 às 14:22

Hodiernamente o senso é incomum, parafraseando uma coluna deste sitio. Fui a uma comarca do interior de Minas e
me deparei com um Advogado ( antigo), fazendo seu serviço de secretaria vestido com um calção (não era nem bermuda).
Na comarca de Pompéu/MG o Juiz teve que colocar um cartaz e pedir para o Segurança barrar a entrada das donzelas que vestiam sortes curtíssimos.
Em Belo Horizonte/MG por existir agencia bancária dentro do prédio do Fórum, pessoas entram de sorte, calção, camisetas cavadas, etc. etc... para verificar saldo da conta. A vestimenta é totalmente imprópria para o local.
Bom era quando o TJSP não permitia Advogadas fazerem sustentação ora, se não estivessem usando saia (não podiam usar calça comprida).
Quando o bom senso falta, é necessária a imposição.

Alex Freitas - ASF disse:
03 de julho de 2015 às 15:22

Difícil entender como um profissional que age desta forma conseguiu chegar a juiz de direito. Agindo assim, não serve para ocupar qualquer cargo público. Sem falar que não há hierarquia entre advogados, juízes e promotores. Muito estranho!!!! Começamos a pensar como conseguiu chegar a tal cargo.

Alex Freitas - ASF disse:
03 de julho de 2015 às 15:22

Difícil entender como um profissional que age desta forma conseguiu chegar a juiz de direito. Agindo assim, não serve para ocupar qualquer cargo público. Sem falar que não há hierarquia entre advogados, juízes e promotores. Muito estranho!!!! Começamos a pensar como conseguiu chegar a tal cargo.

Prof. Dr. Jose Antonio Lomonaco disse:
03 de julho de 2015 às 15:24

quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá

Rômulo Macêdo. disse:
03 de julho de 2015 às 15:46

Isso é carência. Tudo o que ele queria era um singelo abraço e uma palavra de carinho.

Advogado - SP disse:
03 de julho de 2015 às 15:53

Acredito que o senhor esteja se referindo ao art. 793 do CPP (que é de 1941).
O que dizer do art. 7º, inciso XII, da Lei 8.906/1994?

Pace et Sapere disse:
03 de julho de 2015 às 16:01

Parabéns ao comentarista OLD MAN. Transcrevo seu comentário como a aula de educação que a maioria aqui, pelo visto, não recebeu. De fato, como já lembrou Luiz Felipe Pondé, o progresso da humanidade (incluído o progresso moral) sempre se deveu a uns poucos, apesar do atraso da maioria.
"...era de boa educação, quando uma dama entrava no recinto, ou alguém cujas cãs brancas lhe outorgassem a merecida respeitabilidade, que os cavalheiros e mais jovens se levantassem para saudar aquele(a) que entrava. Assim, como era de costume popular pedir a benção e beijar a mão. Por isso, mesmo sendo idoso, mesmo tendo ocupado cargos de elevado prestigio, pela educação que recebi de meus pais, sempre me levanto quando entra alguém no meu recinto, mesmo que seja a faxineira. Nas salas de audiência sempre me levantei quando o Magistrado adentrava a sala, Sempre entendi que a deferência ao Magistrado não se dirige a Ele, mas a velha dama que carrega a balança e a espada. Não, não vejo Juizite na atitude do jovem Magistrado, entendo como um anseio justo de reconhecimento por aquilo que ele representa. Mas, sou apenas um velho e obsoleto advogado saudoso de tempos de outrora".

Advogado - SP disse:
03 de julho de 2015 às 16:04

Acredito que o senhor estava se referindo ao art. 472 do CPP...

Fernando José Gonçalves disse:
03 de julho de 2015 às 16:43

A que nível chegou a nossa magistratura, já beirando as raias do ridículo. E isso num micro universo de 17 mil juízes trapalhões. Pode parar.

Fernando José Gonçalves disse:
03 de julho de 2015 às 16:43

A que nível chegou a nossa magistratura, já beirando as raias do ridículo. E isso num micro universo de 17 mil juízes trapalhões. Pode parar.

Papajojoy disse:
03 de julho de 2015 às 16:51

O magistrado já atendeu ao pedido da OAB, portanto mostrou-se razoável.
Se em algum momento procedeu de forma extremada, já corrigiu seu rumo.
Ora, doutores, vamos encerrar essa falação inútil!!

Riobaldo disse:
03 de julho de 2015 às 17:27

Parafraseando o filósofo britânico Bertrand Russel, a reverência é uma homenagem que a virtude empresta à hipocrisia. Mas, para o caso de magistrados que cultuam posturas barrocas, como as que tais, sugiro a estratégia esperta, mas bem funcional, de se aguardar em pé, na sala de audiências, até que o inaudito pimpão impávido colosso se obrigue a convidar as partes e seus advogados a que tomem assento no recinto...

Ferrairo Honório disse:
03 de julho de 2015 às 17:43

Em que pese o respeito pelos que pensam de forma contrária, jamais adentro o escritório de algum colega ou cliente, e tomo assento na cadeira em uma sala de reunião sem sua presença. Como forma de respeito, aguardo sua chegada para, após cumprimentá-lo e as apresentações de praxe, tomar assento. Isso não é diferente em sala de audiência, mesmo porque, respeito se dá para se adquirir, pois caso contrário, não poderemos exigir o tratamento igualitário. Em meus 27 anos - entre estagiário e advogado - jamais me senti humilhado por aguardar em pé ou eventualmente me levantar e cumprimentar um magistrado, ao contrário, me sinto orgulhoso ao notar que ele, percebendo a educação e respeito devotado, retribui com a mesma forma, pois imediatamente me cumprimenta e pede "por favor doutor, sente-se".

Sísifo disse:
03 de julho de 2015 às 17:50

Isso só pode ter sido uma piada... Eu, no lugar dele, teria saído com esse argumento. Poxa, sou um juiz descontraído, gosto de brincar com meus jurisdicionados! Teria sido mais convincente e simpático. rsss

Sísifo disse:
03 de julho de 2015 às 17:50

Isso só pode ter sido uma piada... Eu, no lugar dele, teria saído com esse argumento. Poxa, sou um juiz descontraído, gosto de brincar com meus jurisdicionados! Teria sido mais convincente e simpático. rsss

Robson Candelorio disse:
03 de julho de 2015 às 17:56

Exatamente. Refiro-me ao Art. 472 do CPP, cuja redação é de 2008, posterior, portanto, ao EOAB de 1994, in verbis:

Art. 472. Formado o Conselho de Sentença, o presidente, levantando-se, e, com ele, todos os presentes, fará aos jurados a seguinte exortação: (Redação dada pela Lei nº 11.689, de 2008)

Em nome da lei, concito-vos a examinar esta causa com imparcialidade e a proferir a vossa decisão de acordo com a vossa consciência e os ditames da justiça.

Outra coisa: quando algum advogado entra no meu gabinete e estende a mão para cumprimento eu sempre me levanto para o aperto de mãos e, em seguida, aponto a cadeira pedindo que ele, por favor, tome assento.
Nunca me passou pela cabeça que com esta atitude eu estaria demonstrando ou reconhecendo que sou hierarquicamente inferior ao advogado.

Meijueiro disse:
03 de julho de 2015 às 18:18

Bem, de fato não me sinto de forma alguma humilhada ou rebaixada por me levantar de uma cadeira em deferência a uma autoridade. Creio que o descontentamento de muitos diante de tal pedido apenas denota a total falta de polidez, educação e cultura nos meios em que circulam juízes, advogados e procuradores. Fiz, recentemente, as minhas primeiras audiências como advogada, devo dizer que fiquei chocada!!! Senti que participava de uma feira, todos muito apressados, não responderam a um "simples boa tarde", a juíza leiga sequer olhou em minha direção. Eu me senti humilhada por estudar tanto e hoje ter que atuar neste tipo de ambiente..... Protocolos de comportamento fazem falta, primeiros estes foram suprimidos, e agora a educação....

Le Roy Soleil disse:
03 de julho de 2015 às 19:48

"Não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos" (art. 6º, da Lei 8.906/94). Portanto, trata-se de exigência absolutamente ilegal, o advogado levanta SE quiser, se não quiser não levanta e assunto encerrado. Patética e merecedora de censura a atitude do juiz.

Fernando José Gonçalves disse:
03 de julho de 2015 às 21:16

Ao que me consta, se ainda em vigor o inútil Estatuto da Advocacia, ele prescreve, sei lá em que artigo do capítulo das prerrogativas, que ao advogado é facultado "permanecer em pé ou sentado durante as sessões e sustentação oral, adentrar a recintos públicos sem hora marcada e ultrapassar para além das cancelas dos Tribunais, neles permanecendo ou saindo antes do seu término, segundo entender" (não é exatamente com essas palavras, mas o significado é esse). Então pergunta-se:
O Estatuto da Advocacia estaria incentivando a falta de educação ? Ou mostrando explicitamente que não existe "em tese" hierarquia entre as "suas excrescências" e os advogados ? Portanto, esse estrelismo da toga deve ser coibido por absolutamente impertinente.

Fernando José Gonçalves disse:
03 de julho de 2015 às 21:16

Ao que me consta, se ainda em vigor o inútil Estatuto da Advocacia, ele prescreve, sei lá em que artigo do capítulo das prerrogativas, que ao advogado é facultado "permanecer em pé ou sentado durante as sessões e sustentação oral, adentrar a recintos públicos sem hora marcada e ultrapassar para além das cancelas dos Tribunais, neles permanecendo ou saindo antes do seu término, segundo entender" (não é exatamente com essas palavras, mas o significado é esse). Então pergunta-se:
O Estatuto da Advocacia estaria incentivando a falta de educação ? Ou mostrando explicitamente que não existe "em tese" hierarquia entre as "suas excrescências" e os advogados ? Portanto, esse estrelismo da toga deve ser coibido por absolutamente impertinente.

Advogado Santista 31 disse:
03 de julho de 2015 às 22:18

No país da piada pronta, juiz que quer advogado que fique de pé no começo da audiencia só falta querer que os mesmos usem rabeca e peruca para pedirem em audiencia com o mesmo. Qual será a próxima galhofa?

Advogado Santista 31 disse:
03 de julho de 2015 às 22:20

Se o problema é o uso de celular em audiencia, é só usar o poder de polícia que lhe é conferido pelos diplomas processuais e advertir os advogados e as partes conforme as disposições da lei caso flagrados em determinada situação.

Fabio Rockffeller Rocha disse:
03 de julho de 2015 às 23:00

Ao meu sentir, concessão vênia, às opiniões dos ilustres colegas advogados, a requisição do juiz José Roberto Moraes Marques para que os advogados e jurisdicionados se levantem quando o juiz adentrar na sala de audiência, não significa afronta as prerrogativas dos advogados, tampouco desrespeito à parte. A questão é de bom censo. O respeito à autoridade Judiciário no cumprimento do seu mister é dever dos advogados e das partes. Tal medida requisitada pela autoridade Judiciária é utilizada nas sessões de julgamento realizadas pelos tribunais superiores, bem como nas sessões de julgamento realizadas pelas Cortes Americana. Registro ainda, que os advogados militantes do Fórum de Taguatinga- DF, tem o juiz José Roberto Moraes Marques, como um magistrado, atencioso, educado, dinâmico e eficiente, extremamente atencioso e cordial com os advogados.

Antonio Carlos Kersting Roque disse:
06 de julho de 2015 às 12:09

Estava lendo seu comentário, mas, depois que você escreveu "bom Censo", desisti.
Se você advoga como escreve, reitero o pedido de manutenção do exame de ORDEM, por dois motivos: a) o matéria prima do advogado é o idioma; b) o seu entendimento da matéria posta à discussão é sui generis e subserviente.
Não é possível que depois de tantas lutas alguns advogados queiram outra vez ser diminuídos.
Nos poupe ROCKFFELLER das manifestações que afrontam a lei e que regem a atuação dos advogados.

Marcio Luciano Menezes Leal disse:
06 de julho de 2015 às 13:41

Fica claro que o juiz José Roberto Moraes Marques se utilizou de tática diversionista para esconder à determinação de submissão!
É lamentável!

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