O grupo liderado pelo advogado Ricardo Sayeg, que pretende concorrer à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo, ganhou uma manifestação de apoio inusitada: o advogado Ricardo Pinto tatuou o símbolo do chamado “capitalismo humanista”, tese criada pelo próprio Sayeg. A marca tem sido usada pelo grupo político do advogado, em materiais de propaganda do chamado "movimento te represento".
“Acompanho toda a trajetória de Sayeg, desde a construção do movimento e ideologia, e achei o momento oportuno para eternizar isso na pele”, diz Pinto, orgulhoso da estrela formada pelas letras gregas alfa e ômega marcada no ombro. A intenção é antiga, mas ele conta que faltava um profissional qualificado para executar o desenho.
Pinto começou a advogar como estagiário de Ricardo Sayeg e hoje é seu orientando no doutorado em Direito da PUC-SP. O tema não poderia ser outro: o “capitalismo humanista”.
O pré-candidato à presidência da OAB-SP Ricardo Sayeg afirma ter ficado "muito sensibilizado com esta demonstração de engajamento". A cor vinho, diz ele, "lembra o sangue de Cristo, tendo em vista que, é a liga da comunhão entre os homens e que satisfaz a sede do espírito". Sayeg não tem tatuagem, mas diz que, se tivesse, seria igual à de Ricardo Pinto.
*Texto atualizado às 18h42 do dia 1o de maio de 2015.

O nível das reportagens do Conjur.
Lamentável!
Gente...
Quem precisar de um excelente advogado , qualquer que seja a matéria , procure o "tatuado" , que , com a magistral iniciativa , desnuda toda a sua imbatível capacidade profissional . São dignificantes e eloquentes exemplos como este que expressam a qualidade ímpar da nossa classe .
Para nós , "simples e bestiais mortais" , é impossível entender , tampouco dimensionar , a grandeza desta privilegiada mente !
Eu me sinto envergonhado.
Estou envergonhado, que coisa triste.
Me estranha o fato de que os nobres comentaristas muito provavelmente gritam aos quatro cantos sua "humanidade" e "razoabilidade", e definem como "Lamentável" uma simples decisão que mais me parece uma homenagem a um amigo e professor, ou uma mera expressão ideológica que pouco tem a ver com estes desconhecidos comentaristas.
Mas há um longo caminho para sairmos do "mas..." ainda: "não sou preconceituoso, imagine! Defendo a liberdade de expressão! MAS... [insira aqui seu nojo de tatuagens ou outro tipo de preconceito]".
Deveria ter tatuado em um lugar mais apropriado para o ato.
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